Na manhã seguinte, Fábio me chamou para uma conversa no quarto. Ele estava visivelmente constrangido. Sentou-se na beira da cama e segurou minhas mãos.
— Aline, eu quero te pedir desculpas por tudo que aconteceu. O truco, a aposta idiota, a troca de casais… Eu fui imaturo. Como eu conheço o Darlan, deveria saber que ele adora fazer as pessoas se sentirem desconfortáveis. Eu não devia ter aceitado sem te consultar antes. Me desculpa mesmo.
Eu o abracei forte, sentindo o peito dele contra o meu.
— Eu amo você — sussurrei. — Isso é o que importa.
Fábio retribuiu o abraço com carinho. O resto do dia ele ficou comigo no bar. Me ajudou a atender algumas mesas, conversamos bastante e, por algumas horas, quase parecia que éramos o casal normal de antes.
Quando chegou a hora de ele voltar para Contagem, me abraçou forte na frente do bar, me deu um beijo longo e carinhoso.
— Te amo. Qualquer coisa me liga, tá?
Depois foi se despedir de Kaique. Os dois conversaram por alguns minutos do lado de fora antes de Fábio pegar a estrada.
Assim que ele saiu, fui até a cozinha pegar uma fornada de petiscos. Estava inclinada sobre o balcão quando senti um tapa forte na minha bunda. Virei rapidamente e dei de cara com Manoel.
Ele me olhou com aquele sorriso perigoso e disse, com a voz grave:
— Quero conversar com você agora.
Manoel me segurou pelo braço e me levou para cima, até sua casa no segundo andar. Assim que entramos no quarto, ele fechou a porta, sentou na beira da cama e me olhou com aquele sorriso presunçoso.
— Fábio gostou da troca, né? Aposto que ele comeu a Monique com vontade…
— Manoel, para de falar dele — cortei, incomodada. — Vamos focar no trabalho, ok?
Ele riu baixo, balançando a cabeça.
— Você subestima minha inteligência e meu conhecimento, gostosa.
— Eu nunca te subestimei, Manoel — respondi.
Ele se levantou devagar e se aproximou, parando bem perto de mim. Seus olhos pretos percorreram meu corpo.
— Você é uma puta… safada. Mas eu gosto de você. Você parece comigo. Gosta de dinheiro… — ele passou o dedo pelo meu colo — e tem um tesão dentro de você que nunca foi explorado direito. Eu morro de tesão por você.
Senti um arrepio forte. Manoel enfiou a mão no bolso e jogou um envelope grosso sobre a cama.
— Aqui estão seus 4% do lucro mensal. São 29 mil reais.
Olhei para o envelope, o coração acelerado. Ele continuou:
— Meu filho tem sorte por ter você. Porém, ele precisa ser homem de verdade… se não, vai te perder.
Fiquei ali, parada, olhando para o dinheiro sobre a cama. Uma excitação inexplicável tomava conta de mim. Eu gostava de ver o velho me desejando tanto, me olhando como se quisesse me devorar. Meu corpo reagia contra minha vontade — a buceta latejava, os mamilos endureciam.
Manoel se aproximou mais, segurou minha cintura e murmurou rouco:
— Hoje no cassino nós vamos matar a saudade… só eu e você.
No resto do dia, fiquei trabalhando no bar como de costume. Atendia os clientes, servia cervejas geladas e petiscos, mas minha cabeça estava longe. Um envelope endereçado a Manoel chegou no final da tarde. Eu o guardei com cuidado atrás do balcão, sem abri-lo.
Quando o expediente no bar terminou, Me dirijo para o cassino. Assim que entrei, Manoel me chamou para perto dele. Nas primeiras horas da noite, andamos juntos pelos salões. Ele me mantinha ao seu lado o tempo todo, a mão possessiva na minha cintura ou na curva das minhas costas. Apresentava-me aos clientes importantes, discutia apostas altas, observava o movimento das mesas de poker e o trabalho das garotas.
Caminhávamos como se fôssemos donos do lugar. Como se eu realmente fosse a mulher dele ali. A sensação de poder, de estar ao lado do homem que comandava tudo, me deixava absurdamente molhada. Minha calcinha estava encharcada. Cada vez que ele apertava minha cintura ou sussurrava algo no meu ouvido, meu corpo reagia com um calor intenso.
Quando o movimento diminuiu um pouco, Manoel me agarrou pela cintura com firmeza, puxando-me contra seu corpo. Seus olhos pretos brilhavam de desejo.
— Vem comigo — ordenou, a voz rouca.
Ele me levou direto para o quarto 8. Assim que a porta fechou, me prensou contra a parede, subindo o vestido curto e enfiando a mão entre minhas pernas.
— Porra… você tá encharcada — rosnou ele, satisfeito, sentindo minha buceta molhada com os dedos grossos. — Gostou de desfilar ao meu lado como se fosse a dona, né?
Eu só consegui gemer baixinho, empinando a bunda contra ele, completamente entregue ao tesão que ele despertava em mim.
Manoel sentou na poltrona de couro, as pernas abertas, olhando para mim como um animal faminto.
— Dança pra mim, Aline. Quero ver você rebolando como a puta que você é.
Com o coração acelerado e a buceta já molhada, comecei a dançar lentamente. O vestido curto subiu pelas minhas coxas enquanto eu rebolava, empinando minha bunda redonda e firme para ele. Virei de costas, inclinei o corpo e mexi os quadris em movimentos circulares, fazendo a bunda tremer. Depois de frente, desci as alças do vestido, deixando meus seios médios e firmes à mostra, apertando-os enquanto rebolava.
Manoel ficou maluco de tesão. Seus olhos pretos brilhavam, a respiração pesada. Ele abriu o zíper da calça e tirou aquele pau negro enorme de 25 cm, já duro como pedra, veias pulsando.
— Caralho… vem aqui, vadia.
Puxou-me com força, me jogando na cama. Tirou o resto do meu vestido e se jogou sobre mim como se não me visse há anos. Beijou minha boca com brutalidade, chupando minha língua enquanto apertava meus seios com as mãos grandes. Desceu a boca para meus mamilos, sugando e mordendo com fome.
— Eu quero te comer inteira hoje — rosnou ele.
Abriu minhas pernas e enfiou dois dedos grossos na minha buceta encharcada, mexendo rápido enquanto chupava meus seios. Gozei pela primeira vez só com os dedos dele, tremendo e gemendo alto:
— Ahhhhh… Manoel…!
Ele não esperou. Posicionou o pau grosso na entrada e meteu tudo de uma vez, abrindo-me completamente. Começou a foder com estocadas profundas e fortes, como um homem desesperado. A cama batia contra a parede. Eu gemia descontrolada:
— Ahh… tá tão fundo… me fode… me fode gostoso!
Ele me virou de quatro, segurou meus cabelos loiros como rédea e meteu com ainda mais força, batendo a virilha contra minha bunda. Dei o segundo orgasmo, apertando o pau dele enquanto gritava.
Manoel cuspiu no meu cuzinho, posicionou a cabeça grossa e começou a forçar. Centímetro por centímetro, ele enfiou todo o pau de 25 cm na minha bunda. A dor inicial virou um prazer intenso e proibido. Ele começou a meter devagar, depois cada vez mais forte, segurando minha cintura.
— Isso… toma no cu, vadia… que cu apertado… — grunhia ele, estocando fundo.
Eu gozei pela terceira vez só com o pau no cu, tremendo violentamente, gemendo rouca. Manoel acelerou, metendo como um animal, até que não aguentou mais. Enterrou tudo e gozou forte dentro da minha bunda, jorrando porra quente e grossa bem fundo.
Caímos na cama, suados e ofegantes. Mas ele ainda não tinha terminado. Depois de alguns minutos, me colocou por cima e me fez cavalgar seu pau ainda duro. Rebolei com vontade, subindo e descendo, rebolando no pau dele enquanto ele apertava meus seios. Gozei mais uma vez, gemendo alto, antes dele gozar novamente, enchendo minha buceta.
Ficamos ali, abraçados, exaustos. Manoel beijou meu pescoço e murmurou:
— Você é minha agora… completamente minha.
Depois da foda intensa com Manoel, meu corpo ainda tremia. Saí do quarto 8 com as pernas fracas, a buceta e o cu latejando, sentindo a porra dele escorrendo lentamente pelas minhas coxas. Ajeitei o vestido curto e voltei para o centro do cassino, tentando manter a compostura enquanto observava o movimento.
Kaique estava numa mesa lateral contando um maço grosso de dinheiro ao lado de Darlan, que havia aparecido de repente. Os dois conversavam baixo, com cumplicidade. Logo depois, Manoel passou apressado pelo salão. Segui seu olhar e senti um frio na barriga ao reconhecer três rostos familiares: o sargento Dias, o cabo Freitas e o cabo Rodrigues — os mesmos policiais do galpão abandonado.
Manoel parou para conversar com Dias. Os quatro homens trocaram algumas palavras sérias por uns minutos. Em seguida, Manoel veio direto até mim, segurou meu braço com firmeza e falou baixo, perto do meu ouvido:
— Você vai lá pro quarto com os três. Agora.
Meu coração disparou. Olhei para ele, ainda sentindo o corpo sensível da nossa foda recente, mas obedeci. Caminhei até o quarto 8 sabendo exatamente o que me esperava.
Os três policiais já estavam lá dentro quando entrei. Sargento Dias sorriu ao me ver, Freitas e Rodrigues me olharam com fome descarada.
— A loirinha do Mané de novo… — disse Dias, fechando a porta atrás de mim. — Hoje vamos aproveitar melhor.
os três policiais me cercaram. Sargento Dias, o mais velho e autoritário, foi o primeiro a falar:
— Tira essa roupa, loirinha. Quero ver tudo.
Tirei o vestido curto lentamente, ficando completamente nua na frente deles. Meus seios médios e firmes estavam arrepiados, mamilos rosados duros. Eles me olharam com desejo animal.
Dias me puxou e me beijou com força, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava meus seios. Rodrigues se ajoelhou atrás de mim e começou a chupar minha buceta, enfiando a língua fundo. Freitas segurou meu cabelo e enfiou seu pau de 19 cm na minha boca, fodendo minha garganta devagar.
Eu gemia abafada, o corpo tremendo. Eles me levaram para a cama. Dias deitou e me puxou por cima, enfiando seu pau de 17 cm na minha buceta molhada. Começou a meter com estocadas firmes, segurando minha cintura. Rodrigues se posicionou atrás e enfiou seu pau de 16 cm no meu cu, sem muita delicadeza.
— Ahhhhhh! — gritei, sentindo os dois me preenchendo ao mesmo tempo.
Eles começaram a me foder em dupla, sincronizados. Dias metendo forte na buceta, Rodrigues no cu. Freitas enfiava o pau na minha boca, segurando minha cabeça. Eu gemia como uma puta, o corpo balançando entre os três:
— Ahh… vocês vão me arrombar… hmmph… mais fundo… ahhhhh!
Dias apertava meus seios com força enquanto metia. Rodrigues dava tapas na minha bunda enquanto me fodia no cu. Eu gozei pela primeira vez, tremendo violentamente, apertando os dois paus dentro de mim.
Eles me viraram de lado. Freitas enfiou seu pau de 19 cm na minha buceta, metendo com força. Dias voltou para o meu cu e Rodrigues enfiou na minha boca. Eu estava completamente cheia, gemendo descontrolada, saliva escorrendo pelo queixo.
— Porra… que puta gostosa… — grunhia Dias, metendo fundo no meu cu.
Trocaram de posição várias vezes. Me foderam de quatro, de lado, comigo por cima, me usando sem parar. Gozei mais duas vezes, o corpo suado e tremendo, a voz rouca de tanto gemer.
No final, me colocaram de joelhos no chão. Os três se masturbaram ao meu redor. Primeiro Rodrigues gozou, jorrando porra quente no meu rosto e nos meus seios. Depois Freitas, enchendo minha boca. Dias foi o último, gozando bastante nos meus cabelos loiros e na minha língua.
Fiquei ali, ajoelhada, coberta de porra, ofegante.
Sargento Dias riu, ainda recuperando o fôlego, e disse aos cabos:
— Essa puta é uma gostosa pra caralho, né? E é nora do Mané…
Ele me olhou com um sorriso safado e completou:
— Esposa do Fábio… O Mané não perdoa nem a nora. Melhor deixar quieto, vai que ele me leva pro buraco, né?
Os dois cabos falaram juntos, quase ao mesmo tempo:
— Que buraco?
Dias riu alto da própria piada e não respondeu.
Após o sexo intenso com os três policiais, ajudei a organizar o cassino e, junto com Manoel e Darlan, encerramos o expediente da noite. Quando estávamos saindo, Manoel me olhou sério e disse:
— Amanhã, Aline, vamos fazer uma reunião importante. Só eu, você, Monique e Darlan. É sério.
Na manhã seguinte, antes mesmo de ir para a academia, Manoel me pegou de carro. Ele me levou até a casa de Darlan e Monique — uma bela residência de dois andares com piscina nos fundos, cercada por muro alto e segurança discreta.
Assim que descemos do carro, percebi que Darlan e Monique tinham expressões graves. Entramos na sala de estar e Manoel se sentou no sofá, indo direto ao ponto:
— Temos um problema. Alguém de nossa confiança nos traiu.
Ele fez uma pausa e continuou:
— O sargento Dias me informou que uma denúncia anônima foi feita apontando o endereço do nosso galpão como ponto de venda de drogas. Se a polícia for atrás das drogas, vão acabar encontrando algo muito mais valioso: o cassino, que movimenta muito mais dinheiro que o tráfico.
Darlan completou, visivelmente irritado:
— Precisamos descobrir quem está por trás disso.
Manoel olhou para cada um de nós e disse com tom grave:
— Eu quero saber agora: alguém tem algo a dizer? Preciso estar a par de toda a situação.
Respirei fundo e decidi falar:
— Nas últimas semanas venho recebendo alguns bilhetes ameaçadores… E o Manoel já recebeu dois envelopes que eu vi, mas que ele ainda não abriu.
Manoel me olhou por um segundo, depois pegou o celular e ligou para Kaique:
— Traga todos os bilhetes e envelopes que estão guardados. Agora.
Poucos minutos depois, Kaique chegou com os materiais. Manoel pegou os bilhetes, leu um por um com atenção, o cenho cada vez mais franzido. Em seguida, abriu o envelope que eu havia guardado para ele.
O ar na sala ficou ainda mais pesado enquanto ele lia o conteúdo.
Monique pegou os bilhetes da mão de Manoel e leu em voz alta, um por um. Sua expressão foi mudando conforme avançava:
— “Cuidado. Você está sendo observada. Aprenda a observar também. Não há como voltar atrás.”
— “Cuidado. A ganância te cega. Mas todo castelo de areia está sempre próximo de ruir.” + a data— E o último, acompanhado da foto nossa no shopping: “Saia, antes que tudo comece a queimar.”
Em seguida, ela pegou o pendrive e o conectou na TV da sala. O vídeo começou a rodar: imagens minhas sendo fodida por quatron no sítio , gemendo alto, e também trechos de Fábio e Monique na cachoeira. Todos assistiram em silêncio.
Manoel ficou tenso ao ver a dataEle franziu a testa e murmurou:
— Eu reconheço essa data…
Darlan, ao lado dele, também endureceu o rosto:
— Eu também.
Manoel abriu os envelopes que restavam. O primeiro continha uma cópia de uma denúncia feita à Corregedoria da Polícia Militar. Nela, um informante anônimo apontava o assassino do homem que matou , o irmão de Fábio ( uns dos filhos de Manoel) — e sugeria que Manoel havia sido o mandante da vingança.
O segundo envelope era ainda mais perigoso: uma cópia de documentos internos que comprovavam que Manoel era o principal responsável e operador do cassino clandestino.
Eu e Monique nos olhamos, assustadas. Quase ao mesmo tempo, perguntamos:
— O que está acontecendo?
Manoel respirou fundo, o rosto sério e sombrio. Ele olhou para Darlan e depois para nós:
— Alguém quer destruir nós dois — disse, apontando para Darlan. — Ainda não sei quem é. Mas se nós dois cairmos… vocês caem junto.
Ele fez uma pausa, olhando para cada um de nós, e concluiu com tom grave:
— Então vamos descobrir quem é essa pessoa. E vamos fazer isso rápido.
O silêncio que se seguiu foi pesado. A sala parecia menor, o ar mais denso. Alguém de dentro ou de fora do esquema estava jogando sujo — e claramente sabia demais sobre todos nós.
Na sala, o clima estava pesado. Tomei coragem e perguntei:
— O que o assassino do seu filho tem a ver com isso tudo?
Manoel respirou fundo, o olhar escurecendo:
— Se forem atrás dessa história, eu posso ser preso novamente. Dessa vez sem muita chance de sair de lá. O caso nunca foi completamente encerrado… e tem gente que ainda quer minha cabeça.
Darlan, que estava em silêncio, se levantou e disse:
— É hora de ir atrás de um velho amigo. — Ele olhou para mim e para Monique. — Vocês vêm junto. Mas antes preciso fazer uma ligação.
Após a conversa tensa, saí para a academia. Allan já me esperava. Durante o treino, ele continuou com o mesmo comportamento: mãos “acidentais” na minha bunda durante os agachamentos, dedos roçando a lateral dos meus seios nos supinos, corpo colado no meu enquanto “corrigia” minha postura.
No final do treino, quando estávamos sozinhos no canto da sala de musculação, ele me encurralou contra a parede e sussurrou:
— Eu sei o que você é… puta do Manoel. — Seus olhos brilhavam de tesão. — Me dá um presente agora.
Eu estava com o corpo quente, a buceta ainda sensível das noites anteriores, e o tesão falou mais alto. Allan me beijou com força, apertando meus seios por cima do top. Tirou minha legging e o top rapidamente, deixando-me nua na sala de musculação.
Ele me virou de frente para o espelho, me inclinou e enfiou o pau grosso na minha buceta de uma vez. Começou a me foder com estocadas firmes e ritmadas, uma mão no meu cabelo, a outra apertando minha bunda.
— Porra… que buceta apertada… — grunhia ele, metendo cada vez mais forte. — O velho te come bem, mas hoje sou eu quem vai te foder.
Eu gemia alto, olhando no espelho enquanto ele me comia. Allan me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e meteu fundo, beijando meu pescoço e apertando meus seios. Gozei gemendo, apertando o pau dele. Ele me colocou de quatro sobre um banco e me fodeu com vontade, dando tapas na bunda até gozar dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente.
Ficamos ali por alguns minutos, suados e ofegantes. Allan me deu um tapa leve na bunda e disse sorrindo:
— Esse é o tipo de presente que eu gosto.
Após a foda intensa com Allan na academia, meu corpo ainda estava quente e sensível. Tomei um banho rápido no vestiário, me arrumei e segui para casa.
Assim que cheguei, Monique já estava me esperando na sala. Ela parecia tensa, mas decidida. Assim que fechei a porta, ela foi direto ao ponto:
— Darlan conseguiu um horário com um velho amigo que pode nos ajudar com esse problema — disse ela, mostrando o envelope com o documento da Corregedoria que Manoel havia aberto mais cedo. — Mas vamos ter que ir como putas.
Olhei para ela, confusa.
— Como assim “como putas”?
Monique deu um sorriso de canto, quase sarcástico:
— O homem que vamos encontrar gosta de um certo tipo de “reunião”. Ele quer ver as mulheres bem vestidas… ou melhor, bem pouco vestidas. Darlan já confirmou. Vamos ter que jogar o jogo dele se quisermos ajuda.
Fiquei em silêncio por alguns segundos, processando. Mais um compromisso como puta. Mais uma noite onde meu corpo seria usado como moeda de troca.
Monique me olhou de cima a baixo e completou:
— Se arruma. Algo bem curto, decotado e sem muita roupa por baixo. Temos que causar boa impressão.
Aline e Monique se arrumaram com cuidado para o encontro. Escolhemos vestidos curtos e provocantes. O meu era preto, extremamente justo, com um decote profundo que deixava boa parte dos meus seios médios e firmes à mostra. O tecido colava nas minhas curvas, marcando minha bunda redonda e mal cobrindo metade das coxas. Monique optou por um vestido vermelho escuro, igualmente curto, que valorizava seus seios fartos e sua bunda grande e empinada. Ambas estávamos com maquiagem forte e saltos altos.
Quando descemos, Manoel nos olhou de cima a baixo, demoradamente, com um brilho de desejo nos olhos.
— Vocês estão uma maravilha… — disse ele, com a voz rouca. — Vão deixar qualquer homem louco hoje.
Nós quatro entramos em um carro preto de luxo e seguimos em silêncio até uma casa grande de três andares, muito bem localizada em um bairro nobre e discreto.
Assim que chegamos, fomos recebidos por um homem elegante. Dr. Jorge Montenegro, branco, 58 anos, cabelo grisalho bem cuidado, postura imponente de quem já foi juiz. Ao lado dele estava uma jovem russa linda, de aproximadamente 23 anos, loira, olhos claros, corpo escultural e com um vestido ainda mais revelador que o nosso. Seu nome era Elena.
Dr. Jorge abriu um sorriso ao nos ver e cumprimentou Manoel e Darlan com um abraço.
— Que bom ver meus velhos amigos… — disse ele, olhando em seguida para mim e Monique com evidente interesse. — E com companhia tão… especial.
Manoel retribuiu o sorriso, mas manteve o tom sério:
— Precisamos da sua ajuda, Jorge. A situação está complicada.
O advogado acenou com a cabeça, convidando-nos a entrar.
Dr. Jorge Montenegro nos levou até a sala luxuosa e sentou-se no sofá principal, convidando Manoel e Darlan a fazerem o mesmo. Elena, a jovem russa de 23 anos, ficou de pé ao lado dele, vestindo um robe curto de seda que mal cobria seu corpo escultural.
— Gostosas, vão fazer uns drinks pra nós — ordenou Jorge, olhando para mim e Monique.
Enquanto preparávamos as bebidas, Elena observava tudo em silêncio, com um sorriso sutil nos lábios. Quando voltamos com os copos, Manoel começou a explicar toda a situação: os bilhetes, a denúncia na Corregedoria, o assassinato do assassino do filho dele (com participação de Darlan) e o risco de o cassino ser exposto.
Dr. Jorge ouviu atentamente, bebericando o whisky. Quando Manoel terminou, ele colocou o copo na mesa e disse calmamente:
— Antes de qualquer coisa… vamos comer essas putas. Depois eu descubro tudo o que vocês quiserem.
Elena sorriu, já tirando o robe e revelando um corpo perfeito: seios firmes e empinados, cintura fina, bunda redonda e pernas longas. Ela se aproximou de Jorge e sentou no colo dele, beijando-o enquanto ele apertava seus seios.
Manoel me puxou para si, tirando meu vestido curto. Darlan fez o mesmo com Monique. Em poucos segundos, estávamos todos nus.
Elena se ajoelhou primeiro, chupando o pau de Jorge com habilidade, enquanto eu e Monique nos ajoelhamos ao lado dela. Chupei Manoel e Monique chupou Darlan. Os três homens gemiam enquanto éramos usadas como putas.
Jorge mandou Elena de quatro no sofá. Ele enfiou o pau nela enquanto observava a cena. Manoel me colocou de quatro ao lado de Elena e meteu fundo na minha buceta. Darlan fez o mesmo com Monique.
A sala virou um cenário de luxúria: os três homens nos fodendo ao mesmo tempo. Elena gemia em russo, empinando a bunda para Jorge. Eu gemia alto enquanto Manoel me arrombava com seu pau de 25 cm. Monique rebolava contra Darlan, seus seios fartos balançando.
Eles trocaram de mulher várias vezes. Em certo momento, Jorge me fodeu enquanto Elena chupava meus seios. Manoel fodeu Elena no cu, e Darlan me fodeu na boca. Fomos usadas de todos os modos — buceta, cu e boca — até gozarmos várias vezes.
No final, os três homens gozaram quase juntos: Jorge no rosto de Elena, Manoel dentro da minha buceta e Darlan nos seios de Monique.
Ficamos as três putas ajoelhadas, suadas e cobertas de porra.
Dr. Jorge, ainda ofegante, sorriu e disse:
— Agora sim… podemos falar de negócios.
Dr. Jorge se vestiu com um roupão de seda escura e saiu da sala para fazer algumas ligações importantes. Elena, a jovem russa, ficou para trás. Ela se aproximou de mim e de Monique com um ar de superioridade, olhando-nos de cima a baixo.
— Vocês são só putas deles… ou são mais que isso? — perguntou, com um sorriso debochado.
Fiquei brava com o tom dela e respondi sem hesitar:
— Eu e ela somos esposas deles.
Monique me olhou surpresa, quase engasgando, e sussurrou baixo:
— Esposa é…?
Não respondi. Apenas mantive o olhar firme na russa. Não ia deixar aquela vadia levar vantagem sobre nós.
Poucos minutos depois, Dr. Jorge voltou para a sala com o semblante sério. Sentou-se novamente e foi direto ao ponto:
— Descobri o nome de quem foi atrás do arquivo da morte do seu filho. Foi o sargento Roberto Dias.
Manoel cerrou o maxilar, o rosto endurecendo de raiva:
— Aquele filho da puta…
Antes que ele pudesse continuar, o celular de Manoel tocou. Ele atendeu e colocou no viva-voz.
Uma voz distorcida, grave e misteriosa, ecoou pela sala:
— Está na hora da verdade aparecer.
O silêncio que se seguiu foi cortante. Todos se entreolharam, tensos. Alguém estava jogando pesado — e claramente sabia demais sobre todos nós.
Após ouvirmos a voz misteriosa no viva-voz, o clima ficou ainda mais pesado. Ninguém falou muito. Manoel e Darlan trocaram olhares sérios e decidiram agir: iriam atrás do sargento Dias para descobrir o que ele realmente queria e quem estava por trás da denúncia.
A noite no cassino foi diferente. Todos estávamos ligados, em alerta máximo. Manoel e eu, Darlan e Monique, e até Kaique observávamos cada novo cliente com atenção redobrada, procurando qualquer sinal suspeito.
Em determinado momento, Manoel me surpreendeu. Ele me agarrou pelo pescoço com firmeza, puxando-me para um canto mais escuro, e rosnou baixo, perto do meu ouvido:
— Você deu pro Allan?
Seus dedos apertaram levemente minha garganta. Senti um arrepio percorrer meu corpo.
— Você só deve dar pros escolhidos. Ou pra mim. Ou pro Darlan. E claro… pro Fábio. Entendeu?
Tentei manter a voz firme e respondi:
— Manoel, eu sei o que estou fazendo. Não iria colocar em risco a chance de ganhar todo esse dinheiro.
Ele apertou um pouco mais meu pescoço, os olhos pretos queimando de raiva e desejo, e murmurou:
— Vadia gananciosa… Da próxima vez cobra pelo menos.
Soltou meu pescoço e completou, com tom autoritário:
— Tenho um escolhido pra você. Jairo. Quarto 8. Agora.
Entrei no quarto 8 ao lado de Manoel. Jairo, o segurança alto, forte e de pele negra, já estava lá esperando, de pé no centro do quarto. Assim que entramos, Manoel fechou a porta e falou com tom satisfeito:
— Jairo, você foi fiel a mim nos últimos anos. Quero te presentear com essa puta aqui. Você me disse que ela era uma gostosa, né?
Jairo olhou para mim de cima a baixo, os olhos brilhando de desejo puro. Ele lambeu os lábios e respondeu, com a voz rouca:
— Seu Manoel, eu agradeço. Pode ter certeza que aquele trabalho que o senhor pediu vai ser realizado direitinho.
Manoel deu um tapa na minha bunda e ordenou:
— Tira tudo, vadia. Hoje você é dele.
Tirei o vestido devagar, ficando completamente nua na frente dos dois. Jairo não esperou nem mais um segundo. Partiu pra cima de mim como um animal faminto que não comia uma mulher há anos.
Ele me agarrou pela cintura com força, me levantou do chão como se eu não pesasse nada e me jogou na cama. Sua boca atacou a minha com brutalidade, beijando-me com fome enquanto suas mãos grandes apertavam meus seios com força, beliscando os mamilos. Desceu a boca para eles, chupando e mordendo com vontade, fazendo-me gemer alto.
— Porra… que peitos gostosos… — rosnou ele.
Jairo abriu minhas pernas com os joelhos e enfiou dois dedos grossos na minha buceta já molhada, mexendo rápido e fundo. Eu gemia, rebolando contra a mão dele. Ele tirou a roupa rapidamente, revelando um corpo musculoso e um pau grosso, bem escuro, de uns 22 cm, já latejando.
Sem preliminares, ele segurou minhas coxas, abriu bem minhas pernas e enfiou o pau inteiro na minha buceta com uma estocada violenta.
— Ahhhhhh! — gritei, sentindo ele me abrir completamente.
Jairo começou a me foder com força bruta, estocando como um louco, batendo fundo com cada movimento. A cama inteira tremia. Ele segurava meus quadris com as mãos grandes, puxando-me contra ele enquanto metia sem parar.
— Que buceta apertada… caralho… — grunhia ele, suado, metendo cada vez mais forte.
Ele me virou de quatro, empinou minha bunda e meteu novamente, ainda mais fundo. Dava tapas fortes na minha bunda enquanto me fodia, fazendo minha pele clara ficar vermelha. Eu gemia alto, quase gritando:
— Ahhh… Jairo… tá muito grande… me fode… ahhhhh!
Manoel assistia sentado na poltrona, masturbando lentamente o próprio pau enquanto observava.
Jairo me puxou pelo cabelo, me fazendo arquear as costas e meteu com ainda mais força. Gozei pela primeira vez, tremendo violentamente, apertando o pau dele. Ele não parou. Me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo fundo, roçando meu ponto G.
Depois me colocou por cima e me fez cavalgar. Segurei seus ombros e rebolei com vontade, subindo e descendo no pau grosso enquanto ele apertava minha bunda e chupava meus seios.
— Rebola gostoso, vadia… isso… — ordenava ele, dando tapas na minha bunda.
Gozei pela segunda vez cavalgando, gemendo rouca, o corpo inteiro convulsionando. Jairo me jogou de novo de quatro, segurou minha cintura com força e meteu como um animal, estocando selvagemente até que não aguentou mais. Grunhiu alto e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente e grossa, jatos fortes pulsando fundo.
Ele deu mais algumas estocadas lentas, esvaziando-se completamente, antes de cair ao meu lado, ofegante.
Manoel sorriu, ainda masturbando o pau:
— Bom garoto. Agora pode ir. O resto da noite ela é minha.
Manoel se levantou da poltrona, o pau ainda semi-duro balançando pesado entre as pernas. Seus olhos pretos estavam fixos em mim, cheios de possessividade e raiva excitada.
— Soube que você disse pra russa que eu era seu marido… — disse ele, a voz grave e perigosa. — Vadia atrevida. Veio pra me comer hoje, é? Então hoje você vai implorar pelo meu pau enquanto eu te fodo com força.
Ele me puxou pelos cabelos loiros e me jogou de bruços na cama. Subiu em cima de mim, prendendo meu corpo com o seu peso. Senti a cabeça grossa do pau de 25 cm roçando minha entrada encharcada.
— Por favor, Manoel… — sussurrei, já sentindo o tesão tomar conta.
— Por favor o quê? — rosnou ele, esfregando o pau entre meus lábios, sem entrar.
— Por favor… me fode… eu quero seu pau…
Ele riu baixo e enfiou tudo de uma vez, abrindo minha buceta com uma estocada brutal. Gemi alto, cravando as unhas nos lençóis.
— Ahhhhhh… Manoel… tá tão grande…
Ele começou a meter com força selvagem, segurando meus quadris e batendo fundo, como se quisesse me marcar. Cada estocada fazia meu corpo inteiro balançar. O quarto encheu-se do som molhado de pele contra pele e dos meus gemidos.
— Isso… geme pra mim, vadia — grunhia ele, acelerando. — Diz que quer o pau do sogro.
— Quero… ahhh… quero o pau do meu sogro… me fode mais forte!
Manoel me puxou pelo cabelo, arqueando minhas costas, e meteu ainda mais fundo, roçando meu ponto G a cada estocada. Gozei pela primeira vez, tremendo violentamente, apertando o pau dele enquanto gritava.
Ele não parou. Tirou o pau da minha buceta, cuspiu no meu cu e enfiou a cabeça grossa devagar, depois meteu tudo com uma estocada firme. Gemi alto de dor e prazer:
— Ahhhhh… no cu… tá me arrombando…!
Ele segurou minha cintura e começou a foder meu cu com força, estocadas longas e profundas. Eu empinava a bunda pedindo mais, completamente entregue.
— Implora, vadia — ordenou ele, dando tapas fortes na minha bunda.
— Por favor… me fode no cu… me arromba… eu sou sua puta… ahhhhh!
Manoel me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo no cu, agora olhando nos meus olhos enquanto me fodia. Depois me colocou de frente, com as pernas sobre seus ombros, e voltou para a minha buceta, metendo com tudo. Gozei novamente, gritando, o corpo convulsionando.
Ele me fodeu por quase uma hora, trocando de buraco, me fazendo gozar mais três vezes. No final, me colocou de quatro novamente, segurou meus cabelos como rédea e meteu com força bruta até não aguentar mais. Grunhiu alto e gozou fundo dentro da minha buceta, enchendo-me com jatos grossos e quentes de porra.
Caí na cama, exausta, suada, com porra escorrendo pela minha buceta e coxas. Manoel se deitou ao meu lado, puxou-me contra o peito e murmurou no meu ouvido:
— Você é minha, Aline. Nunca se esqueça disso.
Após o sexo intenso com Manoel, nos arrumamos e voltamos para o salão principal do cassino. Ficamos lá até o final do expediente, observando o movimento. Quando o cassino já estava quase vazio e prestes a fechar, Jairo apareceu arrastando o sargento Dias, que estava com as mãos amarradas para trás e uma mordaça improvisada.
Jairo o jogou sentado em uma cadeira no centro do salão. Manoel se aproximou devagar, com expressão fria.
— Dias, Dias… meu velho companheiro. Soube que você tem algo contra mim.
Dias, suando frio, balançou a cabeça desesperado:
— Claro que não, chefe! Eu nunca te trairia. Você foi meu sargento, meu primeiro superior. Eu tenho uma vida boa graças ao senhor, que me paga todo mês…
Darlan perdeu a paciência e deu um soco forte no rosto dele. O sangue escorreu do nariz de Dias.
— Entrega logo, se não vai se arrepender — rosnou Darlan.
Manoel sacou a arma que estava com Dias, deu uma coronhada forte no rosto dele e encostou o cano na testa do sargento:
— Pior… você vai pro buraco. Eu atiro aqui mesmo e te enterro, seu traidor.
Dias, apavorado e sangrando, começou a falar:
— Eu não sei, chefe… pode ser qualquer um! Alguém me entrega as instruções e os bilhetes. Eu só repasso… Não me mata, cara!
Manoel pressionou o cano com mais força:
— Me dá um nome.
Dias hesitou, olhando para todos nós, e finalmente soltou:
— Sei lá… pode ser o Fábio. Afinal, nós sabemos — disse ele, apontando para Monique e Darlan — da verdade daquela noite.
Manoel virou o rosto lentamente para mim. Seus olhos estavam frios e perigosos.
— Se for o Fábio… ele vai se arrepender amargamente.
Fiquei ali, paralisada, o coração disparado de medo. Fábio não podia estar por trás disso… Por todas as histórias que ele me contava sobre o pai ser um policial violento, ele jamais colocaria a própria vida em risco. Mas… e se tivesse algo que eu ainda não soubesse? O que Fábio realmente fez no passado que eu nunca descobri?
O silêncio na sala era sufocante.