O NEGÓCIO E O PRAZER

Um conto erótico de Morena Casada
Categoria: Heterossexual
Contém 1283 palavras
Data: 09/06/2026 00:35:18

Depois da noite incrível de dogging, voltamos pra casa com a cabeça cheia, mas com o coração ainda mais aquecido pela ideia de ajudar o Juninho. No dia seguinte nós sentamos e conversamos sério: queríamos fazer algo que mudasse a vida dele de verdade, tirar ele da exposição da rua, dar uma profissão.

— Amor, eu tenho o contato do Vitor, lembra? Meu fornecedor de roupas masculinas. Ele tem peças de qualidade, preço bom. Se a gente arrumar um ponto pra ele alugar, podemos montar uma loja pequena mas decente pra ele começar! — falei pro Ricardo.

— Ideia genial! Vamos chamar ele pra conversar.

No dia seguinte, encontramos o Juninho. Contamos o plano. Ele arregalou os olhos, não acreditou.

— Sério, tia? Uma loja pra mim?

— Claro, filho! Agora você vai ser comerciante! Você sabe de alguma lojinha ou ponto pra alugar aí perto de casa?

Ele pensou um pouco e falou que sim, que tinha um lugar pequeno mas bom que estava vago há uns tempos. Combinamos então de irmos até a casa dele, conhecer a família e oficializar a ideia.

Fomos até a comunidade. Entramos, chegamos na casa dele, simples mas muito organizada, cheia de amor. Ele nos apresentou a mãe dele.

Dona Rosinha.

Que mulher guerreira! Aparentava ter uns 40 e poucos anos, rosto cansado mas com um sorriso enorme. Ela explicou que trabalhava como faxineira numa casa de família há anos, acordava todo dia às 4h da manhã, e criava sozinha os 5 filhos com muito suor e dignidade.

Sentamos todos na sala pequena. Nós explicamos:

— Dona Rosinha, nós conhecemos o Juninho no sinal, né? A gente viu ele trabalhando, vimos o caráter dele, que ele é um menino bom, que não se envolve com besteira, diferente de muitos por aí. A gente se simpatizou, e decidimos que queremos ajudar ele a crescer. Vamos alugar um ponto e ajudar ele a montar uma lojinha de roupas pra ele trabalhar com dignidade.

Foi aí que o clima pesou de emoção.

Ela olhou pra gente, olhou pro filho, e começou a chorar. Muito. De felicidade.

— Meu Deus... muito obrigado... muito obrigado mesmo... eu sempre pedi a Deus pra ajudar meus filhos... Ele sempre ne ajudou, sempre correu atrás, mas a vida é dura... o senhor e a senhora são anjos na nossa vida...

O Juninho também não segurou, ficou com os olhos cheios d'água, me abraçou forte, abraçou o Ricardo.

— Valeu, patrão... valeu, tia... eu vou trabalhar muito, vou fazer dar certo, prometo!

Nós ficamos lá, conversamos, rimos, sentimos uma felicidade tão grande, tão pura, que nenhum sexo no mundo paga. Era a sensação de estar fazendo o bem. Ela liberou ele pra gente cuidar de tudo, disse que ele era todo nosso pra comandar.

Saímos de lá com o coração transbordando. Agora era por a mão na massa

Peguei o celular e liguei logo pro Vitor.

— Alô, Vitor, beleza? É a Luana. Preciso de você, quero fechar um contrato novo, agora é pra uma loja que vamos abrir. Vamos marcar de se encontrar pra acertar tudo, ver as peças e assinar?

A voz dele mudou na hora, ficou mansa, safada.

— Claro, Luana. Sempre é um prazer fechar negócio com você. A gente se encontra naquela nossa sala de reuniões, lá no escritório mesmo? Só nós dois?

— Só nós dois, Vitor. Pode deixar.

Cheguei lá no horário marcado. Ele já estava me esperando. O escritório era moderno, com uma sala grande, mesa de reunião, e uma porta que dava pra um cantinho mais reservado.

O Vitor... Nossa, que homem! Alto, forte, barbicha feita, cheiroso, camisa social aberta no colarinho, mostrando o peito peludo. Ele me recebeu com um abraço demorado, apertando minha cintura, sussurrando no meu ouvido:

— Sentiu saudades de mim, Luana? Eu senti muito do seu cheiro...

— Claro que senti, Vitor... muito... — respondi, já sentindo o calor subir, a buceta enchendo de tesão só de sentir ele perto.

Sentamos na mesa, mas não tinha clima pra negócios não. Os papéis estavam lá, mas o nosso foco era outro.

Ele começou passando a mão na minha coxa, subindo devagar por baixo do vestido.

— Então... a senhora quer roupas de qualidade, né? Pra revender...

— Quero sim... de primeira...

— Então tem que provar que merece... — ele sorriu, safado.

Ele puxou minha mão e colocou em cima da calça dele. Ele já estava duro, duro que nem pedra, fazendo um volume enorme.

— Abre logo isso, Luana. Deixa eu ver essa boca que eu gosto tanto.

Eu não pensei duas vezes. Abri o botão e o zíper, puxei a calça e a cueca pra baixo, e aquela rola grossa, veiosa, saltou pra fora. Ele tinha um pau perfeito, grande, grosso, cabeça roxa e grandona.

Eu me ajoelhei no chão, ali mesmo ao lado da mesa de reunião, e abri a boca.

GLUP!

— Hmmmm... isso... toma tudinho... — ele gemeu, colocando a mão no meu cabelo, fazendo um rabo de cavalo.

Eu chupei com vontade. Chupei muito, lambi todo, senti o gosto, senti ele pulsando na minha língua. Ele era gostoso demais, sabia usar o corpo. Ele começou a socar devagar na minha garganta, me fazendo engasgar gostoso, me fazendo lacrimejar.

— Que boca boa, porra... que boca de mulher experiente... — ele falava.

Eu chupei ele até ficar todo melado na minha boca, até ele ficar quase explodindo, mas ele puxou meu cabelo e me levantou.

— Chega, agora eu quero comer você. Quero gozar dentro da sua buceta quente.

Ele me virou de costas, apoiou minhas mãos na mesa de vidro, levantou meu vestido, puxou minha calcinha pro lado e ficou olhando:

— Nossa... que buceta bonita... toda aberta, toda melada... toda minha...

Ele alinhou o pau e EMPURROU!

PLOC!!!

— AAAAAHHHH VITOR!!! — gritei, agarrando na mesa.

Ele entrou tudo de uma vez, me enchendo todinha, me esticando com aquela grossura gostosa. Ele começou a meter forte, sem dó.

O som do quadril dele batendo na minha bunda ecoava pela sala vazia. Ele segurava minha cintura com força, socava fundo, fazendo meu corpo todo balançar, fazendo as coisas na mesa tremerem.

— ISSO! GOSTOSA! PUTA GOSTOSA! — ele gritava, todo possuído de tesão. — ESSE PAU É SEU! TODO SEU!

Ele me comeu muito assim, de quatro na mesa. Depois ele me virou de frente, me sentou na mesa, abriu minhas pernas e continuou metendo olhando no meu olho, beijando minha boca com vontade, mordendo meus lábios.

— Você é incrível, Luana... muito gostosa... eu fecho esse contrato contigo hoje, mas a forma que eu sei melhor...

Ele mudou de posição, me colocou de pé, encostada na parede, levantou minha perna, e meteu de novo, fundo, profundo, me fazendo sentir ele no fundo da barriga.

Eu gozei muito, várias vezes, sentindo aquele pau arrombando tudo, me deixando molinha.

— VOU GOZAR! VOU ENCHER SUA BUCETA DE PORRA! — ele avisou, o ritmo ficando desesperado.

— GOZA DENTRO, VITOR! JOGA TUDO PRA MIM! ENCHE DE LEITE!

Ele agarrou minha bunda com força, encaixou o pau até o talo, e disparou. Jatos quentes, espessos, enchendo meu útero, muito gozo mesmo, ele gemia alto, rosnava, tremia todo contra mim.

— TOMA... TODA MINHA PORRA, SUA GOSTOSA...

Ficamos ali abraçados, ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro de mim, o corpo suado de prazer.

Depois, nos arrumamos, limpamos a bagunça, e sentamos de novo pra assinar o contrato, agora com tudo certo, com preço melhor, condições especiais pro Juninho.

O Vitor me deu um beijo demorado na porta:

— Sempre que precisar, é só chamar, Luana. O negócio e o prazer estão garantidos.

Saí de lá sorrindo, dirigindo pra casa, sentindo a porra do Vitor escorrendo dentro da calcinha, feliz da vida.

O projeto do Juninho estava andando. A vida estava linda. E o sexo... o sexo só ficava melhor cada dia!

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