04 – Protegendo minha filha com “Transtorno de Submissão Excessiva” – Prazeres sexuais explorando sua submissão

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 6105 palavras
Data: 08/06/2026 08:38:24

Depois do banho cheio de pegações e carinhos, Amanda foi fazer suas tarefas da faculdade eu as planilhas do trabalho em meu laptop. Lá pelas 6 da tarde saímos para o shopping com ela usando um vestido me deixando tarado me lembrando o que tínhamos feito, pensando em seu corpo divino por baixo e na facilidade de fazer amor com ela só o levantando.

Consegui me conter e a ajudar a comprar inúmeras calças de mamãe como são chamadas, cintura bem alta, corte reto e largo até os pés. Em Amanda todas a deixaram linda e não escondiam todas suas curvas, mas eram muito, muito mais discretas do que aquela que usou naquela manhã para ir a faculdade que me deixou incontrolavelmente tarado.

Não era ideal para o trabalho na fazenda com aquela boca larga, mas com um tênis rustico ficaria bom e já aproveitamos compra-los, além de umas blusas mais discretas e largas que não delineariam demais seus seios grandes.

A quase totalidade dos funcionários das fazendas eram de extrema confiança, mas as vezes haviam aqueles com contratos temporários e era bom evitar expor demais a beleza de Amanda porque alguns homens pensam que quando uma mulher se veste mais ousada é porque está querendo homem.

Jantamos como um casal e a sua felicidade era contagiante nem parecendo que tinha o problema que tinha e que me causou tantos receios no passado. Por ela estar feliz, também deixei meu lado sério e preocupado de lado e ri muito com nossas conversas.

Quando chegamos, Amanda foi arrumar as calças em seu closet e só não a mandei mudar toda sua roupa para o meu closet bem pouco utilizado, porque uma ajudante ou sua avó poderiam fazer perguntas.

Quando nos deitamos para dormir, ainda estávamos muito satisfeitos de nossa tarde de amor e se não pude curtir a noite anterior por estar muito cansado após a festa e termos feito amor pela primeira vez, naquele momento estava nos céus por estar pela primeira vez dormindo com alguém a meu lado, porque nunca dormi com sua mãe por ela ter falecido no parto antes de nos casarmos.

A ter em meus braços bem agarradinha só de shortinho e blusinha se mexendo o tempo todo e falando algo não querendo dormir mesmo com as luzes apagadas me deixou extasiante. Quando pequena, muitas vezes assustada Amanda dormia em minha cama, mas não era nada igual pois antes havia toda a inocência da relação paternal e naquele momento ia muito além.

Enfim ela se acalmou e dormiu me deixando pensar em qual fazenda seria melhor a levar e a escolha caiu sobre a mais antiga sede porque tinha a maior área de preservação ambiental e era uma das duas que eu conseguia entrar com meu carro para a vistoria pois tinha uma antiga estrada de terra mal conservada, sem pode mexer nada dentro dela.

Quando acordei com aquele corpinho quente abraçado a mim, me lembrando de quem era e nossa nova relação, meu coração acelerou de felicidade, mas não só porque meu pau ereto devido a ereção matinal pulsava no ritmo de meu coração.

Saindo de seus braços a deitei de costas e fui por cima de seu corpo afastando suas pernas com meus joelhos a acordando. Primeiro ela se deu conta de onde estava e o que estava acontecendo e então sorriu lindamente.

Minha mão entre nossos corpos puxou meu pau pela perna de meu calção de dormir largo e depois puxou a perna de seu shortinho menos largo e a calcinha, mas que dava espaço suficiente. Consegui achar sua fendinha e a pincelei ainda não muito melada, mas conforme ia e vinha fui sentindo seu caldinho escorrendo.

– Ahhhhhnnnnn papai. Isso é jeito de me acordar? Agora vou querer sempre, falou safadinha.

– Eu também vou querer, mas sem obrigações quando não der. Quero que tudo entre nós seja natural e não forçado ou agendado, falei já começando a forçar em seu canalzinho que teimava a parecer virgem a cada primeira penetração.

– Ahhhhuuuuuu. Você tem razão. É muito melhor assim de imprevisto.

Meu pau entrava devagarinho porque não queria a deixar muito dolorida, visto que logo iria a faculdade e mais tarde a fazenda onde tentaríamos fazer amor no carro. Enquanto ia a penetrando, Amanda agarrou meu pescoço e me puxou para dar beijinhos em meus lábios entre gemidos.

– Ahhhhhh papai. Sou a mulher mais feliz do mundo por ter você como marido. Eu te amo tanto que até dói meu coração.

– Te amo de mesmo jeito amor, mas não vamos deixar que esse amor cause dores. Relaxe pois não vou te deixar nunca. Eu seria muito imbecil de deixar essa mulher maravilhosa de alma, com esse corpo e essa bucetinha quentinha, melada, macia e apertada, brinquei enterrando um pouco mais do que o ritmo que ia.

– Ahhhh papapaiiiiiiiii. Ela é assim para você sempre estar feliz dentro dela, porque eu sempre fico feliz quando você entra.

– Na verdade não tenho palavras para dizer como me sinto quando estou dentro de você filha, falei aproveitando para dar o ultimo empurrão e colocar tudo.

– Ahhhhhhhuuuuuuuuu, Amanda gemeu parecendo que iria gozar.

Felizmente se segurou, pois, eu tinha algo que queria fazer.

– Agora o papai quer que você me obedeça.

Amanda me olhou surpresa e excitada porque eu ainda não tinha usado sua condição de sempre querer me obedecer durante o ato sexual.

– Sim papai.

– Vou te ensinar algo que ainda não fizemos. Cruze suas pernas atrás de minhas costas e se segure em mim com elas e com os braços em meu pescoço bem forte.

Logo ela estava como mandei.

– Ohhhuuu. Sinto você ainda mais dentro de mim como gosto e nossos corpos nunca ficaram tão juntos.

Meu pau pulsava enquanto seu canal o comprimia, mas eu ia deixar tudo mais intenso. Apoiando as palmas das mãos a seu lado me levantei sobre eles e sobre os joelhos apoiados ficando de 4 com Amanda pendurada em mim totalmente encaixada adorando a surpresa.

– Que delicia papaiii. Estamos tão deliciosamente conectados.

– Sim filha, nós estamos. Se eu me levantasse e andasse pela casa, fosse tomar banho, toma café, lavar as roupas ou assistir TV poderia continuar dentro de você já que você disse que gosta tanto.

– Uhhmmmmmmmmmmm. Um dia você faz isso papai?

– Faço, claro que faço, mas agora você vai me obedecer.

– Diga papai. Já estou muito excitada só de você falar isso.

Infelizmente tive que aceitar que Amanda sentia muito prazer em receber ordens minhas e nunca iria se curar, mesmo que eu preferisse. Se era assim, as ordens que eu dava e daria no futuro teriam que ser muito bem pensadas para não causar mal a ela, mas dar condições de viver como uma pessoa normal amparada por meu controle.

Mesmo resistindo a usar esse poder sexualmente por pensar que estaria me aproveitando de sua condição, Amanda já tinha me pedido pelo menos 2 vezes que eu o usasse. Não ia ainda a mandar fazer algo sujo como ela pediu, mas serviria para começar a termos mais essa poderosa ferramenta para nosso prazer, principalmente o dela.

– Quero que você se concentre em sua bucetinha e aperte, massageie e comprima meu pau ainda mais forte do que já estava fazendo naturalmente até me fazer gozar. Enquanto isso vou fazer o mesmo e quero que você me obedeça e goze comigo quando eu gozar sem nos movermos.

– Sim papai.

Seu olhar ficou parado enquanto seu canal vaginal começou a me pressionar como ainda não tinha sentido pois era em ondas de compressão como se fosse uma massagem. Como prometi, estufava meu pau com toda minha força contra aquelas paredes ondulantes escaldantes.

– Isso filhaaaaaa. Ohhuuuuuuuuuuu. Está maravilhoso e o papai não vai demorar a gozar.

Quietinha e concentrada no que fazia como se o único objetivo de vida fosse me obedecer e me fazer gozar, ela não continha seus gemidinhos de excitação.

– Uhmmm. Uhhmmm. Ummmmm.

Nada tinha sido tão bom em meu pau, o que me fez decidir que quando gozássemos seria o único orgasmo daquela manhã para ser inigualável e inesquecível. Estávamos atarracados, mas não nos movíamos a não ser os movimentos internos de nossos sexos um no outro. Como ficaríamos só naquele decidi o prolongar, mas a provocando.

– Aaaahhhuuuuu filha. Está tão maravilhoso que estou me segurando para durar mais. Você também vai gozar como o papai mandou.

Amanda olhou para mim como se me dissesse que aquela pergunta era totalmente sem sentido porque o que ela mais gostava na vida, talvez só menos de fazer amor comigo, era me obedecer.

– Você sabe que sempre vou te obedecer, papai, você mande o que mande me fazer. Imagine então me mandando gozar com esse pau delicioso pulsando assim dentro de meu corpo.

– Você é a boa garotinha do papai sempre obediente. Estou gozaaaaaaaaaando filha.

Na mesma hora que meu esperma passava por meu pau o inchando ainda mais, senti sua buceta o constringindo ainda mais poderosamente e nem se eu quisesse o movimentar conseguiria. Sentindo meu gozo, Amanda teve seu orgasmo imediatamente se tremendo toda, mas sem se desgrudar de meu corpo.

Meu esperma matinal abundante era tanto que seu útero ia se enchendo sem que tivesse como vazar por nossos sexos estarem tão colados um no outro ainda pulsando desenfreadamente.

Foi meu gozo mais longo e forte até aquele dia e sem precisar colocar intensidade mostrando que fosse o tipo que fosse de amor que fizéssemos, sempre seria estrondoso.

– Ahhhhhhiiiii. Uhhhiiiiiii. Ohhh meu deus. Tão forte.

Tendo cumprido minha ordem, minha filha se soltou e tinha um orgasmo sem fim e quando percebi que suas pernas perdiam forças, me soltei a deitando na cama, mas continuando a ficar lá dentro daquele forninho escaldante com nossa dança sexual interna até que depois se um tempo muito acima do normal, seu orgasmo começou a perder forças me enchendo do prazer emocional por ter dado aquele prazer a minha filha usando meu poder para o bem dela primeiramente. E depois meu.

Amanda não me largou como imaginei que me largaria e fiquei lá preso até que ela se refizesse.

– Sei que precisamos tomar banho para não atrasar, mas é irresistível o manter dentro de mim, ainda mais depois do que aconteceu. Saiba que eu teria gozado da mesma forma sem você me dar a ordem, mas dando ficou muito mais intenso papai. Você precisa fazer isso mais vezes, falou animada.

– Nem deu 36 horas ainda de quando fizemos amor pela primeira vez.

Amanda sorriu percebendo o quanto estava empolgada.

– Sei disso papai, mas esse é o lado bom de meu transtorno, então não vamos ficar só com o lado ruim. Se eu gozar sempre assim, não vou dar conta, mas tem que usar bastante esse poder. Pena que não tenho esse mesmo poder sobre você, brincou.

– Claro que você tem sendo a melhor filha do mundo, sendo tão linda e gostosa como nenhuma outra mulher, sendo tão safadinha e tão oferecida. Seria demais ter mais esse outro poder. Aliás, quero que quando você estiver bem taradinha não se segure me esperando e tome a atitude.

– É uma ordem, me provocou com certeza preferindo que fosse uma ordem e não um pedido.

– É uma ordem. Se essa bucetinha pulsar de vontade, me procure e se eu não estiver perto, me espere porque não quero perder esse seu tesão.

– Nunca mais vou me masturbar papai, a não ser que você mande e mudando de assunto, não vou conseguir esquecer o que acabamos de fazer, mas meu rendimento vai ser muito melhor nas aulas depois de seus orgasmos. Entendeu a indireta, sorriu.

– Indireta?

Amanda sorriu.

– Quando eu estiver pensando, vou olhar para aquelas garotas tendo a certeza que quase todas, senão todas elas, nunca teve um orgasmo como esse. Só que tem coisas que elas já fizeram que eu ainda não fez, falou se lamentando.

Sabia que ela deveria estar insinuando sobre o oral, mas nem tinha tido a oportunidade de a comer de 4 e nem seu bumbum, se é que ela gostaria porque eu nunca a obrigaria. Ou deveria a obrigar vendo como era safadinha, gostava de surpresas no sexo e amava obedecer? Talvez a obrigasse, isso se ela já não quisesse, mas de qualquer forma faria parecer que ela não tinha como recusar, só que ainda tinha muito o que aproveitar de sua bucetinha deliciosa.

– Você vai fazer tudo e não vai demorar. Não tenha pressa. Agora vamos tomar um banho rápido.

Enquanto eu terminava o café após ter me trocado, Amanda chegou com uma de suas calças novas largas e uma camiseta também nova bem discreta.

– Pronto papai, estou bem discreta, não estou? Assim que você queria, provocou.

– Não tenho mais condições de responder porque sei o que tem por baixo, mas pelo menos esconde um pouco dos outros.

– Você parece adolescente com esse ciúme e nem leva em consideração o poder que tem sobre mim sabendo que eu jamais vou te trair, fora o amor que sinto que já não me deixaria te trair. Eu é que tenho que ter ciúme.

– Não precisa amor. O amor que tenho por você é incondicional. Vou me acostumar, falei sorrindo.

– E como vai ser para irmos a Fazenda? Em qual você vai?

– Vamos na sede. É muito maior e tem a mata mais fechada além de dar para entrar com o carro. Te pego na faculdade, almoçamos por aí e depois vamos. Dá 1 hora daqui lá.

– Vão pensar que você é meu namorado. Ninguém ainda sabe que você é meu pai lá.

– Deixe que pensem, assim te xavecam menos.

– Às vezes o ciúme é bom. Vou adorar que pensem que somos namorados, mas na verdade somos marido e mulher.

– Somos tanta coisa amor e adoro todas elas, falei fazendo Amanda sorrir feliz.

Quando a deixei na faculdade, antes de sair ela envolveu meu pescoço e me puxou dando um beijo. Não um selinho e não de língua, podendo ser justificado se alguém descobrisse nossa ligação de sangue. Percebi que Amanda quis me deixar com menos ciúme dando a entender em público que eu poderia ser seu namorado.

Fui trabalhar em uma das fazendas que não era a que iria mais tarde com Amanda, mas devagar a levaria a todas e faríamos amor nas casas de pernoite para a família, na mata ao lado da cachoeira e onde conseguíssemos. Se ela disse antes que não conseguiria deixar de pensar sobre nosso sexo daquela manhã, também não consegui me sentindo um adolescente, como ela falou que eu parecia.

Ao pega-la mais tarde no portão principal, me lascou outro beijo nos lábios, toda animada.

– Vai ser sempre assim?

– Vai sim, assim você fica com menos ciúmes. E se alguém descobrir que é meu pai, digo que faço isso aproveitando de sua beleza porque não quero ser xavecada e que não é nada estranho te beijar nos lábios. Qualquer dia quero que você me leve até a porta da classe como um namorado apaixonado mostrando que já tenho meu homem lindo e não preciso de mais nenhum.

Meu coração bateu de excitação e felicidade e mesmo sendo arriscado, faria isso. Sem um beijo fogoso de línguas, ninguém poderia tirar a conclusão que seriamos além de pai e filha, amantes.

– Vamos fazer isso filha. Só vão achar estranho minha idade com uma garota tão jovem.

– Ninguém vai achar que você tem minha idade, mas também não que seja meu pai. Vão dar no máximo 10 anos entre nós. As garotas vão te cobiçar, isso sim. Não sei se é uma boa ideia, falou sorrindo.

Por 1 hora aproximadamente tivemos uma conversa gostosa de muitos assuntos, mas na última meia hora falamos do trabalho de agrônomo das Fazendas. Era muito bom a ver se interessando pelo que seria seu no futuro, mas jamais foi obrigada a escolher esse caminho. Foi mesmo por gostar desde pequena por eu a levar comigo sempre que podia a mantendo mais tempo segura a meu lado.

Ao chegarmos fomos fazer o trabalho de acompanhamento completo de um Agrônomo em uma fazenda de plantação de laranjas para sucos. Cada fase da plantação demandava um cuidado e muita vistoria vendo os frutos, como se desenvolviam o crescimento dos pés e das floradas antes da safra. A grande preocupação era com as doenças na laranja o que causou prejuízos a meu avô e meu pai no passado.

Eu tinha apresentado Amanda primeiro como estudante de agronomia e estagiaria e como alguns já a conheciam desde pequena, não teve como não a apresentar como minha filha. Mesmo naquelas roupas discretas sua beleza se sobrepõe, mas mesmo que a olhassem com interesse, percebei que era com respeito, talvez pensando – Como uma moça linda assim vai trabalhar na lida pesada da fazenda?

Por umas 3 horas ela acompanhou tudo bem interessada e animada, mostrando que tinha mesmo nas veias o gosto pelo campo. Quando terminamos, nos despedimos e informei que era época da vistoria nas reservas ambientais e já ia explicar algumas coisas a Amanda e que não precisavam se incomodar de nos acompanhar. Raramente eu levava um deles junto comigo.

Chegando com a caminhonete de frente para o portão de arame farpado que dava acesso a reserva, pedi para Amanda o abrir. Se queria ser agrônoma, deveria saber abrir um portão daqueles. Como tinha visto muitas vezes alguém abrir um, teve dificuldade, mas conseguiu. Quando passei ela o fechou e voltou a caminhonete.

Desde nos despedirmos dos funcionários ela já estava ansiosa, tanto que nada falava esperando o momento que faríamos amor. Nos embrenhando pela mata chegamos a um lugar de difícil acesso e dali em diante só caminhando. Por cuidado virei a caminhonete de frente para a saída pois se viesse alguém daria para enxergar e não ser pego de surpresa, mas quem iria desconfiar de um pai com sua filha?

Quando paramos, deixei a caminhonete ligada porque estava muito calor e me senti mais ousado e mais imprudente do que já tinha sido, sé é que alguma vez fui imprudente. Como Amanda começou aquela história do carro querendo fazer amor sentada em meu colo, ela esperava que eu a mandasse tirar a calça larga e viesse sentar em meu colo, mas eu tinha outros planos deliciosos e arriscados.

– Afaste o banco o máximo que for possível filha.

Ela me olhou surpresa e fez o que pedi deixando um espaço enorme a frente do banco até o painel, mas era ela quem ocuparia aquele espaço.

Desci da caminhonete, dei a volta e abri sua porta.

– Deixe-me sentar em seu lugar e se ajoelhe no piso. Não vai ser como você imaginou.

Amanda saiu meio de lado e entrei me sentando em seu lugar fechando a porta. Era visível sua excitação querendo descobrir o que faríamos, mas eu já tinha dado a dica e repeti.

– Se ajoelhe entre minhas pernas. Você não reclamou que aquelas garotas da faculdade já fizeram coisas que você não fez? Então vamos fazer uma dessas coisas de um modo bem safado. Puxe a calça e a cueca do papai e você vai me chupar até que eu goze em sua boquinha linda e gostando ou não vai me obedecer e engolir o que conseguir. Não vou te ensinar porque com esse instinto de safadinha vai fazer muito bem e só se fizer algo errado vou corrigir, mas do jeito que você faça sei que por ser você, vai ser delicioso e vou gozar fácil.

Seu corpo tremeu todo de prazer e transtornada de excitação pela novidade e pelas ordens que dei, Amanda olhava vidrada e sem falar nada enquanto abria minha calça e a puxava junto com minha cueca com uma ajuda minha levantando a bunda do assento. Quando chegaram aos joelhos, ela apoiou o tórax espremendo os seios em minhas coxas e segurou meu pau com as duas mãos.

– Você queria fazer isso, perguntei.

Ela me olhou enquanto movia suas mãozinhas deliciosamente.

– Muito papai.

– Por que?

– Porque quero fazer tudo com você. Tudo. Tenho que experimentar, mas tenho a certeza que vou adorar cada coisa que fizermos.

– E precisaria ter te mandado engolir?

Já sabia a reposta.

– Não, porque tenho muita curiosidade e ficaremos ainda mais ligados. De qualquer forma preciso experimentar para ver se gosto, mas tenho a certeza que vou gostar. Só não esperava que fosse assim de um jeito tão safado e arriscado. Em todo caso, ter que te obedecer, me deixou mais excitada.

– Então me faça gozar amor. Também tenho a certeza que vou adorar.

Amanda começou timidamente apenas dando beijinhos na ponta e no comprimento visível fora de suas mãos. Quando sentiu o pré-gozo ficou mais audaciosa e começou a lamber querendo mais. De cima eu poderia gozar só olhando para ela, mesmo que não fizesse nada, tamanha a excitação pôr a ter daquele jeito naquele lugar cheio de ruídos de pássaros e alguns animais.

– Ahhhuuuuuuu filha. Está uma delícia a animei.

Não demorou e ela lambia fogosa todo com comprimento dando voltas em torno dele e na glande e além da lambidas na pele sensível já a punha inteira dentro da boca olhando para mim, quase me fazendo gozar.

– Ahhhhhh papai, estou adorandooooooooo, falou antes de o enfiar na boca até onde conseguiu e começar a chupa-lo.

Amanda não conseguia colocar mais do que um terço já chegando a sua garganta e a vendo tentar colocar mais, fiz a primeira intervenção.

– Não precisa colocar muito para ficar delicioso filha. A maior sensibilidade é no começo. Continua que está maravilhoso.

Amanda entendeu e começou a variar entre lambidas, chupadas e até beijinhos mostrando que eu tinha razão que seu instinto de safadinha a faria fazer o melhor boquete que tive na vida. Se não ainda tão bom como sua mãe também safadinha, tinha o grande trunfo de ser minha filha deixando imensamente melhor e desproporcional. Não bastasse, ela o tempo todo olhava para mim me fazendo ter que me controlar para não gozar rápido demais.

Aqueles lábios molhadinhos fazendo carinho em minha glande sensível era de tirar o folego e mesmo sabendo que repetiríamos sempre, aquela era a primeira vez e estava bom demais para terminar muito rápido.

Me segurei, mas o problema era que quanto mais tempo passava mais ela se soltava e pegava o jeito ficando muito mais gostoso. Suas mãos ajudavam fazendo junto uma leve masturbação. Por fim a batalha de resistir foi perdida quando aquela safadinha o tirou brevemente da boca me encarando.

– Papai, sua esposinha quer muito seu esperma, falou voltando a chupar com muito mais fogosidade olhando em meus olhos.

– Ahhhh filha. Vou gozaaaaaaar.

Amanda me surpreendeu enfiando o que conseguiu em sua boca recebendo os dois primeiros jatos direto em sua garganta certamente passando direto. Então ela puxou deixando só a glande e foi recebendo aquele gigantesco volume de esperma conseguindo engolir cada um deles.

Poucas vezes gozei tanto como a vendo com meu pau em sua boquinha carnuda pela primeira vez e tão gulosa. Esperei que fosse vazar, mas nunca aconteceu porque ela foi deixando as bochechas incharem até que meus jatos acabaram e ela foi engolindo um pouco de cada vez.

Mais um tabu imenso tinha se quebrado entre nós e nem o anal que eu um dia faríamos chegaria ao mesmo nível de ver meu pau jorrando esperma na boca de minha jovem filha. Talvez só o esperma em seu rosto, que eu não sabia se teria coragem.

Quando o deixou sequinho ainda lambendo e chupando por mais de um minuto depois do final de meu orgasmo, o tirou da boca e o encostou na face olhando para mim.

– Ehh papai. Não existe nenhuma forma que eu não vá adora-lo dentro de mim. Amo essa conexão que se forma entre nós e no final você deixar seu esperma dentro de mim me fez sentir mais sua do que nunca. Pelos comentários de amigas pensei que o sabor não fosse tão bom, mas acho que por ser seu, adorei o saborzinho meio salgado, meio doce, falou sorrindo.

Dei um suspiro forte finalizando meu estado de êxtase total.

– Você foi fantástica filha. Sabia que faria gostoso. Quer dizer, fez muito, muito mais gostoso.

Ela me provocou olhando sorrindo com meu pau semiduro em sua bochecha.

– Quer dizer que você vai me obrigar a fazer isso de novo, sorriu.

– Com certeza, mas espero que você faça por conta própria também. Aí eu só mando você gozar quando eu estiver gozando.

– Preciso te confessar algo então. Por muito pouco não gozei junto, mas não gozei porque nessa primeira vez queria que fosse só seu gozo. Sua filha e esposinha te dando prazer.

– Adorei, mas nas próximas não se segure amor. Agora, para retribuir, vou ser eu quem vai experimentar essa frutinha deliciosa que você tem. Vamos inverter. Se afasta um pouco para eu colocar a calça e sair da caminhonete para te deixar tirar a calça e a calcinha e se sentar aqui.

Seus olhos verdes se iluminaram e antes de largar meu pau o beijou e falou com ele.

– Eu te adoro. Daqui a pouco quero você dentro de mim novamente, falou se afastando.

Se eu estivesse com a calça vestida não teria problema Amanda estar sem a calça e calcinha, pois se ouvíssemos alguém se aproximando eu sairia dirigindo e ninguém olharia dentro da caminhonete. Quando se afastou abri a porta e desci enquanto ela tirava as roupas que pedi e aproveitei dar uma olhada no entorno, mas como sempre quando eu ia lá estava totalmente deserto a não ser pássaros e bichos pequenos e uma vez cheguei até ver veados.

Assim que Amanda se sentou no banco sem a calça e a calcinha, subi e me ajoelhei entre suas pernas como ela tinha feito comigo antes, mas como sou muito maior que ela fiquei sem muito espaço, mas nada que me fizesse desistir de saborear a bucetinha de minha filha pela primeira vez, ainda mais em um lugar como aquele.

Olhando faminto para aquela bucetinha linda e delicada, não resisti ser bem safado.

– Escorregue no assento, abra ao máximo essas pernas e apoie os pés no painel.

Seria um risco a mais e não teria como arrumar desculpas alguém ver os dois pés de Amanda pelo para-brisa e eu levantar de lá, mas o tesão estava incontrolável.

– Ohhhhhhh papaiiiiiiiii. Você me mandou não gozar quando desse essas ordens durante o sexo, mas essa foi demais. Estou gozaaaaaaaaandooooooo.

Como é maravilhoso o poder de dar a minha filha tão facilmente o que muitas mulheres tem tanta dificuldade de encontrar. Enquanto ela gozava, me obedeceu arregaçando suas pernas e apoiando os pés no painel e aproveitei para me inclinar e lamber seu abundante néctar com seu delicado sabor invadindo minhas papilas gustativas e seu perfume minhas glândulas olfativas me levando ao paraíso.

Sua mãe tinha o sabor e o cheirinho maravilhosos, mas talvez por termos o mesmo sangue o de Amanda era o suprassumo para minhas preferências pessoais. Ao mesmo tempo que inspirava profundamente seu perfume de mulher, recolhia com minha língua aquele liquido precioso e delicioso alimentando com minhas lambidas o orgasmo que minha filha tinha pela primeira vez em um oral.

Não demorou fui para aquela pequena meia espera rosada e quando esfreguei minha língua continuando a pincelar ou girar em torno dela, Amanda entrou em um processo de gozos um após o outro, só gemendo e gritando abafado sem conseguir falar.

– Ahhhhnnnnnnnnnn. Ummmmmmhhhhhhhh, Mummmmmmm.

Talvez fosse a primeira vez daquele sexo sujo que ela queria que eu a obrigasse, mesmo sem ter a obrigado. Não era só um oral, porque o local, estar no carro, ela estar toda arreganhada com os pés no painel e eu ajoelhado entre suas pernas deixava aquele momento muito mais intenso e safado.

Por minutos não deixei seu clitóris mesmo sabendo que estava sensível alimentando seus orgasmos e só parei porque ainda iria a comer em meu colo para completar aquela aventura fantástica.

O problema foi que eu estava tão tarado por ela estar naquela posição que decidi ser ainda mais ousado e imprudente. Parei de lamber sua bucetinha maravilhosa quase também tendo gozado.

– Não se mova, ordenei.

Com dificuldade abri e desci minha calça e a cueca até os joelhos e então me levantando cheguei a posição encaixando meu pau em seu buraquinho aperto.

– Papaiiiiiiiiiiiiiii, Amanda gemeu surpresa e excitada.

– Papai não está te resistindo nessa posição safada e suja amor. Não era isso que você queria, perguntei começando a enterrar meu pau de uma vez, mas cuidadoso pois era a primeira penetração, sempre difícil.

– Eeeeeeeeerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrraaaaaaaaaaaaaaaaaa sim. Ahhhhhhuuuu, gemeu com a penetração tendo um novo orgasmo sobre o outro.

Quando a penetrei não haveria mais nenhuma desculpa no mundo sobre o que estávamos fazendo se alguém visse a caminhonete de fora porque conforme comecei a ir mais forte nas penetrações a senti balançando no mesmo ritmo.

Se Amanda estava proibida de tirar os pés do painel e envolver meu corpo, fez isso com os braços em torno de meu pescoço me puxando para um beijo, mas antes falou em meio a seu orgasmo.

– Você é o melhor marido do mundo papaiiiii.

Começamos um beijo animalesco copulando como animais no meio daquela mata fechada e verde que víamos pelo vidro.

Não demorou nada e logo gozei, triste por ter sido tão rápido. Não consegui avisa-la por causa de nosso beijo, mas ela sentiu por meu corpo tremulo e mais esperma jorrando em seu útero.

Logo que terminei eu sabia que não bastava e queria outro naquela posição safada e suja, mas tinha feito uma promessa a Amanda. Interrompi o beijo.

– Podemos deixar no colo para outro dia filha? Eu quero de novo assim bem safado porque foi muito rápido.

Amanda nem tinha forças para falar, então falou baixinho.

– Com esse prazeres que está me dando, você pode tudo papai. Também quero mais assim. Ahhhhhhhuuuuuuu, gemeu continuando a gozar.

Voltamos ao beijo e por continuar naquela posição naquela situação safada meu pau voltou a ereção máxima e comecei a estocar ainda mais forte entre nossos fluidos escorregadios e por mais fácil que escorregasse continuava muito apertada friccionando meu pênis me levando aos céus.

Por puro esgotamento após tantos gozos, Amanda parou de gozar após uns 3 minutos, então era hora de eu me despedir daquela aventura maravilhosa. Desta vez, interrompi o beijo e a olhei nos olhos.

– Nuca tive uma aventura tão maravilhosa minha delicinha. Papai está gozaaaaaaaando.

Seu corpinho tremeu sob o meu e se não foi um novo orgasmo foi um mini orgasmo que Amanda teve.

Quando enfim terminamos estávamos exaustos, mas eu não poderia descansar porque logo escureceria e seria estranho sair após estar escuro. A demora, se alguém nos visse saindo tão tarde, eu diria que foi por ser a primeira vez e demorei a explicar tudo a Amanda.

– Me perdoe por não te dar carinho e atenção após um amor tão maravilhoso como esse filha, mas eu preciso sair daqui logo ou vai ficar estranho. Você pode ficar aí deitada descansando.

– Papai, papai. Você é o homem perfeito com suas preocupações. Não quero descansar porque quero curtir o máximo essa aventura e vou até abrir o portão, mas com as pernas bambas porque você me deixou o tempo todo de pernas abertas, me provocou enquanto eu saía de cima dela.

Vestimos nossas calças e dando a volta na caminhonete tomei meu lugar e parti. Para abrir o portão foi até engraçado a ver com as pernas bambeando e sorrindo feliz para mim. Assim que passei ela fechou e indo em direção a saída da fazenda começamos a falar de nossa aventura empolgadíssimos.

– Dá para fazer isso em outra fazenda papai?

– Dá só em mais uma, mas como a mata lá é menor é mais arriscado e teremos que ser mais rápidos.

– Então vamos repetir, perguntou sorrindo.

– Pelo menos uma vez, com certeza porque ainda te devo uma em meu colo no carro, mas pelo menos uma vez por mês entro em cada uma delas e se você estiver comigo para fazer estágio, tudo pode acontecer.

– Se eu não tiver nenhum trabalho importante da faculdade, sempre que puder quero vir com você. Sério, quero muito repetir, mas não é só isso. Além de estar mais tempo com você gostei de aprender e te ajudar.

– Será ótimo ter uma assistente que possa fazer tudo o que eu faço, e também não é só pelo sexo que com certeza acontecerá. Também vou gostar de passar mais tempo com você e não viajo sozinho.

– Combinado papai. Sou de verdade sua Assistente agora. Não atrapalhando a faculdade, sempre que eu puder.

Fiquei muito feliz por seu interesse e por sua futura companhia. Fora isso muitas vezes facilitaria porque com Amanda comigo eu não precisaria voltar para casa e chegaria mais fácil nas outras fazendas, o que nos faria dormir em uma delas para nossa alegria.

– Vai ser ótimo, porque muitas vezes seria mais fácil ir direto para a outra fazenda no dia seguinte, mas eu tinha que voltar para não te deixar sozinha.

Amanda entendeu e sorriu com segundas intenções.

– Então teremos que dormir nas fazendas?

– Sim, mas só podermos fazer isso nas sextas-feiras após as aulas para que não perca aula no dia seguinte. Nas fazendas não tem final de semana, nem feriados. Todo dia é dia de trabalhar.

– Vou adorar passar alguns finais de semanas nas fazendas com você papai. Sempre gostei de estar nelas com você e meus avós, agora vou gostar ainda mais, falou safadinha.

– Eu também, respondi com malicia.

– Sabe papai, adorei, simplesmente adorei tudo de novidade que fizemos lá na mata, e o melhor foi como você finalizou me comendo. Foi fantástico.

– Foi sim filha. Agora você não precisa mais ficar pensando no que suas amigas já fizeram e você não fez, pois já fez quase tudo em 3 dias. E duvido que alguma delas transou como transamos na mata. Podem ter feito no carro, mas não desta forma.

– Por isso que eu te disse que você é o melhor marido do mundo. Em 3 dias, já fez quase tudo comigo e me deu orgasmos incríveis que poucas mulheres conseguem.

– Porque elas não transam com os pais, a provoquei.

– Você tem razão, mas em parte. Ser meu pai torna tudo mais intenso e mais fácil, mas você é muito tarado, bem másculo, demonstra seu desejo, tem atitude e mulher adora isso. Pelo menos a maioria daquelas que conheço. Fora que seu pau é bem grande, sorriu.

– Tudo que sou ou demonstro é por sua causa amor. Você é uma mulher linda e irresistível com esse ar de inocência. Sabendo o quanto é safadinha de verdade me faz perder o controle como hoje.

– Química perfeita de nossos corpos, ajuste mais do que perfeito de nossos sexos e esse amor sem fim pelo outro. Não poderia estar mais feliz papai. Agora vou esperar as outras novidades que você vai fazer comigo.

– Agora é mais fazer o mesmo em posições diferentes e lugares diferentes. No sexo tem muita repetição, principalmente daquelas coisas que gostamos mais.

– Faltou algo bem importante em sua lista papai. Não tenho pressa, mas tem algo que as garotas fazem e não fizemos ainda. Umas não fizeram, outras fizeram e não gostaram e outras adoraram. Acho que seria dessas ultimas, sorriu safadinha.

– Na verdade, falta ainda algo mais que não fizemos. Não fizemos amor com você de 4 por pura falta de oportunidade e sei que será maravilhoso e para fazer o que você falou, essa é a melhor posição. Pelo menos para o homem, sorri.

– Como hoje você fez várias estreias, quando fizermos de 4 também já pode fazer com meu bumbum. Sei que você gosta dele.

Eu ri.

– Gosto? Ele é demais de lindo, perfeito e gostoso. Por isso não te quero de calça jeans justa por aí. Sem pressa ele será meu, mas antes vou te pegar de 4. Só que temos que ir com calma e começar a diminuir o ritmo.

– Nem pense papai. Você ficou 18 anos sem e eu comecei agora. Teremos tempo para diminuir o ritmo no futuro. O que mais gosto na vida é de estar com você e o ter dentro de mim.

– Está bem meu amor. Você tem razão e eu nem iria resistir mesmo, mas sem atrapalhar nossas obrigações.

– Tudo bem papai.

Estávamos perto de casa e já era noite. Comeríamos um sanduíche e Amanda teria um tempo para estudar ou apenas para ser uma garota de 18 anos e ficar no celular e conversar com amigas. Eu descansaria e depois assistiria algo na TV esperando ansioso para ter minha esposinha em meus braços quando dormíssemos, mas sem fazer amor depois daquela intensidade toda na mata naquela tarde.

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