Minha vida com meu irmão III A Primeira Vez

Um conto erótico de Valentina Montenegro
Categoria: Heterossexual
Contém 1283 palavras
Data: 01/06/2026 00:33:04

Eu estava deitada na cama do Franco, completamente nua, com as pernas abertas e o coração batendo tão forte que parecia que ia sair do peito. Meu corpo ainda tremia do orgasmo que ele tinha me dado com a boca. Olhei para baixo e vi o pau dele, grosso, latejante e com a cabeça rosada brilhando. Ele estava ajoelhado entre as minhas pernas, passando as mãos carinhosamente pelas minhas coxas longas e torneadas.

Franco: Valentina… você tem certeza mesmo, maninha? É sua primeira vez… eu quero que seja perfeito pra você. Não quero te machucar.

Valentina: Eu tenho certeza, Franco. Quero que seja você. Quero sentir você dentro de mim. Por favor…

Ele se inclinou sobre mim, apoiando o peso nos antebraços, e me beijou com muito carinho. Um beijo lento, molhado, cheio de amor. Enquanto me beijava, eu sentia a cabeça grossa do pau dele roçando na minha bucetinha molhada, deslizando para cima e para baixo na minha fenda, me deixando ainda mais excitada.

Franco: Olha pra mim, Valentina. Se doer muito, me avisa que eu paro na hora, tá bom?

Eu assenti, mordendo o lábio inferior. Ele segurou o pau na base e começou a pressionar devagar. Senti a cabeça grossa forçando minha entrada apertada. Era uma pressão forte, quente.

Valentina: Ahhh… tá pressionando… tá entrando devagar…

Franco: Isso, respira fundo, amor. Você é tão apertadinha… sua bucetinha virgem tá me apertando só na cabecinha. Caralho… você não imagina o quanto eu te desejo.

Ele empurrou um pouco mais. Senti um ardor forte quando minha virgindade começou a ceder. Apertei os lençóis com as mãos e soltei um gemidinho de dor misturado com prazer. Franco parou imediatamente, acariciando meu rosto com o polegar.

Franco: Tá doendo, né? Relaxa pra mim, maninha. Olha como você é linda… esses seus seios grandes em formato de pera, tão firmes e pesados, com essas auréolas clarinhas apontando pra cima… parecem feitos pra minha boca. Eu fico louco olhando pra eles balançando enquanto eu te como.

Ele se inclinou e chupou um dos meus bicos com carinho, passando a língua devagar enquanto empurrava mais um pouco. Eu senti algo rasgar dentro de mim. Uma dor aguda, mas passageira.

Valentina: Ai… Franco… acho que… perdi minha virgindade…

Ele olhou para baixo e vimos um pouco de sangue rosado escorrendo pela minha coxa e manchando o lençol branco. Franco ficou ainda mais carinhoso.

Franco: Sim, maninha… você acabou de virar mulher. Esse sangue é prova que sou o primeiro. Eu vou cuidar de você agora, tá? Vou te fazer sentir só prazer.

Ele ficou parado, só com metade do pau dentro de mim, me dando tempo para me acostumar. Beijava meu pescoço, meus seios, sussurrando coisas doces:

Franco: Você é tão perfeita, Valentina. Essa bundinha arrebitada em formato de coração quando você fica de quatro… essas pernas longas e torneadas… essa pele branquinha cheia de sardas… eu sou completamente apaixonado pelo seu corpo. Você me deixa louco de tesão desde que te vi crescer.

Aos poucos a dor foi diminuindo e dando lugar a um prazer profundo. Eu comecei a rebolar devagar de baixo, querendo mais.

Valentina: Pode ir mais fundo agora… tá ficando gostoso… quero sentir você todo.

Franco empurrou devagar até o fundo. Quando ele encostou lá no final, eu soltei um gemido longo e rouco. Ele estava completamente dentro de mim. Eu me sentia cheia, esticada, invadida de um jeito delicioso.

Valentina: Haaaa… você tá todo dentro… eu tô sentindo você pulsando lá no fundo… que delícia, Franco…

Ele começou a se mover bem devagar, entrando e saindo com calma, sempre olhando nos meus olhos. Cada estocada era cuidadosa, carinhosa. Seus gemidos baixos me deixavam ainda mais molhada.

Franco: Porra, Valentina… sua bucetinha tá me sugando. Tão quente, tão molhada e apertada. Olha esses seios balançando toda vez que eu entro… eles são tão durinhos, tão perfeitos. Eu poderia passar o dia inteiro chupando eles.

Eu passei as mãos nas costas dele, puxando ele mais pra perto. Meus gemidos estavam ficando mais altos e mais sensuais.

Valentina: Mais rápido agora… pode ir um pouco mais rápido… tá tão bom…

Franco acelerou levemente o ritmo, ainda com muito controle. O som molhado dos nossos sexos ecoava no quarto. Ele segurou uma das minhas pernas e colocou sobre o ombro dele, abrindo mais meu corpo. A posição fez ele acertar um ponto novo dentro de mim que me fez revirar os olhos.

Valentina: Aí… bem aí… ai meu Deus, Franco… tá batendo num lugar tão gostoso…

Depois de um tempo ele saiu de dentro de mim com cuidado. Eu me senti vazia na hora. Ele me virou de bruços com carinho, colocou um travesseiro embaixo da minha barriga e levantou minha bundinha.

Franco: Quero te ver assim um pouco… de quatro pra mim. Olha essa bundinha perfeita em formato de coração… tão arrebitada, tão branquinha… me deixa maluco.

Ele abriu minhas nádegas com as mãos e cuspiu levemente na minha entradinha rosada do cuzinho. Eu tremi inteira. Ele começou a passar o dedo bem devagar na volta, só na entradinha, sem forçar, só circulando e pressionando de leve enquanto voltava a enfiar o pau na minha bucetinha.

Valentina: Hummm… Franco… seu dedo no meu cuzinho… tá tão safado… mas tão gostoso…

Franco: Só na entradinha, maninha. Não vou colocar dentro hoje. Só quero te dar um prazer a mais… você merece sentir tudo com carinho.

Ele metia devagar na minha buceta enquanto o dedo circulava e pressionava de leve meu cuzinho virgem. A sensação dupla era intensa, mas ele fazia com tanta calma que só aumentava meu prazer.

Valentina: Continua assim… eu tô gostando… tá me deixando ainda mais molhada…

Ele segurou minha cintura com uma mão e aumentou um pouco o ritmo. Meus seios grandes balançavam pesados a cada estocada. Eu estava gemendo sem parar, o rosto afundado no travesseiro.

Franco: Você tá tão linda assim… gemendo pra mim, toda molhada, esse cuzinho piscando pro meu dedo… você é a mulher dos meus sonhos, Valentina.

O prazer foi crescendo cada vez mais. Eu sentia aquela onda quente subindo pela minha barriga novamente.

Valentina: Franco… eu tô perto… vai mais fundo… eu vou gozar de novo…

Ele meteu um pouco mais forte, sempre controlado, e circulou meu cuzinho com mais pressão. Meu corpo inteiro tremeu violentamente quando o orgasmo me acertou. Eu gritei o nome dele, apertando o pau dele com força dentro de mim, gozando intensamente.

Enquanto eu ainda tremia, Franco acelerou um pouco e gemeu rouco:

Franco: Eu vou gozar, maninha… posso gozar dentro?

Valentina: Goza dentro… quero sentir você enchendo tudo…

Com um gemido longo e profundo, ele enterrou o pau até o fundo e gozou. Senti jatos quentes e grossos me enchendo por dentro. Ele tremia em cima de mim, abraçando minha cintura, beijando minhas costas enquanto esvaziava tudo.

Ficamos conectados por um tempo. Quando ele saiu devagar, um fio de sangue misturado com porra escorreu pela minha coxa, manchando ainda mais o lençol. Ele me virou com carinho, me abraçou forte e beijou minha testa.

Franco: Você foi incrível, Valentina. Obrigado por confiar em mim na sua primeira vez. Eu te amo tanto…

Valentina: Eu também te amo, Franco. Foi perfeito… um pouco de dor, mas muito mais prazer. Quero que isso seja nosso segredo pra sempre.

Nós ficamos abraçados, suados, ofegantes, sentindo o cheiro de sexo no quarto. Meu corpo estava marcado por ele de todas as formas possíveis.

Espero que tenham gostado e caso algum irmão ou irmã tenha algo parecido e quiser compartilhar comigo, vou deixar aqui meu e-mail. Para receber o contato de vocês. Beijos e até o próximo capitulo.

contosvalentinamontenegro@gmail.com

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