Depois daquela tarde em que Paulo me arrombou o cu pela primeira vez, eu não era mais a mesma. Meu corpo parecia ter acordado de um longo sono. Durante o dia, enquanto Roberto falava sobre o trabalho ou assistia TV no sofá, eu sentia um latejar constante entre as pernas. À noite, deitada ao lado dele, eu fechava os olhos e revivia cada centímetro daquela rola grossa me abrindo, o ardor delicioso, a sensação de ser completamente preenchida. Meu cu ainda doía de leve quando eu sentava, mas era uma dor gostosa, uma lembrança que me deixava molhada na hora.
Roberto continuava o mesmo de sempre: três minutos de metida mecânica, um gemido baixo e pronto. Eu fingia o orgasmo com gemidos ensaiados, enquanto por dentro eu queimava de frustração e desejo sujo. Eu queria ser usada. Queria me sentir pequena, dominada, uma puta de verdade.
Três semanas depois, o celular vibrou na minha mão enquanto eu preparava o jantar. O nome de Paulo apareceu na tela.
Paulo: “Tá com saudade da rola preta, sua vadia casada? Hoje eu vou levar dois amigos meus. Dois negões bem equipados, grossos e pesados. Quer sentir três paus grandes te destruindo ao mesmo tempo? Quer virar um buraco pros pretos?”
Meu coração disparou. Senti minha buceta contrair e um fio de lubrificação escorrer pela coxa. Respondi com os dedos tremendo:
Eu: “Quero sim. Quero os três me usando sem piedade. Quero me sentir uma puta completa, cheia de rola por todo lado. Vem pra casa às 19h. Meu marido vai chegar tarde.”
Passei o resto do dia em um transe de tesão. Tomei um banho demorado, passei óleo de amêndoas no corpo inteiro até a pele ficar brilhante e macia. Escolhi um shortinho jeans branco absurdamente curto que mal cobria a metade da minha bunda, um cropped preto justo que marcava meus mamilos duros, e um par de saltos vermelhos altos que me faziam empinar o quadril. Deixei o cabelo solto, perfumei o pescoço, os pulsos e, discretamente, passei um pouco entre as pernas.
Quando a campainha tocou às 19h05, meu estômago deu um salto. Abri a porta devagar.
Paulo entrou primeiro, com aquele sorriso safado de quem já sabia o que ia acontecer. Atrás dele, dois homens enormes preencheram o batente da porta. O ar pareceu ficar mais pesado, carregado com o cheiro deles: suor limpo, colônia forte e algo masculino, cru.
— Essa é a Larissa — disse Paulo, já passando a mão grande na minha bunda por baixo do shortinho, apertando a carne com força. — A putinha casada que eu fodi no outro dia. Hoje ela quer levar rola pra caralho, né vadia?
Marcelo, bem alto, pele bem escura quase azulado, músculos definidos por baixo da camisa, olhou pra mim de cima a baixo com um sorriso lento e predatório.
— Caralho, Paulo… que bundinha empinada e gostosa. Tá realmente pronta pra aguentar três negões, princesinha? Olha como ela já tá tremendo.
Rafael, um pouco mais baixo mas com o corpo bem definido e tatuagens nos braços, passou a mão áspera na minha coxa interna, subindo devagar até quase tocar minha buceta.
— Tá molhada já, hein? Posso sentir o cheiro dessa bucetinha casada daqui. Tá com medo ou tá louca pra virar nossa putinha hoje?
Fiquei vermelha até o pescoço, mas a voz saiu manhosa, quase um gemido:
— Tô molhada pra caralho… Quero os três me usando. Quero me sentir completamente destruída, cheia de porra, uma puta de negão.
Paulo riu baixo e fechou a porta.
— Tira essa roupa devagar, Larissa. Mostra pros meus amigos o que eles vão comer essa noite.
No meio da sala, com os três me olhando como lobos, tirei o cropped lentamente, deixando meus seios médios saltarem livres, mamilos duros como pedra. Depois virei de costas, rebolando devagar enquanto descia o shortinho branco pela bunda. Fiquei completamente nua, só de salto alto, o óleo fazendo minha pele reluzir sob a luz da sala.
Os três abriram as calças ao mesmo tempo. Três paus enormes e pesados saltaram livres.
O de Paulo eu já conhecia bem: 24cm, grosso, veioso, com aquela cabeça larga. Marcelo tinha um pau absurdo — tão grosso quanto meu pulso, parecia um antebraço, a cabeça grande e escura brilhando de pré-gozo. Rafael era mais comprido, uns 26cm, reto, com veias saltadas que pareciam pulsar.
— Meu Deus do céu… — sussurrei, sentindo minha buceta latejar forte.
Paulo segurou meu cabelo com firmeza e me puxou para baixo.
— De joelhos, vadia. Mostra pra eles como você mama rola de negão.
Ajoelhei no tapete da sala. Comecei pelo de Paulo, lambendo devagar da base até a cabeça, sentindo o cheiro forte e masculino dele. Depois passei para o Marcelo. Tentei abrir a boca o máximo possível, mas era tão grosso que meus lábios doíam. Engasguei, baba escorrendo pelo queixo, lágrimas descendo pelo rosto enquanto ele segurava minha cabeça e empurrava devagar.
— Isso… abre mais essa boquinha de casada — grunhiu Marcelo, a voz grave. — Olha como ela tá se esforçando pra engolir meu pauzão grosso. Tá babando toda, vadia.
Rafael segurou meu queixo e enfiou o dele na minha boca em seguida, fodendo meu rosto com estocadas médias.
— Engole fundo, puta. Sente como é grande. Seu marido deve ter um pintinho rosa perto disso, né? Aposto que ele nunca te fez engasgar assim.
Tirei o pau da boca, ofegante, fios de baba ligando meus lábios à cabeça brilhante.
— Ele é bem menor… eu amo rola grande assim… me sinto tão puta, tão barata chupando vocês três…
Eles me levantaram. Marcelo sentou no sofá e me puxou de costas pra ele, as mãos grandes abrindo minha bunda.
— Vai sentar no meu pau primeiro. Quero sentir esse cuzinho apertado engolindo tudo.
Ele cuspiu bastante no meu buraco, esfregando a saliva grossa com o dedo grosso. Depois alinhou aquela cabeça monstruosa. Quando ela começou a forçar entrada, soltei um gemido longo e rouco:
— Aaaaiiihh… tá tão grosso… tá me abrindo inteira… ai meu Deus, tá queimando…
Desci devagar, sentindo cada centímetro me esticando ao limite. A ardência era intensa, quase insuportável, mas misturada com um prazer profundo, animal. Quando sentei até o talo, meu cu pulsava ao redor dele, completamente cheio.
— Porra, que cu guloso! — grunhiu Marcelo, segurando minha cintura e começando a meter devagar, fundo. — Tá engolindo meu pau todo, sua putinha casada.
Enquanto ele me fodia o cu com estocadas cadenciadas, Rafael se aproximou e enfiou o pau comprido na minha boca, segurando minha cabeça. Paulo assistia, batendo punheta devagar, elogiando:
— Isso, arromba o cu dela direito. Mostra pra essa vadia o que é rola de verdade.
Depois me viraram. Rafael deitou no sofá e me puxou por cima, enfiando devagar na minha buceta encharcada. O pau dele era tão comprido que bateu no fundo com facilidade, fazendo eu arquear as costas. Marcelo veio por trás novamente e voltou pro meu cu.
Fiquei empalada nos dois ao mesmo tempo.
A sensação foi esmagadora. Os dois paus enormes se esfregando dentro de mim, separados por uma parede finíssima de carne. Eu tremia inteira, lágrimas escorrendo.
— Aaaahhh… tô tão cheia… vocês tão me rasgando por dentro… tá muito fundo… ai, porra, eu vou gozar…
Marcelo metia com força no cu, Rafael na buceta. O som molhado de carne batendo, meus gemidos, os grunhidos deles enchiam a sala. Paulo enfiou o pau na minha boca, fodendo meu rosto sem dó.
Eu gozei pela primeira vez assim, empalada nos três buracos. Meu corpo convulsionou, buceta e cu apertando os paus com força, jorrando lubrificação pelas coxas.
Eles me usaram por quase uma hora. Me foderam no sofá, me colocaram de quatro no chão, me suspenderam no ar segurando pelas coxas enquanto dois me metiam e o terceiro fodia minha boca. Gozei mais vezes do que consegui contar — gozos fortes, molhados, que me deixavam rouca e trêmula.
No final, me colocaram de joelhos no meio da sala, rosto virado pra cima.
— Abre a boca e coloca a língua pra fora, puta — ordenou Paulo.
Os três gozaram quase ao mesmo tempo. Jatos grossos, quentes e abundantes acertaram meu rosto, minha língua, meus peitos, cabelo e pescoço. O gosto salgado e forte encheu minha boca. Engoli o máximo que consegui, tossindo um pouco, sentindo a porra escorrer pelo meu corpo brilhante de óleo e suor.
Ainda com o rosto completamente melado, olhei pra eles com os olhos pesados de tesão e sussurrei com a voz rouca:
— Obrigada… Eu nunca me senti tão puta, tão usada e tão satisfeita na minha vida. Meu cu e minha buceta são de vocês agora. Podem me chamar sempre que quiserem. Paulo sorriu, limpando a cabeça do pau na minha bochecha.
— Boa menina. Essa foi só a primeira rodada da noite, vadia.