Prazer no perigo História real

Um conto erótico de @chloe18y18
Categoria: Heterossexual
Contém 790 palavras
Data: 07/06/2026 11:58:30
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Chloe tinha acabado de fazer 22 anos quando os pais decidiram passar o fim de semana na casa de campo dos tios. Ela já sabia que o primo Kevin estaria lá. Fazia quase três anos que eles não se viam — desde que ele tinha se mudado para outra cidade por causa da faculdade.

Quando o carro parou na frente da casa, Kevin estava no quintal, sem camisa, cortando lenha. O sol batia nas costas dele, destacando os músculos que o tempo e a academia tinham esculpido. Chloe desceu do carro e sentiu um frio estranho na barriga. Ele não era mais aquele menino magrelo que ela lembrava.

— Chloe? — Kevin largou o machado e abriu um sorriso largo, vindo abraçá-la.

O abraço durou dois segundos a mais do que deveria. O cheiro dele — suor limpo misturado com madeira — entrou pelo nariz dela e desceu direto pro corpo. Quando ele se afastou, os olhos dele desceram sem disfarce pelo corpo dela: short jeans curto, regata branca colada.

— Caralho… você cresceu, hein? — ele murmurou, quase sem voz.

Chloe sentiu o rosto queimar, mas sorriu de lado.

— Você também não tá mais aquele garoto de aparelho, não.

Aquele fim de semana foi um jogo silencioso.

De dia eles fingiam que eram só primos. Brincavam na piscina, riam das histórias antigas, ajudavam a fazer churrasco. Mas toda vez que ninguém estava olhando, os olhares duravam mais tempo. Um toque “sem querer” na cintura dela quando ele passava. A mão dele roçando na coxa dela debaixo da mesa na hora do almoço.

Na segunda noite, a casa estava em silêncio. Os pais já tinham dormido. Chloe estava no quarto de hóspedes, deitada na cama só de calcinha e uma camiseta larga, quando ouviu duas batidas leves na porta.

— Sou eu — Kevin sussurrou do outro lado.

Ela abriu.

Ele estava sem camisa, só de bermuda, o cabelo ainda úmido do banho. Entrou e fechou a porta atrás de si.

— Eu não consigo parar de pensar em você desde que você chegou — ele confessou, a voz rouca.

Chloe sentiu o coração disparar.

— Eu também não — ela admitiu.

Kevin se aproximou devagar, como se tivesse medo de assustá-la. Parou bem perto, os olhos descendo para a boca dela.

— Posso te beijar?

Em vez de responder, Chloe segurou o rosto dele e puxou.

O beijo começou suave, quase tímido. Depois virou fome. As línguas se encontraram, as mãos dele desceram pelas costas dela por baixo da camiseta, apertando a bunda com força. Chloe gemeu baixinho contra a boca dele.

Kevin a empurrou devagar até a cama. Quando ela deitou, ele ficou de pé, olhando para ela como se quisesse decorar cada detalhe. Tirou a bermuda devagar. Chloe viu o volume marcado na cueca e mordeu o lábio.

Ele subiu na cama, se encaixando entre as pernas dela. As mãos dele subiram pelas coxas, levantando a camiseta até tirar completamente. Os seios dela ficaram expostos. Kevin abaixou a cabeça e tomou um mamilo na boca, chupando devagar enquanto a mão massageava o outro.

Chloe arqueou as costas, gemendo mais alto.

— Shhh… — ele sussurrou contra a pele dela — não podemos fazer barulho.

A mão dele desceu, puxando a calcinha dela para o lado. Quando o dedo dele encontrou ela já molhada, Kevin soltou um gemido rouco.

— Porra, Chloe… você tá encharcada pra mim.

Ele começou a mexer o dedo devagar, circulando o clitóris, depois enfiando devagar enquanto a boca voltava para os seios dela. Chloe apertava o lençol, tentando não gemer alto.

Quando ele tirou a cueca, o pau dele bateu contra a barriga dela. Grosso, latejando. Chloe segurou com a mão, sentindo o calor e a pulsação.

— Kevin… eu quero você dentro de mim — ela sussurrou, a voz tremendo de tesão.

Ele pegou uma camisinha na carteira, colocou rápido e se posicionou. A cabeça do pau roçou na entrada dela várias vezes, provocando, até que ele empurrou devagar.

Chloe sentiu cada centímetro abrindo ela. Quando ele entrou completamente, os dois soltaram um gemido ao mesmo tempo.

Kevin começou a mexer devagar, fundo, sentindo ela apertar em volta dele. Depois foi aumentando o ritmo, uma mão segurando o quadril dela, a outra tapando a boca dela pra abafar os gemidos.

— Você é tão apertada… tão gostosa — ele rosnava no ouvido dela.

Chloe cravou as unhas nas costas dele, sentindo o orgasmo se aproximar. Quando gozou, o corpo inteiro tremeu, apertando ele com força. Kevin não aguentou, deu mais duas estocadas fundo e gozou dentro da camisinha, gemendo o nome dela baixinho.

Eles ficaram abraçados, suados, respirando pesado. Kevin beijou a testa dela e sussurrou:

— Isso não pode ser só uma vez, Chloe.

Ela sorriu, ainda sentindo ele dentro dela.

— Eu também não quero que seja.

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