Minha vida com meu irmão VI

Um conto erótico de Valentina Montenegro
Categoria: Heterossexual
Contém 1167 palavras
Data: 08/06/2026 14:27:57

Os meses seguintes foram um verdadeiro teste para nós dois. O desejo que sentíamos um pelo outro não diminuía. Pelo contrário, parecia crescer a cada dia. Mas com nossos pais em casa, cada encontro se transformava em uma aventura perigosa e extremamente excitante.

Era uma quinta-feira à tarde. Mamãe estava na cozinha preparando o jantar e papai trabalhava no escritório em casa. Franco me mandou uma mensagem simples: “Quarto de hóspedes. Agora.”

Meu coração acelerou. Subi as escadas fingindo que ia pegar um livro e entrei rápido no quarto de hóspedes. Franco já estava lá, esperando. Assim que fechei a porta, ele me prensou contra ela e me beijou com fome.

Franco: Não aguento mais só te olhar… preciso de você.

Valentina: Franco… eles estão em casa. Isso é loucura.

Franco: Eu sei. Mas eu tô louco por você.

Ele levantou meu vestido curto e enfiou a mão dentro da minha calcinha. Eu já estava molhada. Seus dedos me tocaram com habilidade, circulando meu clitóris enquanto ele mordia de leve meu pescoço.

Valentina: Haaaa… devagar… não faz barulho…

Ele se ajoelhou rapidamente, puxou minha calcinha para o lado e começou a me chupar ali mesmo, de pé, contra a porta. Eu tive que morder meu próprio braço para não gemer alto. A língua dele fazia movimentos rápidos e precisos, me levando ao limite em poucos minutos.

Valentina: Franco… eu vou gozar… ai meu Deus…

Gozei tremendo, as pernas fracas. Ele se levantou, abriu a calça e me virou de costas, encostando meu corpo na porta. Senti seu pau grosso me penetrando devagar, mas fundo.

Franco: Porra, maninha… você tá tão molhada…

Ele começou a meter com força controlada. Cada estocada fazia meu corpo bater de leve contra a madeira. O risco de alguém subir e ouvir os sons molhados estava altíssimo.

De repente, ouvimos passos no corredor. Congelamos. Franco cobriu minha boca com a mão e parou de se mover, ainda todo dentro de mim.

Carmem: Valentina? Você está aí?

Valentina: (com a voz trêmula) Sim, mãe… tô procurando um livro.

Carmem: Tudo bem, filha. O jantar está quase pronto.

Assim que os passos se afastaram, Franco tirou a mão da minha boca e voltou a meter, agora mais rápido e profundo.

Franco: Você quase gozou de novo quando ela chamou, né? Safada…

Valentina: Cala a boca e me fode…

Ele acelerou, segurando meus quadris com força. Gozei pela segunda vez, apertando ele forte. Franco gozou logo depois, enchendo a camisinha dentro de mim. Ficamos alguns segundos abraçados, ofegantes, antes de nos arrumarmos rapidamente.

Duas semanas depois, o risco foi ainda maior.

Era fim de noite. Nossos pais tinham ido dormir mais cedo. Franco e eu estávamos na sala de TV, supostamente assistindo um filme. A luz estava apagada, só o brilho da tela iluminava o ambiente.

Ele me puxou para o colo dele. Eu estava de shortinho e regata. Sentei de frente para ele, sentindo seu pau já duro por baixo da calça de moletom.

Valentina: Aqui na sala? Você ficou maluco?

Franco: Eles estão dormindo. Só quero sentir você um pouco.

Puxei o shortinho e a calcinha para o lado e desci devagar no pau dele, sem camisinha dessa vez — estávamos mais confiantes no controle. Comecei a rebolar devagar, sentindo ele me preencher completamente.

Franco: Isso… assim… que delícia, Valentina.

Eu cavalgava nele com movimentos circulares, tentando não fazer barulho. Ele chupava meus seios por cima da regata, mordendo de leve. O tesão era tanto que eu estava molhando toda a calça dele.

De repente, ouvimos a porta do quarto dos nossos pais se abrindo. Congelamos novamente. Eu parei com ele todo dentro de mim.

Papai desceu as escadas para beber água. Passou pela sala e foi até a cozinha. Ficamos imóveis, meu coração batendo tão forte que parecia que ele ia ouvir. Quando papai voltou para cima, Franco segurou minha cintura e começou a meter de baixo, forte e rápido.

Valentina: Franco… você é louco… aaaah…

Gozei violentamente, escondendo o rosto no pescoço dele para abafar o gemido. Ele gozou logo em seguida, enchendo-me por dentro. O risco tinha deixado tudo mil vezes mais intenso.

O tempo foi passando. Um ano se passou desde nossa primeira vez. Depois dois. E agora, quase três anos.

Nossa relação havia amadurecido de uma forma que eu nunca imaginei. O que começou como curiosidade e tesão puro havia se transformado em um amor profundo, proibido e inabalável. A cada ano que passava, parecia que nos apaixonávamos de novo, de um jeito ainda mais forte.

Era uma noite quente de verão, quase três anos depois daquela primeira vez na banheira. Nossos pais tinham viajado novamente para a Argentina por duas semanas. Dessa vez, não precisávamos nos esconder.

Franco me chamou para o quarto dele. Quando entrei, o ambiente estava diferente. As luzes estavam baixas, velas acesas e uma música suave tocava ao fundo. Ele estava de camisa social aberta, lindo como sempre.

Franco: Vem cá, meu amor.

Eu me aproximei. Ele me abraçou pela cintura e me beijou devagar, com todo o carinho do mundo.

Franco: Sabe que hoje faz quase três anos que te fiz minha pela primeira vez?

Valentina: Sei… parece que foi ontem, mas ao mesmo tempo parece uma vida inteira.

Franco: Cada ano que passa eu te amo mais, Valentina. No começo era desejo, depois virou paixão… e agora é amor de verdade. Um amor que eu nunca senti por ninguém.

Ele tirou meu vestido devagar, me deixando só de lingerie. Beijou meu pescoço, meus ombros, desceu até meus seios, adorando cada parte do meu corpo com calma.

Valentina: Eu também te amo, Franco. Às vezes tenho medo de amar tanto assim… mas não consigo parar.

Ele me deitou na cama e tirou o resto da roupa. Dessa vez não foi apenas sexo. Foi fazer amor.

Ele entrou em mim devagar, olhando nos meus olhos o tempo inteiro. Nossos corpos se moviam juntos em um ritmo perfeito, como se já se conhecessem de cor. Eu envolvia suas costas com as pernas, puxando ele mais fundo.

Valentina: Te amo… te amo tanto…

Franco: Eu sou seu, maninha. Pra sempre. Ninguém nunca vai tirar isso da gente.

Ele acelerou aos poucos, mas mantendo o olhar fixo no meu. Gozamos juntos, fortes e longos, abraçados, tremendo um no outro. Depois ficamos deitados, ele ainda dentro de mim, acariciando meu cabelo.

Franco: Quero passar o resto da minha vida te amando assim. Mesmo que tenhamos que esconder para sempre. Vale a pena.

Valentina: Eu também quero. Você é o amor da minha vida, Franco. Meu irmão, meu homem, meu tudo.

Ficamos horas conversando naquela noite. Sobre o futuro, sobre os medos, sobre os planos. Rimos, choramos um pouco de emoção e fizemos amor mais duas vezes antes do amanhecer.

Quase três anos se passaram e nosso amor só fazia crescer. Proibido para o mundo, mas puro e verdadeiro para nós.

E eu sabia que, independentemente do que acontecesse, eu nunca me arrependeria de ter me entregado para ele.

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Valentina Montenegro a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Valentina MontenegroValentina MontenegroContos: 6Seguidores: 15Seguindo: 0Mensagem

Comentários