O DESPERTAR DA PANDEMIA – COMO UMA QUARENTENA MUDOU NOSSOS FETICHES

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Heterossexual
Contém 7087 palavras
Data: 07/06/2026 22:08:09

Meu nome é Rodrigo, tenho 34 anos, sou casado com a Patrícia há 9 anos. Somos um casal normal, com uma vida estável, dois filhos, uma casa confortável. Mas a pandemia de 2020 mudou tudo. Não só o mundo – mudou a gente.

No início, foi só o medo. O lockdown, as notícias, o isolamento. A gente ficou trancado em casa por meses. Sem sair, sem ver amigos, sem viajar. Só nós quatro – eu, Patrícia e nossos dois filhos pequenos. A rotina virou uma loucura: home office para os dois, escola online para as crianças, contas, ansiedade, estresse. No fim do dia, a gente só queria dormir.

O sexo, que já não era frequente, praticamente desapareceu.

Foi numa noite de insônia que eu descobri os contos eróticos.

Eu estava no quarto, Patrícia já dormia. O celular na mão, a ansiedade a mil. Acabei entrando num site de contos. Li uma história sobre um casal que fazia troca de casal. Meu pau ficou duro. Li outra sobre um marido que assistia a esposa ser comida por outro homem. Quase gozei ali mesmo. Li sobre incesto, sobre inversão, sobre orgias, sobre casais liberais. Cada história mexia comigo de um jeito diferente.

Passei a ler todas as noites. Bati punhetas pensando nas histórias. Mas nunca contei para Patrícia. Tinha vergonha.

Até que uma noite, ela me pegou no flagra.

Era umas 2h da manhã. Eu estava no quarto, o celular na mão, o pau duro dentro da cueca. Patrícia acordou para ir ao banheiro e me viu.

— O que você está fazendo acordado essa hora? – ela perguntou, a voz grogue.

— Nada... não consigo dormir.

— O que você está olhando no celular?

Ela pegou o celular da minha mão. Leu um parágrafo. Leu outro. Os olhos dela se arregalaram.

— Você está lendo conto erótico?

— É... é bobagem.

— Deixa eu ver. – Ela rolou a tela. Leu mais. Os olhos dela mudaram. Não era espanto. Era curiosidade. Era tesão. – Isso é sobre um casal que troca de parceiro?

— É.

— E você gosta disso?

— Não sei. Acho que sim.

Ela ficou em silêncio por um segundo. Depois devolveu o celular.

— Me mostra mais.

Naquela noite, ficamos acordados até tarde lendo contos juntos. Eu lia em voz alta. Ela escutava, a mão na minha coxa, os dedos brincando com a borda da minha cueca.

— Você imagina a gente nesses contos? – perguntei.

— Imagino.

— Em quais?

— Em todos. Cada conto me dá uma ideia diferente. Cada conto me faz querer experimentar uma coisa nova.

— E você não tem medo?

— Não. Tenho tesão.

Depois daquela noite, criamos um ritual. Todo dia, depois que os filhos dormiam, nos trancávamos no quarto e líamos contos. Eu lia em voz alta. Ela me chupava. Eu chupava ela. A gente transava como não transava há anos. O sexo ficou mais quente, mais intenso, mais selvagem.

E a gente começou a conversar. A confessar. A compartilhar fetiches que a gente nunca tinha ousado falar.

— Eu tenho uma coisa para te contar – Patrícia disse, numa dessas noites.

— O quê?

— Eu sempre tive curiosidade de ver dois homens juntos. E se um deles fosse você... eu ia adorar.

— Você quer me ver com outro homem?

— Quero. E você? Você tem alguma coisa?

— Eu tenho curiosidade de te ver com outro homem.

— Então a gente tem a mesma curiosidade.

— Quase a mesma. A minha é de te ver sendo comida por outro homem.

— E a minha é de te ver sendo comido.

Nós rimos. Nós nos beijamos. Naquela noite, gozamos juntos imaginando.

Com o tempo, as confissões foram ficando mais íntimas.

— Eu já fiz uma coisa que nunca te contei – Patrícia disse, uma noite, depois de uma transa particularmente boa.

— O quê?

— Antes da gente casar, eu transei com uma mulher.

— Você é bi?

— Não sei. Foi uma vez. Foi com uma amiga. A gente estava bêbada, em uma festa. A gente se beijou. Ela me chupou. Eu chupei ela.

— E você gostou?

— Gostei. Foi diferente. Macio. Delicado. A boca de uma mulher é mais macia que a de um homem.

— E você sente falta?

— Às vezes.

— E você gostaria de repetir?

— Com você assistindo? Sim.

— E comigo participando?

— Também.

— Então a gente vai fazer. Depois da pandemia.

— Combinado.

Na noite seguinte, foi a minha vez de confessar.

— Eu tenho uma coisa para te contar – eu disse.

— O quê?

— Eu já me masturbei com um primo. Foi eu que puxei o assunto, que comecei a conversa sobre aquela noite.

— Como assim? – ela perguntou, sentando na cama, os olhos brilhando.

— A gente era adolescente. A gente estava na casa da minha avó. A gente viu um filme pornô. A gente ficou excitado. Eu falei para ele: "olha o tamanho do pau desse cara". Ele respondeu: "o meu é maior". Eu duvidei. Ele mostrou. Eu mostrei o meu. A gente começou a bater punheta juntos.

— Juntos?

— Juntos. Cada um no seu canto, mas se olhando. A gente trocava olhares. A gente se masturbava vendo o pau um do outro.

— E chegou a ter contato?

— Não. Só olhares. Só masturbação. Nunca rolou penetração. Mas a gente gozou olhando um para o outro.

— E você gostou?

— Gostei. Foi a primeira vez que eu senti tesão por um homem.

— E você queria que tivesse rolado mais?

— Na época, sim. Hoje, com você assistindo? Sim.

— Eu quero ver.

— Eu sei.

— A gente vai fazer. Depois da pandemia.

— Combinado.

Depois daquela confissão, a gente ficou excitado. Patrícia me olhou com os olhos brilhando. A mão dela já descia pela minha barriga.

— Você nunca me contou como era o pau do seu primo – ela disse, a mão apertando meu pau por cima da cueca.

— Era grande. Grosso. A cabecinha roxa. Um cheiro forte e selvagem. Devia ter uns 16, 17 centímetros naquela época. Já me masturbei muito com essa cena.

— E você queria colocar na boca, lamber e cheirar?

— Quando mais novo já me masturbei muito pensando nisso, achava que às vezes eu era viado, mas lendo os contos descobri que tenho tendência bissexual e que isso é mais normal que imaginava, e também quando li contos de gay vi o desejo com que um homem chupa o outro. Não teve como não lembrar do meu primo. Queria. Muito.

— E agora? Você ainda quer?

— Agora, com você assistindo? Sim. Quero sentir ele na minha boca. Quero sentir ele no meu cu.

— Eu quero ver.

— Eu sei.

Ela pegou no meu pau. Já estava duro. Começou a masturbar devagar, os olhos fixos nos meus.

— Me conta mais – ela pediu, a voz baixa, sensual. – Me conta como foi.

— A gente se olhava. A gente via o pau um do outro, o cheiro que ficou no quarto, o desejo enrustido e infelizmente o medo de avançar o sinal. A gente batia punheta olhando para o pau do outro. A gente gozou junto. Olhando um para o outro.

— Que tesão – ela disse, masturbando mais rápido. O barulho era molhado, obsceno.

— Eu queria que ele tivesse colocado na minha boca – continuei, gemendo. – Eu queria que ele tivesse gozado na minha cara. Eu queria sentir o leite dele escorrendo pela minha língua.

— Ele vai fazer isso. Depois da pandemia.

— Você vai ver?

— Vou. Vou ver meu marido sendo puta do primo dele. Vou ver você de joelhos, chupando o pau do seu primo. Vou ver ele gozando na sua cara.

— E você vai lamber?

— Vou lamber tudo. Vou lamber a sua cara depois que ele gozar. Vou sentir o gosto dos dois juntos.

Ela me beijou. A língua entrou na minha boca. A mão dela não parava de masturbar.

— Eu quero provar o gosto do seu cu primeiro – ela sussurrou, tirando a boca da minha.

Ela lambeu o próprio dedo – devagar, com os olhos nos meus – e desceu a mão. Enfiou o dedo no meu cu.

Gritei.

— ISSO, PATRÍCIA!

— Imagina que é o dedo do Paulo – ela disse, mexendo o dedo devagar. – Imagina que é o pau do seu primo entrando devagarinho no seu cuzinho.

— TÁ DENTRO – eu gemi.

— Ele vai estar. Depois da pandemia. Ele vai estar todo dentro de você.

Ela mexeu o dedo mais rápido. Enfiou o médio junto. Os dois dedos entravam e saíam, entravam e saíam.

— VOU GOZAR! – eu gritei.

— GOZA!

Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com os dedos dela no meu cu.

— Olha – ela disse. – Olha como o seu cuzinho está piscando.

Ela tirou os dedos devagar. Meu cu ficou aberto, piscando, se contraindo. Parecia uma boca pequena tentando mamar.

— Ele está mordendo o meu dedo – ela disse, rindo. – Ele não quer deixar eu sair.

— Ele quer mais – eu gemi.

— Eu sei. Ele vai ter mais.

Ela desceu a cabeça. Enfiou a língua no meu cu. Lambeu. Chupou. Enfiou.

— ISSO, PATRÍCIA! ASSIM!

— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?

— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!

— AGORA VOCÊ VAI GOZAR DE NOVO. SÓ COM A MINHA LÍNGUA.

Ela lambia, chupava, enfiava a língua. Eu gemia, os dedos arrancando o lençol.

— VOU GOZAR! – eu gritei de novo.

— GOZA!

Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – de novo sem ninguém tocar. Só com a língua dela no meu cu.

— Pronto – ela disse, levantando a cabeça, a boca lambuzada. – Agora você está pronto para o Paulo.

— Estou. E você?

— Eu estou com tesão. Muito. Ver você gozar só com o meu dedo... só com a minha língua... foi uma das coisas mais excitantes da minha vida.

— Eu também.

— Eu quero ver o pau do Paulo. Eu estou muito curiosa.

— Eu vou ligar para ele.

No dia seguinte, estávamos na cama, pelados, conversando. Fui eu que puxei o assunto.

— Patrícia, eu quero te falar uma coisa.

— O quê?

— Amei gozar pela bundinha, foi diferente, foi intenso, foi maravilhoso!

— Eu também amei te ver.

— Eu quero que a gente chame o Paulo. Depois da pandemia. Eu quero que ele me coma. E eu quero que ele te coma também.

— Eu também quero.

— Eu sei. Mas ontem... ontem foi uma das coisas mais excitantes da minha vida. Você me fez gozar duas vezes só com o dedo e a língua no meu cu.

— E foi lindo – ela disse. – Ver o seu cuzinho piscando, mordendo o meu dedo... eu nunca vou esquecer.

— Eu também não.

— Eu estou muito curiosa para ver o pau do Paulo – ela disse, os olhos brilhando. – Eu quero ver os dois juntos. Quero ver o seu e o dele. Quero comparar. Quero imaginar os dois dentro de mim.

— Você quer ser comida pelos dois primos?

— Quero. Muito. E eu quero que ele te coma primeiro. Eu quero ver você de quatro para ele. Eu quero ver o pau dele entrando no seu cu.

— E depois?

— Depois eu quero que vocês dois me comam ao mesmo tempo. Um na minha buceta, um na minha boca. Ou um na minha buceta, um no meu cu.

— Você vai aguentar?

— Vou. Eu vou aguentar tudo. Eu vou gozar tanto que vou desmaiar.

— E o que você quer fazer antes?

— Eu quero comprar um consolo para nós.

— Quero um grande e grosso. Quero tirar todas as suas pregas antes do seu primo. Como sua esposa, essas pregas são minhas e não dele. Se fosse para tirá-las, eu teria te comido naquele dia. Agora elas são minhas. Quando você der a bunda para ele, ela já vai estar arrombada.

— Eu quero treinar. Eu quero que você me treine. Eu quero tirar todas as minhas pregas antes do Paulo chegar.

— Todas?

— Todas. Eu quero que o seu cu esteja tão aberto que o pau dele entre como se fosse a coisa mais natural do mundo.

— Você está doida.

— Doida de tesão. E você?

— Também.

— Então liga para ele. Puxa o assunto. Cai na história do passado.

Peguei o celular. Liguei para Paulo. Ele atendeu na segunda chamada.

— E aí, Rodrigo – ele disse, a voz animada. – Faz tempo.

— E aí, Paulo. Tudo bem?

— Tudo. E você?

— Tudo. Como está a quarentena?

— Cara, está foda. Sozinho em casa, sem ninguém. Tô ficando louco.

— Sozinho mesmo?

— Sozinho. A mulher foi embora antes da pandemia. Eu tô aqui, trancado, sem ver ninguém.

— Que merda.

— Pois é.

Fiz uma pausa. Patrícia me olhou, incentivando com a cabeça.

— Paulo, eu vou ser sincero.

— Fala.

— Cara, nesse tesão da pandemia comecei a ler contos eróticos, não me leva a mal, mas li um conto onde dois primos se masturbavam e lembrei de nós...

— Lembra daquela vez? Na casa da avó?

Ele ficou em silêncio por um segundo.

— Lembro. Por quê?

— Porque eu nunca esqueci. E a Patrícia também não.

— A Patrícia?

— Ela sabe de tudo. Ela quer ver. Ela quer que a gente repita. Só que dessa vez... até o fim.

— Até o fim como?

— Até o fim. Com penetração. Com os dois.

Silêncio.

— Você está falando sério?

— Estou. E você?

— Eu também. Eu nunca esqueci. Eu sempre quis. Eu só não tive coragem de falar.

— Então agora a gente fala. Manda uma foto sua. Do seu pau. Como está hoje.

— Agora?

— Agora.

Ele mandou. O pau dele – 20 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa – estava duro, babando.

— Caralho – Patrícia disse, olhando a foto. – É maior que o seu.

— Eu sei.

— Manda a sua de volta.

Mandei. Ele respondeu na hora.

"Caralho, Rodrigo. Continua igual. Grosso, veiado, lindo. A Patrícia deve adorar."

— Ele elogiou você – eu disse.

— Mostra uma foto minha.

— Você quer?

— Quero. Quero que ele veja o que ele perdeu.

Tirei uma foto da Patrícia. Vestido curto, decotado, sem calcinha. Mandei. Paulo respondeu na hora.

"Caralho! Que mulher linda! Que bucetão! Rodrigo, você é um sortudo."

— Ele gostou.

— Eu sei. E eu quero que ele venha. Depois da pandemia.

— Ele vai vir.

Naquela noite, Patrícia ligou para Paulo pelo WhatsApp. Ele atendeu na hora. Estava de camiseta, aparentemente sozinho em casa.

— E aí, primos – ele disse, com um sorriso.

— E aí, Paulo – Patrícia respondeu. – A gente queria te mostrar uma coisa.

— Que coisa?

Ela virou a câmera para mim. Eu estava pelado na cama, o pau já duro.

— Caralho – Paulo disse, os olhos arregalados.

— A gente queria que você assistisse – Patrícia disse. – A gente queria que você se masturbasse vendo a gente.

— Vocês estão doidos?

— Doidos de tesão. Você topa?

Paulo ficou em silêncio por um segundo. Depois, sorriu.

— Topo.

Ele se recostou na cadeira. Abriu o zíper da calça. O pau pulou para fora – 20 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa.

— Que pau lindo – Patrícia disse, os olhos vidrados na tela.

— Você vai ver o que ele faz – eu disse.

Patrícia montou em cima de mim. Enfiou meu pau na boceta dela – já escorrendo. Começou a cavalgar. Os seios balançavam.

— ISSO, PATRÍCIA! ASSIM!

— VOCÊ ESTÁ VENDO, PAULO? – ela perguntou, olhando para o celular.

— ESTOU VENDO – ele respondeu, a mão no pau, se masturbando.

— ELE É MEU MARIDO – ela disse, cavalgando mais rápido. – MAS ELE É CORNO. ELE QUER QUE VOCÊ ME COMA.

— ELE QUER?

— ELE QUER. ELE QUER VER O SEU PAU DENTRO DE MIM.

— ENTÃO VAI TER.

— QUANDO?

— DEPOIS DA PANDEMIA.

— EU MAL POSSO ESPERAR.

Paulo se masturbava mais rápido. O pau dele pulsava na mão.

— EXPLORA O CU DELE – Paulo pediu, ofegante. – QUERO VER.

Patrícia tirou o pau da boceta. Me virou de bruços. Empinou a minha bunda. Enfiou dois dedos no meu cu.

— TÁ DENTRO – ela disse.

— MEXE – Paulo pediu.

Ela mexeu. O dedo entrava e saía, entrava e saía. Eu gemia.

— VOU GOZAR! – eu gritei.

— GOZA! – Patrícia e Paulo disseram juntos.

Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com o dedo dela no meu cu.

Paulo gozou junto. Jatos grossos, quentes, acertaram a tela do celular.

— CARALHO – ele disse, ofegante. – EU QUERO ISSO. EU QUERO SENTIR O MEU CU SENDO EXPLORADO TAMBÉM.

— Depois da pandemia a gente te ensina – Patrícia disse.

— Compramos um consolo para apimentar nossas brincadeiras, deve chegar ainda essa semana. Vamos chamar ele de Paulo em sua homenagem.

— Vocês são loucos, mas gostei da ideia. Acho que também vou comprar um e colocar o nome dele.

— Compra. E treina. Porque quando a pandemia acabar, você vai ser nosso.

— Combinado.

Paulo desligou. Eu e Patrícia caímos na cama. Exaustos. Felizes.

— Ele vai comprar um consolo – eu disse.

— Ele já está viciado. Igualzinho a você.

— Igualzinho a mim.

Nós rimos. Nós transamos.

Depois da videochamada, fiquei em silêncio. Patrícia percebeu.

— O que foi, amor?

— Eu não sei se vou aguentar. Ver ele te comendo. Ver o pau dele dentro de você.

— Você vai aguentar. Você vai adorar.

— E se eu sentir ciúmes?

— Ciúmes é tesão disfarçado. Você vai sentir ciúmes. E vai gozar mais.

— E se eu não quiser mais depois?

— Você vai querer. Você sempre quis. Desde a primeira vez que você me contou sobre aquela noite.

— Eu sei. Mas...

— Não tem mas. Eu vou te ajudar. Eu vou te mostrar o caminho.

— Que caminho?

— Vira de bruços.

Virei. Ela empinou a minha bunda.

— Vou te dar um beijo grego – ela disse. – Vou te dar um fio terra. Vou te mostrar o que o Paulo vai fazer com você.

Ela enfiou a cara. Lambeu. A língua percorreu o meu ânus, lambia, chupava, enfiava.

— ISSO, PATRÍCIA! ASSIM!

— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?

— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!

— AGORA O DEDO.

Ela enfiou o dedo. Primeiro o indicador. Depois o médio. Depois os dois.

— TÁ DENTRO – ela disse.

— MEXE!

Ela mexeu. O dedo entrava e saía, entrava e saía.

— VOU GOZAR! – eu gritei.

— GOZA!

Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com o dedo dela no meu cu.

— PRONTO – ela disse, ofegante. – AGORA VOCÊ SABE. AGORA VOCÊ VAI QUERER MAIS.

— Quero. Quero muito.

— Então a gente vai comprar um vibrador. Eu vou te comer com ele. Você vai sentir o que é ser penetrado de verdade.

— E o Paulo?

— O Paulo vai fazer o mesmo. Ele vai te comer. E você vai adorar.

Finalmente o vibrador chegou. Estávamos doidos para usá-lo à noite.

— Está nervoso? – Patrícia perguntou, abrindo a caixa.

— Estou. E você?

— Estou com tesão.

Ela passou lubrificante no vibrador. Passou no meu cu. Deitei de bruços, empinei a bunda.

— Vai doer – ela avisou.

— Pode doer.

Ela enfiou a ponta. Gritei – não de dor, de prazer.

— METE! – eu pedi.

Ela meteu. Devagar no início. Depois rápido. O vibrador entrava e saía, entrava e saía. Eu gemia.

— ISSO, CARALHO! ASSIM!

— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?

— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!

— AGORA VOCÊ VAI SER MINHA PUTA.

— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!

Ela meteu mais forte. Eu gozei – só com o vibrador no meu cu.

Depois, ligamos para Paulo. Mostramos o vibrador. Mostramos o meu cu gozado.

— Caralho – Paulo disse, os olhos vidrados. – Vocês estão me matando de tesão.

— Você vai fazer o mesmo comigo – eu disse.

— Vou. Mas eu também quero experimentar.

— Experimentar o quê?

— Eu também quero saber como é ser comido.

— Você nunca deu o cu?

— Nunca. Mas eu quero. Quero que você me coma, Rodrigo. Quero sentir o seu pau dentro de mim.

— Depois da pandemia a gente faz.

— Combinado.

No dia seguinte, Paulo mandou uma mensagem.

"Gente, eu não aguentei. Comprei uma escova de dente nova. Enfiei o cabo no meu cu."

— Caralho – Patrícia disse, lendo em voz alta.

— Ele fez isso?

— Parece que sim.

"Como foi?", ela respondeu.

"Doeu no começo. Depois ficou gostoso. Gozei pra caralho. Acho que vou comprar um consolo também."

— Ele tá viciado – eu disse.

— Igualzinho a você.

— Você acha que ele vai conseguir?

— Vai. Ele é da família.

"Manda foto", Patrícia escreveu.

Paulo mandou. Era o cu dele – aberto, vermelho, ainda escorrendo lubrificante. O cabo da escova estava do lado.

— Que visão – Patrícia disse.

— Você gostou?

— Gostei. Quero ver ele pessoalmente.

— Depois da pandemia.

— Depois da pandemia.

Na semana seguinte, Paulo mandou outra mensagem.

"Comprei um consolo. Preto. 18 centímetros. Igual o de vocês."

— Ele vai se acabar – eu disse.

"Usa e manda vídeo", Patrícia respondeu.

Paulo mandou. Ele estava de quatro na cama, o consolo preto enfiado no cu. Ele metia para frente e para trás, o pau balançando, o rosto vermelho de tesão.

"VOU GOZAR!", ele gritou no vídeo.

Gozou. Jatos grossos, quentes, acertaram o lençol. O cu dele apertava o consolo.

— Caralho – eu disse. – Ele tá pronto.

— Ele tá mais do que pronto – Patrícia disse. – Ele tá viciado.

— Igualzinho a mim.

— Igualzinho a você.

"Quando vocês vão me chamar?", Paulo escreveu.

"Depois da pandemia", Patrícia respondeu.

"Mal posso esperar", ele escreveu.

"Nós também", ela respondeu.

No auge da pandemia, a irmã mais velha da Patrícia, a Simone, ficou doente.

Simone tinha 47 anos, sempre ficou para titia, nunca foi casada. Ela teve um namorado quando jovem. Ele foi o único. Foi ele quem tirou a virgindade da boceta dela. Depois de algumas tentativas, ele não conseguiu tirar a virgindade do cu dela. Mas o relacionamento não durou. Ele a traiu. Ela descobriu e ficou traumatizada. Nunca mais confiou em ninguém. Nunca mais deixou ninguém tocar nela.

A buceta dela não foi mais usada depois disso. O cu continuou intacto. Ela gozava raramente. Não tinha desejos. Se masturbava de vez em quando, no escuro, sem vontade. A única coisa que ela sabia é que não gostava de sexo. Ou pelo menos achava que não gostava.

Ela quase morreu. A doença a deixou prostrada, sem forças, sem ninguém para cuidar dela no apartamento. Não tinha para onde correr, não tinha quem a ajudasse. Foi então que Patrícia, sua irmã, insistiu para que ela viesse para nossa casa. Simone resistiu no início, mas não teve jeito. Precisava de cuidados.

Ela ficou isolada no quarto de hóspedes por duas semanas. Patrícia levava comida, remédio, água. Deixava na porta, batia, saía. Ninguém podia se aproximar. Foram dias longos, de febre, tosse, medo. Simone achou que ia morrer. Teve tempo de sobra para pensar na vida, nos erros que cometeu, nas oportunidades que deixou passar.

— Por que eu me privei de tanto? – ela pensou. – Por que eu deixei um idiota estragar minha vida?

Ela decidiu que, se sobrevivesse, iria mudar. Iria usar mais a buceta. Iria dar o cuzinho. Iria experimentar tudo o que não experimentou. Iria viver.

Na terceira semana, ela já estava recuperada. Os sintomas passaram. A febre sumiu. Ela saiu do quarto com os olhos brilhando, o corpo ainda fraco, mas a alma renovada.

Nos primeiros dias, ela apenas andava pela casa, espairecia, comia na mesa da cozinha. Aos poucos, foi se enturmando de novo. E foi assim que começou a nos observar.

Uma noite, a gente estava na sala, vendo televisão. Patrícia estava no meu colo, os dedos no meu cabelo. A gente se beijava devagar. A televisão estava ligada, mas ninguém prestava atenção. O filme era uma comédia romântica idiota. Mas nós dois já estávamos com os dedos inquietos, se provocando.

O que a gente não sabia é que Simone estava acordada. Ela tinha saído do quarto para pegar um copo d'água e nos viu. Viu Patrícia me beijando, viu minha mão subindo pela sua coxa, viu ela apertando meu pau por cima da bermuda. Ela não fez barulho. Voltou para o quarto. Mas ficou pensando.

Na noite seguinte, ela se escondeu atrás da porta da sala. Nos observou de novo. Dessa vez, a gente foi mais longe. Patrícia tirou a minha bermuda. Eu chupei os seios dela. Ela gemeu. Simone ouviu tudo. E não se masturbou – apenas observou, com os olhos vidrados, com o coração batendo acelerado.

Ela nunca tinha visto sexo de verdade de perto. Fazia tempo que não via um pau duro ao vivo. Nunca tinha visto uma mulher gozar de verdade.

Foi na terceira noite que ela descobriu mais. Ela se aproximou do quarto e viu a porta entreaberta. Patrícia e eu estávamos deitados, o computador ligado na mesa de cabeceira. Líamos em voz alta e comentávamos um conto erótico – nos imaginávamos naquela situação fantasiando todo o erotismo. Depois, a tela mudou. Era uma videochamada. Um homem moreno, barbudo, se masturbando na tela. Era o Paulo.

Simone viu Patrícia me chupar. Viu ela me dedar. Viu ela enfiar um vibrador no meu cu. Viu eu gemer, gozar, implorar. Viu tudo. Viu o homem na tela chamando o marido de "corno". Viu a irmã rindo e gozando.

Tudo aquilo era novo para ela. Tudo aquilo lhe dava muito tesão.

Na quarta noite, ela entrou no quarto enquanto a gente não estava. Mexeu no computador. Leu os contos. Viu as fotos. Descobriu o consolo preto guardado na gaveta. Cheirou. Lambeu. Sentiu o gosto. Ficou com o tesão acumulado, os dedos na própria boceta, se masturbando ali mesmo, gemendo baixo, com medo de ser descoberta.

Naquela mesma noite, ela não se escondeu. Ela abriu a porta e entrou no quarto.

Patrícia estava montada em mim, cavalgando. Os seios dela balançavam. Eu metia para cima, fundo. A televisão estava desligada. Só se ouvia os gemidos.

— Vocês são safados – Simone disse, sentando na beira da cama.

Patrícia parou. Eu parei. Olhamos para ela.

— Simone... você está acordada?

— Estou. E já faz dias. Eu vejo vocês todas as noites. Eu vi os contos no computador. Eu vi a videochamada com seu primo. Eu vi o vibrador. Eu vi você comendo ele. Eu vi ele chamando você de corno. Eu cheirei o vibrador. Eu lambi. Eu me masturbei com ele pensando em vocês.

— Simone...

— Fica onde você está – Simone disse. – Não para por minha causa.

— Você não está chocada?

— Chocada? Estou com tesão. Nunca vi ninguém transar de verdade. Só por filme. Faz tempo que não vejo um pau de perto. Nunca gozei de verdade.

— Como assim?

— Tive um namorado. Ele foi o único. Ele tirou minha virgindade da boceta. Depois de algumas tentativas, ele não conseguiu tirar a minha virgindade do cu, além de não ter paciência, não soube fazer. Mas depois me traiu. Fiquei traumatizada. Nunca mais quis ninguém. Minha buceta ficou pouco usada. Meu cu ficou esquecido. Nunca mais gozei de verdade com ninguém. Me masturbava sem vontade, no escuro.

— E agora?

— Agora eu quase morri. A pandemia me mostrou que a vida é curta. Eu não quero morrer sem saber o que é bom. Eu quero usar minha buceta de novo. Quero dar meu cuzinho, perder todas as pregas que ele possui. Quero sentir prazer de verdade.

— Vai doer – eu disse.

— Pode doer. A vida dói. A pandemia dói. A solidão dói. Eu quero sentir uma dor que seja gostosa.

— E agora? Você quer esperar até amanhã?

— Não – Simone disse, com a voz firme. – Eu quero agora. Eu não aguento mais esperar. Meu corpo está pegando fogo. Minha boceta está escorrendo. Meu cuzinho está piscando. Eu quero ser comida hoje. Agora. Neste exato momento.

Patrícia se levantou. Foi até Simone. Beijou sua boca.

— Você é linda – Patrícia disse.

— Não sou.

— É sim. E eu vou te mostrar.

Patrícia tirou a camisola de Simone. Os seios dela caíram – grandes, flácidos, os mamilos escuros e compridos. A barriga redonda, com algumas estrias. E a boceta... a boceta dela era uma mata fechada de pelos brancos e grisalhos. Os grandes lábios eram escuros, flácidos. O cheiro subiu – forte, ácido, inconfundível. Cheiro de mulher madura. Cheiro de mulher que foi pouco usada.

— É peluda – ela disse. – Eu não depilo. Nunca depilei. Meu corpo é assim. Meu cheiro é assim.

— É lindo – eu disse.

— Você é um safado.

— Sou.

Patrícia ajoelhou na frente da irmã. Abriu as pernas de Simone. A boceta peluda apareceu – os pelos brancos e grisalhos, os grandes lábios escuros e flácidos, o cheiro forte subindo. Patrícia cheirou. Fundo.

— Que cheiro bom – Patrícia disse. – Cheiro de mulher. Cheiro de verdade.

— Você não tem nojo?

— Nojo? Eu tenho tesão.

Patrícia lambeu. A língua percorreu os grandes lábios, os pelos, o clitóris pequenininho e escondido. Simone gemeu – era o primeiro gemido de verdade da vida dela em muitos anos.

— ISSO... QUE ISSO... – Simone gemeu, os dedos apertando o braço do sofá.

— ENFIA A LÍNGUA – Patrícia pediu.

— Eu não sei...

— Eu ensino.

Patrícia guiou a cabeça de Simone para a sua boceta. Simone lambeu. A língua trêmula percorreu os grandes lábios da irmã. Patrícia gemeu.

— ASSIM, SIMONE! ASSIM!

— EU ESTOU FAZENDO CERTO?

— ESTÁ. CONTINUA.

Simone lambeu mais. Enfiou a língua. Patrícia gozou na boca da irmã.

— A SUA VEZ – Patrícia disse, ofegante.

— A MINHA VEZ DE QUÊ?

— DE SER COMIDA.

Patrícia deitou Simone no tapete. Abriu as pernas dela. A boceta peluda apareceu. Patrícia enfiou dois dedos.

— TÁ DENTRO – Simone sussurrou.

— DÓI?

— DÓI UM POUCO. MAS É GOSTOSO.

Patrícia enfiou três dedos. Simone gemeu mais alto.

— AGORA O PAU – Patrícia disse, olhando para mim.

— Faz tanto tempo que ela não faz isso com um homem de verdade – eu disse.

— Por isso mesmo. Hoje é como se fosse uma nova primeira vez. E tem que ser com alguém que ela confia.

Deitei entre as pernas de Simone. Passei lubrificante. Enfiei a ponta.

Simone gritou.

— CALMA – eu disse. – RESPIRA.

Ela respirou fundo. Enfiei mais. A buceta estava apertada – anos sem uso.

— TÁ DENTRO – ela sussurrou, os olhos cheios de lágrimas.

— TODO?

— NÃO. SÓ METADE.

— QUER PARAR?

— NÃO! CONTINUA! QUERO TUDO!

Enfiei tudo. Meu pau sumiu na boceta peluda e pouco usada de Simone. Ela chorou – lágrimas de dor, lágrimas de prazer, lágrimas de libertação.

— METE – ela pediu.

Metti. Devagar. Sangue não veio – a virgindade já tinha sido rompida há anos. Mas a sensação de estar sendo preenchida de novo a fez gritar.

— MAIS RÁPIDO – ela pediu depois de um minuto.

Acelerei. Os seios caídos dela balançavam. Os pelos brancos se molhavam.

— VOU GOZAR! – ela gritou.

— GOZA!

Gozou. O líquido claro jorrou. Continuei metendo. Gozei dentro dela.

— PRONTO – ela disse, ofegante. – AGORA EU GOZEI DE VERDADE. PELA PRIMEIRA VEZ EM MUITOS ANOS.

— E o anal? – perguntei.

— Agora não. Preciso de um tempo.

— Quer esperar até amanhã?

— Não. Quero daqui a pouco. Deixa eu me recuperar.

— Combinado.

Patrícia se ajoelhou e lambeu a boceta da irmã – a porra, a lubrificação.

— DELÍCIA – ela disse. – LEITE DE FAMÍLIA.

Os três caíram na cama. Exaustos. Felizes.

— Agora sim – Patrícia disse. – Agora somos uma família de verdade.

— Uma família de putas – Simone disse.

— Uma família feliz – eu disse.

Depois de se recuperar, Simone se levantou. Foi até o guarda-roupa. Voltou com o consolo preto na mão.

— Eu quero agora, minha irmã – ela disse. – Você será a primeira a comer meu cuzinho. Quero saber como é com alguém que sabe fazer. Come o meu cu como você come o cu de seu marido.

— Quem vai tirar minhas pregas é você, Patrícia.

— Você quer que eu te coma com o consolo?

— Quero. Eu confio em você.

Patrícia pegou o consolo. Passou lubrificante. Simone deitou de bruços no tapete. Empinou a bunda. O cu dela apareceu – cercado de pelos brancos e grisalhos, pequeno, rosado, apertado.

— Vai doer um pouco – Patrícia avisou.

— Pode doer. Mas agora eu confio em você.

Patrícia enfiou a ponta.

Simone gritou.

— CALMA – Patrícia disse.

— CONTINUA.

Patrícia enfiou mais. O consolo entrou devagar. O cu dela apertava, mas foi cedendo.

— TÁ DENTRO – ela sussurrou.

— METE!

Patrícia meteu. Devagar no início. Depois rápido.

— ISSO, CARALHO! ASSIM! É MUITO MELHOR DO QUE DA PRIMEIRA VEZ!

— VOCÊ GOSTA DE DAR O CU?

— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE PODIA SER TÃO BOM!

— VOCÊ É MINHA PUTA?

— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!

Ela gozou. Patrícia continuou metendo. Gozou junto.

— PRONTO – ela disse, ofegante. – AGORA EU JÁ FUI COMIDA EM TODOS OS BURACOS DE NOVO. E FOI MARAVILHOSO.

— E você quer mais?

— Quero. Quero muito mais. Mas agora eu vou dormir. E amanhã eu quero repetir.

— Combinado.

Depois daquela noite, a gente não parou mais. A gente transava os três – eu, Patrícia e Simone. A gente gozava. A gente se amava.

Mas a gente ainda não tinha realizado a fantasia com o Paulo.

Quando a pandemia acabou, Patrícia disse:

— Agora é a vez do Paulo. Eu quero ele.

— Eu também quero.

— Você quer ver ele me comendo?

— Quero.

— E você quer ser comido por ele?

— Quero.

— Então chama ele.

Chamei Paulo. Ele veio no sábado. Chegou com uma garrafa de vinho e um sorriso safado.

— E aí, primos – ele disse.

— Entra – Patrícia disse.

Ele entrou. Olhou para Patrícia. Olhou para mim. Olhou para Simone, que estava na sala, pelada, se tocando no sofá.

— Caralho – ele disse. – Vocês estão com a família toda?

— A família toda – Patrícia disse. – E você vai ser o nosso convidado especial.

— Vocês estão prontos?

— Estamos – respondemos os três.

Paulo foi até Patrícia. Puxou-a pelo braço. Beijou-a. A língua dele entrou na boca dela com força.

— Tira a roupa – ele disse.

Ela tirou. Ficou pelada. Os seios grandes, os mamilos duros. A boceta lisa, rosada, escorrendo.

— Deita no tapete – ele disse.

Ela deitou. Ele abriu as pernas dela. Olhou para a boceta.

— Linda – ele disse. – Cheirosa.

Ele enfiou a cara. Lambeu. A língua grossa percorreu os grandes lábios, o clitóris, o períneo.

— ISSO, PAULO! ASSIM!

— ELA GOSTA DE SER CHUPADA? – ele perguntou, olhando para mim.

— AMA!

— ENTÃO TOMA!

Ele lambeu mais. Patrícia gozou na boca dele.

— AGORA ME COME – ela pediu.

Ele tirou a calça. O pau pulou para fora – 20 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa.

— ENFIA – ela pediu.

Ele enfiou. Não foi devagar. Foi com força. Ela gritou.

— ASSIM, CARALHO! ME COME!

Ele metia. Rápido. Fundo. Os seios dela balançavam. As bolas dele batiam no clitóris dela.

— ELA É APERTADA? – ele perguntou.

— ELA É MINHA ESPOSA! – respondi, com o pau na mão, me masturbando.

— ELA É MINHA PUTA AGORA!

— ELA É!

— ENTÃO TOMA!

Ele meteu mais forte. Ela gozou. Ele continuou metendo. Gozou dentro da boceta dela.

Paulo tirou o pau da boceta de Patrícia. Veio até mim.

— Sua vez, primo – ele disse.

— Minha vez?

— Você vai dar o cu para mim. É o combinado.

Olhei para Patrícia. Ela assentiu, os olhos brilhando.

— Vai, amor – ela disse. – Eu quero ver. Eu quero ver o meu marido sendo comido pelo primo dele.

Tirei a roupa. Fiquei pelado. Deitei de quatro. Empinei a bunda.

Ele passou lubrificante. Enfiou a ponta.

Gritei – não de dor, de prazer.

— METE! – eu pedi.

Ele meteu. Devagar no início. Depois rápido. O pau entrava e saía, entrava e saía.

— ISSO, CARALHO! ASSIM!

— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO PELO SEU PRIMO?

— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!

— VOCÊ É VIADO?

— SOU! SOU VIADO! SOU CORNO! SOU O QUE VOCÊ QUISER!

— ENTÃO TOMA!

Ele meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete. Patrícia assistia, se masturbando. Simone também assistia, se dedando.

— VOU GOZAR! – eu gritei.

— GOZA!

Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com o pau de Paulo no meu cu.

— CARALHO, PAULO! GOZEI SÓ COM O CU!

— É assim que homem goza quando é comido por um homem de verdade.

Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim.

Paulo tirou o pau do meu cu. A porra escorreu. Patrícia se ajoelhou na minha frente. Enfiou meu pau na boca – ainda duro. Chupou.

Paulo se ajoelhou atrás de Patrícia. Enfiou o pau no cu dela. Ela gritou.

— DOIS! OS DOIS AO MESMO TEMPO!

Paulo metia no cu dela. Eu metia na boca dela. Ela gemia com a boca cheia.

Simone se aproximou. Sentou no meu rosto. Enfiei a língua na boceta peluda dela. Ela gemeu.

Os quatro se entrelaçaram num nó de corpos, paus, bocetas, cus e línguas.

— VOU GOZAR! – Patrícia gritou.

— GOZA!

Ela gozou. Paulo gozou dentro do cu dela. Eu gozei na boca dela. Simone gozou na minha língua.

Caímos no tapete – eu, Patrícia, Paulo e Simone. Exaustos. Felizes.

— Ainda não acabou – Paulo disse.

— O que mais tem?

— Você não vai me comer?

— Você quer?

— Quero. Quero saber como é ser comido pelo meu primo.

— Então deita.

Paulo deitou de bruços. Empinou a bunda. O cu dele apareceu – liso, rosado.

— Vai doer? – ele perguntou.

— Vai. Mas vai ser gostoso.

Passei lubrificante. Enfiei a ponta.

Ele gemeu – não de dor, de prazer.

— METE! – eu pedi.

Metti. Devagar no início. Depois rápido.

— ISSO, CARALHO! ASSIM!

— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO DE DAR O CU?

— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!

— VOCÊ É MINHA PUTA?

— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!

Meti mais forte. Ele gozou – o pau dele jorrou no tapete. Continuei metendo. Gozei dentro do cu dele.

Os quatro caíram no tapete. Exaustos. Felizes.

Patrícia se levantou primeiro. Olhou para os três corpos nus espalhados pelo tapete. Sorriu.

— Ainda não acabou. A gente não fez direito.

— Direito como? – Paulo perguntou, ofegante.

— Todo mundo come todo mundo. Ao mesmo tempo. Sem regras. Sem limites. Só tesão.

Ela começou a organizar a cena.

— Paulo, deita de costas.

Ele obedeceu. Deitou-se no tapete, o pau já meia-bomba mas ainda babando.

— Simone, senta na cara dele.

Simone se ajoelhou sobre o rosto de Paulo. Ele enfiou a língua na boceta peluda dela sem hesitar. Ela gemeu alto.

— Rodrigo, vem aqui.

Fui até ela. Ela me virou de costas, empinou minha bunda e enfiou o consolo preto no meu cu. Enfiou fundo, de uma vez. Gritei.

— Agora senta no pau do Paulo.

Simone levantou por um segundo. Eu me posicionei sobre Paulo, meu cu já aberto e lubrificado pela porra que ele tinha gozado dentro de mim minutos antes. Enfiei o pau dele no meu cu. Ele gemeu embaixo de mim.

— ISSO, RODRIGO! CAVALGA!

Comecei a cavalgar. O pau dele entrava e saía do meu cu com um barulho molhado e obsceno. Simone sentou de novo no rosto de Paulo, a boceta dela tampando a boca dele.

Patrícia não ficou de fora. Ela se ajoelhou na minha frente. Enfiou meu pau na boca – estava duro de novo, latejando. Chupou com vontade, os olhos fixos nos meus.

Ela parou por um segundo.

— Agora é minha vez de comer todo mundo.

Patrícia se posicionou atrás de Simone. Enfiou o consolo – o mesmo que estava no meu cu – agora na boceta de Simone. Simone gritou com a boca do Paulo ocupando sua boceta.

— DOIS! OS DOIS AO MESMO TEMPO!

Patrícia metia o consolo em Simone. Eu cavalgava no pau de Paulo. Paulo lambia Simone. Simone gemia abafado. Eu chupava Patrícia sempre que ela trazia a boceta perto da minha boca.

O quarteto virou um nó indescritível. Ninguém sabia mais quem estava comendo quem. As língulas se misturavam. As porras escorriam. Os cus latejavam. As bocetas contraíam.

— VOU GOZAR! – Simone gritou primeiro.

— GOZA! – todos responderam.

Ela gozou na cara de Paulo. O leite escorreu pelo rosto dele, entrou nos olhos, na boca. Ele lambeu os lábios.

— VOU GOZAR! – eu gritei em seguida.

— GOZA!

Gozei na boca de Patrícia. Ela engoliu tudo, sem tirar os olhos dos meus.

— VOU GOZAR! – Paulo gritou.

— GOZA!

Ele gozou dentro do meu cu. Senti o jato quente invadindo meu interior. Meu pau pulsou na boca de Patrícia mais uma vez, jorrando o que restava.

— VOU GOZAR DE NOVO! – Patrícia gritou.

— GOZA!

Ela gozou espremida entre todos nós. Seu corpo tremeu, os dedos arrancaram o tapete. O consolo caiu da mão dela.

Caímos todos no tapete. Exaustos. Suados. Ofegantes. Rindo.

Ficamos ali por um longo tempo, apenas respirando, os corpos entrelaçados. O cheiro de sexo impregnava o ar. O tapete estava encharcado de suor, porra e lubrificante.

Simone foi a primeira a falar.

— Eu nunca imaginei que ia viver isso. Aos 47 anos. Depois de uma vida inteira me privando.

— E eu nunca imaginei que ia comer minha irmã, ser comida pelo meu marido e ainda dar o cu para o primo dele – Patrícia disse, rindo. – Tudo na mesma noite.

— E eu nunca imaginei que ia realizar o sonho que começou na casa da minha avó, com os dois primos se olhando – eu completei.

Paulo se levantou, cambaleando. Foi até a cozinha, pegou uma garrafa de água, bebeu direto do bico. Voltou e se jogou no tapete de novo.

— Semana que vem eu volto – ele disse. – Com mais lubrificante. E mais vontade.

— A gente conta os dias – Simone respondeu.

O sol já nascia quando Paulo finalmente se levantou para ir embora. A noite tinha sido a mais intensa de todas. Ninguém dormiu. Ninguém reclamou.

— Preciso ir – ele disse, vestindo a camiseta. – Mas quero repetir.

— Combinado – Patrícia respondeu, ainda pelada, a porra escorrendo pelas coxas.

— Traz mais lubrificante – eu completei, espreguiçando no tapete, o corpo dolorido mas completamente satisfeito.

— E traz mais fôlego – Simone acrescentou, deitada de bruços, o cu exposto e vermelho, os pelos brancos molhados.

Paulo sorriu. Antes de sair, se ajoelhou mais uma vez. Beijou Patrícia na boca. Beijou Simone na testa. Depois veio até mim e me beijou também – língua, vontade, promessa de um próximo encontro.

— Semana que vem vocês vão pagar pelo que me fizeram hoje – ele disse, rindo.

— A gente conta os dias – Simone respondeu.

Paulo saiu. A porta fechou. Ficamos os três no tapete da sala – eu, Patrícia e Simone. Nus. Suados. Exaustos. Felizes.

Patrícia foi a primeira a quebrar o silêncio.

— Eu nunca imaginei que ia viver tudo isso. Nem nos meus contos eróticos mais loucos.

— E eu nunca imaginei que ia perder minhas pregas aos 47 anos – Simone disse, rindo. – Perdi a boceta de novo e o cu pela primeira vez. Tudo por causa de uma pandemia. Tudo por causa de vocês.

— E você? – Simone perguntou, olhando para Patrícia. – Realizou seu sonho?

Patrícia sorriu. Abriu as pernas. A porra do Paulo escorria lentamente da sua boceta. O cu dela ainda estava aberto, piscando lentamente, como se estivesse se despedindo da noite.

— Realizei todos os meus sonhos. E olha que nem sabia que tinha tantos.

Ela se virou para mim.

— E você, Rodrigo? Gozou?

— Gozei seis vezes. Duas no cu do Paulo, duas na boceta da Simone, uma na sua boca e uma no seu cu.

— Só seis?

— Só seis. Mas foram as seis melhores gozadas da minha vida.

Nós rimos. Nós nos abraçamos. Os três corpos se enroscaram no tapete molhado de suor, porra e lubrificante.

Dali a pouco, os filhos começariam a acordar. A rotina voltaria. O café da manhã, as mochilas, a escola, o trabalho.

Mas naquele momento, ainda era só nós.

E era tudo o que a gente precisava.

A pandemia tinha acabado. O mundo tinha reaberto. As máscaras tinham caído. Os medos tinham sumido.

Mas a gente não precisava mais de ninguém lá fora.

A gente tinha se descoberto. A gente tinha se libertado. A gente tinha se amado – de todos os jeitos, em todos os buracos, com todas as pessoas que importavam.

Eu tinha Patrícia. Patrícia tinha Simone. Simone tinha a mim. E todos nós tínhamos Paulo – o primo que veio daquele passado distante, o garoto que se masturbou comigo na casa da avó, o homem que agora preenchia todos os nossos vazios com 20 centímetros de prazer.

Semana que vem, ele voltava.

Com mais lubrificante.

Com mais tesão.

Com mais fôlego.

E a gente estaria esperando.

FIM.

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