Fodendo a "franjudinha"

Um conto erótico de VitorMolinaro
Categoria: Heterossexual
Contém 1034 palavras
Data: 08/06/2026 13:36:28

Sou um homem peculiar, dominador, adepto a práticas BDSM extremas, sou discreto em meu dia a dia. Moro em Curitiba e como aqui o BDSM é tabu, escrevo um conto para compartilhar meus desejos e como gosto de agir em sessão.

O inverno curitibano tem o hábito de empurrar as pessoas para dentro de casacos pesados, de cafés aconchegantes e, às vezes, da vida uns dos outros. Para Vitor, aos 36 anos, a rotina como professor de semiótica na faculdade de publicidade já tinha o conforto de um roteiro bem ensaiado. Até aquela noite de terça-feira, sob a luz clínica da sala de aula, quando o roteiro rasgou.

​Ela sentou-se na segunda fileira.

​Camila. 22 anos. A pele alva contrastava com o preto absoluto de suas roupas casuais, mas de um corte impecável e autoral. O cabelo escuro emoldurava o rosto miúdo, destacando a franjinha reta perfeitamente alinhada acima das sobrancelhas que Vitor, secretamente, associou de imediato ao visual clássico das garotas veganas e vanguardistas da cidade. Mas foram os olhos castanhos, profundos e atentos, que prenderam os dele. Quando os olhares se cruzaram pela primeira vez, não houve o desvio tímido de praxe. Houve uma promessa silenciosa, um magnetismo elétrico que fez o giz quase falhar na mão do professor.

​A aproximação foi inevitável, camuflada sob o pretexto acadêmico. Camila passou a procurá-lo ao final das aulas. O que começou com dúvidas sobre a matéria logo evoluiu para conversas sussurradas no corredor, enquanto o frio da noite curitibana batia contra as janelas de vidro.

​"A estética do horror em publicidade é fascinante", ela disse numa noite, a voz mansa, mas firme, com um toque de mistério. "As pessoas temem o que não controlam, mas é exatamente isso que as atrai."

​Vitor sorriu, sentindo o pulso acelerar. "Como em Poe?"

​Os olhos de Camila brilharam. "Especialmente em Poe. Há uma beleza dolorosa na entrega absoluta ao escuro."

​Eles descobriram ali uma sintonia perigosa. Falavam de arte, de literatura gótica, da melancolia poética de Curitiba. Mas, abaixo das palavras intelectuais, corria uma corrente subterrânea de pura testosterona e desejo. Vitor notava a forma como ela o olhava de baixo para cima Camila tinha 1m60, uma diferença de altura que acentuava uma dinâmica velada que ambos começavam a saborear.

​Nas entrelinhas, o jogo de poder se desenhava. Camila deixou escapar, entre uma metáfora e outra sobre controle e perda de autonomia na arte, que o universo BDSM a fascinava. Confessou, com as bochechas levemente coradas pelo frio (ou pelo teor da conversa), que só havia tido uma experiência na vida. Uma introdução tímida, mas que havia deixado uma sede imensa por mais. Uma sede de ser guiada, de se entregar totalmente a alguém que soubesse exatamente o que fazer com o seu corpo e com a sua mente.

​Vigoroso, experiente e completamente hipnotizado por aquela mistura de intelecto e vulnerabilidade, Vitor absorveu cada palavra. O tesão entre os dois tornou-se um terceiro elemento físico na sala, uma tensão palpável, densa como a neblina que cobria o Parque Barigui nas madrugadas.

​O convite aconteceu sem esforço, como o passo seguinte natural de uma dança coreografada pelo desejo.

​Naquela sexta-feira, a chuva fina e persistente de Curitiba ditou o cenário. O apartamento de Vitor, no coração do Juvevê, era um reflexo dele: livros espalhados, luzes quentes e indiretas, e o som suave de um jazz melancólico flutuando pelo ambiente.

​Quando Camila entrou, a atmosfera mudou instantaneamente. Ela tirou o casaco pesado, revelando um vestido justo que marcava suas curvas delicadas. O perfume dela — algo que lembrava especiarias e terra molhada — tomou conta do espaço.

​Vitor serviu um vinho tinto encorpado para si e uma kombucha artesanal que fizera questão de comprar para ela. Eles se sentaram no sofá de couro. A conversa fluiu, mas os espaços entre as palavras foram encurtando. O calor da proximidade era inegável.

​Vitor esticou o braço e, com a ponta dos dedos, afastou uma mecha da franja que caía sutilmente sobre os olhos castanhos de Camila. A pele dela era fria, mas ela arrepiou-se visivelmente ao toque.

​"Você está nervosa?", ele perguntou, a voz propositalmente mais grave, testando o terreno, assumindo o controle que ela tanto cobiçava.

​Camila engoliu em seco, os olhos fixos nos lábios dele. Ela negou com a cabeça, mas suas mãos entregavam um leve tremor. "Não. Só... esperando."

​Vitor sorriu de canto, um sorriso predatório e acolhedor ao mesmo tempo. Ele pegou a taça da mão dela, colocou-a na mesa de centro sem desviar o olhar, e segurou o queixo de Camila com firmeza, erguendo o rosto da jovem. A dinâmica estava estabelecida. O mestre e a aprendiz; o homem que comandaria e a mulher que ansiava por obedecer. A respiração dela ficou curta, os lábios entreabertos, a entrega estampada na face alva. Ali, naquele apartamento isolado do resto do mundo pela noite curitibana, a promessa silenciosa das últimas semanas estava prestes a se cumprir de forma absoluta.

Camila estava muito nervosa, mais que na sua primeira vez, era um misto de medo e curiosidade e ao mesmo tempo, tesão. Foram noites se masturbando, manhas se tocando, Vitor sentia o tesão transbordar até que não resistiram mais. Naquele apartamento, Vitor tira da gaveta uma coleira e coloca pelas costas do pescoço de Camila, lentamente vai despindo beijando seus ombros e tocando sua melada buceta a masturbando de costas com uma mão e a outra dando pela ela chupar seus dedos enquanto diz no ouvido (agora você é minha) e como um vampiro morde seu pescoço colocando o pau na buceta melada só mesmo tempo em que a coloca de quatro e vai socando, dando ordens, mandando. Camila agora não era uma mulher gótica de 22 anos, era uma submissa indefesa sendo fodida pelo seu professor que passa a ser dono do seu corpo, mente e alma. Vitor soca, xinga, bate, manda, e faz ela rebolar, Camila goza e nesse momento, ela a coloca no colo de bruços e da uma surra em sua bunda a masturbando, castigando. Era só começo da noite que ainda teria uma Camila amarrada e algemada sendo abusada e estuprada pelo seu professor.

Continua....

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