Minha mãe era psicóloga num orfanato da região e, de vez em quando, trazia um dos garotos para passar o fim de semana em casa. Dizia que era importante eles terem a experiência de uma família, mesmo que por poucos dias. No feriado prolongado daquele ano, ela trouxe o Cris.
Ele tinha uns três anos a mais que eu, era moreno, alto, magro, mas com o corpo bem definido pelos treinos de futebol no orfanato. Tinha um sorriso fácil, era divertido e carismático. Meu irmão mais novo e eu nos aproximamos dele rapidinho. Passamos o dia todo brincando, correndo pela casa, jogando videogame.
Mas logo percebi que ele me olhava diferente, tanto que perguntei porque ele me olhava daquele jeito, ele na lata disse que minha bunda era grande e gostosa, maior que de muitas meninas.
Eu era um pouco gordinho na época, e sim, minha bunda era grande, redonda, empinada. Fiquei vermelho, ri como se fosse brincadeira e tentei disfarçar. Mas ele notou minha reação. A partir dali, as investidas ficaram cada vez mais ousadas. Roçava o corpo no meu sempre que podia, passava a mão discretamente pela minha bunda durante as brincadeiras, me prendia com força nas lutas e, quando percebia que eu olhava seu abdômen, tirava a camisa com a desculpa do calor, exibindo o tanquinho que começava a se formar.
De tarde, minha mãe foi atender um paciente no consultório dela e deixou eu, o Cris, meu irmão e a empregada fazendo o jantar. Eu e os meninos estávamos no andar de cima, jogando vídeo game, até que Cris sugeriu brincarmos de esconde-esconde, acho que nem preciso dizer que meu irmão foi a pessoa que ia procurar para eu e Cris nos escondermos.
Quando começou, eu corri pra garagem, pra me esconder em um armário bem isolado nos fundos, mas antes de eu fechar a porta o Cris entrou. Protestei inocentemente e falei que ia ficar mais fácil pro meu irmão nos achar se nos escondêssemos juntos e que era melhor ele procurar outro esconderijo. Ele nem me deu atenção e me convenceu que se lá ele não ia nos achar e que ficaria mais fácil para nos salvarmos se fossemos juntos, deixando meu irmão de novo pra procurar. Mandou-me deixar a porta entreaberta e ficar olhando se meu irmão estava vindo, eu continue achando a ideia meio idiota, mas fiz o que ele mandou.
Mal abri a porta e ele já começou a se encostar em mim, reclamei, mas ele falou que era pra conseguir olhar também. Novamente, eu só aceitei e deixei ele lá, ele agarrou minha cintura pra conseguir “olhar melhor” pela fresta, reduzindo o espaço entre nós e se esfregava devagar, sempre pra conseguir “ter uma visão melhor” naquele ângulo.
Acho que por me ver tão permissivo ele começou a rebolar pra frente e pra trás, sem vergonha nenhuma e eu não podia negar que estava gostando, sentia um frio na espinha e meu cacetinho ia endurecendo com aquelas safadezas.
- Caralho, Gustavo, você tem uma bundinha muito macia. – Ele sussurrou no meu ouvindo colando seu peito nas minhas costas e sem interromper a sarrada. – Muito melhor que as que eu como no orfanato...
Eu não era burro, sabia muito bem que ele falava de sexo, mas fiquei perplexo, porque até então minha mãe sempre nos ensinou que sexo só acontecia entre homem e mulher. Inclusive, falei isso pra ele, o que rendeu só uma risada sacana e debochada.
- Nem sempre, maninho… às vezes um garoto faz o papel da mulher e adora...
- Como? – Perguntei ainda excitado com sua voz no meu ouvido.
- Se quiser, eu te mostro...
Ele nem me esperou responder e aumentou ainda mais a sarrada na minha bunda, me puxando contra o seu cacete duro num short fino que ele estava usando. Ele apertava minha cintura e fazia movimentos pra cima e pra baixo com seu pau duro bem no meio do meu rego.
- Tá gostando?
Ele perguntou interrompendo um pouco aquele nosso sexo por cima da roupa. Pensei um pouco e balancei a cabeça dizendo que sim, era legal escutar ele dizer que minha bunda era bonita e gostosa, além de sentir o cacete dele se esfregando em mim.
- Fica ainda melhor se você baixar o short.
Como sempre, eu só aceitei o que ele falou e fui baixando meu short e senti que ele também baixava o dele, mal coloquei meu short no meio da coxa e já senti sua mão apertando as poupas da minha bunda.
- Porra, é bem macia mesmo.
Ele continuou elogiando enquanto encaixava a piroca bem no meio da minha bunda, ele abria as bandas e ia roçando a cabeça do cacete na portinha do meu cu. Eu só sentia aquela pontinha melada e quente enquanto piscava o cuzinho, sem enfiar ele começou a bombar o cacete em mim e me puxava com ainda mais força contra sua rola.
- Que bundinha deliciosa, Gustavo. – a babinha pintava de cima a baixo a minha bundinha e ele usava a mão pra ficar apertando e pincelando meu rabo. – Todo doido pra te comer... – Ele riu.
Começou a ir escorregando o cacete na minha bunda e mesmo sem ver eu já sentia que era grande e grosso, não ia conseguir entrar no meu cu. Pelo menos não daquele jeito. Mesmo assim ele ia socando aquela pomba na minha bunda e, mesmo que estivesse começando a arder por causa do atrito, eu estava adorando.
Ele melava minha bunda e me jogava de cara na porta do armário, sussurrando safadezas e aumentando cada vez mais a respiração no pé do meu ouvido. Eu aceitava quieto, gemendo esporadicamente quando ele apertava mais forte doía um pouco quando ele tentava empurrar, então ele parava, beijava meu pescoço e continuava a sarrada.
Numa dessas, eu ouvi a garagem abrir e na hora me assustei abrindo os olhos e meio que entrando em desespero, eu já tinha até esquecido do esconde-esconde e já tava curtindo muito mais a brincadeira que o Cris fazia comigo.
Meu irmão nem perdeu tempo na garagem e veio direto na nossa direção, provavelmente pelo balanço que o armário fazia com as sarradas do gostoso do Cris contra meu rabinho. Só deu tempo de eu avisar o Cris e puxar meu short pra cima desesperado. Meu irmão começou a bater na porta dizendo que tinha nos achado e que ganhou, começamos a ralhar com ele falando que não valeu porque ele não tinha contado direito antes de ir nos procurar.
Acho que ele não percebeu nada e continuamos a brincadeira, depois comigo ou com Cris procurando, até a hora do lanche da tarde. Enquanto a gente lanchava o Cris pegou um pote de manteiga da mesa e enfiou no bolso, pedindo pra eu não dizer e me dando uma piscadinha e um sorriso maroto.
Enquanto meu irmão foi ver TV na sala, porque naquele horário passava um desenho que ele era viciado na Cartoon, Cris me chamou pra jogar vídeo game no quarto de cima, até tentei chamar meu irmão, mas ele insistiu no desenho. Subimos no quarto e eu tranquei a porta, ele riu e tirou o pote de manteiga do bolso.
- Mas você quer brincar de videogame ou de mulherzinha? – Perguntou já alisando o cacete no short fino de futebol.
Eu não disse nada e ele foi se aproximando de mim.
- Você gostou?
Disse apertando ainda mais forte e me olhando de cima a baixo com uma cara de puto. Eu só balancei a cabeça afirmando.
- Quer mais?
De novo, eu só balancei a cabeça.
- Então me diz que quer brincar de mulherzinha.
Por mais que eu já estivesse entregue a qualquer coisa que ele falasse, eu ainda fiquei envergonhado e sussurrei baixinho, um simples “eu quero”.
- Então você vai ser minha mulherzinha.
Ele baixou o short e a cueca de uma vez só. Meu Deus… uma rola enorme pulou pra fora, balançando pesada. Era muito umas duas vezes maior que a minha. Aquela porra devia ter quase 18cm de pura rola dura, grossa pra caralho, com veias saltadas ao longo da tora morena. A cabeça era gorda, rosada arroxeada, bem avantajada, brilhando de tanto tesão e já babando um fiozinho de pré-gozo transparente. O saco era grande, pesado, cheio de leite, com os pentelhos curtos e bem aparados. A pica era retinha, apontando pra cima com orgulho, pulsando forte no ar. Meu cuzinho piscou só de olhar aquele monstrão. O Cris tinha um pauzão daqueles que a gente via em pornô, mas agora tava ali, bem na minha frente, pronto pra me arrombar.
Como eu falei, eu não era nenhum inocente, sabia que era sexo, só não sabia que era possível entre dois homens, ainda tinha o fato de que doeu quando ele tentava enfiar enquanto estávamos no armário.
- Vai doer, Cris, teu pau é muito grande.
- Não vai, Gugu, eu juro, todo mundo gosta depois que a piroca entra no cu, lá no orfanato eles amam ser minha mulherzinha. Tu também vai gostar. – Disse ensaiando uma punheta naquele mastro.
Eu fiquei um pouco relutante, mas o Cris não deu a mínima. Puxou meu short pra baixo junto com a cueca, arrancou minha camisa e mandou eu deitar de bruços com a bundinha bem arrebitada pro alto. Obedeci, o coração disparado. Ele mandou abrir bem as pernas e eu abri, expondo tudo. Ajoelhou atrás de mim, abriu minhas bandas com as duas mãos e eu senti o frio da manteiga sendo esfregada generosamente no meu buraco virgem.
Ele melecou pra caralho, enfiando os dedos e espalhando bem lá dentro, deixando meu rabo todo melado e brilhando. O quarto inteiro ficou com aquele cheiro forte de manteiga misturado com tesão. Depois massageou meu cuzinho com calma, enfiou um dedo, girou, abriu, e logo enfiou o segundo, me acostumando devagar. Eu gemia baixo, mordendo o travesseiro com medo da empregada ou do meu irmão escutarem.
Não demorou pra eu sentir a cabeça grossa e quente da piroca dele encostando na porta do meu cu, toda melada de manteiga e pré-gozo. Ele começou a forçar devagar, entrando e saindo só a cabecinha, me abrindo aos poucos. O puto tinha muita experiência em comer cu, mesmo sendo novo. Entrava um pedaço, tirava, deixava meu buraco piscando e acostumando com aquele monstrão.
- Aguenta, Gugu… — gemeu ele, enfiando mais fundo aquela rola grossa. — Caralho, teu cuzinho é uma delícia… apertado pra porra!
Adorei ouvir aquilo. Meu cu piscou forte e eu empinei ainda mais a bunda pro meu macho, pedindo sem falar. O Cris começou a socar devagar e gostoso, atolando cada vez mais daquela pica enorme, preenchendo meu rabinho guloso centímetro por centímetro. Eu já tava totalmente rendido, doido pra ser fodido e usado como putinha dele.
Ele aumentou as bombadas, puxava a rola quase toda pra fora e socava de novo, cada vez mais fundo. Meu cu pegava fogo, ardia pra caralho, mas ele não parava. Ficava falando safadeza no meu ouvido:
- Tu tem a bundinha mais gostosa que eu já comi, Gugu… tá gostando de tomar rola no cu, né putinha? Toma mais dessa pica…
Eu não conseguia nem responder. Gemendo de olhos fechados, fascinado com a sensação de ser enrabado por aquela tora grossa, só gemia na ponta do cacete dele. Sem pena nenhuma, o Cris acelerou as pirocadas, segurando firme minha cintura e me arrombando com força, me fazendo apertar o travesseiro com tudo.
- Caralho… seu cu é apertado demais! — gemeu ele, aumentando ainda mais a velocidade.
O quarto se encheu com o barulho molhado e safado de rola entrando e saindo do meu cuzinho virgem. A dor foi diminuindo devagar e virando um tesão louco. Comecei a rebolar pra trás sem nem perceber, pedindo mais vara como uma vadia.
Ele meteu mais forte, segurando minha cintura com as duas mãos. Depois de uns minutos arfando e gemendo rouco, enterrou tudo de uma vez, quase gritando, e gozou lá dentro. Senti jatos grossos e quentes enchendo meu intestino, uma leitada absurda. Quando ele tirou a rola, o leitinho branco escorreu pelas minhas coxas e pingou na cama.
Eu comecei a gemer mais alto, meu cu recém-arrombado latejando de dor e prazer. Mordi o travesseiro com força pra abafar os gritos. O Cris se jogou por cima de mim, ainda com a pica meio dura dentro, e foi aí que eu senti um gozo quente na barriga: tinha gozado sem nem tocar na minha rolinha, puro gozo anal.
Sentia o peso dele nas minhas costas, suado, o cheiro forte de manteiga, suor, sexo e porra quente enchendo o quarto. Aos poucos aquela piroca ia amolecendo dentro do meu cu arrombado. Eu tava completamente melado, rendido e viciado.
- Gostou de dar o cu? – Cris sussurrou no meu ouvido me fazendo um cafune.
Eu só concordei com cabeça, ainda processando tudo que tinha acontecido.
- Vai me dar de novo?
De novo, eu só balancei a cabeça, ele me virou na cama e me deixou de frente pra ele, eu pode olha-lo com um pouco mais de atenção. Ele era um gostoso, com o rosto bem marcado, mandíbula desenhada e um olhar castanho que parecia estar sempre provocando alguém. As sobrancelhas alinhadas deixavam os olhos ainda mais expressivos, e o sorriso de canto entregava uma confiança quase irritante. O cabelo curto completava o visual de quem claramente gostava de chamar atenção sem precisar fazer muito esforço.
Do nada ele me taca um beijo de língua e me arranca todo o resto de folego que eu ainda tinha, eu achei aquilo delicioso.
- Bora se arrumar, se não teu irmão vai ficar preocupado. – Ele disse rindo me fazendo mais um cafune.
Passamos o resto da tarde brincado, e o safado não perdia uma chance de passar a mão na minha bunda. Confesso que ficava arrepiado e com o cuzinho piscando, mesmo que ainda latejasse um pouco depois de levar vara.
Depois do jantar, eu, o Cris e meu irmão nos enrolamos numa coberta grande na sala pra assistir TV, porque a noite estava bem fria. Meu irmão estava vidrado na tela, quase cochilando. O safado do Cris aproveitou o esconderijo perfeito da coberta, segurou minha mão por baixo do tecido e levou direto pro meio das pernas dele.
Senti logo aquela rola grossa e quente, já meio dura dentro do short fino. ainda por cima da roupa. Ele sorriu de canto, puxou o short um pouco pra baixo e colocou minha mão direto na pele. A pica dele já estava dura, pesada, latejando.
Ele me fez fechar os dedos em volta da tora e começou a fazer um vai e vem devagar, ensinando o ritmo. Depois soltou minha mão e eu continuei sozinho, batendo punheta pra ele discretamente, sentindo o melzinho da pica dele espalhando pela palma da minha mão, deixando tudo molhado, quente e escorregadio.
A rola dele pulsava na minha mão, crescendo cada vez mais dura enquanto eu apertava e subia e descia devagar, com medo e tesão ao mesmo tempo. O Cris disfarçava, olhando pra TV, mas de vez em quando apertava minha coxa por baixo da coberta, respirando um pouco mais pesado. Meu cuzinho piscava só de sentir o tamanho daquela pica latejando na minha mão.
Minha mãe passou pela sala e avisou que já ia dormir. Meu irmão já estava praticamente apagado do lado. O Cris aproveitou o momento, me puxou mais pra perto dele debaixo da coberta e me envolveu num meio abraço, colando seu corpo quente no meu.
- Lambe os dedos — sussurrou no meu ouvido, a voz rouca de tesão.
Fiquei na dúvida por um segundo, mas obedeci. Levei os dedos melados até a boca e senti aquele cheiro forte de rola misturado com pré-gozo. O gosto era salgado, diferente de tudo que eu já tinha provado, mas estranhamente viciante. Lambi tudo com calma enquanto ele me olhava com aquela cara de safado, sorrindo de canto.
— Curtiu o sabor da minha pica? — perguntou baixinho. Eu acenei que sim, envergonhado. — Então prova direto da fonte, maninho…
Ele segurou minha nuca com firmeza e me guiou devagar pra debaixo do lençol.
No escuro, guiado só pelo tato e pelo cheiro forte de macho, cheguei na cabeça daquela rola. Senti o perfume quente da pomba e segurei na base. Dei um beijinho na ponta melada, depois vários outros ao longo da tora toda.
- Lambe igual um picolé. – Ouvi ele falar por trás do lençol.
Fiz o que ele disse e comecei a lamber aquela piroca por vários minutos. Sentia o gosto do melzinho da gala e me deliciava.
- Põe ele na boca. – Sugeriu de novo. – Chupa igual um sorvete, Gugu.
Coloquei a cabeça na boca e comecei a ir engolindo, a pica, sentindo um tesão do caralho e buscava engolir cada vez mais daquela tora. O que não era uma tarefa fácil, parecia que na boca ela ficava ainda mais grossa, vou nem comentar o comprimento, mesmo assim, eu dava tudo de mim e ia empurrando cada centímetro pra dentro. Fazia um vai e vem na cabeça, tirava da boca e lambia pra pegar ainda mais do melzinho, levei um pouco a sério demais a sugestão do sorvete, tirava da boca e ia lambendo da base até a cabeça, engolindo o máximo que dava e iniciando outro vai e vem com a boca.
O Cris, vendo minha entrega, colocou as duas mãos na minha cabeça e começou a forçar pra baixo, querendo enfiar mais fundo na minha garganta. Eu tentava, mas engasgava, lágrimas enchendo os olhos, saliva escorrendo pelo queixo. Conseguia só até a metade, voltava pra cabecinha, respirava e tentava de novo. Ele ignorava completamente a presença do meu irmão dormindo ali do lado e começou a foder minha boca com mais vontade.
— Isso… mama gostoso — gemia baixinho, apertando meu cabelo e controlando o ritmo, usando minha boquinha quente como um brinquedo sexual.
As vezes eu voltava a lamber aquele cabeção e engolia um pouco mais, mas nunca o suficiente, aquele caralho estava duro igual um tronco de madeira e já todo melado pela minha saliva e pelo pré-gozo que não parava de sair.
Eu ouvia ele dar leves gemidos e suspiradas enquanto apertava meu cabelo e enfiava aquele cacete na minha garganta.
Só senti uma golfada de porra ser despejada na minha garganta.
- Bebe seu leitinho, bebe...
Meu machinho sussurrou, sem me deixar tirar o pau da boca, como um bom menino eu bebi tudo que eu conseguia, Cris gozava muito. Foi inevitável deixar a porra escorrer pela sua pica e sujar seus pentelhos curtos, saco e coxas. Eu continuei mamando, engolindo o que tinha sobrando e experimentando o gosto daquele “leite” quente, grosso, com uma mistura curiosa de azedo com adocicado e mais curioso ainda foi eu ter adorado beber.
Ainda fiquei um bom tempo lambendo a pica do meu machinho, como um cachorrinho obediente. Passei a língua devagar por toda a extensão, limpando cada gota de porra que tinha escorrido, chupando as veias saltadas, descendo até o saco pesado e sugando os pentelhos melados. O Cris gemia baixinho, acariciando meu cabelo, enquanto eu lambia tudo com gosto, viciado no sabor forte do leitinho dele.
Só parei quando ele puxou minha cabeça de leve e falou rindo:
- Tá bom, putinho… já limpou tudo.
Ele se levantou, a rola ainda meio dura balançando pesada entre as pernas, e foi pro banheiro se lavar. Eu fui logo depois. Quando voltei pra sala, acordei meu irmãozinho que já estava quase dormindo no sofá e nós três subimos.
Meu irmão caiu na cama e apagou rapidinho. Mas eu e o Cris… a noite estava só começando.
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Opa, pessoal!
Este é meu primeiro conto (ou pelo menos minha primeira tentativa). Na verdade, a história original nem é minha. Eu apenas reescrevi um conto erótico antigo que encontrei e que não tinha uma conclusão, então resolvi dar um desfecho para ele.
Caso o autor original veja esta publicação e não concorde com a adaptação, pode entrar em contato pelos comentários. Sem problemas, eu removo a postagem imediatamente.
Peço desculpas por qualquer inconveniente e espero que vocês gostem da leitura!