Dou O CU aos meus vizinhos e corno deixa DESPERTADOR CÃMERA filmando tudo.

Um conto erótico de Carla
Categoria: Grupal
Contém 1227 palavras
Data: 08/06/2026 18:07:34

Meu nome é Carla, tenho 29 anos, moro num Conjunto Habitacional no bairro de Cajueiro, e todo mundo sabe: eu dou a bunda pra quem eu quiser. E eu quero bastante.

Meu marido, o Roberto, já aceitou faz tempo. Ele é aquele tipo de homem calado, trabalha o dia inteiro como pedreiro, chega cansado, toma banho, come e senta na frente da TV. Enquanto isso, eu fico em casa “cuidando das coisas”. As coisas, no meu caso, são os machos que aparecem aqui quase todo dia. Vizinhos, maridos de amigas, até alguns que as esposas deles conhecem do hospital onde trabalho como auxiliar. Quer ver tudo meu registrado em camera? Procura por "Daniel Recife Anal" na internet e entra nos primeiros resultados, pois ele coloca caminhos dos registros no texto.

A fama já corre solta. Não adianta esconder. Já aconteceu de tudo: discussão na feira, cara a cara na padaria, até na farmácia da Dona Neide. A semana passada mesmo a Michele, mulher do Jeferson, me encontrou na rua e veio cuspindo veneno:

— Sua vadia descarada! Todo mundo sabe que você abre as pernas pro meu marido!

Eu só sorri, olhei bem nos olhos dela e respondi baixinho:

— Abro não, Michele. Eu dou é o cu. E ele adora. Quer que eu te conte os detalhes ou prefere continuar fingindo que não sabe?

A cara dela ficou vermelha, os olhos encheram de água, mas ela não teve coragem de fazer nada. Só virou as costas e saiu xingando. Isso acontece bastante. Elas sabem, mas não querem admitir que os maridos preferem minha bunda gorda do que a xoxota delas.

O Roberto sabe de tudo. Na verdade, ele adora. Coloca câmera escondida em forma de despertador em cima da cômoda do quarto. O ângulo é perfeito: pega a cama inteira, meu rosto, minha bunda, tudo. Depois ele assiste sozinho, bate uma punheta e goza vendo outro macho me comendo. A gente nem conversa mais sobre isso. Virou rotina.

Hoje foi especial.

Douglas é amigo do Roberto há quase dez anos. Vizinho de bloco, daqueles que vem aqui em casa pra tomar cerveja, assistir futebol e conversar merda. Alto, forte, pele morena, tatuado no braço. Sempre me olhava de canto, mas nunca tinha coragem. Até hoje.

Mandei mensagem pra ele de manhã:

“Doug, o armário da cozinha desmontou de novo. Você que é bom de marcenaria podia dar uma olhada pra mim? O Roberto tá trabalhando e eu não consigo sozinha.”

Ele respondeu em menos de dois minutos: “Chego aí em 20 minutos.”

Quando ele chegou, eu já estava pronta. Shortinho jeans bem curto, daqueles que mal cobrem a bunda, blusinha azul cropped bem justa, sem sutiã, cabelo solto e um perfume doce. Abri a porta sorrindo.

— Entra, Doug. Obrigada por vir.

Ele tentou disfarçar, mas o olhar desceu direto pros meus peitos e depois pra minha bunda enquanto eu andava na frente dele até a cozinha. Ficou mexendo no armário, fingindo que era só isso. Eu me encostei na pia do lado dele, de propósito, roçando meu corpo no dele.

— Tá quente hoje, né? — falei, passando a mão no pescoço como se estivesse suada.

— Tá mesmo… — respondeu, a voz já rouca.

Coloquei a mão na coxa dele.

— Doug… você sabe que eu gosto de você faz tempo, né?

Ele parou o que estava fazendo e me olhou. Eu não esperei resposta. Fui chegando mais perto, encostei meus peitos no braço dele e sussurrei no ouvido:

— Meu marido não me fode direito. Eu preciso de macho de verdade. Você topa me dar uma mãozinha?

O homem ficou parado, respirando pesado. Segurei a mão dele e coloquei direto na minha bunda. Ele apertou. Forte.

— Caralho, Carla… o Roberto é meu amigo…

— E você é meu macho hoje — respondi, mordendo o lábio. — Ele nunca vai saber. Vem.

Peguei na mão dele e levei direto pro quarto. O quarto do corno. O despertador já estava lá, gravando tudo.

Empurrei ele sentado na cama e fiquei de pé na frente. Tirei a blusinha devagar, deixando os peitos de fora. Meus mamilos já estavam duros. Douglas arregalou os olhos.

— Porra… que delícia.

Me ajoelhei entre as pernas dele, abri o short e tirei aquele pau grosso pra fora. Já estava duro, latejando. Lambi da base até a cabeça, olhando pra ele.

— Você sabia que eu sou puta, né Doug? Todo mundo sabe. Eu dou pra vários aqui do conjunto.

Ele gemeu quando enfiei na boca. Chupei gostoso, babando, fazendo barulho. Ele segurou meu cabelo.

— Eu ouvi os boatos… mas ver ao vivo é foda.

Levantei, tirei o shortinho e a calcinha, fiquei só de shortinho floral aberto atrás. Virei de costas, empinei a bunda e balancei.

— Quer comer meu cu, Doug? Eu adoro dar o cu.

Ele não aguentou. Levantou, me empurrou na cama do meu marido, me colocou de quatro e cuspiu na mão. Senti a cabeça grossa pressionando meu cuzinho.

— Vai devagar primeiro… — pedi, gemendo.

Ele foi entrando. Centímetro por centímetro. Eu gemia alto, apertando o lençol.

— Ai que gostoso… soca mais fundo.

Douglas começou a meter. Primeiro devagar, depois mais forte. O barulho de pele batendo enchia o quarto. Ele segurava minha cintura e metia fundo.

— Porra, Carla… sua bunda é muito gostosa. Bem mais apertada do que eu imaginava.

Virei o rosto pro lado, olhando pra câmera do despertador, e falei gemendo:

— Mete forte, Doug! Socaaa! Eu gosto de levar vara grossa no cu!

Ele acelerou, batendo forte, me fazendo gemer igual uma cadela. Dei uma rebolada, apertando ele dentro de mim.

— Você sabe que eu dou pra mais de um, né? — falei, ofegante. — Ontem mesmo o marido da Juliana me comeu aqui nessa mesma cama.

— Caralho… — ele gemeu, excitado com a safadeza. — Sua puta… então toma.

Ele deu um tapa forte na minha bunda. Depois outro. E outro. Minha pele ficou vermelha. Eu adorava.

— Isso! Me bate! Eu sou vadia mesmo! Mete tudo!

Ele me puxou pelo cabelo, me fazendo arquear as costas. Metia fundo, rápido, agressivo. Eu gritava de prazer.

— Tá gostoso, Doug? Tá gostando de comer a mulher do seu amigo?

— Tô porra! Tô louco nessa bunda!

Mudei de posição. Fiquei por cima, de frente pra ele, sentei no pau devagar, sentindo ele abrir meu cu novamente. Comecei a quicar. Meus peitos balançando na cara dele. Ele chupava meus mamilos enquanto eu rebolava.

— Olha pra mim enquanto eu te dou o cu — mandei.

Ele olhava, hipnotizado. Eu acelerava, quicando forte, gemendo sem vergonha.

— Eu vou gozar no seu cu, Carla…

— Goza dentro! Enche meu cuzinho!

Ele apertou minha bunda com força, deu mais uns tapas e gozou gemendo alto, jorrando tudo dentro de mim. Senti o pau pulsando, me enchendo. Fiquei quicando devagar até ele terminar.

Quando ele saiu, eu me virei, empinei a bunda pra ele ver o creampie escorrendo.

— Olha como você me deixou… todo melado.

Douglas estava sem fôlego, olhando pra mim como se não acreditasse no que tinha feito.

— Isso fica entre a gente, hein… — murmurou.

Eu só ri.

— Claro, Doug. Segredo nosso.

Ele se arrumou e foi embora rápido, ainda assustado com a própria safadeza.

Eu fiquei deitada na cama do corno, bunda pra cima, gozo escorrendo, sabendo que o Roberto ia chegar mais tarde, assistir tudo e gozar vendo o amigo dele me arrombando.

Porque no fundo é isso que eu sou: a puta do Cajueiro. E eu amo cada segundo.

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