Aquela noite foi um martírio para mim. Por mais que tentasse me concentrar na combinação de leitura com música instrumental, os sons que vinham da suíte eram indecentes e faziam meu corpo todo reagir. Só consegui dormir depois de gozar três vezes com meus dedinhos. Já deveria ter aprendido sobre a importância de ter um consolo.
No dia seguinte, depois de acordar sem meu amor ao meu lado, minha atenção estava toda voltada para saber como foi a noite de Ay. Meu tesão estava a mil, já imaginando como seria ser a putinha daqueles dois homens deliciosos. Até porque, na medida em que passavam os dias e as horas, minha atração por Gabriel se tornava mais forte. Um dos pensamentos recorrentes em minha mente era fazer amor com meu novo namorado, o que me deixava muito excitada.
Encontrei com Ay na cozinha e a coitada estava com uma carinha de acabada preparando o café. Quando me viu, me deu um abraço e um beijo estalado nos lábios.
- Como foi a noite, amorzinho? – perguntei, acariciando seu rosto cansado.
- Quase que não volto da lua dessa vez – brincou com um sorriso de satisfação no rosto.
- Quero saber tudo.
- Fica comigo hoje, que eu te conto. Só papo calcinha.
Assim foi feito. Fui com Ay para sua casa. Minha gatinha morava em um apartamento em um prédio bem moderno. Tinha três quartos, duas suítes e uma varanda grande. Seus pais trabalhavam fora. Tinha dois irmãos. Um deles, João Pedro, era mais velho e já estava casado. A irmã caçula, Vanessa, estava passando a semana com os avós em Petrópolis. Mostrou-me as fotografias e a família era toda linda como ela. Na parte da manhã, a deixei trabalhar e me distraí lendo um livro e conferindo as notícias na internet.
Na hora do almoço, comemos e pouco conversamos. Depois de lavarmos a louça e guardamos os talheres, fomos para a varanda e eu estava ávida por saber tudo que tinha acontecido naquele quarto do pecado.
- Ai, Megerinha do meu coração, acho que nunca gozei tanto na minha vida. Aqueles dois me fizeram de gato e sapato. E é claro que eu adorei ser tratada que nem putinha de zona.
- Já estou ficando com a calcinha molhada – intervim.
- E eu? Nem se fala. O Gabriel me colocou para mamar no pau dele e do André, enquanto tirava minha roupa. Fiquei peladinha para os dois. Aí, ele me mandou ficar de quatro e comeu minha bucetinha, enquanto eu chupava o pau do Demônio. Depois eles inverteram. Aí, seu namorado começou a bater na minha bunda enquanto metia e o Gabriel começou a dar tapas no meu rosto.
- Nossa, miga, você foi espancada?
- E a-do-rei. Gozei feito uma cadela no cio apanhando.
- Puta merda – exclamei, com a buceta já latejando.
- Bota puta merda nisso, querida. Aí o Gabriel comeu meu cuzinho e gozou dentro. Depois o André comeu meu cuzinho também. Eu não parava de gozar. Então, para me enlouquecer de vez, fizeram uma DP.
- Ai, meu Deus! Sério? Como foi?
- Porra, imagina aquelas duas picas dentro de você. Eles foram ultra cuidadosos, mas no começo incomodou bastante. Eu nunca tinha feito essa porra. Mas quando foi passando o incômodo, eu quase enlouqueci de recheio de sanduíche daqueles dois gostosos. Tive um orgasmo monumental quando o Gabriel me provocou e me chamou de piranha.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
- Mas o pior foi depois. Eu toda acabadinha, com meus buraquinhos latejando e sensíveis, os dois me torturaram quase até a morte. A gente tinha tomado banho e eles ficaram um de cada lado me provocando. Metiam os dedos na minha buceta e no meu cu, lambiam meus seios, me viravam de bruços e de frente. Batiam na minha bunda, depois me xingavam, batiam no meu rosto, beijavam minha boca, lambiam meus buraquinhos. Disseram que eu era uma puta safada, que iam me colocar na zona e ganhar dinheiro comigo...
- Caralho, miga, assim eu vou gozar só de ouvir – intervim já com as batidas do coração aceleradas e a buceta latejando sem parar, os biquinhos dos seios querendo furar o tecido da blusa.
- É só pedir para fazerem o mesmo com você.
- Mas você não se ofendeu de eles te tratarem assim?
- Fala sério, né, Megerinha? Eu estava era adorando. E para terminar de me destruir de vez, ainda fizeram outra DP. Ficou o André embaixo na minha buceta e meu dono por cima, no meu cuzinho. Juro pra você que eu chorei de soluçar de tanto gozar com aquelas duas picas dentro de mim. Mas eles foram muito cuidadosos, usaram bastante lubrificante e sempre perguntavam se estava doendo. Até que estava, mas putinhas não podem ser frescas e aguentar a dor me dava ainda mais tesão quando eu sentia, mas não foi muita. Teve muito mais prazer.
- Minha calcinha deve estar parecendo uma lagoa – respondi com a respiração alterada.
- Eu até faria uns carinhos na sua bucetinha real, mas regra é regra. Vai ter que guardar esse tesão para hoje à noite.
- Malvada, megera!
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Você é a Megera. Kkkkkkkkkkkk.
- Ai, amor, eu tô subindo pelas paredes aqui. Você gosta mesmo dessas selvagerias?
- Adoro ser tratada como puta bem rampeira pelo Gabriel. E pelo gostoso do seu namorado também. Mas não é sempre assim. Só quando rola o clima. Tem a noite de rainha, de dama e de puta. É nosso código. Na noite de dama, é jantarzinho romântico, o Gabriel vira um fofo. Me leva para jantar fora, fica todo cavalheiro. Às vezes, a gente vai para um lugar que tem música ao vivo e fica namorando a noite inteira. É uma delícia. Ele me paparica feito uma princesinha. Depois, a gente faz amor gostoso. Eu fico toda derretida.
- Que homem é esse? Tem várias versões, é três em um – brinquei, fazendo caras e bocas.
- Agora ele é seu também. Com você eu divido tudo. Você é linda e eu te amo pra caralho, Megerinha – se declarou, me dando um abraço e um beijo nos lábios.
- Então, a recíproca é verdadeira. Pode se aproveitar à vontade do Demônio.
- Ora se vou! Aliás, já me aproveitei bastante, né?
- Verdade, mas como é a noite de rainha?
- Prepara o coração - alertou.
- Impossível. Pode mandar sem preliminares mesmo. Mais molhada que já está minha calcinha, impossível.
- Então tá. Nessas noites, meu namorado vira meu brinquedinho, serviçal e escravo.
- Nossa! – exclamei, cheia de curiosidade e expectativa.
- Às vezes a gente sai, mas normalmente ficamos em casa mesmo. Eu coloco uma roupa bem provocante, daquelas de deixar o coitado babando e morrendo de tesão. Quando a gente sai, eu faço ele calçar minhas sandálias de joelhos.
- Não sei se eu me coloco no lugar dele ou no seu.
- KKKKKKKKKKK. Safada! Quando ficamos em casa, ele prepara o jantar, me serve e faz tudo que eu mando. Eu sou a rainha, não é? Aí, eu faço ele adorar meus pés, fazer massagem, beijar. Depois, eu deixo ele peladinho, com aquele pau duro e todo excitadinho. Amarro ele na cama e torturo com carinhos. Esfrego minha calcinha no rosto dele. Ele fica maluco de tesão quando eu faço isso.
- Também quero que você esfregue sua calcinha na minha cara – reagi, o corpo inteiro respondendo.
- Pode deixar, que está anotado. Aí eu esfrego a bucetinha no rostinho dele.
- Isso eu já fiz com o André. Ele adora.
- Nesses dias, quem apanha é ele. Aí, eu bato na carinha dele, cuspo na boquinha. Ele deixa eu colocar o dedinho e lamber o cuzinho dele...
- Jura? – interrompi, com o tesão me consumindo.
- Ele só não deixa eu comer o cuzinho dele, que é meu sonho. Ele diz que se eu fizer isso não vou mais vê-lo como homem.
- E você?
- Eu acho uma tremenda de uma bobagem, né? Mas eu respeito. Homens têm umas babaquices que só eles mesmo.
- Eu estou abismada com vocês.
- Ah, e ele deixa eu fazer xixi nele.
- Aaaaaayyyyyyy! - reagi, abismada.
- Depois, ainda lambe minha buceta mijada.
- Eu vou gozar assim. Vocês são muito mais loucos do que eu imaginava.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. É uma delícia dominar assim, sabia? E ele também adora. Diz que tudo na rainha dele é gostoso, até o mijo.
- Nossa! Esse homem te idolatra mesmo.
- E eu também o idolatro.
- Só não vou dizer que eu fico com inveja porque meu amor com o Demônio também é desproporcional de tão grande, mas eu nunca pensei em fazer xixi nele. Parece uma cadela demarcando território.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
- Ele também mija em você? – perguntei, cheia de expectativa pela resposta.
- Claro! Nas noites de puta. Até na minha boquinha.
- Ergh, você engole?
- Às vezes, só um pouquinho.
- E tem gosto de que?
- De mijo, uai. É meio salgado, mas não é o gosto do mijo, é o de me sentir puta, suja. É afrodisíaco.
- Estou precisando rever meus conceitos sobre sexo e intimidade – brinquei, mas a buceta latejando horrores.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
- De tudo isso, eu posso dizer que o Gabriel é um felizardo por lhe proporcionar noites de rainha. Até eu queria estar no lugar dele.
Um brilho sacana e predador surgiu nos olhos da Ay.
- Jura, Megerinha?
- Qualquer pessoa adoraria. Você é uma deusa. Linda de morrer – respondi, as cenas passando em minha cabeça, a buceta latejando impiedosamente.
- Vou contar para o Gabriel que você está cobiçando meu xixi.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
- Melhor mudar de assunto, amiga. A minha imaginação está me torturando e a minha calcinha não vai ser capaz de conter a inundação entre as minhas pernas.
- O que mostra que você é uma safada e eu amo isso. Você também é linda, uma deusa. Quem sabe a gente não pode dar esse passo hoje à noite ou amanhã, dependendo do sorteio? Agora, eu tenho que gravar. Você pode me ajudar.
- Vou adorar fazer isso, mas você pode me emprestar uma calcinha, que a minha já deve estar em petição de miséria?
- Claro, amiga. A gente só compartilha as calcinhas com a mulher da nossa vida. E você é a mulher da minha vida.
- Se você não calar essa porra dessa boca, eu juro que não respondo por mim.
- Se eu não calar a porra da minha boca, nem eu.
Será que alguém poderia imaginar meu estado depois daquela conversa? Eu duvido. Não é possível. Minha mente estava cheia de imagens que eu fabricava e reproduzia. Na noite daquela quarta-feira era possível que eu fosse ter minha primeira noite com dois homens. Era possível que eu, pela primeira vez, fosse levar o pau do Gabriel, que seria o segundo homem da minha vida. A noite também poderia ser com o Gabriel e a Ay. Depois daquela conversa, imaginar o que poderia acontecer me deixava em um estado de tensão muito acima do imaginável.
O que me levou a outra conversa de meninas desconcertante. Era novembro de 2022, onze meses após aquela minha conversa com a Ay. A noite de castigo do Demônio tinha elevado a temperatura entre nós. Eu sabia que meu namorado tinha se deliciado com a participação da Cínthia em sua punição por ter me traído com a própria Cínthia. Eu estava morrendo de tesão de ver aquele colosso de mulher rebolando na boca do Demônio. Além do mais, era a única pessoa com quem eu tinha mais afinidade naquela faculdade.
Para falar a verdade, eu tinha um tesão danado de ver meu namorado comendo aquela puta gostosa pra caralho, mas a imaginação da gente nem sempre consegue dar conta da vida real. Depois de tudo que havíamos vivido no Rio de Janeiro com a Ayanna e o Gabriel, nada mais me espantaria. O que não quer dizer que nada pudesse me surpreender.
Naquela manhã, como anunciado, deixamos André refletindo sobre seus atos, algemado na cama, só de cueca, depois de receber seu castigo físico por ter me traído com a Cínthia, e fomos passear no shopping. Convidei Cínthia para passar o final de semana conosco, ainda sem saber ao certo com que intenções. Mesmo parecendo receosa e mentalmente agitada, a amiga aceitou meu convite e fomos à sua casa para que pudesse pegar roupas. Não tivemos tempo ou privacidade para conversar, pois seus pais estavam em casa.
Apressei-a para retornarmos à casa do meu namorado, porque receava que pudesse acontecer algum incidente com o nosso prisioneiro preso àquela cama. Lá chegando, provoquei o Demônio.
- Oi, amor! Está apreciando seu castigo? Ainda acha que a vida de adúltero vale a pena?
- Eu acho que estou com fome e vontade de ir ao banheiro - respondeu entediado.
- Tudo bem, nós vamos soltar você. Está liberado para ir ao banheiro e tomar seu banho, mas seu castigo não terminou – vaticinei, enquanto o livrava das algemas, adotando um tom de madre superiora.
Após o banho e o almoço, o Demônio voltou para o castigo. Deixei-o só com as mãos algemadas na cama e fui para a sala conversar com Cínthia e beber umas caipirinhas que eu tinha feito. Tive que pensar em coisas ruins para resistir ao desejo de desamarrar meu namorado e trepar com ele como se não houvesse amanhã, mas ele teria que receber seu castigo integralmente e eu tinha planos mais auspiciosos para a noite. Por isso, não ousei me aliviar ou oferecer sua boquinha à Cinthia por enquanto.
O apartamento tinha uma varandinha aconchegante. Cínthia agora usava um shortinho curto e folgado, chinelinho e um top sem alça que deixava sua barriguinha de fora. Eu usava um vestidinho curto, bem à vontade, sem sutiã e preso aos ombros por alcinhas.
- Está tudo bem com você, amiga? – perguntei, ao perceber Cínthia inquieta.
- Ai, miga, eu não sei se tenho resposta para essa pergunta. Como você se sentiria se uma amiga sua lhe levasse para a casa do namorado para ajudá-la com uma sessão de tortura?
- Se o namorado da amiga fosse o André e ele me fizesse gozar lambendo minha xereca, eu me sentiria com tesão – provoquei.
- Pois é – respondeu Cínthia, fazendo careta e levando as mãos à nuca.
- Você está com tesão, gatinha? – reagi com uma voz provocante.
- Claro, né, porra? Ainda me fez dormir só de calcinha com aquele colosso de homem. Com todo respeito, né? Mas a quem você quer torturar?
- Poderia ser os dois. Afinal, não se esqueça que foi com você que ele me traiu.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Sua louca! Eu nem tirei proveito e ainda levo a culpa?
- Quer trepar com ele? – perguntei, olhar inquisitivo.
Seus olhos brilharam, mas tinha algo mais.
- É seu namorado, amiga. Que mulher não ia querer? Mas não é isso que me incomoda.
- Meu namorado já transou com uma amiga minha e eu com o namorado dela. Desencana, gatinha. Eu adoraria dar a ele o prazer de trepar com uma mulher exuberante como você. Se é isso que te incomoda, desencana – respondi com firmeza.
- Não é só ele, Ana, é você. Sou eu. É tudo. Ai, droga, por que eu me meti nessa?
Segurei suas mãos, estavam frias, suadas e tremendo.
- Por que você está nervosa assim, gatinha? Nós estamos nos divertindo. Você quer parar? Tudo bem, a gente para.
- Não, eu não quero parar. Você vai me julgar? – respondeu Cínthia, respirando fundo, o peito arfando.
- Por que? Você se apaixonou pelo meu namorado? – perguntei receosa.
Cínthia respirou fundo, olhos baixos.
- Não, não é isso.
Fez uma pausa e eu deixei que se recompusesse.
- Você vive dizendo o quanto eu sou linda, Ana. Você já se olhou no espelho?
- Então, você está apaixonada por mim? – provoquei, mas receosa pela resposta.
- Talvez sim, mas não do jeito que você imagina. Porra, eu vou ter que falar, porque isso está me sufocando.
- Cínthia, não há nada que justifique você se sufocar. Eu sou sua amiga, trouxe você para a casa do meu namorado. Olha o que a gente fez. Eu não vou te julgar por nada. Desembucha, mulher, que eu é que já estou ficando nervosa – retruquei.
- É que você não sabe o que eu sinto, amiga. Sabe quando você contou como o André te castigou?
- Sim.
- Eu fiquei em transe. Puta merda, Ana. Eu só me imaginava no seu lugar. E aquilo estava me dando um tesão do caralho.
- Normal.
- Você não entende. Eu fiz tudo que você mandou, Ana. Tudo. Eu só fiz porque você mandou, entende?
- E qual é o problema nisso? Obedecer é afrodisíaco – respondi com naturalidade.
- Mas eu não quero obedecer, amiga. Eu quero obedecer a você e ao seu namorado. Eu quero...
Cínthia travou e baixou os olhos, o corpo tremendo.
- O que você quer, amiga? Pode falar. Você gosta de obedecer, é isso? Não vejo nenhum problema nisso – falei, acariciando seu rosto com ternura - você quer ser castigada também? Eu posso ser muito má com você.
- Jura? - reagiu com um brilho nos olhos que me surpreendeu.
- Se isso te dá tesão, eu adoraria te fazer de gato e sapato. Se isso te fizer ter orgasmos deliciosos, eu ficarei feliz. Juro que vou te maltratar como você nunca imaginou que fosse possível - provoquei, fazendo carinha de megera.
- Acho que você está lendo meu coração. Você falando assim, minha buceta já está latejando. É algo que eu trago dentro de mim, mas nunca deixei escapar ou que me consumisse. Só que tem algo diferente em vocês, a forma como lidam com sexo. Sabe? Vocês mexem com a imaginação das pessoas, sei lá o que é. Eu sempre quis explorar o sexo de uma forma diferente, algo que vai além do sexo, mas nunca tive coragem de me abrir com ninguém. Acho que é isso que me deixa frustrada. Você sabia que eu nunca gozei tanto quanto ontem, só pelo envolvimento com o joguinho de vocês e a língua do André?
- Que bom, fico feliz com isso. Fique à vontade para dizer o que você quer. Pode se abrir comigo. O máximo que pode acontecer é eu te dar o que você tanto deseja ou não. Caso não, não vou te julgar e nossa amizade continuará a mesma, tudo bem para você assim?
- Tudo que você disser está bem para mim. O que você quiser fazer comigo também – falou com a voz tremida, olhos baixos.
- Acho que estou te entendendo. Você curte ser dominada, ser tratada como uma cadela safada e submissa?
Cinthia fez que sim com o rosto.
Puxei minha cadeira para perto da de Cinthia. Não sabia se estava fazendo o certo, mas eu tinha que fazer alguma coisa. Ainda não entendia plenamente o que minha amiga queria, mas eu já aprendera a decifrar o que o meu corpo queria. Puxei-a pelo cabelo e enfiei a língua em sua boca. No começo, Cínthia tentou resistir, mas logo se entregou ao meu beijo predatório, gemendo na minha boca. Eu não acreditava que aquela mulher poderosa se rendia a mim daquele jeito.
Deslizei minha mão por sua coxa macia até sua virilha. Cínthia se entregou completamente. Enquanto beijava seu pescoço e a fazia gemer, meus dedos entravam por baixo de sua calcinha, até atingir sua buceta, que parecia uma piscina. Fustiguei-a sem misericórdia, até fazê-la gozar revirando os olhos, totalmente rendida, rebolando nos meus dedos.
- Ai, Ana, minha dona. Faz o que quiser de mim. – murmurou com a voz baixinha, mal saindo lá do fundo.
- Eu sou sua dona? – provoquei, explorando seu prazer.
- É. Eu quero assim.
- Você vai me obedecer daqui pra frente – sussurrei em seu ouvido.
- Vou, eu sou sua.
- Minha o que?
- Sua escrava, se você me aceitar. Pode me maltratar bastante, me usar como quiser. Você e o André.
- É claro que eu posso. E é exatamente o que eu vou fazer.
Puxei-a pelo braço até o sofá e a deitei de costas, puxei seu top pela cabeça, revelando aqueles seios grandes, maiores que os meus, um biquinho pequeno, bem marronzinho. Era uma coisa linda de morrer. Aliás, o que não era lindo naquela mulher?
Sua respiração ficou ainda mais ofegante do que já estava, os olhos semicerrados, a boca entreaberta, os biquinhos dos seios durinhos feito duas pedrinhas preciosas. Beijei-os e Cinthia soltou um gemido delicioso de pura entrega. Acariciei sua barriga enquanto lambia e sugava seus seios, fazendo seu corpo se contorcer. Seu prazer era tanto, que quase era possível pegar com a mão.
- Aaaainnn Ana, minha dona – sussurrou.
- Abre a boquinha para sua dona – ordenei com a voz delicada.
Cinthia obedeceu e cuspi em sua boca. Seu corpo todo se retesou. Dei um tapa em seu rosto e minha amiga deu um grunhido alto.
- Mais – suplicou com carinha de desesperada.
Apliquei uma sequência de tapas em seu rosto. Seu corpo todo reagiu com movimentos de êxtase. Quanto mais desesperada de prazer Cinthia ficava, mais aumentava o meu tesão. Suguei seus seios com força, desci as mãos por suas coxas macias. Cinthia gemia sem parar. Beijei sua barriga, fazendo-a se contorcer, enquanto puxava seu shortinho, com calcinha e tudo, para baixo. Lenta e delicadamente.
Minha boca chegou ao seu montinho. Minha amiga tinha os pelos aparadinhos e já dava para ver seu grelinho mais avantajado que o meu e que o da Ay. Dei uma lambida, Cinthia gemeu alto. Dei uma lambida quase que do cu ao grelinho para saborear seu gosto. Cinthia se debateu e gemeu ainda mais alto, dava para sentir sua pele arrepiada, seus músculos se contraindo. Abri bem suas pernas e enfiei a língua em seu buraquinho, fazendo movimentos circulares.
Se Cinthia queria ser meu brinquedinho, era melhor fazê-la desfrutar de sua escolha. Minha amiga gemia alto e descontrolada. André devia estar ouvindo do quarto e, coitado, era mais uma etapa do seu castigo. Mal esperava ele pelo que ainda viria naquele final de semana. Suguei o grelinho da minha escrava, enquanto fustigava seu buraquinho com meus dedos. Cinthia se debatia, balançava as pernas nervosamente e arqueava e rebolava na minha boca. Uma coisa deliciosa. Seu gozo veio com gritinhos abafados. Mandei que se virasse de bruços e fui prontamente obedecida. Fiquei admirando embevecida aquela bunda maravilhosa. Era grande, mas perfeita, toda durinha.
- Que rabão lindo que você tem amiga. Perfeita para apanhar.
Cinthia respondeu com um gemidinho e empinou aquele rabão. Comecei a dar beijinhos naquela escultura de bronze, que ainda tinha uma marquinha linda de biquini. Lambi, mordi, acariciei e apertei, fazendo minha amiga rebolar e se empinar toda para mim.
- Você sabia que ainda vai apanhar muito nessa bunda? – provoquei, dando uma sequência de palmadas fortes dos dois lados.
- Aaaaaiiinnnnn, bate na sua escrava, minha senhora – falou com a voz embargada, saindo pela primeira vez num volume mais elevado.
Abri seu rego e dei lambidas sequenciais na entrada do seu buraquinho. Mordi sua bunda com um pouco mais de força. Cinthia estremeceu e deu um gritinho de dor, mas que também era de prazer. Alternei dentadas na bunda e lambidas no cuzinho, enquanto fustigava sua buceta com os dedos. Cinthia rebolava, se empinava, se debatia e soluçava de prazer, até que gritou mais alto, gozando nos meus dedos, apertando as coxas nervosamente e tremendo muito.
Eu estava extasiada com aquilo e com minha buceta pingando. Não resisti, mandei que se deitasse no chão e disparei uma sequência de tapas em seu rosto. Cinthia estremeceu, as lágrimas rolavam de seu rosto. Nunca tinha visto alguém se entregar daquele jeito. Cuspi em seu rosto e Cinthia revirou os olhos. Tirei a calcinha e esfreguei em seu rosto. Minha amiga estava totalmente rendida e nitidamente se deliciando com aquele tratamento tão carinhoso da Megera. Trepei em seu rosto autoritariamente e rebolei em sua boca, ordenando que me desse a língua. Enquanto me lambia, seu corpo se debatia, como se estivesse em transe.
Usei sua boca demoradamente. Inverti a posição e senti sua respiração quente e ofegante no meu cuzinho, enquanto sua língua devorava faminta minha buceta. Gozei duas vezes no rosto da amiga antes de cair deitada ao seu lado e a puxar para um beijo.
- Está gostando da sua nova condição, criadinha safada.
- Não fala assim, Ana, que você me deixa louca.
- Dona Ana. A partir de hoje, cadelinha, é Dona Ana para você, está entendido.
- Sim senhora, respondeu com os olhinhos brilhando e a respiração se tornando mais ofegante.
Eu estava realizando o desejo da minha amiga, o que me deixava feliz, mas ainda faltava ela realizar o meu. Antes, mandei que fosse à cozinha e me trouxesse um copo d´água. Seus olhos brilharam de satisfação. Bebi e mandei que levasse o copo e o lavasse, sem o direito de se vestir. Assim, me aproveitava para me deliciar na visão do seu corpo voluptuoso e perfeitamente esculpido.
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Até o próximo episódio!