Porra, eu sou exatamente aquele cara que as mina chamam de boy lixo e os cara olham de canto de olho, medindo a distância. Cabelo bagunçado e meio ensebado, aquela tatuagem barata e meio desbotada ocupando metade do braço esquerdo, boné de aba reta virado pra trás, bermudão jeans folgado caindo nos quadris e chinelo de dedo de borracha gasta. Vivo de bico, fazendo o que aparece, fumo um fininho de skunk quando dá pra clarear a mente, bebo cerveja trincando de gelada no copo americano e o que eu mais gosto nessa vida, sem a menor dúvida, é meter. É o que me move.
Naquela sexta-feira quente pra caralho, o ar parecia uma parede de vapor que colava na pele. Sem nada pra fazer, resolvi colar na casa da minha tia, que tinha viajado para a praia. Ela, sabendo da minha fama, preferiu pedir pra amiga dela, a Márcia, passar lá pra deixar umas compras, uns remédios e dar uma geral na casa, já que ninguém na família confia em mim para cuidar de uma chave. O que eles não sabiam é que a Márcia era uma puta de uma coroa gostosa. E, para completar, ela foi até lá com o filhinho bixa dela, o Lucas.
A Márcia tinha 44 anos, viúva fazia uns tempos, mas com um corpo absurdamente bem conservado, daqueles de quem malha escondido na garagem de casa: peitos grandes, pesados, que balançavam nítidos sob o tecido leve da blusa, cintura marcada, bunda empinada e carnuda que chamava a atenção a cada passo, e coxas grossas que roçavam uma na outra quando ela andava. O rosto era bonito, moldado por um cabelo castanho na altura dos ombros, e ostentava um sorriso de canto que já entregava, de longe, que ela ainda curtia uma safadeza das pesadas.
Eu cheguei por volta das 9 da noite, batendo na porta de madeira pesada com as costas dos dedos. Eu estava só de short tactel preto, descalço, sem camisa, com o corpo brilhando de suor por causa do calor infernal daquela noite. Quando a porta se abriu, o ar condicionado da sala bateu no meu peito, e a Márcia me olhou de cima a baixo. Os olhos dela demoraram no meu abdômen, desceram pelo rastro de pelos até o cós do short e subiram de volta. Ela deu aquele sorrisinho safado, mordendo o canto dos lábios:
— Nossa, Fabinho... você tá um homem feito, hein? Cresceu... Tá grandão onde interessa também?
A verdade é que a Márcia tinha fama de puta no bairro, todo mundo comentava na boca miúda, quem quisesse e tivesse atitude comia a vadia.
Eu ri, um riso curto, empurrei o corpo para dentro e fechei a porta atrás dela com um estalo seco. Sem dar tempo para conversa, enfiei a mão espalmada na cintura dela, puxando aquele corpo quente contra o meu com força, sentindo a maciez da pele dela colando no meu suor.
— Quer conferir, tia Márcia? Cresci bastante desde a última vez que você me viu no churrasco da família.
Ela não respondeu com palavras. Só soltou um suspiro pesado, colou o quadril no meu e apertou o meu peito com a mão livre, cravando as unhas de leve. O cheiro dela era uma mistura forte de perfume doce, meio abaunilhado, com aquele calor sutil do próprio corpo que tinha passado o dia na rua. Eu não perdi tempo: meti a boca na dela num beijo molhado, bruto, a língua entrando fundo sem pedir licença, chupando a dela com vontade, sentindo o gosto doce do batom misturado com a saliva quente. A Márcia gemeu baixinho, um som gultural que vibrou na minha garganta, e já desceu a mão rápido para o meu short, envolvendo o volume que crescia e latejava a cada segundo.
— Caralho... que rola grossa você tem, garoto. Tá duro assim só de me ver? — ela sussurrou, a voz arrastada, os olhos já meio caídos de tesão.
— Tô imaginando você engolindo ela inteira, sem engasgar — respondi na orelha dela, dando uma mordida forte no pescoço que deixou a pele vermelha.
Levei ela pro sofá de tecido escuro da sala, arranquei a sacola de plástico da mão dela e joguei no chão; os remédios rolaram pelo tapete, mas foda-se. Começamos a arrancar a roupa um do outro com uma pressa que fazia os botões estalarem. A blusa de alça dela voou longe, o sutiã preto de renda caiu logo em seguida, e aqueles peitos grandes e fartos saltaram livres na minha frente, pesados, com os mamilos marrons e largos já completamente durinhos pelo choque do ar frio da sala. Eu avancei em um deles, enfiando a boca inteira, chupando com força, fazendo um ruído alto de sucção, depois passei para o outro, dando leves mordiscadas enquanto ela arqueava as costas, cravando os dedos no meu cabelo e empurrando a minha cabeça contra o peito dela.
Desci a mão direita pela barriga lisa, passei pelo umbigo e levantei a saia jeans dela, enfiando os dedos por baixo da calcinha de algodão. A bucetinha dela já estava encharcada, um calor absurdo emanando dali, os lábios carnudos e inchados de puro tesão, babando um líquido viscoso que colou nos meus dedos instantaneamente.
— Porra, você tá molhada pra caralho... tava no caminho pra cá pensando em pica, né, sua safada?
— Tô... faz tanto tempo que não sinto um pau bom, um pau de verdade assim. Me come, Fabinho... me come direito, faz o que quiser comigo.
Arranquei o short de uma vez e minha rola pulou para fora, apontando para o teto: grossa, com as veias calibrosas saltadas ao longo do corpo, a cabeça rosada e inchada pelo acúmulo de sangue, uns 20 centímetros de puro tesão latejante. A Márcia arregalou os olhos, a boca se abrindo em surpresa, e as pernas dela cederam. Ela se ajoelhou ali mesmo, no tapete felpudo na frente do sofá. Segurou o meu pau com as duas mãos, sentindo a quentura, e passou a língua desde a base até a cabeça, devagar, colhendo o mênstruo que já brotava no topo, girando a ponta da língua em volta da glande. Em seguida, ela abriu bem a boca e engoliu metade do comprimento de uma vez só.
Eu segurei os cabelos castanhos dela com força, os dedos enroscados nos fios, e comecei a empurrar devagar, sentindo a pressão quente dos lábios dela apertando a minha haste.
— Isso... engole mais fundo... engasga nessa rola, vai.
Ela tentou fazer graça, forçou o pescoço para baixo, descendo mais o pau até tocar o fundo da garganta. O reflexo foi imediato: ela engasgou forte, o peito sacudindo, mas não soltou. A saliva espessa começou a escorrer pelo canto da boca dela, pingando no queixo e no meu saco, os olhos lacrimejaram instantaneamente, ficando vermelhos, mas ela manteve a boca cravada ali. Eu comecei a foder a boca dela com ritmo, estocadas médias no começo, ouvindo o barulho abafado do ar tentando sair, e depois afundando até o talo. O barulho molhado, aquele gluck-gluck-gluck alto e nojento, ecoava pela sala inteira. Ela babava o meu pau todo, o nariz começou a escorrer pelo esforço, mas ela continuava gemendo de tesão por trás da carne, se deliciando toda vez que a cabeça do meu pau batia no fundo da garganta dela.
Depois de uns bons minutos arrombando a garganta da coroa, puxei ela para cima pelos braços. Ela estava trêmula, com o rosto corado. Tirei o resto da calcinha dela e a joguei de quatro no sofá, com os joelhos apoiados na almofada e a cabeça baixa. Abri aquela bunda carnuda com as duas mãos, expondo a fresta úmida. Juntei um monte de saliva na boca, cuspi direto na buceta rosada dela, que reluzia, e mirei a cabeça do pau. Empurrei tudo de uma vez, uma estocada seca até o talo, sentindo a carne dela ceder e esticar ao máximo para acomodar a espessura. A Márcia soltou um grito agudo que ecoou no teto, misturando dor e prazer:
— Ai meu Deus do céu! Que rola enorme... tá me rasgando inteira, Fabinho!
Eu segurei firme nos ossos do quadril dela, cravando os dedos na pele, e comecei a meter com força, estocada atrás de estocada. O barulho do meu pé batendo no chão e da minha barriga estalando contra a bunda gorda dela fazia um som alto na sala: tapa, tapa, tapa. A buceta dela parecia uma luva de veludo quente, apertando o meu pau a cada vaivém, tão molhada que o caldo do tesão dela começou a escorrer pelas minhas coxas e a besuntar os meus bagos. Ficamos uns minutos nessa pegada bruta, até que mudei a posição: sentei no sofá, apoiei as costas e puxei o corpo dela para cima de mim, de frente.
Ela segurou nos meus ombros e desceu devagar, engolindo a minha rola inteira na buceta mais uma vez, soltando um gemido longo enquanto começava a cavalgar. Os peitos gigantes dela balançavam freneticamente na altura do meu rosto. Eu avançava neles, chupando, mordendo os mamilos endurecidos com força, arrancando suspiros desesperados enquanto ela subia e descia na minha pica, rebolando no fundo:
— Tá muito fundo... caralho... tá batendo direto no fundo do meu útero... vai devagar...
Eu não ia devagar porra nenhuma. Rebolava o quadril para cima de encontro ao dela, forçando a entrada, ajudando o movimento dela até que o quadril dela batesse com força no meu osso púbico. Depois, segurei o corpo dela e a deitei de lado no sofá, levantando uma das pernas grossas dela para o alto, prendendo no meu ombro, e comecei a meter de conchinha. Nessa posição, dava para ver perfeitamente o pau entrando e saindo da fresta, brilhando completamente por causa da lubrificação mútua, um rastro de baba e porco que cobria tudo. A Márcia já estava completamente fora de si, com a mão livre cravada no próprio clitóris, se esfregando freneticamente enquanto eu ditava o ritmo das estocadas por trás.
— Quero comer esse cu agora — falei perto do ouvido dela, a voz rouca, tirando o pau da buceta com um estalo úmido e apontando a cabeça direto para a roseta rosada e apertada dela, que contrastava com a pele da bunda.
— Come... mas vai devagar no começo, por favor, tá muito apertado...
Juntei outro cuspe grosso na mão, passei bastante na entrada do cu dela, massageando com o dedão para amaciar a carne, depois enfiei dois dedos de uma vez, forçando as paredes do esfíncter a abrirem. Quando vi que estava escorregadio o suficiente por causa do cuspe e do próprio caldo da buceta que tinha escorrido para ali, encostei a cabeça da rola na entrada e empurrei com uma pressão constante. A Márcia soltou um gemido alto, agudo, apertando os dentes e segurando no braço do sofá com tanta força que as juntas dos dedos ficaram brancas. Fui afundando aos poucos, vencendo a resistência do músculo quente, até que a rola toda sumiu dentro daquele cu apertado e ardente. Comecei a meter, primeiro com movimentos curtos para ela acostumar, e depois acelerando, sentindo a pressão absurda que aquele cuzinho exercia na minha haste.
— Porra... que cu apertado do caralho... tá me espremendo todo, parece que vai arrancar a pele do meu pau.
Coloquei ela na posição de quatro de novo, mas agora mantendo o pau enterrado no cu, metendo com toda a força que eu tinha. A bunda dela tremia visivelmente a cada estocada violenta que eu dava. Depois, inverti a situação: deitei na almofada, puxei ela por cima, mas de costas para mim, fazendo ela cavalgar direto no cu. Ela rebolava sem parar, jogando o peso do corpo para baixo, subindo e descendo, com os gemidos saindo em uma sequência desordenada. Troquei mais uma vez para a posição de lado, com a perna dela suspensa, comendo o cu dela com vontade, ouvindo o som seco da pele batendo. A Márcia já estava ensopada de suor, os cabelos grudados na testa e nas bochechas, balbuciando palavras sem nenhum sentido de tanto prazer e exaustão.
Quando senti aquela queimação subindo pela base do meu saco, avisando que eu estava na boca de gozar, tirei o pau do cu dela com um som de sucção e voltei direto para a buceta, que estava escancarada e fervendo. Meti fundo, rápido, travando os meus dedos na cintura dela para ela não fugir do impacto. A Márcia veio primeiro: o corpo dela tensionou inteiro, as pernas tremeram em espasmos violentos e a buceta começou a morder o meu pau em contrações involuntárias muito fortes, enquanto ela gritava, jogando a cabeça para trás:
— Tô gozando... ai caralho... tô gozando tudo na sua rola, Fabinho!
O aperto daquele orgasmo quebrou a minha resistência. Dei três estocadas finais, afundando até bater os bagos na bunda dela, e gozei tudo lá dentro da xota. Foram jatos grossos, volumosos e quentes de porra, enchendo a cavidade dela até o limite, fazendo transbordar. Quando tirei o pau devagar, um fio espesso de sêmen misturado com o suco dela escorreu pela parte interna da coxa grossa. A Márcia desabou no sofá de lado, com os olhos semicerrados, a respiração completamente desregulada, o peito subindo e descendo, enquanto a gozada escorria em câmera lenta da bucetinha inchada e vermelha.
— Descansa aí, gostosa... você mereceu o trato — falei, dando um tapa estalado na bunda dela e um beijo desleixado na testa suada.
Caminhei até o banheiro social, me limpei um pouco com a toalha de rosto, passei uma água na boca e bebi um copo enorme de água gelada direto da geladeira da cozinha. Meu pau nem tinha amolecido direito; continuava meio duro, latejando com o calor acumulado da foda. A casa voltou ao silêncio, quebrado apenas pelo zumbido contínuo do ventilador de teto da sala. Foi aí que me veio o estalo na mente: o filho da Márcia, o Lucas, de 19 anos, estava dormindo no quarto dos fundos da casa. O moleque era magrinho, pele bem clara que marcava por qualquer coisa, cabelo escuro bagunçado e uma carinha de menino delicado. Eu já tinha pegado ele escondido umas duas vezes em rolês passados, e sabia que o moleque era completamente viciado no meu jeito bruto: pedia por favor, gemia alto, rebolava e sempre queria mais.
Entrei no quarto dele sem fazer barulho, sem acender a luz principal para não alertar ninguém, usando apenas a claridade fraca da tela do meu celular. O Lucas estava dormindo de barriga para baixo, vestindo apenas uma cueca boxer preta de algodão, com o lençol chutado para o pé da cama por causa do abafamento da noite. Tirei o resto do meu short, peguei um vidro de óleo corporal que vi na cômoda, joguei um pouco na minha pica para deslizar sem freio e subi na cama de solteiro devagar, sentindo o colchão afundar. Colei o meu peito suado nas costas dele, deixando a minha rola dura e besuntada de óleo se esfregar bem no meio das nádegas dele, por cima do tecido da cueca.
Ele acordou com o susto do peso em cima dele, mas no segundo em que sentiu o cheiro do meu suor e a pressão do meu pau nas costas, o corpo dele relaxou na hora. Ele virou o rosto de lado no travesseiro e deu um sorrisinho safado por cima do ombro, a voz sonolenta e cúmplice:
— Porra... você de novo, Fabinho? Que susto... Minha mãe tá aí na sala, você tá louco?
— Sua mãe tá apagada no sofá, com a buceta transbordando da minha porra até agora. Agora para de falar e abre essa bundinha pra mim, viadinho gostoso.
O moleque soltou um gemido baixinho entre os dentes e empinou o quadril para cima na hora, facilitando o serviço. Puxei o elástico da cueca dele para baixo, expondo as nádegas claras. Juntei saliva, cuspi bem no meio da portinha rosada dele e enfiei dois dedos com o óleo, fazendo um movimento de vaivém para lubrificar as paredes internas e forçar a abertura. O cu dele era apertado, muito quente, com aquela textura elástica de quem tem pouco uso. Em seguida, encostei a cabeça da minha rola na entrada e empurrei para dentro com o peso do meu corpo. O Lucas soltou um gemido longo, abafando o som contra o lençol, enquanto o músculo dele se esticava para receber o diâmetro do pau.
— Ai caralho... tá muito grossa hoje... vai devagar, Fabinho, tá doendo...
— Cala a boca e toma tudo. Você adora uma rola no cu que eu sei, para de drama.
Afundei o corpo de uma vez, de forma bruta, enterrando os 20 centímetros até a base bater na bunda dele; eu sabia muito bem que ele aguentava o tranco. Comecei a meter com um ritmo forte, estocadas longas, tirando quase tudo e empurrando de volta com peso. O Lucas afundava o rosto no travesseiro macio para não gritar e acordar a mãe, mas a reação do corpo dele entregava o prazer: ele empinava a bunda cada vez mais alto, buscando o impacto. Aumentei a velocidade, a minha pele batendo contra a dele fazendo um som estalado no quarto escuro. Segurei o cabelo dele por trás, puxando a cabeça dele com força para trás:
— Geme alto pra mim, vai... deixa eu ouvir o quanto você gosta de ser arrombado por esse pau.
Ele virou o rosto, os olhos brilhando no escuro, e soltou a voz:
— Me come... mais forte, Fabinho... enfia tudo... eu quero sentir você batendo lá no fundo, rasgando tudo...
Mudei a posição, virando o corpo dele de lado na cama, mantendo o pau enfiado no cu, e puxei uma das pernas finas dele para cima, metendo de conchinha. Pela fresta, dava para ver o pau dele completamente ereto, latejando e vazando uma quantidade enorme de líquido seminal que escorria pela barriga dele. O próprio moleque começou a bater uma punheta rápida, sincronizando as de mão com as minhas estocadas por trás. Ele estava completamente ensandecido, jogando o quadril para trás contra o meu pau a cada batida.
Depois, puxei ele para cima de mim, fazendo ele sentar de frente na minha rola. O Lucas apoiou as duas mãos espalmadas no meu peito, sentindo os meus batimentos, e começou a cavalgar com força, subindo até quase soltar e descendo com o peso todo, rebolando quando o pau tocava o fundo. O cu dele engolia a haste inteira, apertando de um jeito absurdo que me dava até calafrio.
— Porra... tá entrando muito fundo... me fode assim... eu amo a sua rola dentro do meu cu...
Segurei firme na cintura fina dele, controlando o movimento, forçando o corpo dele para baixo com violência a cada subida. Fiz ele girar o quadril, rebolando em círculos em volta do meu pau para massagear as paredes internas. Depois, deitei ele de quatro na cama de novo, a posição que eu mais gostava, e comecei a socar sem o menor dó. O quarto ficou impregnado com o cheiro de suor, do óleo corporal e do barulho molhado do vaivém da pica dentro do cu dele.
Soquei com força no viadinho de quatro, sentindo as pernas dele começarem a tremer e a ceder, sem forças para aguentar o peso do meu rojão. Eu ainda não estava nem perto de gozar de novo, e foda-se o cansaço dele; ele ia continuar dando o cu ali até me satisfazer por completo.
Troquei de posição mais uma vez para finalizar: deitei de costas na cama e puxei ele por cima, mas de frente para mim, com as pernas dele bem abertas sobre os meus ombros. Eu jogava o quadril para cima com violência enquanto ele descia. O pau dele agora balançava meio mole, exausto de tanto levar pica no cu. O rosto do moleque estava coberto de suor, os olhos revirando para o teto, completamente entregue ao prazer extremo:
— Não para... pelo amor de Deus, me come mais... eu tô quase gozando só com a força do seu pau no meu cu...
Acelerei o ritmo ao máximo, dando estocadas rápidas e profundas que faziam a cama de solteiro ranger alto contra a parede. O Lucas começou a bater a punheta final com desespero e veio primeiro, despejando jatos finos de porra esbranquiçada que caíram direto no meu peito e na minha barriga quente. No exato momento do orgasmo dele, o cu dele travou em volta do meu pau com uma força absurda, me empurrando direto para o limite. Tirei a pica do cu dele com um estalo, fiz ele se ajoelhar na cama bem na minha frente e segurei firme na nuca dele.
— Abre bem a boca, vai... engole tudo o que eu vou te dar agora.
Meti o pau na boca dele, enfiando fundo até o talo, dando estocadas direto na garganta. O moleque engasgava, o peito subindo, a saliva escorria em abundância pelo canto dos lábios dele, mas ele continuava chupando com uma fome absurda, trabalhando a língua em volta da glande inchada. A carinha dele foi ficando completamente vermelha pelo esforço e pela falta de ar, ele tossia e sufocava com o tamanho, mas os meus 20 centímetros sumiam inteiros naquela boca gulosa. Quando a pressão no meu saco ficou insuportável, descarreguei uma jorrada forte de porra direto na garganta dele. Foram jatos espessos e quentes que encheram a boca do moleque. O Lucas engoliu tudo sem hesitar, limpando o excesso com a língua nos lábios, e depois passou a língua pelo comprimento do meu pau inteiro para recolher o resto, soltando um gemido de satisfação:
— Humm... que gosto bom... quente... quero mais... me come de novo amanhã, tá? Eu quero acordar com a sua rola dentro de mim de manhã cedo.
Eu soltei uma risada alta, dei um tapa daqueles de estalar na bunda clara dele e ordenei com a voz firme:
— Abre a boca de novo que a brincadeira ainda não acabou.
Ele, sem entender direito o que vinha a seguir, com aquela cara de bobo, abriu a boca e abocanhou o meu pau que já estava meio mole, relaxando.
Foi nesse momento que relaxei a bexiga e comecei a mijar direto na boca dele. No mesmo instante, vi o olhar de puro desespero e choque se espalhar pelos olhos do moleque, que tentou afastar a cabeça. Segurei os cabelos dele com força, travando ele na posição, e ameacei com a voz mansa, mas pesada:
— Se não engolir cada gota desse mijo agora, vai levar uma surra que não vai esquecer. Engole tudo, vai.
Vi a garganta dele fazendo uma força absurda para processar o líquido quente, o pomo de adão subindo e descendo com dificuldade. Eu fui bonzinho, dei uma segurada e mijei devagar, em um fluxo controlado. No meio de várias ânsias de vômito que faziam o corpo dele sacudir, o moleque foi engolindo todo o meu mijo morno, aceitando a humilhação completa como o bom viado submisso que ele era.
Quando enfim a minha bexiga esvaziou por completo, soltei os cabelos dele. Ele se afastou, levantando-se da cama assustado, limpando a boca com as costas da mão, com um olhar confuso e submisso de quem tinha sido totalmente dominado:
— Agora... agora que você até mijou em mim... isso significa que eu sou seu? Que eu te pertenço?
Eu dei uma gargalhada alta, ecoando no quarto escuro. Capacho por acaso não sabe que pertence ao dono desde o primeiro momento? Esse viadinho ainda ia servir para muito mais; a minha ideia era levar ele qualquer dia desses para ser arrombado pelos meus parças da quebrada juntos, em uma roda, só para ver até onde a elasticidade daquele cu aguentava.
— Pode deixar, viadinho. Essa bundinha clara aí é propriedade minha agora. Amanhã a gente continua o serviço.
Saí do quarto dele com o corpo leve. A Márcia continuava completamente apagada no sofá da sala, com a saia levantada e a buceta ainda melada e brilhando com o resto da minha porra que escorria. O Lucas voltou a dormir com o cu latejando de dor e prazer, mas com um sorriso satisfeito no rosto, provavelmente já sonhando com a próxima rodada de humilhação. Deitei na outra cama pensando que aquela noite tinha sido foda pra caralho: uma mulher madura gostosa e um rapaz safado de 19 anos, mãe e filho, os dois gemendo o meu nome no escuro e pedindo por mais pica.
No dia seguinte, quem sabe, eu acordava os dois de uma vez só e metia nos dois juntos na mesma cama... mas isso já é outra história. A Márcia ainda ia descobrir, da pior forma possível, qual dos dois naquela casa gostava mais de levar rola.
Pensando bem, faltou mijar na Márcia também. Tenho a certeza absoluta de que aquela cadela velha também bebe o mijo todo sem reclamar. Na próxima oportunidade, eu faço.
