Eu estava ali, com o coração na boca, vendo a cena se desenrolar.
Manoel deu mais uma coronhada forte na cabeça de Dias, que já sangrava bastante.
— Foi o Fábio ou não foi? — rosnou Manoel.
Dias, quase desacordado, balbuciou:
— Não sei… não tenho certeza…
Então ele virou o rosto ensanguentado para mim e disse, com um sorriso fraco e provocador:
— Você sabe, né? O Fábio… é bem vingativo quando quer.
Olhei para ele, sentindo o sangue gelar, e respondi rapidamente:
— Não sei do que você está falando.
Manoel me olhou por um segundo, depois virou-se para Darlan:
— Você e ela. No meu escritório. Agora.
Seguimos os três até o escritório. Assim que a porta fechou, eu perguntei, a voz tremendo:
— O que ele está falando, Manoel? O que o Fábio tem a ver com isso tudo?
Darlan respirou fundo e foi direto:
— Seu marido foi o mandante da morte do homem que matou o irmão dele.
Manoel completou, com a voz baixa e pesada:
— Na época do crime, Fábio tinha acabado de completar 16 anos. Eu e a mãe dele ainda éramos casados. Ele e Monique praticamente moravam lá em casa. Darlan já estava envolvido com o crime e os dois se afastaram dele.
Ele fez uma pausa, como se doesse lembrar:
— Meu filho mais velho tinha 20 anos e fazia faculdade de Medicina. Uma colega dele foi ameaçada por um marginal que ela havia observado vendendo drogas. No dia do assassinato, Fábio estava com ele. O marginal matou a garota, mas ela conseguiu ligar para o meu filho pedindo ajuda. Ele avisou o Fábio para me chamar… Quando cheguei, meu filho já tinha um buraco de bala na cabeça.
Senti um aperto no peito e murmurei, chocada:
— Eu sinto muito… por você ter encontrado ele assim.
Darlan continuou:
— Fábio me procurou desesperado. Propôs que, se eu pegasse o homem que matou o irmão dele, ele me pagaria um valor alto e ainda me ajudaria com um problema sério que minha mãe tinha na época. Ela estava muito doente. Fábio conhecia pessoas que poderiam ajudar. Eu peguei o bandido junto com ele.
Manoel completou, a voz rouca:
— Os dois bateram no cara até ele desmaiar. Mas Darlan me ligou porque Fábio se arrependeu no último segundo e não quis matar o homem. Eu cheguei e terminei o serviço. Fizemos um pacto de nunca confessar a verdade. Eu, Fábio e Darlan. Nunca fomos interrogados oficialmente pelo crime. Eles me investigaram, mas eu me safei.
Fiquei em choque, sentindo a pressão cair. Minha voz saiu fraca:
— Você acha que ele vai nos denunciar?
Darlan olhou para mim com seriedade:
— Sim. Ele foi embora com a mãe e as irmãs, conheceu você… mas nunca nos perdoou por ter matado o cara. E, principalmente, nunca se perdoou por ter dado a ideia do crime.
Fiquei ali, atordoada, o mundo girando ao meu redor. Tudo que eu achava que sabia sobre Fábio parecia desmoronar.
Manoel completou, com a voz carregada de raiva:
— Ele quer se vingar por isso. Se for ele, já sabe sobre nós e vai se vingar de você também. Mas eu vou descobrir tudo.
Manoel voltou até onde Dias estava amarrado e perguntou:
— Como eu descubro quem é o homem que te entrega as instruções?
Dias, sangrando e apavorado, respondeu:
— O Freitas… Eu peguei a última instrução na casa dele. Fui fazer uma visita e, quando saí, o envelope estava no para-brisa do meu carro.
Olhei para Monique e disse:
— Vem comigo.
Virei-me para Manoel e Darlan:
— Nós duas vamos cuidar disso.
Fomos até a casa de Freitas, uma residência simples de classe média. Ele era casado e tinha dois filhos pequenos. Batemos na porta. Quando ele abriu e nos viu, arregalou os olhos.
— Vocês duas aqui? Minha esposa foi na casa da mãe com as crianças… se ela ver vocês aqui, me mata.
Tirei seis mil reais da bolsa e entreguei a ele:
— Aqui está um dinheiro pela gravação das câmeras de segurança.
Comecei a tirar o vestido devagar, ficando apenas de lingerie. Monique fez o mesmo. Olhei para ele e disse:
— Você também vai nos comer se nos ajudar.
Freitas engoliu em seco, olhando para nossos corpos quase nus, e respondeu com a voz rouca:
— As duas… com direito a anal e tudo?
Eu e Monique nos olhamos e respondemos juntas:
— Sim.
Freitas nos levou para o quarto. Não perdeu tempo. Me agarrou primeiro, me beijando com fome enquanto apertava meus seios. Monique se ajoelhou e tirou o pau dele da calça — era grosso, de uns 18 cm. Ela começou a chupar enquanto ele enfiava a mão na minha calcinha, mexendo na minha buceta já molhada.
Ele me jogou na cama de quatro e enfiou o pau na minha buceta com uma estocada firme, metendo com vontade enquanto Monique chupava meus seios. Depois ele trocou: colocou Monique de quatro ao meu lado e meteu nela, alternando entre nós duas, dando tapas nas nossas bundas.
— Porra… que putas gostosas… — grunhia ele.
Ele me virou de lado, levantou minha perna e meteu fundo na buceta, depois quis anal. Cuspiu, posicionou o pau e enfiou devagar no meu cu. Gemi alto, sentindo ele me abrir. Ele começou a meter com ritmo crescente, segurando minha cintura. Monique se ajoelhou na minha frente e eu chupei sua buceta enquanto era fodida no cu.
Freitas alternava: fodia o cu de uma, depois o da outra. Gozei duas vezes, tremendo, gemendo como uma vadia. Monique gozou na minha boca enquanto ele metia nela.
No final, ele nos colocou de joelhos no chão. Masturbou o pau e gozou bastante — primeiro no meu rosto, depois na boca de Monique, misturando a porra nas nossas línguas enquanto nos beijávamos.
Freitas, ofegante, entregou o pen drive com as gravações das câmeras.
— Isso é tudo que eu tenho.
Nós duas entregamos o dinheiro e dissemos quase ao mesmo tempo:
— Obrigada, Freitas.
Ele, ainda ofegante e com o pau molhado, perguntou curioso:
— Vocês querem a gravação pra quê?
— Não te interessa — respondeu Monique, seca.
Antes de sairmos, ela ainda deu um sorriso provocante e completou:
— Você é um gostoso, sabia? Sua esposa tem sorte.
Saímos da casa rapidamente e voltamos para o cassino.
Assim que chegamos, colocamos o pendrive na TV do escritório. Avançamos as gravações até o dia e o horário que Dias havia mencionado. Por volta das 22h, vimos claramente um homem de capuz deixando um envelope no para-brisa do carro de Dias. Darlan aproximou o rosto da tela, arregalou os olhos e disse, incrédulo:
— É o Allan…
Eu e Monique nos olhamos chocadas:
— O Allan?
Manoel chegou exatamente nesse momento, viu a imagem congelada na tela e ficou em silêncio. Antes que alguém pudesse falar, o celular de Darlan tocou. Ele atendeu e colocou no viva-voz. Era a gerente da academia, em pânico:
— Allan tomou oito tiros na porta da academia! Ele não resistiu… está morto!
Manoel passou a mão no rosto, tenso:
— A única pessoa que sabia quem estava nos ameaçando… está morta.
Saímos dali em silêncio.
Quando cheguei em casa, Kaique estava me esperando na sala, visivelmente alterado. Ele foi direto:
— Eu soube que você tem certas acusações contra o meu pai.
— Kaique… — comecei.
— Eu tenho certeza que ele não fez nada — interrompeu ele.
— Você não sabe de nada, garoto — respondi, cansada.
Foi então que Kaique mostrou um lado que eu nunca tinha visto. Seu olhar mudou, a voz ficou mais baixa e intensa:
— Você fez o meu avô me afastar do cassino. Ele me vê por lá e me expulsa como se eu não estivesse no esquema antes de você chegar. Tudo isso porque ele é completamente louco por você. Mas eu dei a ideia de te trazer pra tudo isso… E sabe por quê?
Ele se aproximou de mim, os olhos brilhando:
— Porque desde que entrei na adolescência eu sonho com você, mãe. Eu sempre quis te comer pelo menos uma vez.
Kaique me agarrou pela cintura, puxando-me contra ele. Senti seu corpo jovem e forte pressionado no meu.
— Você já é uma puta… dar pro seu filho não seria tão errado. Por favor…
Fiquei paralisada, o coração disparado. Respondi, tentando manter a voz firme:
— Você está bêbado e não sabe o que está falando.
Mas, por dentro, minha buceta estava molhada e pingando. O corpo traía completamente a minha mente.
Meu celular tocou. Era Manoel.
— Aline, eu acho que sei como chegar na pessoa que está nos ameaçando. Mas quero colocar o Kaique nessa. Antes disso… estou com saudades dessa sua buceta.
A voz dele já estava rouca de desejo. Senti um calor imediato subir pelo corpo. Fui até a casa dele no segundo andar do cassino. Assim que entrei no quarto, fechei a porta e o empurrei com força contra a cama.
Manoel caiu de costas, surpreso, mas com um sorriso safado. Subi em cima dele, tirando minha roupa rapidamente e deixando-o nu. Segurei seu pau enorme de 25 cm com as duas mãos, já duro e latejando, e comecei a masturbar devagar enquanto olhava nos olhos dele.
— Você quer essa buceta? Então vai ter que aguentar hoje — murmurei, montando nele.
Desci devagar, sentindo cada centímetro grosso me abrindo. Gemi alto quando ele me preencheu completamente. Comecei a cavalgar com vontade, rebolando fundo, subindo e descendo com força. Meus seios balançavam na frente do rosto dele. Manoel apertava minha bunda com as mãos grandes, gemendo rouco:
— Porra, Aline… assim… rebola gostoso pra mim…
Eu acelerava, quicando no pau dele, sentindo ele bater fundo no meu útero. Gozei pela primeira vez cavalgando, tremendo inteira, apertando-o lá dentro enquanto gemia alto.
Manoel me virou de quatro, empinou minha bunda e meteu com força bruta, estocando como um animal. Dava tapas fortes na minha bunda enquanto me fodia, puxando meu cabelo loiro.
— Ahhh… Manoel… me fode… mais forte! — implorei, empinando mais.
Ele metia fundo, o pau enorme entrando e saindo quase inteiro. Gozei novamente, as pernas tremendo, a buceta pulsando ao redor dele. Manoel me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo, olhando nos meus olhos enquanto me dominava.
Depois me colocou de frente, com as pernas sobre seus ombros, e meteu ainda mais fundo. Eu gemia descontrolada, arranhando as costas dele. Gozei pela terceira vez, quase desmaiando de prazer.
Manoel acelerou, suado, os músculos tensos, e finalmente gozou com um grunhido profundo, enchendo minha buceta de porra quente e grossa, jatos fortes pulsando dentro de mim.
Caímos exaustos na cama. Eu estava por cima, ofegante, sentindo o pau dele ainda latejando dentro de mim. Olhei para ele e sorri por dentro.
Eu estava cada vez mais ciente: na cama, eu tinha controle sobre Manoel. Ele podia mandar em tudo lá fora… mas aqui, ele era meu.
Manoel, ainda recuperando o fôlego ao meu lado na cama, virou o rosto para mim e disse com a voz grave:
— Kaique irá ligar para o pai e vai marcar um encontro com ele, dizendo que está com um problema sério. Nessa hora, isso tudo vai estar rolando.
Ele pegou o celular do sargento Dias e me entregou.
— Amanhã, o homem por trás disso tudo marcou com o Dias um encontro para entregar a ele aquilo que chamou de “instrução final”. Eu e o Darlan estaremos posicionados em cada um dos locais. Se o Fábio aparecer em algum deles, nós saberemos.
Fiquei em silêncio por alguns segundos, o coração apertado, e perguntei:
— E se o Fábio for inocente?
Manoel me olhou fixamente, sem hesitar, e respondeu:
— Nós pegamos o homem certo que aparecer no encontro.
— Vou negociar com o Kaique.
O peso daquelas palavras ficou suspenso no ar. Meu filho seria usado como isca. Meu marido poderia ser o homem que queria destruir o próprio pai e a mim também . E eu estava cada vez mais enfiada nesse mundo perigoso, sem conseguir sair.
Fiquei ali, nua, ao lado de Manoel, sentindo o calor do corpo dele e o frio da incerteza ao mesmo tempo.
Manoel pegou o celular e ligou para Kaique:
— Meu neto, tem como você aparecer aqui pra uma conversa? É importante.
Kaique chegou pouco depois. Os dois conversaram a sós por quase vinte minutos. Quando Kaique saiu do escritório, estava alterado, nervoso e visivelmente irritado. Ele me olhou e disse:
— Eu tenho certeza que ele é inocente. Você vai ver.
Ele parou na minha frente e completou, com a voz baixa:
— Você está desconfiando mesmo dele, né?
— Não, eu tenho certeza que ele não faria isso… — comecei.
Kaique não me deixou terminar:
— Eu ligo pra ele… mas eu quero receber o combinado. Se não, eu abro o jogo pro meu pai agora.
Olhei para Manoel, chocada:
— O que ele quer?
Manoel me olhou com um sorriso lento e perigoso:
— Uma noite com você.
— Não. Ele é meu filho — respondi imediatamente.
Manoel se aproximou de mim, pressionando-me contra a parede. Enfiou a mão por baixo do meu vestido e deslizou os dedos grossos pela minha buceta, sentindo a umidade.
— Você está molhada, vadia… — murmurou ele no meu ouvido. — Aproveita a rola do próprio filho.
Nesse momento, Kaique voltou para a sala e disse:
— Encontro marcado. Amanhã ele vai me encontrar.
Manoel sorriu, ainda com os dedos dentro de mim, e respondeu:
— Vamos ver se ele vai aparecer mesmo… ou se vai em outro lugar.
Após a conversa tensa, Manoel saiu do quarto, deixando-me a sós com Kaique. O silêncio era pesado. Meu filho me olhava com os olhos castanhos escuros cheios de desejo acumulado de anos.
— Mãe… — murmurou ele, aproximando-se. — Eu esperei tanto tempo por isso.
Eu ainda hesitava, o coração acelerado, mas meu corpo já traía minha mente. Estava molhada, os mamilos duros contra o vestido. Kaique segurou minha cintura e me beijou. No começo foi hesitante, depois ganhou fome. Sua língua invadiu minha boca enquanto suas mãos deslizavam pelas minhas costas e apertavam minha bunda.
— Você é tão gostosa… — sussurrou ele, tirando meu vestido com urgência.
Fiquei nua na frente do meu filho. Kaique me admirou por alguns segundos, os olhos percorrendo meus seios médios e firmes, minha cintura, minha bunda redonda e minha buceta depilada. Ele tirou a roupa rapidamente. Seu pau de 21 cm pulou para fora, duro, grosso e latejando.
Ele me empurrou para a cama e se ajoelhou entre minhas pernas. Abriu minhas coxas e desceu a boca direto para minha buceta, chupando meu clitóris com vontade. Gemi alto, segurando sua cabeça:
— Ahhh… Kaique… devagar…
Ele não obedeceu. Lambeu, chupou e enfiou a língua dentro de mim, gemendo contra minha carne molhada. Gozei pela primeira vez na boca dele, tremendo, apertando as coxas ao redor da cabeça do meu filho.
Kaique subiu, alinhou o pau grosso na minha entrada e me penetrou devagar, centímetro por centímetro. Senti ele me abrindo, me preenchendo completamente.
— Porra, mãe… sua buceta é tão apertada… — gemeu ele, começando a meter.
Ele me fodeu de frente, olhando nos meus olhos, com estocadas profundas e ritmadas. Eu gemia, cravando as unhas nas costas dele:
— Ahhh… Kaique… você é tão grande… me fode…
Ele acelerou, batendo fundo. Me virou de quatro, empinou minha bunda e meteu com força, segurando minha cintura. O som de pele contra pele ecoava no quarto. Dei o segundo orgasmo assim, gemendo alto, apertando o pau dele.
Kaique me puxou pelo cabelo, arqueando minhas costas, e continuou estocando com tesão juvenil. Depois me colocou por cima. Sentei no pau dele e comecei a cavalgar, rebolando fundo, subindo e descendo enquanto ele apertava meus seios e chupava meus mamilos.
— Rebola pra mim, mãe… assim… que delícia — gemia ele.
Gozei pela terceira vez cavalgando, o corpo inteiro tremendo. Kaique me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu novamente, agora mais fundo. Ele estava suado, o corpo jovem e forte brilhando.
No final, ele me colocou de quatro novamente, segurou meus quadris com força e meteu selvagemente, como se quisesse me marcar. Eu gemia rouca, quase sem voz:
— Me fode, filho… me fode gostoso… ahhhhh!
Kaique grunhiu alto e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente e grossa, jatos fortes pulsando fundo. Ele deu mais algumas estocadas lentas, esvaziando-se completamente, antes de cair ao meu lado.
Ficamos ali, suados, ofegantes. Kaique me abraçou por trás, o pau ainda semi-duro encostado na minha bunda, e sussurrou no meu ouvido:
— Eu sonhei com isso a vida inteira, mãe…
Eu não respondi. Apenas fechei os olhos, sentindo a mistura de culpa, prazer e confusão tomar conta de mim.
Kaique agora estava dentro de mim, ofegante, quando murmurou no meu ouvido:
— Mãe… eu quero mais. Quero tudo de você.
Ele tirou o pau da minha buceta, ainda duro e brilhando com nossos fluidos. Virou-me de bruços na cama, empinou minha bunda e cuspiu diretamente no meu cuzinho. Senti o dedo dele circulando a entrada, depois dois dedos entrando devagar, abrindo-me.
— Kaique… vai devagar… — pedi, nervosa.
— Relaxa, mãe… eu vou com calma.
Ele posicionou a cabeça grossa do pau de 21 cm no meu cu e começou a forçar. A dor inicial foi intensa. Gemi alto, apertando os lençóis enquanto ele entrava centímetro por centímetro, abrindo meu cu virgem para ele.
— Ahhhhh… tá muito grande… ai meu Deus… — choraminguei.
Quando finalmente enterrou tudo, Kaique parou por alguns segundos, gemendo de prazer:
— Porra, mãe… seu cu é tão apertado…
Depois começou a meter, devagar no começo, depois ganhando ritmo. As estocadas ficaram mais fortes, mais profundas. Ele segurava minha cintura e batia contra minha bunda, o som molhado ecoando no quarto.
— Isso… toma no cu, mãe… que delícia… — gemia ele, acelerando.
Eu gemia como uma puta, empinando a bunda para ele, o prazer misturado com a dor inicial me deixando louca:
— Ahhh… Kaique… me fode no cu… mais forte… ahhhhh!
Ele meteu com vontade por longos minutos, trocando de posição: me colocou de lado, levantou minha perna e continuou fodendo meu cu. Depois me fez sentar no colo dele, de costas, e me fez quicar no pau dele enquanto apertava meus seios.
Gozei mais uma vez só com o pau no cu, tremendo violentamente, apertando-o lá dentro. Kaique não aguentou. Segurou meus quadris com força, enterrou o pau até o fundo e gozou dentro da minha bunda, jorrando porra quente e grossa bem fundo, gemendo alto o nome da mãe enquanto esvaziava.
Caímos exaustos na cama. Kaique ainda estava dentro de mim, o pau amolecendo lentamente. Ele me abraçou por trás, beijando meu pescoço e ombros, o corpo jovem colado no meu.
— Eu te amo, mãe… — sussurrou ele, ainda ofegante. — Sempre amei.
Fiquei em silêncio, sentindo a porra dele escorrendo devagar do meu cu. Uma onda enorme de culpa me invadiu, mas também um prazer proibido e profundo que eu não conseguia negar. Meu próprio filho havia acabado de me foder — buceta e cu — e eu tinha gozado como nunca.
Fechei os olhos, o corpo dolorido e satisfeito, pensando no quanto minha vida havia mudado. E no quanto eu, no fundo, estava gostando disso.
Na manhã seguinte, Kaique marcou o encontro com Fábio num parque perto do bar. Ele havia mentido para o pai, dizendo que havia engravidado uma mulher e que precisava de ajuda. Mostrou uma foto de uma amiga para tornar a mentira mais convincente. Fábio, preocupado, saiu de Contagem imediatamente.
A uns poucos quilômetros dali, numa estrada de terra ao lado de um terreno baldio, o sargento Dias esperava em pé, ao lado do seu carro. Jairo e Manoel estavam escondidos entre a vegetação, armados e atentos. No parque, Darlan permanecia com Monique e eu, todos em alerta.
Às 9 horas em ponto, no terreno baldio, um homem encapuzado se aproximou de Dias. Eles trocaram algumas palavras rápidas. De repente, disparos ecoaram. Dias caiu no chão, atingido várias vezes, morto instantaneamente.
No parque, Fábio se aproximava de Kaique. Os dois se abraçaram. Fábio parecia aliviado ao ver o filho.
No terreno baldio, Manoel viu o homem misterioso tentando fugir e trocou tiros com ele. O homem conseguiu escapar correndo entre as árvores. Manoel se aproximou do corpo de Dias e encontrou um bilhete caído ao lado dele. Nele estava escrito:
“Dias is death. O final está próximo.”
No parque, Fábio segurava Kaique pelos ombros e disse com carinho:
— Você é um bom menino. Fico feliz de te ver.
Kaique baixou a cabeça e murmurou:
— Pai, me desculpa… Era alarme falso. O filho não é meu.
Fábio sorriu, aliviado, e respondeu:
— Eu fico feliz por você… Mas não é por isso que eu estou aqui.
Eu, Darlan e Monique nos olhamos em silêncio. O ar entre nós estava carregado de tensão. Meu coração batia forte enquanto eu pensava: “O que Fábio realmente tem a fazer aqui? Será que ele é o inimigo? Será que ele quer destruir todos nós?”
Fábio ainda estava abraçado com Kaique, conversando baixo, alheio ao que se passava ao nosso redor. Eu tentava manter a expressão neutra, mas por dentro um turbilhão de dúvidas e medo me consumia.
Foi então que nossos celulares vibraram quase ao mesmo tempo — o meu, o de Darlan, o de Monique e o de Manoel, que estava no outro local.
Abri a mensagem. Era de um número desconhecido, sem remetente. O texto era curto e direto:
“Amanhã tudo será esclarecido.”
Fiquei paralisada olhando para a tela. Darlan e Monique fizeram o mesmo. Ninguém disse nada, mas o peso da ameaça era palpável. Alguém estava nos observando, controlando o jogo, e parecia saber exatamente onde cada um de nós estava.
Manoel, que recebeu a mesma mensagem, ligou imediatamente para Darlan. A voz dele saiu baixa e tensa pelo viva-voz:
— Recebi agora. Quem quer que seja, está perto. Fiquem atentos. Amanhã vamos descobrir quem é esse filho da puta.
Desligou sem esperar resposta.
Fiquei ali, ao lado de Darlan e Monique, sentindo o celular tremer levemente na minha mão. O “amanhã” parecia ao mesmo tempo uma promessa e uma sentença.
E o pior de tudo: Fábio estava ali, bem na nossa frente, e eu não sabia mais em quem confiar.