FODA NUMA CABINE DE CAMINHÃO

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1354 palavras
Data: 07/06/2026 14:31:26

Manhã nublada de domingo, dirijo pelo asfalto sem pressa, curtindo o dia nascente. O tesão toma conta do meu corpo. Sinto cada fibra vibrar por sexo. Meu cu pisca, querendo rola. Minha rola dura, no meu curtíssimo e rasgado short jeans. Mas, como sempre, estou sozinho...

Juntando-se à fome de rola, aparece também a fome de comida. Fixo a atenção na estrada, à espera de alguma bibosca para tomar café. Adiante, encontro: alguns caminhões parados na frente de uma pequena lanchonete de beira de estrada. Normalmente eu nem consideraria parar, mas hoje parei. Parei, desci, sentindo o vento frio acariciar minhas coxas. Sequer procurei tornar menos indecente o short, deixei-o como ficou, ao descer do carro.

Homens no salão, conversando, rindo, comendo. Apenas uma mesa tosca desocupada, cercada de tamboretes antigos. Seguido por um ou outro olhar guloso para minha bunda, ocupei um deles e aguardei. Logo veio uma senhora, que falou o cardápio, ouviu meu pedido e se foi, sumindo-se por dentro da cozinha. Um caminhão saía, outro chegava. Logo a senhora voltou com meu pedido. Estava gostoso.

Entrou um rapaz de seus trinta anos, no máximo, novinho para a média de idade dos camioneiros. Foi até a pia, lavou as mãos, relanceou o olhar pelo local, na certa buscando um lugar para sentar. Olhou para minha mesa e a ela se dirigiu. Antes de ele chegar, já senti uma fisgada no rabo – mas logo dissimulada pela certeza da impossibilidade de rolar qualquer coisa, minha timidez maior que meu tesão.

Perguntou se podia sentar (“Claro, fique à vontade!”). Era interessante o rapaz. Braços ligeiramente musculosos sobressaíam da regata, seu corpo exalava suave perfume de quem tomara banho há pouco. Meu coração disparou, meu pau pinotou, meu cu piscou. E eu nada fiz, senão alimentar com monossílabos a conversa puxada por ele.

Aos poucos ficando mais à vontade, eu até pronunciava frases. E estava em dúvida se o que eu via era apenas consequência do meu tesão ou ele realmente lançava olhares para minhas coxas, o short arregaçado até praticamente a virilha. Na terceira vez que ele mexeu na própria rola, constatei não ser delírio meu.

Terminei meu café antes, mas fiquei alimentando a conversa, enquanto ele comia e falava sobre si, sobre sua vida e suas viagens, com seu carregado sotaque sulino. Chamavam a ele Lico. Era paranaense. Casado, tinha um filho bebê. Estava há quinze dias longe de casa, deveria ficar mais uns dez, antes de voltar. Comentei obviedades sobre a barra de ficar longe da família, a solidão e os perigos da estrada. Reuni forças, reprimi o acanhamento e falei do meu desejo de conhecer uma cabine de caminhão, que meu sonho sempre fora viajar num bruto daqueles, e tal e tal... O convite dele foi imediato, a minha aceitação também.

Atravessamos o salão, entre as mesas, e nos dirigimos à saída. Eu praticamente sentia fisicamente o olhar dos camioneiros sobre meu rabo, mal contido no pequeno short, e imaginava o pensamento (quiçá os comentários) de que aquele colega iria foder um cuzinho como sobremesa do café da manhã.

Encaminhando-nos ao possante de Lico, percebi que o rapaz atrasava o passo, ora para apertar a mão de um amigo, ora parando para nada; entendi que ele queria apreciar minha bunda, o short deixando ver a dobra da nádega. Eu sentia minha rola endurecendo, presa pela tanga preta que eu usava, e forçava um rebolado escroto ao andar.

Ao chegar, ele abriu a porta do passageiro e me fez o gesto para que subisse na frente. Foi a mais privilegiada visão que ele poderia ter tido: de baixo seus olhos podiam engolir minha bunda, meu pau e minhas bolas, pelas pernas largas do short. Notei mais uma catucada na rola, antes de ele também subir, fechando a porta atrás de si.

Abri uma pequena cortina que separava o banco do leito, e de quatro como estava, fiz questão de empinar meu cu o mais que conseguia, meus culhões escapando da tanga e aparecendo sob a bermuda. Foi quando senti o dedo me tocando, afastando o fio dental e entrando no meu rabo. Gemi e rebolei.

Ao me virar, Lico já estava sem a bermuda, a cueca nas coxas e a rola dura e palpitante. Rola média, morena, não muito grossa. Suas duas mãos entraram pelas pernas do meu short, senti o calor das palmas abarcando as nádegas e os dedos passeando ao redor do meu buraquinho. Ele então puxou minhas sumárias vestimentas, baixou o rosto sobre minha bunda, enfiou a língua pelo meu cu, lambuzando-me. Eu me remexia feito uma enguia, sentindo cada parte do meu corpo se retesar de prazer. Eu fechava os olhos e ansiava por aquela rola rígida me invadindo.

Não demorou muito. Logo senti seu corpo fresco pressionando sobre o meu, forçando-me a deitar e em seguida sua rola se alojando no meu buraquinho. As sacanagens ditas no meu ouvido, com o acentuado sotaque paranaense, levavam-me às alturas. Seus braços me apertavam, suas mãos acariciando meus mamilos, sua língua roçando minha nuca, eu completamente arrepiado, e sua pica entrando e saindo do meu cu, com o barulhinho característico de quem se enfiava numa lagoa.

Eu gemia e pedia mais pica, que estava adorando e queria senti-lo todo dentro de mim. Ele gemia e elogiava meu cuzinho apertado e meu rebolado de quenga, que nunca tinha comido um rabinho tão delicioso... Eu queria que aquela foda durasse para sempre! Mas um ganido mais forte, gutural, e meu macho gozava, esguichando seu mel, aos jatos, nas minhas entranhas.

Quando se retirou, meu cu borbulhava e vazava gala, ensopando os lençóis. Instintivamente, fiz um gesto de contenção, mas ele falou, me acalmando, que eu ficasse despreocupado, ele providenciaria lavar tudo depois. Mas ele ainda queria algo – o que seria?, pensei. Então sentei no colchão, aguardando o desejo de Lico: “Quero ver você tocando uma punheta e gozando!” E sentou no meio do colchão, diante de mim.

Sorri, cúmplice, e segurei minha rola, quente e dura. Enquanto eu sentia o sêmen daquele macho descendo de dentro de mim, provocando-me um prazer absurdo, comecei a manipular minha rola bem devagar, gemendo baixinho, fazendo caras e bocas; Lico, olhos fixos no meu pau, prestava atenção a cada movimento de minha mão, que diminuía de intensidade à medida que o gozo se aproximava – e o prazer se prolongava.

Até que não deu mais pra segurar, e senti os raios de prazer irreversíveis se aninhando em torno do meu pau. A cabecinha babou e o primeiro jato projetou-se longe. Lico estava maravilhado, como em transe, acompanhando cada jorro. Sua rola já se recompunha e novamente pulsava para o alto.

Eu senti um frenesi dentro do peito, vendo aquele homem lindo sentado no centro de sua cama, com a rola dura e olhos vidrados no meu gozo, que ainda com a minha pica melecando, joguei-me sobre ele e sentei de vez sobre sua pica. Meu cu lambuzado de gala, fez sua rola deslizar suavemente e os movimentos dos dois corpos foram agitados, como duas feras lascivas se devorando, aos urros. Eu me rebolava em cima de seu pau loucamente, ele falava putarias loucas, que terminaram num longo grunhido de gozo, e novamente meu cu recebeu seus jatos de prazer.

Ficamos algum tempo ofegantes, agarrados, corações disparados... Até que fomos relaxando. Ele catou uma porção do lençol e passou a enxugar meu corpo e o seu, fazendo uma higiene mínima. O silêncio reinava. Ao me vestir, olhei para ele, ele para mim, aproximei-me, segurei seu rosto e beijei longamente sua boca. Ele correspondeu e nossas línguas se acariciaram por algum tempo. Então, silentemente, para não estragar o clima, eu me esgueirei até a porta, abri e desci de costas para fora, o short mais uma vez entregando minhas intimidades a um motorista que passava ao largo, em direção ao seu caminhão. Ele fixou o olhar no meu rabo e acintosamente pegou na rola, notadamente dura, convidando-me para seu bruto.

Mas eu já estava com o rabo duplamente satisfeito, e queria mais era continuar curtindo o frio desta manhã de domingo dirigindo e revivendo cada segundo daquela foda extraordinária.

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