Miguel e Roberval se conheciam havia anos. Desde que o pai de Roberval, um homem rude, autoritário e de pavio curto, casou com a mãe de Miguel quando o garoto tinha apenas 13 anos, Roberval — então com 18 — se tornou uma sombra constante e perigosa na vida dele.
Roberval era o típico filho problemático: tatuagens nos braços e pescoço, barba sempre por fazer, boca suja, corpo forte de quem passava mais tempo na rua do que em casa. Entrava e saía de empregos, brigava, bebia e fodia quem quisesse. Em casa, ele transformou Miguel em seu alvo favorito. Chamava o enteado de “santinho”, “virgenzinho de merda”, “bundinha apertada” e “putinha do irmão” quando estavam sozinhos. Roçava o volume da calça “sem querer” no corpo magro de Miguel no corredor estreito, entrava no banheiro sem bater enquanto o garoto tomava banho, ficava olhando descaradamente para o volume na cueca dele e ria quando Miguel ficava vermelho, gaguejando e tentando se cobrir.
— Um dia eu vou te arrombar esse cuzinho virgem, Miguelzinho. Você vai chorar pedindo mais — sussurrava ele no ouvido do garoto antes de sair do quarto, deixando Miguel tremendo de vergonha, medo… e uma excitação proibida que ele odiava sentir.
Miguel nunca contou nada para a mãe nem para o padrasto. Tinha pavor de piorar a situação. Com o tempo, aquela tensão diária virou uma tortura lenta: olhares longos, toques “acidentais”, piadas sujas e humilhações constantes que faziam Miguel se sentir pequeno, vulnerável e estranhamente atraído pelo perigo.
Agora, aos 19 anos, Miguel tinha conseguido seu primeiro emprego sério como auxiliar administrativo na mesma empresa onde Roberval trabalhava esporadicamente na logística. O padrasto havia puxado o fio para arranjar a vaga, e Roberval não perdia oportunidade de lembrar quem “devia favores” ao garoto.
O relógio da sala de arquivos marcava quase oito da noite. O andar estava deserto, apenas o zumbido frio do ar-condicionado antigo preenchia o silêncio. Miguel estava de joelhos, organizando caixas de relatórios antigos, dedos trêmulos. Ele queria terminar logo e ir embora antes que Roberval aparecesse.
Mas o destino não colaborou.
— Ainda aqui, Miguelzinho? Trabalhando até tarde como um bom menino…
A voz grave, rouca e carregada de deboche veio da porta. Miguel sentiu um frio na espinha. Roberval entrou devagar, fechando a porta pesada com um clique que soou definitivo. Camisa social aberta no peito tatuado, barba por fazer, aquele sorriso predatório que Miguel conhecia muito bem.
— Seu pai me mandou vir te buscar… mas eu já imaginava que você ia estar aqui, todo certinho, todo sozinho. — Roberval se aproximou lentamente, como um animal cercando a presa. Parou bem atrás de Miguel, tão perto que o garoto sentia o calor do corpo e o cheiro de cigarro e suor masculino. — Continua virgem, né? Aposto que ainda não deixou ninguém tocar nessa bundinha branquinha.
Miguel engoliu em seco, o rosto queimando.
— Roberval… por favor. Aqui é o trabalho. Eu só quero terminar e ir pra casa.
Roberval riu baixo, colocou as mãos grandes nos ombros de Miguel e apertou, massageando devagar, descendo um pouco pelas costas.
— Você sempre foi assim… desde os 13 anos. Todo tímido, todo assustado, mas eu vejo como você me olha escondido. Como fica duro quando eu roço em você em casa. — Ele se inclinou, lábios quase tocando a orelha de Miguel, voz baixa e sedutora. — Aposto que você bate uma punhetinha pensando no irmão postiço te segurando e te fodendo até chorar, não é? Imagina meu pau grosso abrindo esse cu virgem… te fazendo minha putinha particular.
Miguel tentou se levantar, mas Roberval o empurrou de volta contra a mesa com firmeza, sem violência ainda, só dominância.
— Fica quietinho… deixa eu cuidar de você hoje. Ninguém vai saber. Vai ser nosso segredinho sujo.
Roberval virou Miguel devagar, segurou seu queixo com força e o beijou. O beijo começou quase sedutor, língua invadindo devagar, mas logo ficou possessivo, faminto. Enquanto beijava, ele abria o cinto do garoto.
— Ajoelha, Miguelzinho. Mostra pro irmão como você é obediente.
Miguel, tremendo, caiu de joelhos. Roberval puxou o pau grosso, veioso e já babando pra fora.
— Abre a boca. Isso… bem larguinha.
Ele segurou a cabeça de Miguel com as duas mãos e enfiou a rola devagar no começo, depois com mais força. Quando chegou na garganta, começou a foder fundo. Miguel engasgou violentamente, olhos enchendo de lágrimas.
— Isso… engole tudo, viadinho. Chora pra mim. Engasga no pau do irmão.
Roberval meteu garganta profunda, socando devagar mas sem misericórdia, segurando a cabeça do garoto enquanto saliva escorria pelo queixo, pingava nas bolas e lágrimas desciam pelo rosto vermelho de Miguel. O garoto tossia, chorava, nariz escorrendo, mas Roberval só gemia de prazer e humilhava:
— Olha pra mim enquanto eu uso sua garganta. Você nasceu pra isso, Miguelzinho. Pra ser minha putinha de boca e cu.
Depois de longos minutos de boquete brutal, Roberval puxou o pau melado, deixou Miguel tossindo e chorando no chão por alguns segundos, depois o levantou e virou de costas contra a mesa de metal.
Puxou a calça e cueca até os tornozelos, cuspiu grosso no cuzinho virgem e enfiou dois dedos secos, girando e abrindo com força.
— Aaaahhh! Dói! Roberval, por favor… — gritou Miguel.
— Cala a boca e aguenta. Esse cu é meu desde que você chegou na nossa casa.
Roberval posicionou a cabeça grossa e empurrou com força selvagem. Miguel soltou um grito lancinante quando o pau rasgou sua entrada. A dor foi queimante, profunda, como se estivesse sendo partido ao meio.
Roberval meteu uns 13cm de uma vez e começou a socar com brutalidade. Estocadas fortes, bolas batendo alto na bunda. A mesa rangia contra a parede.
Depois virou Miguel de frente, colocou as pernas dele sobre os ombros e meteu olhando nos olhos cheios de lágrimas:
— Tá sentindo, putinha? Toda minha rola destruindo seu cuzinho virgem. Goza pra mim enquanto eu te arrombo.
Em seguida, virou o garoto de lado, levantou uma perna e continuou socando fundo, uma mão apertando o pescoço de Miguel enquanto a outra dava tapas fortes na bunda.
Por fim, colocou Miguel de quatro sobre a mesa, segurou o cabelo dele como rédea e fodeu com selvageria total — estocadas rápidas, profundas, brutais. O cuzinho vermelho e inchado piscava ao redor da rola grossa, fazendo barulhos molhados obscenos.
— Você é minha agora, Miguelzinho. Minha putinha particular. Vai tomar rola todo dia que eu quiser.
Roberval acelerou, rosnando, e gozou fundo — jatos grossos, quentes, enchendo o cu virgem até transbordar. Ficou pulsando lá dentro enquanto Miguel soluçava.
Puxou o pau com um “ploc” molhado, admirando o buraco destruído, aberto e escorrendo porra.
— Limpa essa bagunça e vai pra casa. E não ouse contar nada pro seu padrasto… senão eu conto pra todo mundo como você chorou gostoso com meu pau na garganta e no cu.
Deu vários tapas fortes na bunda dolorida, riu e saiu.
Miguel ficou caído na mesa, corpo tremendo, cu ardendo em fogo, garganta dolorida, porra escorrendo pelas coxas, lágrimas molhando o metal. A humilhação era esmagadora… mas o pior era saber que, no fundo, ele já esperava ansioso pelo próximo “encontro”.
