A Crente Sem calcinha 2

Um conto erótico de BunnyBlond
Categoria: Heterossexual
Contém 1430 palavras
Data: 08/06/2026 14:05:52
Última revisão: 08/06/2026 14:06:17

De salto alto na porta da igreja, eu me enrolava num casaco pra me esquentar da noite fria de inverno. Nervosa e olhando pros lados. Eu não queria ser vista daquele jeito. A moça séria religiosa parecendo uma puta fazendo ponto na esquina.

Chupando um pirulito desses de bolinha vermelha e cabo de plástico. Esperando o seu carro aparecer pra me buscar.

Loirinha, com jeitinho de menina de família. 1,55 de altura, vinte e poucos anos e cheia de fogo na bucetinha. Ainda lembrando da nossa transa do conto anterior. Lutando entre o pecado e o tesão. Querendo gozar de novo no seu pau.

Você apareceu me abraçando de surpresa por trás. Beijando o meu pescoço e me chamando de gostosa. Essas não eram palavras que eu tava acostumada a escutar na igreja. E era esse tipo de coisa que eu tava querendo.

Tirando o casaco pra me mostrar. Usando um vestidinho vermelho curtinho e uma sandália de salto. As minhas coxas grossas de fora, meus seios pulando no meu decote. O pirulito deslizando nos meus lábios como se fosse uma rola grossa.

Vestida daquele jeito na porta da igreja. Era tudo tão sacana e proibido que a minha xaninha espumava de tesão. Eu tava cansada de ser comportada. Eu queria me sentir uma VAGABUNDA.

Você me abraçando e me apertando toda. Enfiando as mãos por dentro da barra da saia do meu vestido. Subindo pelas minhas pernas até tocar na minha bucetinha. Uma surpresa preparada pra você.

EU TAVA SEM CALCINHA!!!!

Tenho vídeos com essa roupinha pra me exibir pros meus leitores tarados. Com o vestidinho vermelho levantado SEM CALCINHA. Me alisando e dedando a bucetinha. Mas a gente já já vai chegar nessa parte da história.

Quem quiser, pode pedir meus vídeos nos meus contatos. telegram @bunnycontos ou email bunnycontos@gmail.com

Chupando o pirulito vestidinha daquele jeito. Soltando as taras e fetiches reprimidos. Podendo soltar a vagabunda que eu tinha dentro de mim. De salto alto e com as coxas de fora com um tarado me dedando no meio da rua.

Você me olhou com cara de surpreso e de tarado. Eu te encarava de volta, com sorrisinho de putinha safada. Chupando o meu pirulito como se fosse o seu pau. Sentindo a sua mão alisando a minha xota.

No meio da noite, no meio da rua, na frente da porta da igreja. Era melhor a gente sair dali, antes que alguém aparecesse...

Entrando apressada no seu carro, indo direto pra um motel. Sentadinha no banco do carona com as pernas abertas e o vestidinho vermelho levantado. Mostrando a bucetinha e dando risadinhas de safada. Lambendo a bolinha do pirulito, mostrando o que eu queria fazer.

Você dirigia e me alisava. Sem saber se olhava pra frente ou pra loirinha ninfeta sem calcinha no seu carro. Eu realmente me senti uma PUTA fazendo ponto na esquina naquela noite. Eu ia precisar de muitas orações pra me redimir dos meus pecados rs.

Chegando no quarto, eu te jogava na cama e caia por cima de você. Baixando as alcinhas do meu vestido e pulando meus peitos na sua cara, eu sentava de frente no seu colo, passava meus braços em volta do seu pescoço e puxava a sua cabeça pra cima dos meus seios.

Sua boca mordendo e sugando meus biquinhos, sua mão deslizando nas minhas coxas, e eu te provocando ao pé do ouvido. "Tá na hora de chupar outro pirulito..."

Com você sentado na beira da cama e os pés no chão, fui deslizando e me ajeitando no meio das suas pernas. Minha mãozinha de patricinha abrindo a sua calça e puxando seu pau pra fora. Ajoelhadinha, olhando pra cima, com uma piroca na minha cara. Fiz a mesma boquinha em formato de beijo, mas dessa vez não era um pirulito nas minhas mãos...

A cabeçona vermelha encaixada no meio dos meus lábios, a boquinha engolindo a sua rola e uma ninfeta te olhando nos olhos. Toda babadinha, toda lambuzada. O momento nao era de oração, a gente queria pecar kkkkk

Caindo deitada na cama, de barriguinha pra cima, com você na minha frente. Eu esticava os pezinhos tentando te alcançar. Dando risadinhas de safada e alisando o seu pau com a sola do meu pé.

Abrindo as pernas e levantando o meu vestidinho vermelho. SEM CALCINHA, com a bucetinha lisinha de ninfeta brilhando na sua cara. Descendo uma mãozinha, pra me tocar. Brincando com ela e gemendo cheia de tesão.

Minhas bochechas ficando rosadas com a respiração ofegante. Meu corpo tremia, dedando a minha bucetinha. A loirinha séria e religiosa toda ARREGANHADA de pernas abertas e a xotinha babando por uma rola.

Te dando meu celular e pedindo pra me filmar. Me tocando e brincando com a bucetinha. Eu tenho esse vídeo pros meus leitores tarados. O vestidinho vermelho levantado, as bochcechinhas rosadas e uma loirinha gemendo na siririca.

Os meus peitinhos de fora, a carinha de safada e os dedinhos enfiados na minha xaninha pequenininha.

A sua cara de tarado me olhando, querendo pular em cima de mim. A menina de família parecia uma PUTA. Eu gemia e debatia os pezinhos na cama. Pronta pra pecar gostoso no seu pau!!!!

Você me agarrou beijando a minha boca e descendo pelo meu pescoço. Apertando os meus seios e me esmagando com o seu corpo. A sua voz rouca me xingando ao pé do ouvido.

- Gostosa... Carinha de comportada, mas é uma vagabunda...

- Ainnnnn... Souuunnn...? Então fala... Repete o que eu sou...

- Vagabunda! Vagabunda e gostosa!

- Hunnnnnfff... Souunnn... Sou uma vagabunda... SOU UMA VAGABUNDAAAANNNNN

Eu gostava de ser chamada assim. Quebrava toda a bolha de menina comportada da igreja. Eu queria me sentir uma vagabunda. Eu sou uma vagabunda. E vagabundas não fazem papai e mamãe. vagabundas ficam de quatro....

E foi assim que eu fiquei. Você me agarrando e me apertando toda. Beijando meu corpo e me girando na cama. De bruços com a raba apontada pro alto. Você parecia um animal admirando a crente do rabo quente.

PLAFT!!!

Me dando um tapa estalado na bunda e me puxando pra ficar de quatro. A crente religiosa de quatro igual uma VAGABUNDA!

Com a pica encaixada na minha xotinha e a sua mão me segurando pelo cabelo. Você se ajeitava na minha traseira e me dava tapas na bunda com a mão que estava solta. Me transformando numa cachorra de quatro.

Apressado, com fome, com tesão, com tara nos olhos e maldade na pica. Você me dava trancos, socava o caralho na minha xaninha e me segurava firme pelos meus cabelos loiros de menina de família.

- Gostosa! Vestida igual uma vagabunda na porta da igreja!

- Ainnnn Ainnnnn.. Tavaaannn...? Bem vagabunda?

- Tava sua cachorra! Vestida igual uma vagabunda!

- Ainnnnn... Ainnnnn tesaaaaaaaummmm....

- Isso... Não queria ser uma vagabunda? Então agora aguenta! Aguenta vagabunda! Aguenta!

Eu aguentei... De 4, de vestidinho vermelho levantado e a raba pro alto. Levando trancos e sendo montada igual uma vagabunda.

Aquilo era diferente de tudo que eu tava acostumada. E fazia a minha mente explodir de tesão. Mordendo o travesseiro na minha cara e aguentando pica por trás. Sendo puxada pelos cabelos e levando tapas na bunda.

Não era uma transa de namoradinhos. Era sexo pervertido. Era um pecado gostoso que que queria repetir mais vezes.

- Ta gostando sua safada? Toma pica toma! Toma! Toma!

- Ainnn ainnnnn.... Toooonnn... Tooonnnnn.. Me coooooooooommeeee... Me chama de vagabundaaannnnnn

- VAGABUNDA! VAGABUNDA GOSTOSA! VESTIDA IGUAL UMA VAGABUNDA!!!

- Ainnnnnn... ASSIMMM... COME A SUA VAGABUNDAAANNNN!! AINNN EU SOU UMA VAGABUNDAAAAAAAANNN!!!

Eu dava gritinhos e gemia manhosa, toda descabelada. Sem pose de moça séria ou louvores na igreja.

De 4, o vestido jogado por cima das minhas costas, o bundão empinado, as marquinhas de biquini e a bucetinha gozando na pica. Sem pudor, sem vergonha e adorando me sentir uma vagabunda.

Você socava e me dava trancos cada vez mais fortes. Bufando vermelho de raiva e tesão. Me segurando firme pelo cabelo, dominador, imponente, tarado!

Eu gozava de cara no espelho do motel. Com a respiração ofegante embaçando tudo. Você gozava caindo por cima das minhas costas. Com o seu peso me jogando de bruços na cama. A gente dizia que seria a última vez. Mas nós dois sabíamos que isso era mentira...

Eu apareci outras noites na porta da igreja com vestidinhos cada vez mais curtos. E sempre SEM CALCINHA...

Depois eu conto mais pra vocês. E quem quiser as minhas nudes, o vídeo do vestidinho vermelho brincando com a bucetinha ou vídeos de sexo. É só mandar mensagens nos meus contatos.

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