O dia em que tudo mudou, eu minha esposa e minha sogra na balada 3

Um conto erótico de Beans
Categoria: Heterossexual
Contém 1132 palavras
Data: 08/06/2026 12:43:34

Tesão no Escuro do CarroO ar dentro do carro estava pesado, quente e carregado de desejo. O vidro embaçava aos poucos com a respiração dos três. Rafaela continuava cavalgando devagar o pau grosso de Felipe, rebolando a cintura com movimentos circulares e profundos, fazendo a rola desaparecer inteira dentro de sua buceta encharcada.Lorena, sentada ao lado deles, tinha a mão por baixo do vestido vermelho. Seus dedos deslizavam por cima da calcinha molhada, ainda tímidos, mas cada vez mais insistentes.— Isso mesmo, mãe… não para — incentivou Rafaela com a voz manhosa e cheia de tesão. — Olha bem pra gente. Olha como o pau do Felipe entra todinho na minha buceta… tá vendo como eu tô molhada? Tudo isso por causa de você olhando pra nós.Lorena soltou um suspiro trêmulo. Seus olhos estavam vidrados no ponto onde o pau preto e brilhante de Felipe entrava e saía da filha. Ela nunca havia imaginado ver uma cena tão explícita na vida, muito menos envolvendo a própria filha. Mas o álcool, a carência acumulada e o tesão reprimido por tanto tempo estavam vencendo qualquer resistência.— Rafaela… isso é loucura… — murmurou Lorena, a voz rouca, quase sem ar.— Loucura boa, né mãe? — Rafaela sorriu, mordendo o lábio. Ela acelerou um pouco o movimento, subindo e descendo com mais força. Seus seios pulavam soltos, mamilos duros e escuros. — Tira a calcinha de uma vez. Quero ver você se tocando de verdade. Quero ver sua buceta molhada também.Lorena hesitou apenas por mais um segundo. Depois, levantou o quadril, puxou a calcinha preta para baixo e a tirou pelas pernas grossas. Sua buceta madura, pelada e inchada, ficou exposta. Estava brilhando de tesão. Ela abriu um pouco mais as coxas e voltou a se tocar, agora direto no clitóris, circulando os dedos com mais vontade.Felipe gemeu baixo, apertando a bunda de Rafaela com mais força ao ver a sogra se masturbando ao lado deles. Seu pau latejava dentro da esposa.— Tá gostosa pra caralho, mãe… — elogiou Rafaela, sem tirar os olhos dela. — Olha como sua buceta tá brilhando. Faz tanto tempo que ninguém te come direito, né? Coitada… mas agora tá aqui, molhada, vendo sua filha levar rola.Lorena gemeu pela primeira vez, um gemido baixo e vergonhoso, enquanto enfiava um dedo dentro de si. Seus olhos não desgrudavam da rola do genro fodendo a filha.Rafaela percebeu e incentivou ainda mais, falando sujo:— Enfia dois dedos, mãe. Imagina que é o pau do Felipe te comendo. Imagina ele te arrombando bem fundo como tá fazendo comigo agora… Ahh, porra… ele tá tão duro hoje.Lorena obedeceu. Enfiou dois dedos na buceta madura e começou a meter devagar, no mesmo ritmo que a filha cavalgava. Seus peitos pesados subiam e desciam rápido dentro do vestido. O som molhado dos dedos dela se misturava ao barulho da buceta de Rafaela.— Tá gostando de ver, mãe? — perguntou Rafaela, ofegante. — Tá te deixando excitada ver sua filha sendo comida assim?— Tô… — confessou Lorena quase num sussurro, a voz falhando de vergonha e prazer. — Tô muito molhada… não consigo parar.Rafaela sorriu satisfeita e inclinou o corpo para trás, abrindo ainda mais as pernas para que a mãe visse melhor o pau entrando e saindo.— Então continua se tocando… goza pra gente, mãe. Eu quero ver você gozando enquanto assiste ele me foder.Felipe aumentou o ritmo, metendo mais forte para cima. O carro balançava levemente. Lorena acelerou os movimentos dos dedos, o polegar esfregando o clitóris inchado, o olhar fixo na cena à sua frente.O tesão no carro estava no limite. Lorena gemia cada vez mais alto, os dedos entrando e saindo rápido, enquanto Rafaela cavalgava com mais força, incentivando a mãe sem parar.

O carro parecia uma sauna. Os gemidos baixos de Lorena se misturavam aos sons molhados da buceta de Rafaela sendo fodida sem pressa. Lorena tinha dois dedos enterrados na própria buceta madura, metendo devagar enquanto observava hipnotizada o pau grosso do genro entrando e saindo da filha.Rafaela, com o rosto suado e os olhos brilhando de pura luxúria, percebeu que a mãe já estava completamente entregue ao tesão. Era o momento de dar o próximo passo.Ela diminuiu o ritmo da cavalgada, rebolando bem devagar, sentindo cada veia do pau de Felipe dentro de si. Olhou para Lorena com um sorriso safado e falou com a voz rouca e manhosa:— Mãe… para de se tocar sozinha. Vem cá.Lorena parou os movimentos, ofegante, olhando para a filha com mistura de desejo e insegurança.Rafaela esticou o braço e segurou gentilmente o pulso da mãe, tirando a mão dela de entre as pernas. Depois, com os olhos fixos nos de Lorena, guiou aquela mesma mão molhada até o pau de Felipe, que ainda estava enterrado bem fundo nela.— Toca nele, mãe… — sussurrou Rafaela, quase implorando. — Quero que você sinta como ele tá duro por nossa causa. Toca a rola que tá me comendo agora.Lorena hesitou por um segundo, mas o tesão venceu. Seus dedos tremiam quando tocaram na base do pau de Felipe, sentindo a pele quente, grossa e molhada com os sucos da própria filha. Ela soltou um gemido baixo ao apertar de leve.— Isso… assim… — incentivou Rafaela, rebolando bem devagar para que a mãe pudesse sentir o pau pulsando. — Aperta mais. Sente como ele tá latejando. Faz tanto tempo que você não toca numa rola assim, né mãe?Lorena respirava pela boca, os peitos pesados subindo e descendo. Seus dedos começaram a acariciar a base do pau, sentindo onde ele entrava na buceta da filha. Felipe gemeu rouco, excitado com o toque proibido da sogra.Rafaela continuou, a voz cada vez mais suja e sedutora:— Mãe… eu tô louca pra ver você chupando ele. Só um pouquinho. Quero ver sua boca nessa rola que tá toda melada da minha buceta. Você quer, né? Eu sei que quer… tá carente pra caralho.Lorena olhou para a filha com os olhos vidrados. Seu clitóris latejava, a buceta escorrendo no banco do carro.Rafaela subiu devagar, tirando o pau de Felipe de dentro de si com um som molhado. A rola grossa e preta pulou para cima, brilhando inteira, cheia de melado. Rafaela segurou a base e apontou direto para o rosto da mãe.— Vem, mãe… prova. Só lambendo primeiro, se quiser. Eu tô aqui do lado. Quero ver você mamando meu marido.Lorena ficou olhando para o pau latejante bem na frente dela. O cheiro forte de sexo invadia suas narinas. Ela lambeu os próprios lábios, claramente tentada.Rafaela acariciou o cabelo da mãe com carinho e ao mesmo tempo com safadeza:— Ninguém vai saber… só nós três. Chupa ele pra mim, mãe. Eu quero tanto ver isso…

Fim do Capítulo

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Comentários

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Muito bom, quero ver até onde vai essa loucura.

queria uma sogra assim!

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