O bike boy que me tratou como putinho, me amou e agora quero mais.

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Homossexual
Contém 2020 palavras
Data: 09/06/2026 04:14:57

Gente, quarta-feira vim para Campos do Jordão passar o Corpus Christi. Como contei em parte na história anterior, todo ano minha família vai para Campos nesse feriado. Tenho um irmão que mora aqui e outro tem casa, então sempre reúne muitos familiares.

Pois bem: na quarta-feira eu vim com aquele casal de amigos gays que também são amigos da minha família e que mora na Vila Matilde, como já relatei em algumas histórias anteriores. Chegamos na quarta e eu estava super de boa, só querendo curtir a família, até porque nas duas últimas semanas já tinha trepado até demais. Ficamos ali nos divertindo, e sempre chegando mais gente. Até meu primo, que foi meu primeiro macho, apareceu esse ano.

Na quinta-feira, como sempre, decidi acompanhar meus sobrinhos e amigos na balada. Até que, por volta das onze horas da noite, recebo no meu WhatsApp uma mensagem: "Oi, tudo bem?" Só que eu não fazia ideia de quem era, porque a foto de perfil era uma paisagem. Respondi perguntando quem era. Aí ele me explicou e mandou uma foto: era o Guilherme, que conheci e comecei a conversar no início de 2020. Ele trabalhava num supermercado no Tatuapé. Na época, ele estava namorando, tinha 19 anos, mas queria muito comer uma cdzinha. Me lembro que a gente transou uma única vez e foi muito rápido.

Um dia de manhã, ele estava indo trabalhar nesse supermercado e estava atrasado, mas disse que queria transar muito. Eu também tinha que ir trabalhar e falei que não iria me montar. Ele insistiu tanto, dizendo: "Nem que seja para você só mamar, mas eu quero te ver, estou com muito tesão." Gente, eu não curto foda rápida. Aliás, quando alguém fala em dar uma rapidinha, já dispenso. Mas com ele aceitei – e depois descobri porque rsrsrs... pela bela pika que ele tem.

Em 2020 eu morava em apartamento. Ele foi lá, eu chupei aquela pika e, de quatro, ele me comeu bem rapidinho, e fomos trabalhar. Ele até lembrou que dei uma carona pra ele e fui até o mercado pegando na rola dele. Ficamos conversando, mas logo depois veio a pandemia da Covid e acabamos não nos falando mais.

Ele agora estava solteiro porque pegou a mulher traindo ele. Fazia pouco tempo que tinha começado a fazer entregas de delivery de bike. Ele foi fazer uma entrega naquela noite no prédio onde ele foi me comer em 2020 e lembrou de mim. Aí foi buscar no contato e conseguiu me encontrar. Ainda bem que eu tinha dado o meu WhatsApp pessoal para ele, porque faz uns 8 anos que tenho dois WhatsApp: um para a cdzinha e outro pessoal. O pessoal geralmente só passo depois de gostar da pessoa, então sinal que ele foi gente boa naquela época.

Expliquei para ele que estava em Campos do Jordão e que só voltaria para Sampa no domingo. Ele falou que tudo bem e perguntou se no domingo poderia me ver. Falei para irmos conversando, mas já avisei: nada de rapidinha comigo. Ele respondeu que daquela vez ele estava atrasado, mas que eu não ia me arrepender, era só eu dar essa chance. Mandei umas fotos para ele, e ele disse que quando chegasse na casa dele me mandaria umas fotos. É um cara que está batalhando e voltou a morar com a mãe. Fiquei com dó: o cara, 11 horas da noite, fazendo entrega de bike e ainda ia embora para o Itaim Paulista. Mas tudo bem.

Quando foi quase 2 da manhã, ele me mandou um vídeo só de cueca, acariciando a rola. Depois mandou uma foto entrando no banho de pika dura. E que bela pika! Certeza que ele conseguiu meu WhatsApp pessoal por causa daquela rola rsrsrs. Aí já fiquei atiçado, mas fomos embora dormir.

Quando acordei, lá pelas 11 da manhã, tinha um vídeo dele tocando uma punheta e falando um monte de besteira, gozando e dizendo que aquele leitinho era meu, fdp. Fiquei louco. Minha vontade era na mesma hora pegar o carro e vir para São Paulo dar para aquele macho. Puta merda. E eu cheguei na quarta tão de boa, só querendo curtir a família, aí vem esse cara e faz aquela cdzinha mais putinha, mais vagabundinha pegar fogo dentro de mim. Que fogo!

O pior é que o pessoal solteiro estava dormindo na sala, que é bem grande, em frente à lareira. E esse meu primo, que foi meu primeiro macho, estava numa casa alugada ao lado da nossa, mas chegou lá na sala para conversar, já que tinha um pessoal acordado. Eu, naquele fogo, só olhei pra ele e fui levantando, primeiro ficando de quatro. Ele percebeu a cara que eu fiz pra ele – que eu queria pika. Ele me mandou no WhatsApp que eu não tinha jeito. Respondi que a hora que ele me viu de quatro, se pudesse, estaria me enrabando bem gostoso, fdp. Ele só mandou uma cara de bravo. Mas ele voltou para Sampa e está na casa da minha prima. Antes de ele ir embora no próximo fim de semana, tenho certeza que ele vai querer vir me enrabar.

Na sexta-feira, fiquei o dia todo com um tesão da porra depois daquele vídeo do Guilherme. Não fui pra lugar nenhum, fiquei no maior papo com ele. Sempre que dava uma parada nas entregas, ele me respondia. Pedi para ele, à noite, quando chegasse em casa, me enviar umas fotos. Ele me mandou uma foto de pau mole. Pedi uma foto com a pika dura, e o fdp me respondeu: "Se você quiser ver dura, você vai ter que levantar." O cara me arrebentou: primeiro me deixou cheio de tesão e depois me desafiou.

Passei o sábado só não pegando o carro e vindo embora porque o casal de amigos gays estava comigo. Quando foi no domingo, falei para ele que às 7 da noite estaria em São Paulo. Cheguei em Sampa às 4 da tarde e fui me arrumar. Gente, coloquei uma lingerie completa com cinta-liga e uma calcinha fio dental linda que não tinha usado ainda, coloquei uma peruca Chanel e um salto de 9cm. Ele me deixou com tanto tesão que eu estava me sentindo a cdzinha mais puta do mundo.

Mandei mensagem dizendo que estava esperando. Ele logo respondeu que estava com uma entrega, mas que assim que entregasse iria me encontrar pra gente namorar. Quando ele disse "namorar", amei. O fogo acendeu mais ainda. Pouco depois ele chegou. Como estava de noite, fui receber ele no portão do jeito que eu estava, de tanto tesão. Ele deixou a bike e a bolsa, já me deu um beijão.

Aí ele foi tomar banho. Foi a primeira vez que vi um cara chegar em casa e tirar uma necessaire com escova, pasta e perfume. Amei aquilo, porque mostra que o cara se cuida. Aliás, sou muito de reparar. Quando ele me mandou o primeiro vídeo, percebi que o quarto dele era tijolo cru, sem reboco, mas tinha uma prateleira toda organizada e a cama bem arrumadinha – fiquei impressionado.

Ele foi tomar banho no meu quarto, e eu deitei de bruços, toda montadinha, esperando aquele macho. Gente, quando ele saiu do banho com aquela rola balançando e um perfume maravilhoso, e veio na minha direção... que delícia. Achei que ele ia colocar direto a pika na minha boca, mas ele não: deu um tapa na minha bunda, um beijinho, deitou por cima de mim e começou a roçar aquela pika na minha rabeta enquanto me beijava e mordia, falando besteira e coisas carinhosas no meu ouvido. Amei ele falando que eu ia ser a putinha, a namorada, a amante dele naquele dia, e que eu tinha encontrado um macho de verdade.

Estava pegando fogo. Até que ele desceu até meu bumbum, deu umas mordidinhas, me colocou de quatro e fez o que me enlouquece: puxou a calcinha fio dental de lado e meteu a língua no meu cuzinho. Aí eu pirei de tanto tesão, só esperando ele colocar aquela pika toda dentro de mim. Mas ele deu aquele talento com a língua, encostou na cabeceira e me pediu para mamar aquela pika. Virei de frente pra ele. Imagina a minha visão: aquele cara de perna aberta, segurando toda aquela pika e dizendo que aquela pika era só minha. Aproveitei tudo, arrebentei na mamada naquela rola.

Até que ele pediu uma camisinha que estava ali do lado. Pediu para eu colocar naquela pika. Ele começou a beijar e foi me puxando, já tirando a calcinha de lado novamente. Ali eu entendi que era para eu sentar em cima. Quando sentei, fui descendo, engolindo aquela rola bem devagarinho enquanto beijava aquela boca. Até que senti minha rabeta encostar no colo dele – engoli todinha aquela pika. Gente, do jeito que estava, até o talo, eu só comecei a rebolar: não subia nem descia, só rebolava naquela pika toda dentro de mim enquanto ele me beijava e chupava meu pescoço. Achei que ele ia gozar de tanto tesão que nós dois estávamos.

Mas aí comecei a subir e descer, engolindo toda aquela pika. Até que ele me colocou de quatro e começou a socar forte, dar tapa e falando: "Toma pika, amorzinho." Amei. Gente, poucas vezes acontece comigo, mas coloquei a mão na minha rola enquanto ele socava forte atrás e gozei. Fui ficando mais mole, fui indo para frente, de bruços, e ele continuou socando até gozar bem forte. Gente, na hora que ele tirou a camisinha, era tanta porra que ele espalhou sobre a minha rabeta – e eu amei.

Fomos nos lavar, troquei a roupa de cama, troquei de calcinha, e ele quis ficar na cama namorando enquanto a gente esperava o lanche que pedimos. O Guilherme me surpreendeu muito. Quando o lanche chegou, falei para comermos na cama, e ele disse: "Refeição é na mesa. Na cama, a comida é você." Cara, que homem bem-criado! A gente terminou de lanchar, e vocês acreditam que ele levou os copos e pratos que usamos? Sempre fui eu que lavei para os machos e fiz as coisas. Um cara fazer isso é difícil. Eu estava amando. Compensei ele com uma bela massagem.

Depois de um tempo, partimos pra outra foda. Quando estávamos no bem-bom, o telefone tocou. Era a ex dele. Ele fez questão de atender: me colocou de quatro e, enquanto metia, falava com ela. Até que decidiu falar: "Não enche o saco, estou metendo." E começou a socar forte para ela escutar os estalos. Eu não podia falar nem gemer, só aguentei. Ela começou a xingar ele de tudo quanto é nome e desligou. Logo depois ele gozou. E vocês sabem que eu amei quando ele fez questão de dizer que estava metendo bem gostoso e fez ela escutar o quadril dele estalando na minha rabeta. Adorei.

Fiz uma massagem nele e dormimos. Quando foi quase 6 horas da manhã na segunda-feira, acordei, vi aquele macho, fui fazer um bochecho com água quente e voltei com a boca quentinha para mamar aquela pika. Ele acordou comigo colocando toda aquela rola na boca. Mamei gostoso até que sentei em cima novamente, dessa vez sem camisinha, rebolando e engolindo aquela rola todinha sem dó. Já cansado, deitei do ladinho dele, e ele colocou todinha a rola na minha rabeta. Logo senti o gozo daquele macho em mim. Que delícia.

Fui preparar o café e tomar banho para ir trabalhar. E o cara, novamente sem eu pedir, lavou toda a louça do café. Muito educado. Como eu ia trabalhar e ele ia começar a fazer entregas mais tarde, deixei ele ficar em casa. O que eu não faço por uma pika, gente...

E agora tem um problema: ele está aqui. E amanhã, que é quarta, o negão feirante pode querer vir ficar aqui. Ainda tem meu primo, que acho que vai querer me ver até domingo, e tem o primo do Caio (da história anterior) que já falou – avisou o Caio enquanto a gente voltava de Campos – que quer me ver. Que fase, gente. Estou nadando em pika rsrsrs.

Mas o Guilherme mexeu um pouco comigo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Cdzinha Isa217 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários