Comendo mãe e filho

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Heterossexual
Contém 4116 palavras
Data: 08/06/2026 12:38:40

​Porra, eu sou exatamente aquele cara que as mina chamam de boy lixo e os cara olham de canto de olho, medindo a distância. Cabelo bagunçado e meio ensebado, aquela tatuagem barata e meio desbotada ocupando metade do braço esquerdo, boné de aba reta virado pra trás, bermudão jeans folgado caindo nos quadris e chinelo de dedo de borracha gasta. Vivo de bico, fazendo o que aparece, fumo um fininho de skunk quando dá pra clarear a mente, bebo cerveja trincando de gelada no copo americano e o que eu mais gosto nessa vida, sem a menor dúvida, é meter. É o que me move.

​Naquela sexta-feira quente pra caralho, o ar parecia uma parede de vapor que colava na pele. Sem nada pra fazer, resolvi colar na casa da minha tia, que tinha viajado para a praia. Ela, sabendo da minha fama, preferiu pedir pra amiga dela, a Márcia, passar lá pra deixar umas compras, uns remédios e dar uma geral na casa, já que ninguém na família confia em mim para cuidar de uma chave. O que eles não sabiam é que a Márcia era uma puta de uma coroa gostosa. E, para completar, ela foi até lá com o filhinho bixa dela, o Lucas.

​A Márcia tinha 44 anos, viúva fazia uns tempos, mas com um corpo absurdamente bem conservado, daqueles de quem malha escondido na garagem de casa: peitos grandes, pesados, que balançavam nítidos sob o tecido leve da blusa, cintura marcada, bunda empinada e carnuda que chamava a atenção a cada passo, e coxas grossas que roçavam uma na outra quando ela andava. O rosto era bonito, moldado por um cabelo castanho na altura dos ombros, e ostentava um sorriso de canto que já entregava, de longe, que ela ainda curtia uma safadeza das pesadas.

​Eu cheguei por volta das 9 da noite, batendo na porta de madeira pesada com as costas dos dedos. Eu estava só de short tactel preto, descalço, sem camisa, com o corpo brilhando de suor por causa do calor infernal daquela noite. Quando a porta se abriu, o ar condicionado da sala bateu no meu peito, e a Márcia me olhou de cima a baixo. Os olhos dela demoraram no meu abdômen, desceram pelo rastro de pelos até o cós do short e subiram de volta. Ela deu aquele sorrisinho safado, mordendo o canto dos lábios:

​— Nossa, Fabinho... você tá um homem feito, hein? Cresceu... Tá grandão onde interessa também?

​A verdade é que a Márcia tinha fama de puta no bairro, todo mundo comentava na boca miúda, quem quisesse e tivesse atitude comia a vadia.

​Eu ri, um riso curto, empurrei o corpo para dentro e fechei a porta atrás dela com um estalo seco. Sem dar tempo para conversa, enfiei a mão espalmada na cintura dela, puxando aquele corpo quente contra o meu com força, sentindo a maciez da pele dela colando no meu suor.

​— Quer conferir, tia Márcia? Cresci bastante desde a última vez que você me viu no churrasco da família.

​Ela não respondeu com palavras. Só soltou um suspiro pesado, colou o quadril no meu e apertou o meu peito com a mão livre, cravando as unhas de leve. O cheiro dela era uma mistura forte de perfume doce, meio abaunilhado, com aquele calor sutil do próprio corpo que tinha passado o dia na rua. Eu não perdi tempo: meti a boca na dela num beijo molhado, bruto, a língua entrando fundo sem pedir licença, chupando a dela com vontade, sentindo o gosto doce do batom misturado com a saliva quente. A Márcia gemeu baixinho, um som gultural que vibrou na minha garganta, e já desceu a mão rápido para o meu short, envolvendo o volume que crescia e latejava a cada segundo.

​— Caralho... que rola grossa você tem, garoto. Tá duro assim só de me ver? — ela sussurrou, a voz arrastada, os olhos já meio caídos de tesão.

​— Tô imaginando você engolindo ela inteira, sem engasgar — respondi na orelha dela, dando uma mordida forte no pescoço que deixou a pele vermelha.

​Levei ela pro sofá de tecido escuro da sala, arranquei a sacola de plástico da mão dela e joguei no chão; os remédios rolaram pelo tapete, mas foda-se. Começamos a arrancar a roupa um do outro com uma pressa que fazia os botões estalarem. A blusa de alça dela voou longe, o sutiã preto de renda caiu logo em seguida, e aqueles peitos grandes e fartos saltaram livres na minha frente, pesados, com os mamilos marrons e largos já completamente durinhos pelo choque do ar frio da sala. Eu avancei em um deles, enfiando a boca inteira, chupando com força, fazendo um ruído alto de sucção, depois passei para o outro, dando leves mordiscadas enquanto ela arqueava as costas, cravando os dedos no meu cabelo e empurrando a minha cabeça contra o peito dela.

​Desci a mão direita pela barriga lisa, passei pelo umbigo e levantei a saia jeans dela, enfiando os dedos por baixo da calcinha de algodão. A bucetinha dela já estava encharcada, um calor absurdo emanando dali, os lábios carnudos e inchados de puro tesão, babando um líquido viscoso que colou nos meus dedos instantaneamente.

​— Porra, você tá molhada pra caralho... tava no caminho pra cá pensando em pica, né, sua safada?

​— Tô... faz tanto tempo que não sinto um pau bom, um pau de verdade assim. Me come, Fabinho... me come direito, faz o que quiser comigo.

​Arranquei o short de uma vez e minha rola pulou para fora, apontando para o teto: grossa, com as veias calibrosas saltadas ao longo do corpo, a cabeça rosada e inchada pelo acúmulo de sangue, uns 20 centímetros de puro tesão latejante. A Márcia arregalou os olhos, a boca se abrindo em surpresa, e as pernas dela cederam. Ela se ajoelhou ali mesmo, no tapete felpudo na frente do sofá. Segurou o meu pau com as duas mãos, sentindo a quentura, e passou a língua desde a base até a cabeça, devagar, colhendo o mênstruo que já brotava no topo, girando a ponta da língua em volta da glande. Em seguida, ela abriu bem a boca e engoliu metade do comprimento de uma vez só.

​Eu segurei os cabelos castanhos dela com força, os dedos enroscados nos fios, e comecei a empurrar devagar, sentindo a pressão quente dos lábios dela apertando a minha haste.

​— Isso... engole mais fundo... engasga nessa rola, vai.

​Ela tentou fazer graça, forçou o pescoço para baixo, descendo mais o pau até tocar o fundo da garganta. O reflexo foi imediato: ela engasgou forte, o peito sacudindo, mas não soltou. A saliva espessa começou a escorrer pelo canto da boca dela, pingando no queixo e no meu saco, os olhos lacrimejaram instantaneamente, ficando vermelhos, mas ela manteve a boca cravada ali. Eu comecei a foder a boca dela com ritmo, estocadas médias no começo, ouvindo o barulho abafado do ar tentando sair, e depois afundando até o talo. O barulho molhado, aquele gluck-gluck-gluck alto e nojento, ecoava pela sala inteira. Ela babava o meu pau todo, o nariz começou a escorrer pelo esforço, mas ela continuava gemendo de tesão por trás da carne, se deliciando toda vez que a cabeça do meu pau batia no fundo da garganta dela.

​Depois de uns bons minutos arrombando a garganta da coroa, puxei ela para cima pelos braços. Ela estava trêmula, com o rosto corado. Tirei o resto da calcinha dela e a joguei de quatro no sofá, com os joelhos apoiados na almofada e a cabeça baixa. Abri aquela bunda carnuda com as duas mãos, expondo a fresta úmida. Juntei um monte de saliva na boca, cuspi direto na buceta rosada dela, que reluzia, e mirei a cabeça do pau. Empurrei tudo de uma vez, uma estocada seca até o talo, sentindo a carne dela ceder e esticar ao máximo para acomodar a espessura. A Márcia soltou um grito agudo que ecoou no teto, misturando dor e prazer:

​— Ai meu Deus do céu! Que rola enorme... tá me rasgando inteira, Fabinho!

​Eu segurei firme nos ossos do quadril dela, cravando os dedos na pele, e comecei a meter com força, estocada atrás de estocada. O barulho do meu pé batendo no chão e da minha barriga estalando contra a bunda gorda dela fazia um som alto na sala: tapa, tapa, tapa. A buceta dela parecia uma luva de veludo quente, apertando o meu pau a cada vaivém, tão molhada que o caldo do tesão dela começou a escorrer pelas minhas coxas e a besuntar os meus bagos. Ficamos uns minutos nessa pegada bruta, até que mudei a posição: sentei no sofá, apoiei as costas e puxei o corpo dela para cima de mim, de frente.

​Ela segurou nos meus ombros e desceu devagar, engolindo a minha rola inteira na buceta mais uma vez, soltando um gemido longo enquanto começava a cavalgar. Os peitos gigantes dela balançavam freneticamente na altura do meu rosto. Eu avançava neles, chupando, mordendo os mamilos endurecidos com força, arrancando suspiros desesperados enquanto ela subia e descia na minha pica, rebolando no fundo:

​— Tá muito fundo... caralho... tá batendo direto no fundo do meu útero... vai devagar...

​Eu não ia devagar porra nenhuma. Rebolava o quadril para cima de encontro ao dela, forçando a entrada, ajudando o movimento dela até que o quadril dela batesse com força no meu osso púbico. Depois, segurei o corpo dela e a deitei de lado no sofá, levantando uma das pernas grossas dela para o alto, prendendo no meu ombro, e comecei a meter de conchinha. Nessa posição, dava para ver perfeitamente o pau entrando e saindo da fresta, brilhando completamente por causa da lubrificação mútua, um rastro de baba e porco que cobria tudo. A Márcia já estava completamente fora de si, com a mão livre cravada no próprio clitóris, se esfregando freneticamente enquanto eu ditava o ritmo das estocadas por trás.

​— Quero comer esse cu agora — falei perto do ouvido dela, a voz rouca, tirando o pau da buceta com um estalo úmido e apontando a cabeça direto para a roseta rosada e apertada dela, que contrastava com a pele da bunda.

​— Come... mas vai devagar no começo, por favor, tá muito apertado...

​Juntei outro cuspe grosso na mão, passei bastante na entrada do cu dela, massageando com o dedão para amaciar a carne, depois enfiei dois dedos de uma vez, forçando as paredes do esfíncter a abrirem. Quando vi que estava escorregadio o suficiente por causa do cuspe e do próprio caldo da buceta que tinha escorrido para ali, encostei a cabeça da rola na entrada e empurrei com uma pressão constante. A Márcia soltou um gemido alto, agudo, apertando os dentes e segurando no braço do sofá com tanta força que as juntas dos dedos ficaram brancas. Fui afundando aos poucos, vencendo a resistência do músculo quente, até que a rola toda sumiu dentro daquele cu apertado e ardente. Comecei a meter, primeiro com movimentos curtos para ela acostumar, e depois acelerando, sentindo a pressão absurda que aquele cuzinho exercia na minha haste.

​— Porra... que cu apertado do caralho... tá me espremendo todo, parece que vai arrancar a pele do meu pau.

​Coloquei ela na posição de quatro de novo, mas agora mantendo o pau enterrado no cu, metendo com toda a força que eu tinha. A bunda dela tremia visivelmente a cada estocada violenta que eu dava. Depois, inverti a situação: deitei na almofada, puxei ela por cima, mas de costas para mim, fazendo ela cavalgar direto no cu. Ela rebolava sem parar, jogando o peso do corpo para baixo, subindo e descendo, com os gemidos saindo em uma sequência desordenada. Troquei mais uma vez para a posição de lado, com a perna dela suspensa, comendo o cu dela com vontade, ouvindo o som seco da pele batendo. A Márcia já estava ensopada de suor, os cabelos grudados na testa e nas bochechas, balbuciando palavras sem nenhum sentido de tanto prazer e exaustão.

​Quando senti aquela queimação subindo pela base do meu saco, avisando que eu estava na boca de gozar, tirei o pau do cu dela com um som de sucção e voltei direto para a buceta, que estava escancarada e fervendo. Meti fundo, rápido, travando os meus dedos na cintura dela para ela não fugir do impacto. A Márcia veio primeiro: o corpo dela tensionou inteiro, as pernas tremeram em espasmos violentos e a buceta começou a morder o meu pau em contrações involuntárias muito fortes, enquanto ela gritava, jogando a cabeça para trás:

​— Tô gozando... ai caralho... tô gozando tudo na sua rola, Fabinho!

​O aperto daquele orgasmo quebrou a minha resistência. Dei três estocadas finais, afundando até bater os bagos na bunda dela, e gozei tudo lá dentro da xota. Foram jatos grossos, volumosos e quentes de porra, enchendo a cavidade dela até o limite, fazendo transbordar. Quando tirei o pau devagar, um fio espesso de sêmen misturado com o suco dela escorreu pela parte interna da coxa grossa. A Márcia desabou no sofá de lado, com os olhos semicerrados, a respiração completamente desregulada, o peito subindo e descendo, enquanto a gozada escorria em câmera lenta da bucetinha inchada e vermelha.

​— Descansa aí, gostosa... você mereceu o trato — falei, dando um tapa estalado na bunda dela e um beijo desleixado na testa suada.

​Caminhei até o banheiro social, me limpei um pouco com a toalha de rosto, passei uma água na boca e bebi um copo enorme de água gelada direto da geladeira da cozinha. Meu pau nem tinha amolecido direito; continuava meio duro, latejando com o calor acumulado da foda. A casa voltou ao silêncio, quebrado apenas pelo zumbido contínuo do ventilador de teto da sala. Foi aí que me veio o estalo na mente: o filho da Márcia, o Lucas, de 19 anos, estava dormindo no quarto dos fundos da casa. O moleque era magrinho, pele bem clara que marcava por qualquer coisa, cabelo escuro bagunçado e uma carinha de menino delicado. Eu já tinha pegado ele escondido umas duas vezes em rolês passados, e sabia que o moleque era completamente viciado no meu jeito bruto: pedia por favor, gemia alto, rebolava e sempre queria mais.

​Entrei no quarto dele sem fazer barulho, sem acender a luz principal para não alertar ninguém, usando apenas a claridade fraca da tela do meu celular. O Lucas estava dormindo de barriga para baixo, vestindo apenas uma cueca boxer preta de algodão, com o lençol chutado para o pé da cama por causa do abafamento da noite. Tirei o resto do meu short, peguei um vidro de óleo corporal que vi na cômoda, joguei um pouco na minha pica para deslizar sem freio e subi na cama de solteiro devagar, sentindo o colchão afundar. Colei o meu peito suado nas costas dele, deixando a minha rola dura e besuntada de óleo se esfregar bem no meio das nádegas dele, por cima do tecido da cueca.

​Ele acordou com o susto do peso em cima dele, mas no segundo em que sentiu o cheiro do meu suor e a pressão do meu pau nas costas, o corpo dele relaxou na hora. Ele virou o rosto de lado no travesseiro e deu um sorrisinho safado por cima do ombro, a voz sonolenta e cúmplice:

​— Porra... você de novo, Fabinho? Que susto... Minha mãe tá aí na sala, você tá louco?

​— Sua mãe tá apagada no sofá, com a buceta transbordando da minha porra até agora. Agora para de falar e abre essa bundinha pra mim, viadinho gostoso.

​O moleque soltou um gemido baixinho entre os dentes e empinou o quadril para cima na hora, facilitando o serviço. Puxei o elástico da cueca dele para baixo, expondo as nádegas claras. Juntei saliva, cuspi bem no meio da portinha rosada dele e enfiei dois dedos com o óleo, fazendo um movimento de vaivém para lubrificar as paredes internas e forçar a abertura. O cu dele era apertado, muito quente, com aquela textura elástica de quem tem pouco uso. Em seguida, encostei a cabeça da minha rola na entrada e empurrei para dentro com o peso do meu corpo. O Lucas soltou um gemido longo, abafando o som contra o lençol, enquanto o músculo dele se esticava para receber o diâmetro do pau.

​— Ai caralho... tá muito grossa hoje... vai devagar, Fabinho, tá doendo...

​— Cala a boca e toma tudo. Você adora uma rola no cu que eu sei, para de drama.

​Afundei o corpo de uma vez, de forma bruta, enterrando os 20 centímetros até a base bater na bunda dele; eu sabia muito bem que ele aguentava o tranco. Comecei a meter com um ritmo forte, estocadas longas, tirando quase tudo e empurrando de volta com peso. O Lucas afundava o rosto no travesseiro macio para não gritar e acordar a mãe, mas a reação do corpo dele entregava o prazer: ele empinava a bunda cada vez mais alto, buscando o impacto. Aumentei a velocidade, a minha pele batendo contra a dele fazendo um som estalado no quarto escuro. Segurei o cabelo dele por trás, puxando a cabeça dele com força para trás:

​— Geme alto pra mim, vai... deixa eu ouvir o quanto você gosta de ser arrombado por esse pau.

​Ele virou o rosto, os olhos brilhando no escuro, e soltou a voz:

​— Me come... mais forte, Fabinho... enfia tudo... eu quero sentir você batendo lá no fundo, rasgando tudo...

​Mudei a posição, virando o corpo dele de lado na cama, mantendo o pau enfiado no cu, e puxei uma das pernas finas dele para cima, metendo de conchinha. Pela fresta, dava para ver o pau dele completamente ereto, latejando e vazando uma quantidade enorme de líquido seminal que escorria pela barriga dele. O próprio moleque começou a bater uma punheta rápida, sincronizando as de mão com as minhas estocadas por trás. Ele estava completamente ensandecido, jogando o quadril para trás contra o meu pau a cada batida.

​Depois, puxei ele para cima de mim, fazendo ele sentar de frente na minha rola. O Lucas apoiou as duas mãos espalmadas no meu peito, sentindo os meus batimentos, e começou a cavalgar com força, subindo até quase soltar e descendo com o peso todo, rebolando quando o pau tocava o fundo. O cu dele engolia a haste inteira, apertando de um jeito absurdo que me dava até calafrio.

​— Porra... tá entrando muito fundo... me fode assim... eu amo a sua rola dentro do meu cu...

​Segurei firme na cintura fina dele, controlando o movimento, forçando o corpo dele para baixo com violência a cada subida. Fiz ele girar o quadril, rebolando em círculos em volta do meu pau para massagear as paredes internas. Depois, deitei ele de quatro na cama de novo, a posição que eu mais gostava, e comecei a socar sem o menor dó. O quarto ficou impregnado com o cheiro de suor, do óleo corporal e do barulho molhado do vaivém da pica dentro do cu dele.

​Soquei com força no viadinho de quatro, sentindo as pernas dele começarem a tremer e a ceder, sem forças para aguentar o peso do meu rojão. Eu ainda não estava nem perto de gozar de novo, e foda-se o cansaço dele; ele ia continuar dando o cu ali até me satisfazer por completo.

​Troquei de posição mais uma vez para finalizar: deitei de costas na cama e puxei ele por cima, mas de frente para mim, com as pernas dele bem abertas sobre os meus ombros. Eu jogava o quadril para cima com violência enquanto ele descia. O pau dele agora balançava meio mole, exausto de tanto levar pica no cu. O rosto do moleque estava coberto de suor, os olhos revirando para o teto, completamente entregue ao prazer extremo:

​— Não para... pelo amor de Deus, me come mais... eu tô quase gozando só com a força do seu pau no meu cu...

​Acelerei o ritmo ao máximo, dando estocadas rápidas e profundas que faziam a cama de solteiro ranger alto contra a parede. O Lucas começou a bater a punheta final com desespero e veio primeiro, despejando jatos finos de porra esbranquiçada que caíram direto no meu peito e na minha barriga quente. No exato momento do orgasmo dele, o cu dele travou em volta do meu pau com uma força absurda, me empurrando direto para o limite. Tirei a pica do cu dele com um estalo, fiz ele se ajoelhar na cama bem na minha frente e segurei firme na nuca dele.

​— Abre bem a boca, vai... engole tudo o que eu vou te dar agora.

​Meti o pau na boca dele, enfiando fundo até o talo, dando estocadas direto na garganta. O moleque engasgava, o peito subindo, a saliva escorria em abundância pelo canto dos lábios dele, mas ele continuava chupando com uma fome absurda, trabalhando a língua em volta da glande inchada. A carinha dele foi ficando completamente vermelha pelo esforço e pela falta de ar, ele tossia e sufocava com o tamanho, mas os meus 20 centímetros sumiam inteiros naquela boca gulosa. Quando a pressão no meu saco ficou insuportável, descarreguei uma jorrada forte de porra direto na garganta dele. Foram jatos espessos e quentes que encheram a boca do moleque. O Lucas engoliu tudo sem hesitar, limpando o excesso com a língua nos lábios, e depois passou a língua pelo comprimento do meu pau inteiro para recolher o resto, soltando um gemido de satisfação:

​— Humm... que gosto bom... quente... quero mais... me come de novo amanhã, tá? Eu quero acordar com a sua rola dentro de mim de manhã cedo.

​Eu soltei uma risada alta, dei um tapa daqueles de estalar na bunda clara dele e ordenei com a voz firme:

​— Abre a boca de novo que a brincadeira ainda não acabou.

​Ele, sem entender direito o que vinha a seguir, com aquela cara de bobo, abriu a boca e abocanhou o meu pau que já estava meio mole, relaxando.

​Foi nesse momento que relaxei a bexiga e comecei a mijar direto na boca dele. No mesmo instante, vi o olhar de puro desespero e choque se espalhar pelos olhos do moleque, que tentou afastar a cabeça. Segurei os cabelos dele com força, travando ele na posição, e ameacei com a voz mansa, mas pesada:

​— Se não engolir cada gota desse mijo agora, vai levar uma surra que não vai esquecer. Engole tudo, vai.

​Vi a garganta dele fazendo uma força absurda para processar o líquido quente, o pomo de adão subindo e descendo com dificuldade. Eu fui bonzinho, dei uma segurada e mijei devagar, em um fluxo controlado. No meio de várias ânsias de vômito que faziam o corpo dele sacudir, o moleque foi engolindo todo o meu mijo morno, aceitando a humilhação completa como o bom viado submisso que ele era.

​Quando enfim a minha bexiga esvaziou por completo, soltei os cabelos dele. Ele se afastou, levantando-se da cama assustado, limpando a boca com as costas da mão, com um olhar confuso e submisso de quem tinha sido totalmente dominado:

​— Agora... agora que você até mijou em mim... isso significa que eu sou seu? Que eu te pertenço?

​Eu dei uma gargalhada alta, ecoando no quarto escuro. Capacho por acaso não sabe que pertence ao dono desde o primeiro momento? Esse viadinho ainda ia servir para muito mais; a minha ideia era levar ele qualquer dia desses para ser arrombado pelos meus parças da quebrada juntos, em uma roda, só para ver até onde a elasticidade daquele cu aguentava.

​— Pode deixar, viadinho. Essa bundinha clara aí é propriedade minha agora. Amanhã a gente continua o serviço.

​Saí do quarto dele com o corpo leve. A Márcia continuava completamente apagada no sofá da sala, com a saia levantada e a buceta ainda melada e brilhando com o resto da minha porra que escorria. O Lucas voltou a dormir com o cu latejando de dor e prazer, mas com um sorriso satisfeito no rosto, provavelmente já sonhando com a próxima rodada de humilhação. Deitei na outra cama pensando que aquela noite tinha sido foda pra caralho: uma mulher madura gostosa e um rapaz safado de 19 anos, mãe e filho, os dois gemendo o meu nome no escuro e pedindo por mais pica.

​No dia seguinte, quem sabe, eu acordava os dois de uma vez só e metia nos dois juntos na mesma cama... mas isso já é outra história. A Márcia ainda ia descobrir, da pior forma possível, qual dos dois naquela casa gostava mais de levar rola.

​Pensando bem, faltou mijar na Márcia também. Tenho a certeza absoluta de que aquela cadela velha também bebe o mijo todo sem reclamar. Na próxima oportunidade, eu faço.

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Show. Tirando o mijo adorei as fodas. Já fiz isso mas com pai e filho.

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