Oi, pessoal. Tudo bem?
Bom, esse conto é continuação do conto anterior: Laura, a mãe do meu vizinho. O início!
Para quem ainda não leu, por favor, clique no meu perfil, leia, pois vai ser importante para uma melhor contextualização desse conto, pois aqui não entrarei em detalhes já descritos lá, e isso pode deixar lacunas de entendimento.
Além disso, dê uma estrelinha e comente, tanto nos contos anteriores (onde eu conto histórias com uma professora minha) quanto nesse aqui. O feedback é extremamente importante para quem escreve.
Vamos lá?
Depois daquele jantar a sós que culminou em uma transa inesperada, eu desci para o meu apartamento e capotei. Até acabei perdendo a hora para ir trabalhar rsrs. Mas tudo bem. Acontece!
Caio me mandou mensagem agradecendo imensamente, assim que saiu do plantão, dizendo que poderíamos combinar algo em breve, com o que eu prontamente concordei, além de outras cordialidades triviais. Mas sua mamãezinha não saía da minha cabeça. Então, por volta das 10:00 da manhã eu lhe mandei uma mensagem, sem segundas intenções, sem pressão, apenas para demonstrar preocupação e respeito com aquela mulher maravilhosa:
"Bom dia, senhorita! Adorei o jantar. Espero que tenha um excelente dia!"
Ela estava hospedada na casa do filho, vinha de uma excelente estrutura familiar, educacional e financeira, era casada e tinha vivido horas atrás uma experiência fora dos seus padrões. Tendo isso em mente, eu não ousei, não fui afoito, e muito menos disse algo que pudesse causar a mínima suspeita em Caio, caso, na pior das hipóteses, ele visse aquela mensagem. Porém, a resposta não foi imediata. Pelo contrário, chegou próximo do meio-dia:
"Bom dia, Luan! Desculpe a demora, mas me ocupei organizando algumas coisas para o meu filho. Sim, foi um ótimo jantar. Eu quem agradeço!"
Em muitos casos aquilo poderia soar como um descaso, desprezo ou indiferença pelo que aconteceu na noite anterior. Mas eu procurei entender o seu lado: uma mulher de 56 anos, casada, de uma família muito respeitada, visitando seu filho e na primeira oportunidade se entregando aos braços do amigo vizinho dele, e pior, na casa do próprio filho....não deve ter sido fácil a manhã seguinte. Além do mais, famílias como a dela tendem a esconder um pouco dos seus problemas (a tal da pose). Então, eu resolvi agir com naturalidade, como se nada tivesse acontecido, seguindo minha vida normalmente. Acho importante o homem ler cada situação e entender as peculiaridades de cada uma delas. E assim foi: não nos falamos por alguns dias. Caio também se manteve ocupado com a hóspede ilustre e o trabalho, trocando poucas mensagens durante o período. Quase uma semana depois, inesperadamente, recebo uma mensagem de Laura por volta das 11:00h:
"Bom dia, Luan! Tudo bem? Pode falar?"
Surpreso, respondi quase uma hora depois:
"Bom dia, Laura. Tudo bem, e contigo? Aconteceu algo? Saio para o almoço hoje por volta das 12:30pm. Então, pode ligar nesse horário?"
Laura: "Sim, até mais!"
Devo confessar: fui pego de surpresa com aquela mensagem e durante quase 1h30 eu fiquei relativamente inquieto. Mas mantive a postura profissional e me organizei para que eu não tivesse que almoçar com ninguém e pudesse ouvi-la atentamente, o que foi possível por volta de 12: 40, quando Laura me ligou:
"Oi, Luan. Como combinado, te liguei. Está realmente podendo falar?"
"Claro, Laura. Sou todo ouvidos!"
Laura começou:
"Olha, Caio saiu para trabalhar cedinho hoje. Acordei com ele. Desde então, durante toda a manhã sozinha, eu comecei a refletir sobre tudo o que aconteceu no nosso jantar e principalmente depois. Não vou negar que gostei do que aconteceu. Apesar de ser uma experiência nova, pois nunca tive outro homem desde que me casei, me senti muito segura contigo: você demonstrou atenção comigo antes, durante e principalmente depois, quando me mandou aquela mensagem. Durante todos esses dias eu fui uma pessoa consumida por reflexões e ponderações. Refleti tudo o que aconteceu, os prós e contras, o cenário, os sentimentos. Ponderei se deveria responder à sua mensagem, se deveria ligar para você, se deveria evitá-lo ou procurá-lo. E todas as questões me trouxeram para o presente momento."
Ouvi tudo atentamente, e quando ela chegou a esse ponto, percebi um "silêncio de entrada", ou seja, onde ela me dava abertura para respondê-la:
"Olha, Laura. Muito obrigado por todas essas observações. Eu não vou negar: eu adorei tudo o que aconteceu naquele dia. Não preciso lembrá-la do que me faz me envolver com uma mulher, das minhas questões e atrações com aquelas que não são óbvias no senso comum, da 'química' que eu tenho que sentir e do apreço quase natural por aquelas 'proibidas'. Também não serei hipócrita em dizer que beleza não importa. Claro que importa! Mas você deve saber que o nosso caso é diferente e que tudo em você me amarra num prazer quase que absoluto: você é uma mulher extremamente atraente, elegante, sexy, teu cheiro... Além disso, o fato de ser quem você é, de vir de onde veio com sua história, ser casada, mãe do meu amigo, entra na questão contextual que mencionei anteriormente. Isso tudo, somado, a torna uma explosão de prazer única, que já seria por si só se eu ficasse apenas no quesito beleza. Mas tudo o que envolve você me deixa em estado de excitação constante. Porém, eu respeito seu espaço, sua vida, suas escolhas. Eu tinha a obrigação, como homem, de procurá-la no dia seguinte para demonstrar meu afeto depois de tudo o que aconteceu. Porém, eu precisava lhe dar espaço para refletir sem uma pressão minha. Por isso, mensagem discreta, para não lhe causar qualquer tensão em caso de algum descuido, por isso o tempo e por isso minha sinceridade nessa ligação"
Senti a sua respiração do outro lado da linha, uma leve pausa e sua resposta:
"Fiquei apreensiva, porém, muito feliz com sua mensagem no dia seguinte. E acredite, eu imaginei tudo isso que você acabou de me falar. E isso só reforça o que eu gostaria de lhe perguntar: como lhe disse, Caio saiu cedo, tem um plantão de 12h hoje, um compromisso depois e deve chegar em casa por volta das 22h, já que está de folga amanhã. Você gostaria de vir aqui hoje?"
Por ter uma posição profissional confortável e de liderança, eu tinha uma certa flexibilidade. Também, como planejo todo o meu dia, eu sabia que naquela tarde eu não teria nenhuma reunião ou trabalho que dependesse de terceiros. Então, de imediato respondi:
"Chego aí em 1h!"
Laura se surpreendeu: "Nossa, me referia a depois do trabalho! Mas tudo bem, pode vir. Já almoçou?"
Nessa hora eu resolvi ousar, mesmo não tendo a certeza do que iria acontecer na casa de Caio:
"Ainda não, mas não tem problema. O que eu mais quero comer hoje está ai!"
Laura, surpresa, respondeu:
"Estou te esperando!"
Voltei para a empresa, fui direto para o estacionamento, peguei o meu carro e dirigi direto para casa. No meio do caminho liguei para um dos coordenadores de minha equipe e disse que tive um imprevisto pessoal, que não voltaria depois do almoço, que se eles precisassem de qualquer coisa, podiam me contactar via telefone.
Uma hora depois estava eu batendo na porta do apartamento de Caio. Logo, Laura abriu a porta para me receber. Nunca vou esquecer: estava de banho tomado, cheirosíssima, cabelos presos em um coque, óculos brancos, um vestidinho verde fininho, sandália nos pés e uma joia discreta no pescoço e duas pulseiras douradas no punho. Eu estava todo de social: terno preto sem gravata, camiseta branca, e um relógio padrão do mundo corporativo.
"Realmente, você veio!"
Com o tesão a flor da pele eu lhe respondi olhando nos fundos dos olhos:
"Eu pararia o mundo para estar aqui com você!"
Ela fechou a porta atrás de mim, e quando se virou para me dizer algo, eu lhe dei escapatória: lhe roubei um beijo ardente, prensando Laura na porta, que, surpresa, respirava ofegante, sem saber muito o que fazer. Aos poucos fomos nos sincronizando. Era mão daqui, mão dali, eu a beijava, chupava seu pescoço sem deixar marcas. Ela tirou meu terno, eu baixei uma alça do seu vestido, massageando seus peitos. Depois fui descendo a mão por dentro do sutiã, o baixando. Fiz o mesmo com a outra alça do vestido. Assim, consegui deixar seus peitos expostos, permitindo que eu caísse de boca em ambos. Enquanto eu mamava em seus peitos, eu apalpava sua bundinha, ora por cima do vestido, ora por baixo. Eu passava a língua em seus peitos, dava mordidinhas nos biquinhos, mamava com gosto. Então, com uma das mãos, comecei a esfregar sua bucetinha por cima da calcinha. Laura gemia baixinho de olhos fechados, apoiada na porta:
"Mas o que é isso? Que loucura é essa? Você está louco?"
Eu apenas sorria com os peitos na boca. Então, puxei seu vestido inteiro até os pés. Laura ficou apenas com sua calcinha preta e a sandália nos pés. Antes de chupa-la eu subi para beija-la. Então, peguei uma de suas mãos, ergui e pedi:
"Dê uma voltinha para mim! Quero admirar minha mulher pelos próximos dois meses!"
Ela virou lentamente. Que espetáculo. Quando ficou de costas, eu dei um tapa em sua bunda, com uma mão puxei seu quadril pra trás, com a outra a inclinei para frente, apoiando-a na parede. Comecei a encoxa-la, beijando seu pescoço, descendo por suas costas, até chegar naquela bundinha macia. Ali eu beijei, chupei, mordi, dei uns tapas e por fim, tirei sua calcinha. Ela fez menção de se virar, mas eu a impedi: abri sua bundinha e passei a língua em seu rabinho. Ela tomou um susto e tentou sair novamente, mas eu a controlei para isso não acontecer.
"Acalme-se, senhorita. A madame vai sair dessa cidade uma outra pessoa, banhada por novas experiências. Apenas relaxe e se entregue, pois aqui quem manda sou eu!"
Para quem estava acostumada a dar as cartas, levar ordens daquela maneira era novo para Laura, e ela aprendeu rapidinho, pois não só permaneceu naquela posição, como também abriu discretamente as pernas. Então, eu comecei lambendo o seu cuzinho, chupando, deixando bem babado. Ao mesmo tempo, eu esfregava lentamente seu grelinho com dois dedos. Tudo era novo para ela, que demonstrava surpresa gemendo baixo:
"Nossa, isso é muito bom, Luan! Muito bom!"
Para provocar, eu perguntava:
"Isso o que, Laura?"
"Você me chupando assim!"
Mais uma vez indaguei: "Chupando o que?"
Ela gemeu: "Meu cuzinho, Luan! Meu cuzinho!"
Eu nunca entendi uma mulher tão rápido como aquela: muito educada, Laura era uma mulher de fala e vocabulário refinado, mas, quando soltava o primeiro palavrão comigo, parecia que ela quebrava a barreira da moralidade e se entregava ao novo mundo da perversidade. Então, eu aproveitava:
"Nunca chupei um rabinho tão gostoso quanto esse"
Rápida na aprendizagem e sem a barreira da moralidade, Laura entrava no novo jogo:
"É? Já chupou muito cu por ai, safado?"
Com a cara enfiada em sua bunda, eu respondia:
"Perdi as contas de quantas ganharam uma chupada como essa!"
Ela gemia e se contorcia. Eu chupava, babava, linguava seu anelzinho. Sua buceta estava enxarcada quando ela anunciou:
"Eu vou gozar! Eu não acredito, mas eu vou gozar com você chupando meu rabo!"
Eu apenas intensifiquei as chupadas, enquanto Laura gozava se tremendo inteira. Depois da gozada eu me levantei, segurei em sua mão, a conduzi até o sofá e a coloquei sentada. Então, sem tirar uma única peça de roupa sequer, eu apenas abri o zíper da minha calça, afastei minha cueca, tirei minhas bolas e meu pau pra fora e ordenei:
"É todo seu! Pode chupar!"
Ela intercalava momentos de safadeza com surpresa, afinal, não era acostumada àquilo. Então, com os olhos arregalados da ousadia, ela segurou meu pau, massageando-o lentamente, abriu aquela boquinha suave dela e foi engolindo beeeeem devagar. Laura não era muito de lamber, mas sim, de chupar. O que para mim era ótimo. Ela vai engolindo, chupando. A cena era incrível para mim: aquela mulher de pompa, mãe do meu amigo, na casa dele, pelada, sentada no sofá, chupando meu pau, em pé, na frente dela, a observando de cima para baixo, como quem manda na situação, invertendo a lógica na qual era estava acostumada, com as mãos na cintura, era um choque de contrastes que me deixava maluco. Creio que ela também, já que ela intercalava chupadas no meu pau e no meu saco sem nenhum pudor mais.
Laura fazia questão de me olhar no fundo dos olhos, enquanto pagava o maior boquete no vizinho amigo do filho dela. E um detalhe: sem tirar os óculos que usava. E eu fazia questão de reforçar minha posição dominante àquela mulher acostumada a natural posição de dar ordens na vida:
"Isso, sua safada! Chupa essa pica. Assim, do jeito que eu gosto!"
Cada ordem minha ela chupava com mais afinco. Era impressionante como todo aquele contexto inimaginável em sua vida a atiçava. Eu tirava meu pau, batia em seu rosto, botava em sua boca. Segurava seu cabelo, metia em sua boca devagar. Ficamos nessa brincadeira por uns dez minutos. A boca de Laura era muito, mas muito macia, e aquele boquete me tirava dos eixos. Então, no ápice daquela mamada épica, numa empolgação extrema. Eu a interrompi, a levantando:
"Depois a gente volta para a sala. Levante-se! Vamos que agora a brincadeira vai começar!"
Ela se levantou, e de mãos dadas fomos caminhando pela cobertura de Caio. Ela podia jurar que eu a levaria para o quarto de hóspedes, tanto que ao passar por ele ela fez menção de entrar. Mas eu a direcionei de volta para o corredor. Ela ficou sem entender mas foi caminhando lentamente: ela pelada, eu vestido, só com pau pra fora da calça. Então, ao chegar no fim do corredor, entre o último quarto de hóspedes e o quarto de Caio, eu a direcionei para o quarto do filhinho dela, que logo me indagou:
"O que você está fazendo? No quarto do Caio não, por favor. Isso é demais. Já não basta o que estamos fazendo!"
Mas meu tesão no dia estava anormal. Então, eu respondi firmemente:
"No quarto e na cama dele! Comigo você não é a esposa dedicada e delicada. Aqui você a mãe vagabunda do amigo!"
Laura retrucou:
"Que absurdo.."
Então, dando um tapa em sua bunda, eu mandei:
"Anda, de 4 na cama do filhinho!"
Inacreditavelmente, ela se posicionou como eu pedi. Sem tirar uma peça de roupa, me posicionei atrás dela, fui encaixando a cabeça do meu pau em sua buceta e empurrei lentamente. Então, comecei a fode-la devagar, segurando em sua cintura. Depois de 5 minutos eu comecei a aumentar o ritmo das estocadas. A inversão era escancarada: se antes ela andava sempre bem vestida, em ambientes bem frequentados, com uma exigente formalidade e regras; ali ela estava o oposto: totalmente pelada, de 4, na cama do filho, levando pau de um cara com idade para ser seu filho. Esse, por sua vez, estava vestido como nos ambientes que ela estava acostumada, porém, dominando aquela situação da forma mais ordinária possivel. Então, me livrei da primeira peça de roupas: o cinto da calça, e com ele comecei chicotear aquela bundinha branca de Laura enquanto eu metia. Ela, por sua vez, gritava:
"Ai, ai, ai!"
Laura gemia manhosa:
"Ai, minha bucetinha! Ai, minha bucetinha! Calma, amor!"
Eu metia, e batia em sua bunda. Metia e batia. Então, sem tirar os sapatos, nem a roupa, eu subi na cama e montei nela de 4. Assim, eu metia beijando seu pescoço, segurando seus peitos, a pegando pelos cabelos. Em seu ouvido eu falava as maiores sacanagens que aquela mulher podia ouvir:
"Comer a mãe do amigo é bom, mas comer a mãe do amigo na cama dele é melhor ainda!"
Laura gemia, se tremia toda, e eu metia. Ao mesmo tempo a ouvia:
"Safado, olha o que nós estamos fazendo!"
Eu ria, metia e aumentava a dose:
"Isso é só o começo, Laura! Você vai levar muita rola nesses próximos 2 meses: na cama do Caio, na sala dele, como da última vez, no banheiro, nos quartos. E até no carro dele eu vou dar um jeito de te comer!"
Quando eu disse isso, ela respondeu com gritos, tremores e um anuncio:
"Não fale assim, eu vou gozar. Não fale! Eu estou gozando. Fale mais!"
Ela brigava com ela mesmo, com seus desejos internos mais ocultos. Então, eu aumentei a dose:
"Eu vou te comer até no carro daquele filho da puta!"
Laura gemia:
"Filho da puta?"
Eu, sorrindo, reforçava:
"FILHO DA PUTA! Ele não passa de um filho da puta! Olha o que a puta da mãe dele ta fazendo: levando pica do vizinho dele, na cama dele!"
Laura não disse mais nada. Apenas tirou os óculos e gozou gemendo alto com a cara enfiada no travesseiro do filho, enquanto eu sentava a pica naquela buceta ensopada com gosto. O tesão era tão grande, que eu logo quis gozar também. Meu pau estava muito molhada do gozo dela. Então, ainda metendo eu perguntei:
"Quero gozar. Mas não quero dentro!"
Ela, sem entender, perguntou ofegante da gozada:
"Pode gozar, meu amor. Mas quer aonde?"
"Quero gozar na tua cara!"
Laura estava envolvida em toda aquela luxuria, que respondeu:
"Nunca fiz isso. Mas para uma mulher casada que acabou de gozar na pica de um rapaz na cama do próprio filho, isso não é nada. Ainda mais depois de ter gozado duas vezes com ele. Faça o que quiser!"
Eu rapidamente sai de cima dela, deitei na cama, peguei seu óculos, dei a ela e a puxei pelos cabelos:
"Coloque esse óculos e me chupe pra eu gozar na tua cara!"
Ela fez exatamente o que eu pedia. Se ajoelhou entre minhas pernas, colocou o óculos e enfiou meu pau inteiro na boca. Coloquei as duas mãos atrás da cabeça e admirei aquela cena maravilhosa:
"Vai, sua cachorra! Chupa essa pica. Mama me olhando!"
Laura, chupava, me encarava e só esperava a minha gozada. Então, vendo que estava se aproximando, com uma mão segurei seus cabelos pela nuca e guiava sua mamada. O tesão estava quase no ápice:
"Mama, Laura! Olha pra mim e mama. Mama olhando pro teu macho, deitado na cama do teu filho. Fala a verdade, você gosta disso, né?"
Ela respondia:
"Não gostaria de admitir isso, mas de fato, todo esse jogo é excitante demais. Vai gozar? Goza na mãe do seu amigo, seu puto. Goza, que eu sei que você gosta. Você se acha, né? Você se acha tendo a mãe do amigo te mamando na cama dele, não é?"
Ela sabia que esse jogo sujo de palavras me excitava. E para me fazer gozar, entrou nele de cabeça. Eu respondi:
"Me acho, e você também gosta, pois, pela primeira vez na vida tem um homem de verdade, que te trata como você merece. Não como aquele corno do teu marido, pai do Caio!"
Ela já não se importava tanto com essas coisas. Encarava como provocação sexual:
"Metido, safado, arrogante, prepotente. Gostoso, tesudo", falava enquanto mamava!
Eu sorria e repetia:
"Duvido que teu maridinho tem um pau assim!"
Laura emendava:
"Não mesmo! Preciso aproveitar esse! Me da, goza pra mim, amor! Goza!"
E continuou chupando, engolindo, deixando ele bem molhado. Mas logo senti o gozo vindo. Segurei em seus cabelos, a tirei do meu pau e posicionei seu rosto bem proximo da cabeça. Gozei gritando:
"Ahhhhhhhh, toma porra de um macho de verdade, toma, sua cachorra!!!"
Laura, gostando da situação, gemia:
"Ai, meu amor. Goza pra mim, goza! Mostra o homem que você é, seu gostoso! Mostra, safado!"
Gozei, enchendo sua cara, seu óculos, seu cabelo, de porra. Poucas vezes gozei tanto como eu gozei com aquela mulher. Laura me olhava toda gozada, sorrindo, enquanto dava leves chupadas, sugando o resto de leite que sobrava.
Nos levantamos e fomos tomar um banho na suite do quarto de Caio mesmo. O resto fica para outro conto, pois esse já está muito longo.
Espero que tenham gostado.
Por favor, comentem e dêem estrelinhas.
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