Muito recentemente me mudei para um apartamento situado em um prédio com apenas oito andares, sendo dois apartamentos por andar, ou seja, um condomínio minúsculo, porém muito acolhedor; como era minha primeira experiência, pois sempre residi em casas, no início fiquei pisando em ovos, mas não demorou muito para tudo se ajeitar e logo me enturmei com os demais moradores e seus familiares; ao mesmo tempo estreitei amizade com o síndico, um sujeito alto e corpulento, porém dotado de uma docilidade gentil além de se mostrar muito prestativo com o que quer que fosse. Tudo caminhava a contento, e ao logo de algumas semanas conheci também as pessoas que prestavam serviços a moradores do condomínio, como domésticas, fisioterapeutas que atendiam a domicilio e ainda uma cuidadora de idosos.
Sempre que possível eu descia para fumar e conversava com o zelador, de nome Emanuel, mais conhecido por todos como Manú, com o qual passei a manter uma amizade muito positiva. E como disse tudo ia bem até ocorrer um fato que me proporcionou uma experiência deliciosa; no condomínio havia uma diarista de nome Lindalva, mais conhecido como Linda, que atendia a dois condôminos com uma frequência regular e por conta do meu vício de fumante ocasionalmente nos encontrávamos nas áreas comuns do edifício para apreciarmos um bom cigarro e, é claro, que aproveitei para observar melhor minha nova amiga.
Lindalva era uma morena cinquentona não muito alta, cabelos escuros cacheados, corpo bem recheado, com peitos médios que enchiam a camiseta que costumava usar, uma bunda roliça metida em um jeans stretch e um sorriso sempre insinuante; ao longo de nossas conversas descobri que ela era casada e tinha um filho de vinte e poucos anos, sempre trabalhara como diarista e o marido como mecânico automotivo ainda tentando ter seu próprio negócio e que de resto seguia com a vida suportando suas agruras e dificuldades; cheguei a pensar que ela não passava mais de uma brasileira sofrida e sem perspectiva para quem o sexo é secundário …. Todavia uma descoberta mudou meu modo de pensar.
Um final de tarde desci à procura de Manú, pois precisava de uma orientação sobre o uso das vagas de garagem, e depois de vasculhar todos os cantos não logrei êxito em encontrá-lo; foi então que me lembrei da área restrita da administração que estava instalada em uma área lateral interna do Hall principal e pra lá me dirigi esperando encontrar o que procurava; entretanto, ao me aproximar da porta que estava destrancada e entreaberta com uma pequena fresta oportunizando espionar o interior do ambiente, sendo que alguns sons incomuns era audíveis. Com cuidado me aproximei da porta e ao espiar pela fresta vislumbro Lindalva ajoelhada diante de Manú cuja pistola enrijecida jazia nas mãos dela que dava longas lambidas enquanto massageava as bolas do sujeito, sendo que não demorou muito para que ela abocanhasse o bruto desferindo uma mamada sôfrega e voraz.
Pasmei diante do espetáculo que também me deixara de rola dura e assim permaneci em silêncio apenas apreciando o boquete que se prolongou até o sujeito grunhir antes de segurar a cabeça de Linda se contorcendo em claro sinal de que atingira seu ápice cabendo a ela conter a carga em sua boca o que me pareceu exigir um enorme esforço da parte dela. Não esperei pelo final do encontro entre Linda e Manú retornando para o meu apartamento pensando nas possibilidades oferecidas por essa descoberta fortuita. É claro que em homeoffice acompanhado pela esposa exercendo sua atividade na mesma modalidade, as chances de me aproveitar do flagrante eram quase nulas, ou pelo menos era assim que eu pensava.
Alguns dias depois, fiquei sabendo por via oblíqua que Lindalva fora incumbida de fazer a faxina no apartamento defronte ao meu, cujos moradores passavam o dia fora em suas atividades profissionais, retornando apenas no início da noite; a informação me deixou aceso e criei coragem para ir ao encontro da diarista para, quem sabe, algo melhor que apenas uma mamada, até porque sou um tarado descarado e convicto. No dia acertado da faxina, eu me preparei para o bote logo após o almoço quando disse à minha esposa que desceria para fumar e que depois trocaria algumas ideias com o síndico ao que ela se limitou a responder com um aceno de cabeça. Depois de fumar calmamente um cigarro no térreo tomei o elevador.
Ao descer no andar toquei a campainha do apartamento oposto ao meu. Assim que Lindalva abriu a porta eu a empurrei para dentro cuidando de fechar a porta antes de qualquer coisa. "O que o senhor tá fazendo aqui?", perguntou ela com tom de voz trêmulo e quase balbuciante. "Eu estou querendo o mesmo que o Manú!", respondi com tom enfático notando a expressão aparvalhada surgir no rosto dela que certamente soube que se tratava da mamada que eu flagrara dias antes.
-O que o senhor tá pensando? …. sou uma mulher honesta! - retrucou ela com tom inseguro.
-Honesta, uma ova – respondi elevando moderadamente o tom de voz – você uma putinha boqueteira …. E se não quiser que seu marido fique sabendo que é corno manso, acho melhor fazer o que estou mandando!
-Tá bom …. Eu faço! - disse ela com tom angustiado – mas, por favor não conta nada pra ele!
-Depende de você me obedecer …., agora tira a camiseta que quero ver essas tetas suculentas – retruquei com firmeza já baixando as calças – e depois vem aqui mamar minha pistola!
Um tanto reticente Lindalva me obedeceu erguendo a camiseta e revelando as mamas livres de um sutiã ostentando uma suculência que me levou a apertá-los com beliscões nos mamilos percebendo um olhar excitado surgir nos olhos dela; depois que eu dei algumas chupadas nos mamilos deixei que ela se pusesse de cócoras diante de mim tomando o bruto nas mãos e já o fazendo desaparecer dentro de sua boca gulosa. Desfrutei então do prazer da boca quente e macia da diarista mamando minha piroca aproveitando também para massagear as bolas e vez por outra aprisionar o bruto entre os lábios dando suaves apertões; confesso que a vadia tinha uma habilidade oral notável ensejando que eu desejasse aproveitá-la sempre que possível.
E houve um momento em que pude desconfiar que a cadela traíra estava saboreando a mamada tanto quanto eu, ou mais! Ela se dedicou com tanto afinco e esmero que sequer tive tempo de alertá-la sobre a chegada do meu gozo que acabou encharcando sua boca obrigando que ela se desdobrasse para manter a carga retida para em seguida engolir. Ao término de nossa diversão ajudei para que ela se levantasse e baixasse a camiseta. "Tudo certo, né? Ficamos quites!", disse ela com tom de alívio; eu mirei seu rosto e em seguida meti a mão entre suas pernas apertando a virilha por cima da roupa causando enorme alvoroço em Lindalva que não conseguiu reagir ao meu gesto.
-Não está nada certo! Ainda não acabamos! - respondi apertando a região de sua genitália observando suas reações inquietas – Por enquanto está bom! Mas, me aguarde, viu?
-Afff, homem! Para com isso! - murmurou ela apoiando suas costas na parede tentando se manter firme diante da minha provocação – assim você vai me deixar molhada ..., Ahhh! Para, por favor!
-Tudo bem, por enquanto vou te dar um arrego – respondi aliviando a bolinação – mas ainda vou brincar com essa bucetinha!
Sem esperar por resposta, dei-lhe as costas e saí do apartamento descendo até o térreo antes de retornar para casa a fim de não chamar a atenção de minha esposa. Semanas se passaram sem que eu tivesse uma oportunidade de pegar Lindalva de jeito, e ainda assim ponderei que algo mais íntimo exigiria mais privacidade, chance muito distante de se suceder. De qualquer maneira eu ainda tinha a intenção de um pouco mais de diversão com ela me servindo de brinquedinho oportuno. A oportunidade ideal aconteceu em uma tarde de sexta-feira na qual fiquei sabendo que ela estava a cuidar da limpeza de um apartamento no quinto andar que estava desocupado porque os moradores haviam viajado. Não perdi tempo com firulas e assim que toquei a campainha ela abriu e mais uma vez empurrei-a para dentro do imóvel.
-Meu Deus! O senhor tá louco? - exclamou ela com um olhar inquietante – o que o senhor quer agora? Já não tá satisfeito?
-Tira a roupa, agora! - exigi com tom ríspido – quero te ver peladinha!
-Não, a gente não pode! É muito perigoso! - retrucou ela com tom inseguro.
-Deixa de enrolação, cadela! Tira a roupa que tô mandando! - redargui com tom ameaçador e olhar agressivo.
Sem saber bem o que fazer, mas percebendo que eu não estava para brincadeiras, Lindalva começou a tirar a roupa com gestos inseguros e um pouco atabalhoados até conseguir ficar nua diante de mim; empurrei-a com força contra a parede metendo a mão entre suas pernas e descobrindo uma bucetinha lisinha, quente e molhada. “Ah, puta safada! Tá molhada de tesão, né? Espera que vou te aliviar!”, sussurrei em seu ouvido enquanto dedilhava e chuchava a gruta sem perdão ouvindo a cadela gemer baixinho.
-Ahhh! Não para! Tá muito bom – murmurava ela com tom embargado - Isso! Isso! Não para ... Afff! Espera! Espera! ... vou gozar ... Ahhh!
Senti o gozo escorrendo entre meus dedos chegando a respingar no chão ao mesmo tempo em que observava a pele arrepiada de Lindalva com os mamilos intumescidos e os lábios úmidos pela língua abusada. Por algum tempo fiz a diarista gozar várias vezes e poderia continuar não fosse um pedido feito por ela. “Afff! Espera um pouco! Deixa eu chupar sua rola, por favor! Deixa, vai!”, pediu ela em tom de súplica me fazendo ceder ao pleito. E sem rodeios ela se pôs de cócoras mais uma vez cuidando de abrir minha calça puxando o bruto enrijecido para fora e abocanhando como uma esfomeada desferindo uma mamada ainda mais eloquente que a anterior. Dessa vez procurei me conter não apenas para apreciar o momento, mas também para saciar a volúpia da diarista boqueteira que além de segurar o membro pela base com uma das mãos usava a outra para apertar e massagear as bolas provocando uma excitação quase acima do controle.
Tomado por uma certa impaciência, Puxei Lindalva para que se levantasse e a fiz ficar de costas contra a parede. "Agora, abre as pernas e empina essa bunda ... quero meter gostoso!", sussurrei em seu ouvido já esfregando a cabeça do bruto no rego entre as nádegas. A diarista se rendeu ao inevitável atendendo ao meu pedido e permitindo que eu esfregasse o bruto na entrada da grutinha metendo lentamente; cada vez que eu enfiava um pouco mais ela gemia baixinho chegando a morder o dedo indicador a fim de evitar uma reação espalhafatosa. Quando consegui preencher a buceta com a rola iniciei uma sessão de socadas contundentes pressionando o corpo de Lindalva que tremelicava involuntariamente ainda mordendo o indicador para não acabar chamando a atenção indesejada.
Foi uma foda alucinante com uma excitação vibrante diante do risco a que estávamos expostos e que elevava o prazer proporcionado; depois de socar sem dó a bucetinha da diarista passei meus braços ao redor de sua cintura intensificando os movimentos até capitular em um gozo abundante encharcando a gruta que de tão volumoso chegou a vazar pelas bordas escorrendo pela parte interna das coxas de Lindalva que ainda tremelicava sem controle sobre suas reações. Permanecemos engatados por algum tempo até eu me afastar sacando o bruto meia bomba e observando o sêmen ainda escorrer copioso pelas coxas trêmulas da minha parceira de safadeza.
-Afff, moço! Já não tá bom? - disse ela arfando em tom de desabafo – Desse jeito qualquer hora a gente vai se dar mal ... ou melhor, eu vou me dar mal!
-Fica fria, putinha ..., ainda quero aproveitar esse seu corpo suculento - respondi com tom maroto apertando suas mamas e beliscando seus mamilos - tá pensando que só o Manú pode te usar? Eu posso mais!
Mais uma vez e sem esperar por uma resposta me recompus e fui embora deixando Lindalva pelada e lambuzada dentro do apartamento. Pouco mais de duas semanas depois notei que Lindalva tomara um chá de sumiço o que me deixou um pouco preocupado procurando informações dela através do Manú que com tom preocupado me confidenciou o que estava acontecendo. "A mulher é ressabiada …. o chico não desceu! Acho que ela tá prenha ... e acho que o pai sou eu!", contou ele com tom de desalento, pois assim como ela, Manú também era casado. Confesso que diante daquela notícia eu também experimentei uma certa preocupação que procurei disfarçar como foi possível, já que aquela buceta recebera várias cargas de vários machos ..., três, pelo menos!
Preocupado com as eventuais consequências da minha safadeza perguntei ao Manú se ele sabia onde a Lindalva morava e recebi dele o endereço por whatsapp; dias depois retornando mais cedo para casa após trabalho presencial decidi ir até a casa de Lindalva a fim de esclarecer minhas apreensões; ela residia em uma casa mal-acabada situada em um bairro periférico bem distante do centro e um pouco mais ainda do prédio onde havia trabalhado; de frente ao portão de ferro já oxidado bati palmas e esperei não demorando para que ela surgisse na porta avançando até uma pequena varanda de onde me fitou com uma expressão enigmática. Lindalva ostentava uma barriga enorme que repuxava o vestido curto e um pouco apertado com um decote quase rasgado pelas enormes tetas que haviam aumentado significativamente de volume me fazendo perceber que a gravidez também me excitava.
"Se o senhor veio aqui preocupado com minha gravidez, fica de boa que o senhor não é o pai!", exclamou ela assim que entramos na sala a seu convite. Não resisti ao ver Lindalva tão deliciosa naquela situação que por ímpeto agarrei-a por trás apertando suas mamas fartas com as mãos e sentindo o cheiro doce de sua pele. "Eu vim até aqui porque estava doido pra foder uma grávida safada!", sussurrei em seu ouvido percebendo sua pele ficar arrepiada. Ela bem que tentou resistir ao meu assédio, porém fosse porque talvez estivesse carente ou mesmo porque o marido devia ter se afastado durante aquele período, Lindalva se entregou e em poucos minutos consegui deixá-la pelada diante dos meus olhos apreciando aquele espetáculo da natureza feminina. Sem que pudéssemos dar conta já estávamos no seu quarto onde ela se deitou sobre a cama abrindo as pernas "Vem chupar minha xereca, vem!", suspirou ela em tom de súplica; ajoelhado na beirada da cama afundei meu rosto entre as coxas grossas e linguei aquela bucetinha lisa, quente e muito molhada até obter êxito em fazê-la gozar algumas vezes.
Não demorou para que ela se pusesse de quatro sobre a cama balançando o traseiro convidativo pedindo para ser penetrada; tomei posição e entuchei o bruto na gruta com duas socadas fortes arrancando gritinhos histéricos da minha parceira que enlouqueceu ao se sentir preenchida pelo membro; comecei a estocar com cadência lenta elevando a intensidade aos poucos, e em questão de minutos, Lindalva experimentava uma onda orgásmica que parecia não ter fim comprovando minhas suspeitas de sua carência por rola. A trepada no estilo “cachorrinho” não se prolongou muito com ela pedindo para mudarmos de posição devido às dores em suas costas e coluna. Em decúbito dorsal e pernas abertas e flexionadas ela tornou a me chamar e depois de posicionado, tornei a fincar o bruto na xereca socando com movimentos pélvicos contundentes proporcionando a ela mais uma sequência de gozadas alucinantes.
Não dei trégua à ela enchendo e esvaziando aquela buceta impiedosamente com tanta sofreguidão que os orgasmos se sucediam com intensidade crescente fazendo Lindalva gritar, gemer e pedir por mais; levei minha resistência ao limite procurando dar a ela tudo que merecia e ansiava e somente não consegui prolongar seu prazer porque meu corpo já cobrava o alto preço pelo esforço desprendido, impondo uma capitulação inevitável ... e ela sobreveio com um gozo farto e estrondoso encharcando aquela bucetinha suculenta, levando Lindalva ao ápice de uma gozada intensa e farta que nos deixou a ambos lambuzados e ofegantes. Ao me desvencilhar senti o corpo bambear e acabei desabando sobre a cama ao lado dela apreciando os mamilos intumescidos e túrgidos coroados por aureolas que foram esticadas pelo crescimento das mamas. Não me roguei em lamber e chupar aqueles bicos insinuantes apertando as mamas ao som dos gemidos de Lindalva que logo pediu que eu dedilhasse sua xereca, o que atendi fazendo-a gozar mais algumas vezes com meus dedos ágeis.
Enquanto me vestia não cansava de olhar aquela grávida nua deitada de lado ressonando suavemente vencida pelo esforço a que fora submetida. Voltei para casa e quando Manú veio me perguntar se havia ido à casa de Lindalva, achei por bem mentir afirmando que desistira da ideia. Infelizmente ela nunca mais voltaria ao condomínio e dias depois Manú me contou que ela e o marido haviam se mudado para o litoral graças à chance de um recomeço profissional para o esposo assumindo o próprio negócio. Por mais de uma vez Manú comentou acerca de sua certeza sobre a paternidade do filho de Lindalva; preferi manter silêncio a respeito de algo tão delicado.
