O Errado Mais Gostoso: Eu e a Minha Cunhada

Um conto erótico de Fernando Aragão.
Categoria: Heterossexual
Contém 3951 palavras
Data: 08/06/2026 23:50:47
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Hoje faz exatamente dois anos que terminei meu noivado com a Carol. Atualmente temos a mesma idade, vinte e sete anos. Reconheço que ela é uma mulher muito bonita, mas a verdade é que, nos últimos dois anos de relacionamento, o amor já havia se dissipado. Vivíamos em meio a discussões incessantes. Ela fazia questão de jogar em minha cara que ganhava mais, vangloriando-se de ser muito mais bem-sucedida financeiramente, o que me incomodava profundamente. Decidi colocar um ponto final naquela história de três anos por esse motivo... e por outro, ainda mais avassalador.

Há cinco anos, logo no início do namoro, Carol me levou para conhecer sua família. Sabe aquela expressão que corre pela internet, "acertei no ninho, mas errei no passarinho"? Foi exatamente o que senti. A irmã dela, Vanessa, era uma das mulheres mais deslumbrantes e provocantes que já vi na vida. Tinha 1,70m de altura, longos cabelos loiros, olhos castanhos marcantes e um corpo esculpido pela academia — uma silhueta slim, com seios lindos, bumbum perfeito, abdômen definido e a pele sem nenhuma tatuagem. Dono de uma personalidade forte, Vanessa era séria, calada e raramente sorria, mas exalava uma elegância e uma sensualidade incrivelmente atraentes. Na época, ela tinha vinte e cinco anos. Fiquei completamente impressionado. Embora Carol fosse linda, a irmã parecia superá-la em todos os sentidos. Desde aquele primeiro dia, Vanessa fincou raízes em minha mente, mas mantive a postura e tentei esquecê-la. Afinal, eu estava com a Carol.

Semanas depois, por insistência da Carol, mudei de academia para treinarmos no mesmo local, embora eu tivesse avisado que só conseguiríamos conciliar nossos horários uma vez por semana. Eu trabalhava pela manhã, ela à tarde, e nossas folgas coincidiam apenas nas quartas-feiras. Mesmo assim, aceitei. Durante os dias úteis, quando eu ia sozinho, acabei cruzando com Vanessa. Ao vê-la ali, malhando, mal pude acreditar. Como vou conseguir lidar com esse desejo bem diante dos meus olhos?, pensei, tenso.

Tentei ignorar sua presença e continuei meus exercícios, mas não adiantou. Ela veio até mim, cumprimentou-me e conversamos um pouco. Expliquei que só estava ali por causa da Carol. Com um sorriso enigmático, ela brincou:

— Pelo menos eu fico de olho em você, caso decida olhar para outras garotas.

Rimos juntos. Ela seguiu para o vestiário e, quando retornou, parecia ainda mais provocante. Nunca me esqueci daquela imagem: vestia um macacão curto e extremamente justo, que realçava seus seios empinados. Logo percebi que estava sem sutiã e usava uma calcinha fio dental. Vanessa aproximou-se e perguntou se podíamos treinar juntos. Aceitei sem pensar duas vezes. A cada exercício, a proximidade me permitia admirar as curvas de seu corpo, e não demorou para que o desejo me dominasse por completo.

Precisando de uma desculpa para me afastar e recuperar o fôlego, disse que iria ao banheiro. No entanto, ela me pediu um favor: que pegasse um casaco em seu armário, pois começara a chover e a academia estava fria. Peguei a chave e fui. Decidi passar no armário primeiro. Ao abrir a bolsa dela para procurar o casaco, deparei-me com seu sutiã de bojo preto, adornado com renda.

Senti uma onda súbita de excitação. Desde a juventude, alimentava o fetiche secreto de me masturbar com lingeries usadas; costumava fazer isso escondido com peças das mães ou irmãs de amigos. Diante daquela peça de Vanessa, o impulso foi incontrolável. Vasculhei a bolsa atrás de uma calcinha, mas não encontrei. Sem pensar nas consequências, levei a bolsa inteira para o banheiro, tranquei-me em uma cabine e entreguei-me ao momento.

O sutiã exalava o perfume marcante e inebriante dela. Comecei a me masturbar, inalando aquela fragrância, completamente entregue ao êxtase. Envolvi meu membro suado e rígido no tecido macio do bojo, sentindo um prazer muito mais intenso do que o toque das mãos. O prazer era tanto que não notei o fluido que antecede a ejaculação manchar o tecido. Quando finalmente descarreguei todo o meu desejo, percebi, em pânico, que havia molhado uma parte do sutiã com o sêmen. Tentei secar com papel higiênico, mas o tecido já havia absorvido o líquido. Guardei tudo de volta na bolsa com as mãos trêmulas, torcendo para que ela não notasse a umidade.

Ao entregar o casaco, ela questionou minha demora. Menti, dizendo que estava distraído ao celular. Terminamos o treino e, antes de sairmos, Vanessa perguntou se eu poderia lhe dar uma carona. Expliquei que tinha apenas um capacete, mas ela resolveu o problema pegando um reserva emprestado com uma amiga da recepção. Fui ao banheiro, troquei de roupa e esperei que ela fizesse o mesmo, tomado pelo pânico de ser descoberto. Felizmente, por ser preto, o sutiã disfarçava bem qualquer marca. No estacionamento, subimos na moto e a levei para casa. Ao se despedir, ela me deu um abraço. Respirei aliviado. No caminho de volta, a imagem mental do sutiã marcado pelo meu sêmen pressionado contra os seios dela manteve minha mente excitada. Será que um dia vou gozar nos seios dela de verdade?, perguntei-me.

Os meses se passaram e nossa convivência nos aproximou. Descobri que, por trás daquela fachada séria e imponente, Vanessa era uma mulher inteligente, dedicada, mas também frágil, doce e cheia de sentimentos. Tornamo-nos grandes amigos. Eu estava nos períodos finais da faculdade de Administração e ela me incentivava constantemente, comentando com certa melancolia que se arrependia de ter trancado o curso de Direito, embora estivesse satisfeita com seu emprego atual. Eu evitava fazer perguntas demais para não parecer invasivo.

Por outro lado, Carol começava a demonstrar que não seria meu porto seguro no futuro. Com frequência, criticava-me ou zombava dos meus esforços sob o pretexto de serem apenas brincadeiras. Ela também cursava Direito. Embora aquelas alfinetadas me magoassem, eu relevava por sentir que ela gostava de mim, mas planejava conversar seriamente a respeito.

A proximidade entre mim e Vanessa acabou despertando os ciúmes de Carol. No passado, ela terminou um relacionamento porque o ex-namorado havia assediado Vanessa, e a irmã lhe contou a verdade. Por isso, Carol temia que eu tivesse o mesmo interesse. Eu de fato tinha, mas jamais demonstrava. Certa vez, Carol confrontou a irmã sobre o assunto, e Vanessa me defendeu categoricamente, dizendo que eu era extremamente respeitoso, que passava o tempo todo falando de Carol e que ela deveria valorizar o homem que tinha ao lado. Vanessa tentou alertá-la sobre a mania de me diminuir, mas Carol não compreendeu o aviso.

Semanas depois, durante a festa de aniversário da minha sogra, a casa estava cheia. Cumprimentei os familiares e perguntei pela Carol. Minha sogra avisou que ela estava no andar de cima. Subi as escadas e, ao passar pelo quarto de Vanessa, que ficava logo no início do corredor, decidi falar com ela primeiro. A porta estava entreaberta. Ao olhar para dentro, vi Vanessa completamente nua, escolhendo uma roupa. Meu membro enrijeceu instantaneamente, pressionando o tecido da calça com uma força descomunal. Fiquei paralisado, observando-a vestir uma lingerie vermelha com detalhes dourados. Aquela cena esculpiu-se na minha memória. Afastei-me em silêncio e fui ao banheiro para me acalmar antes de me encontrar com Carol.

Na semana seguinte, conversando com um amigo, ele comentou que estava há meses sem se relacionar com ninguém e planejava contratar uma garota de programa. Ele me mostrou um site de acompanhantes de luxo, destacando o perfil de uma mulher atraente, cujo rosto estava borrado nas fotos. No entanto, ao analisar as imagens dela posando com lingeries, reconheci imediatamente o conjunto vermelho com detalhes dourados. Era Vanessa.

Fiquei em choque. Assim que meu amigo se despediu, acessei o site e busquei pelo perfil, que usava o pseudônimo de "Charlote Souza". Analisando os detalhes do corpo e o cabelo, tive a certeza absoluta. O número de contato era diferente, mas lembrei que ela possuía dois celulares — alegando que um era corporativo. Juntei as peças: recordei-me das inúmeras vezes em que a vir sair da academia e entrar em carros discretos na rua de trás, ou chegando de madrugada em veículos diferentes, justificando que seu trabalho em uma empresa exigia viagens e horários alternativos. Tudo fazia sentido. Trancada a faculdade, ela encontrara ali uma fonte de renda altamente lucrativa. Guardei o segredo para mim, visitando o perfil e usando as fotos em meus momentos mais íntimos. O desejo por ela tornou-se tão obsessivo que, quando estava com Carol, era em Vanessa que eu pensava.

Enquanto isso, Carol e eu começamos a planejar o casamento e o futuro. Apesar dos momentos em que ela era inconveniente, eu a tratava com imenso carinho e dedicação. Como Carol demandava toda a minha atenção, acabei me distanciando um pouco de Vanessa, que respeitou o espaço e se afastou. Mas eu jamais a esqueci.

O confronto inevitável aconteceu em um dia em que eu estava na casa delas. Carol recebeu uma ligação urgente do estágio e precisou sair às pressas. Meus sogros estavam viajando; eu e Vanessa estávamos completamente sozinhos. Percebi que era a oportunidade perfeita. Fui até o quarto dela, onde ela lia um livro deitada na cama. Ao me ver, ela se levantou e me deu um abraço apertado.

— Como você está? — perguntou ela. — Faz tempo que não conversamos, sinto sua falta.

— Eu também — respondi.

Ela perguntou por Carol, e expliquei que ela havia saído a trabalho. Vanessa sugeriu que fôssemos para a sala assistir a um filme e conversar. No meio da conversa, decidi jogar as cartas na mesa.

— Vanessa, preciso te perguntar uma coisa — disparei, encarando-a.

— O que foi?

— Você trabalha como garota de programa?

O impacto da pergunta a deixou visivelmente nervosa.

— O que? Ficou louco? Por que está perguntando uma bobagem dessas? — rebateu, a voz trêmula.

— Um amigo me mostrou um site e eu reconheci você, apesar do rosto borrado. Reconheci as lingeries, o corpo. Não precisa ter vergonha ou mentir para mim, sou seu amigo. Sei dos carros que vêm te buscar e te trazer.

Ela tentou manter a postura de indignação, mas a pressão funcionou. Desabou e confessou tudo. Explicou que entrara naquele mercado para se sustentar e tentar concluir os estudos, mas a quantidade de dinheiro que começou a entrar na conta a seduziu, fazendo-a trancar a Faculdade de Direito de vez. Senti uma ponta de comoção com seu relato, mas o desejo carnal falou mais alto, e um plano audacioso cruzou minha mente.

— Você não gostaria que ninguém da sua família soubesse disso, não é? — perguntei, com um tom sugestivo.

— Claro que não! Eles me matariam — respondeu, assustada.

— Então, Vanessa... agora você está na palma da minha mão.

Ela me olhou com os olhos arregalados, em choque.

— O que você quer dizer com isso, Fernando?

— Quero dizer que, se quiser manter o seu segredo bem guardado, você vai ter que deitar comigo sempre que eu quiser.

Eu sabia que estava agindo de forma canalha, mas a luxúria obliterou qualquer senso moral. Era a chance de ouro que eu esperava há anos.

— Mas você é meu cunhado! — protestou ela. — Eu não posso fazer isso com a minha irmã.

— Relaxe. Vai ser o nosso segredo.

Para minha surpresa, a resistência dela desmoronou em segundos. Ela aceitou.

— Nossa, achei que seria mais difícil convencer você — comentei, surpreso com a rapidez.

Ela respirou fundo, fitando-me com intensidade.

— Fernando... a verdade é que, mesmo você sendo um babaca comigo agora, eu sinto um desejo absurdo por você há muito tempo.

Fiquei incrédulo.

— Como assim?

Vanessa confessou que me achava um homem incrível, que sentia inveja da irmã por ter alguém como eu ao lado e que, apesar de nutrir essa atração avassaladora, jamais tomaria a iniciativa por respeito à Carol. Diante daquela revelação, desvelei também os meus sentimentos. Confessei o quanto a desejava em segredo, o medo que tinha de ser rejeitado e de perder o relacionamento com a irmã dela, justificando que a chantagem fora o único meio que encontrei de quebrar o gelo. Embora eu ainda gostasse de Carol, o desejo de possuir Vanessa era infinitamente maior.

— Eu nunca rejeitaria você — murmurou ela. — Lá no fundo, eu sempre esperei uma atitude sua, embora você sempre tenha me tratado com tanto respeito. Só não imaginei que seria dessa forma.

Pedi desculpas pela abordagem agressiva, e ela me perdoou. Selamos a paz com um abraço que rapidamente se transformou em um beijo ardente, desesperado. O toque de seus lábios superava qualquer expectativa. Conduzi-la para o sofá, cobrindo seu corpo com o meu enquanto as roupas eram deixadas pelo chão. Meu membro pulsava dentro da cueca. Antes que eu me despisse por completo, Vanessa já estava inteiramente nua diante de mim. Ela pediu que eu me sentasse e subiu em meu colo, rebolando com fervor sobre a minha intimidade ainda coberta. Entregamo-nos a beijos profundos, em um ritmo frenético.

Minutos depois, ela escorregou do meu colo e ajoelhou-se entre minhas pernas. Quando puxou minha cueca para baixo, meu membro saltou, completamente rígido. Vanessa fixou o olhar nele, com os olhos muito abertos e a boca salivando.

— Nossa... eu não imaginava que você fosse tão bem dotado — sussurrou.

— Gostou? — perguntei, sentindo o ego inflar.

— Eu amei! Esperei tanto por esse momento... Você não tem ideia do quanto eu queria sentir você na minha boca.

— E você não imagina o quanto eu quis isso.

Ela sorriu, despida de qualquer timidez. Começou massageando a base e provocando meu saco com a língua. Suas mãos eram extremamente habilidosas, sabendo exatamente onde e como tocar. Ela lambeu toda a extensão do meu membro até a cabeça do meu pau, para então engoli-lo por inteiro em um boquete voraz. Movia-se com maestria e, a cada movimento de subida, dava uma forte chupada na cabeça, produzindo um estalo excitante. Eu estava em transe; Carol jamais passara da metade do caminho em nossas intimidades, mas Vanessa tinha total controle.

— É tão grande, tão grosso e perfeito... — murmurava ela entre os movimentos. — Eu quero tanto sentir você dentro de mim.

Afoito, afastei-a delicadamente. Fiquei de pé e a posicionei de quatro sobre o estofado do sofá. Introduzi apenas a cabeça do meu pau em sua buceta, que se revelou extremamente apertada e quente. Recuava e avançava lentamente, torturando-a com a provocação até que ela começou a suplicar.

— Por favor, Fernando... enfia tudo de uma vez! Eu preciso sentir você dentro de mim!

— Calma... para que a pressa? Estamos apenas começando — provoquei.

No instante seguinte, meu membro escorregou por completo para o interior dela, facilitado pelo quão lubrificada ela já estava. Soltei um gemido de puro prazer. A sensação de possuí-la superava qualquer experiência anterior com outras mulheres. Enrolei os longos cabelos loiros dela em meus dedos, puxando sua cabeça para trás, enquanto com a outra mão eu batia em sua bunda, metia nela com força e velocidade. O som do impacto dos nossos corpos ecoava pela sala, e os gemidos de tesão dela mostravam que ela estava inteiramente entregue.

— Você é uma safada, Vanessa... e agora vai ser só minha — decretei em seu ouvido.

— Vou ser sua sim, Fernando! Pode me foder sempre... eu sou sua para sempre! — gemia ela, sem fôlego.

O perfume dela me inebriava. Quando senti a onda da ejaculação se aproximar, avisei:

— Vou gozar! Deixe-me gozar nos seus seios, por favor.

Prontamente, ela se virou, ajoelhou-se diante de mim e pressionou os próprios seios um contra o outro, oferecendo o colo para receber o jato. Antes, ela deu uma leve chupada na cabeça do meu pau por alguns segundos até que eu descarregasse tudo entre seus seios. Vanessa sorriu, deleitada, e em seguida usou a boca para limpar os resquícios do meu sêmen.

Peguei-a no colo e fomos para o quarto dela. Acomodei-na em uma poltrona, abri suas pernas e comecei a estimulá-la com a língua. O sabor dela era maravilhoso. Enquanto a chupava, penetrei-a com os dedos por trás, e não demorou muito para que ela descarregasse seu próprio gozo em minha boca. Engoli tudo, deliciando-me com seu ápice enquanto ela respirava de forma ofegante.

Coloquei-a deitada na cama e, para a surpresa dela, meu membro já estava rígido novamente em questão de minutos, movido pelo desejo insaciável que eu nutria por aquela mulher. Vanessa abriu as pernas por completo, totalmente entregue. Voltei a possuí-la com violência, descontando toda a luxúria acumulada em xingamentos. Segurava seu pescoço com uma das mãos enquanto desferia leves tapas em seu rosto para atiçar o calor do momento.

— Caralho, me fode assim, por favor! — implorava ela, fora de si.

— Isso, geme para mim, sua vagabunda... Diga o meu nome, diga quem é o seu dono! — comandava eu, ritmando os tapas e as estocadas.

Ela clamava meu nome em meio a espasmos de puro prazer. Naquele transe, percebi que o que existia ali não era apenas tesão carnal; havia uma conexão e um sentimento genuíno nascendo entre nós dois.

Mais tarde, mudei a dinâmica: sentei-me na cama e ela montou sobre mim, envolvendo meu membro e segurando firme em meus ombros, ditando o ritmo das sentadas. A cada movimento de descida, a sensação era avassaladora. Ela rebolava como uma verdadeira profissional, repetindo que pertencia a mim. Estava tão molhada que o deslize era perfeito. Sugeri penetrá-la por trás no cu, mas ela recusou com um sorriso malicioso, dizendo que guardaria aquilo para uma próxima oportunidade. Apesar de uma leve decepção, continuamos na posição sentados. Vanessa fez um movimento sutil de rebolado para trás que elevou o prazer de ambos a um nível inacreditável.

— Espera, espera... — arquejou ela. — Eu adorei essa posição. Podemos continuar exatamente assim?

— Com certeza — respondi, encaixando-me ainda mais fundo.

E assim continuamos, mas aquela nova posição nos deixou cara a cara. Depois de um momento de pura luxúria, fomos envolvidos por uma atmosfera inesperadamente romântica. Enquanto Vanessa ditava o ritmo sobre mim, nossos narizes se roçavam e nossos olhares se fixavam um no outro. Foi naquele exato instante que compreendi: eu estava completamente apaixonado por ela. Aquela posição tornou-se a minha favorita; os movimentos dela eram carregados de uma entrega e de um prazer indescritíveis. Olhando no fundo dos meus olhos, transbordando desejo, ela sussurrou no meu ouvido:

— Estou quase lá...

Entreguei-me por inteiro àquela intensidade, e gozamos juntos. Foi uma sensação avassaladora, forte e profunda. Permanecemos abraçados ali mesmo, sentindo o pulsar dos nossos corpos. Mais tarde, deitamos e passamos longos minutos agarrados, em um silêncio confortável. Depois, tomamos um banho juntos. Antes de eu ir embora para casa, ela me despediu com um beijo e um sussurro de "boa noite".

No dia seguinte, fui ver a Carol, mas Vanessa não estava. Ela havia saído para passar o resto da semana na casa de uma amiga. Passei os dias seguintes com o pensamento fixo nela, incapaz de tirá-la da mente.

Para minha surpresa, dias depois, Vanessa apareceu na minha casa do nada. Conversamos abertamente sobre o que havia acontecido entre nós. Ela confessou o quanto me queria e o quanto gostava de mim, mas ponderou que não suportaria machucar a irmã. Com os olhos marejados, decretou que aquela seria a nossa última vez. Fiquei profundamente triste, com os sentimentos confusos e o coração apertado.

Vanessa decidiu se afastar estrategicamente. Eu continuava frequentando a casa da Carol, mas agora nós dois trocávamos apenas olhares carregados de segredos e melancolia. Pouco tempo depois, ela mudou de academia e sumiu brevemente da minha vida. Sabia que ela continuava com o seu trabalho secreto, mas a fachada estava desmoronando, ela já não suportava mais aquela vida. A própria Carol comentava comigo o quanto a irmã andava estressada, vivendo triste e isolada pelos cantos.

Algum tempo depois, descobri que o perfil de "Charlote Souza" havia sido deletado do site. Não resisti e mandei um "oi" para ela no WhatsApp.

Começamos a conversar com frequência, até que ela finalmente desabafou. Confessou que não queria mais continuar naquela vida, que o dinheiro já não bastava e que se sentia suja, como se fosse um mero objeto. Emocionada, ela admitiu que, após a nossa tarde juntos, sentiu-se desejada de verdade e amada pela primeira vez em anos, ninguém jamais a havia tratado com tanto zelo. Ela queria sair daquela situação, mas temia não conseguir espaço no mercado de trabalho. Incentivei-a a voltar para a faculdade e prometi que estaria ao seu lado para ajudá-la.

Movimentando meus contatos, consegui uma indicação para ela em uma multinacional onde um tio meu trabalhava. Eles precisavam de alguém de extrema confiança para um cargo específico, e eu não hesitei em recomendá-la. Com o passar dos meses, Vanessa se estabilizou profissionalmente e deixou o passado definitivamente para trás.

Logo em seguida, terminei minha faculdade de Administração e entrei rapidamente no mercado. Comecei por baixo, mas, com dedicação, fui subindo os degraus da empresa. Durante esse período, Vanessa se afastou por completo de mim. Decidi respeitar a sua escolha e o seu espaço, embora, no fundo do meu coração, aquele sentimento continuasse intocado.

Continuei o relacionamento com a Carol por mais cerca de dois anos. Pedi-a em casamento e ficamos noivos, mas, quando passamos a morar juntos, a convivência desandou. Um ano após o noivado, decidi colocar um ponto final definitivo. Carol reagiu com hostilidade e, em meio à discussão, confessou friamente que já me traía com um colega de trabalho. Curiosamente, não senti o peso do baque. Peguei minhas coisas e retornei para a casa dos meus pais com uma sensação de alívio.

No ano seguintes, foquei na minha carreira. Consegui uma excelente promoção e consolidei minha experiência. Foi quando meu tio me indicou para um processo seletivo na mesma multinacional em que ele e Vanessa trabalhavam. Recebi o e-mail para a entrevista e, antes de aceitar, fiz questão de marcar um encontro com a Vanessa. Contei sobre o término com a Carol e mencionei a oportunidade de emprego. Perguntei se ela se importaria caso trabalhássemos no mesmo lugar, já que, mesmo em setores diferentes, inevitavelmente nos cruzaríamos. Com um sorriso, ela respondeu que não haveria problema algum e que eu deveria aceitar.

Fui aprovado no processo para um cargo com um salário quatro vezes maior do que o meu anterior. Eu estava radiante pelo sucesso profissional, mas a verdadeira engrenagem que me movia era a perspectiva de estar perto dela novamente.

A rotina na empresa nos reaproximou. Aqueles sentimentos que pareciam adormecidos ressurgiram com uma intensidade avassaladora. Voltamos a nos envolver romanticamente e, em pouco tempo, engatamos um relacionamento sério.

Após seis meses juntos, decidimos que era hora de assumir o namoro oficialmente para o mundo. O maior obstáculo, contudo, era a conversa com a Carol. Foi uma tempestade. Carol surtou ao saber, mas Vanessa manteve-se firme: declarou que me amava há anos, e, embora tenha poupado a irmã dos detalhes da antiga traição, jogou em sua cara o quanto ela havia sido arrogante e cruel comigo no passado, deixando claro que não se importava com o seu julgamento ou seu rancor.

Depois daquele dia, assumimos nosso amor publicamente, e foi a melhor decisão da minha vida. Hoje, estamos juntos há dois anos e alguns meses. Nunca me senti tão amado, respeitado e apoiado por alguém. Sinto a todo momento que sou a prioridade na vida de Vanessa, assim como ela é a minha. Neste exato momento, sinto as mãos ansiosas: comprei um anel de noivado e pretendo pedi-la em casamento muito em breve. Espero, do fundo do meu coração, que ela diga sim.

Gostou de desvendar esse desejo? Cada conto desta série foi escrito para instigar a mente e despertar os sentidos.

Como autor, a sua opinião é super importante para mim! Sinta-se totalmente à vontade para deixar suas críticas e sugestões nos comentários, dizendo qual foi a sua parte favorita e o que você gostaria de ver nos próximos cenários.

Prepare-se, porque o próximo pecado já tem textura e aroma marcados. Até o próximo capítulo de Desejos Proibidos.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Fernando Aragão a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Fernando AragãoFernando AragãoContos: 4Seguidores: 4Seguindo: 2Mensagem Bem-vindo ao meu perfil! Aqui é o espaço onde transformo a química, o desejo e as reviravoltas da vida real em literatura marcante. O meu foco é a escrita de contos e romances com uma pegada mais madura (hot), focados na tensão irresistível de desejos proibidos e na dinâmica envolvente de mulheres decididas e marcantes (fã assumido do universo MILF e de romances de tirar o fôlego). Se você procura histórias diretas, envolventes e que não têm medo de explorar a paixão entre quatro paredes, está no lugar certo.

Comentários

Foto de perfil genérica

Cara eu sinto atração pela minha cunhada e sei que ela tbm sente, mas nosso caso sei que é só sexo... Adoraria ter uma conexão sexual com ela... Tem alguma dica ??

Com relação ao seu conto, simplesmente magnífico

1 0
Foto de perfil de Fernando Aragão

Valeu demais pelo comentário, meu irmão! Saber que você curtiu o conto me motiva muito. Rapaz, essa linha do proibido é cheia de adrenalina, mas na vida real o buraco é mais embaixo, então o segredo é ir devagar para não complicar as coisas na família. Enquanto isso, o melhor lugar para explorar essa conexão sem medo é na imaginação.

0 0