A drogada usando a filha

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Heterossexual
Contém 1327 palavras
Data: 07/06/2026 09:25:14

Silvana, uma mulher de 35 anos, magra, pele morena já marcada pelo vício, cabelos pretos desgrenhados e olheiras fundas, estava desesperada mais uma vez.

Apesar do desleixo, ainda dava para ver a beleza daquela mulher, boca carnuda, bunda empinada, cintura de pião.

As filhas tinham saído pro trabalho e ela já estava há dois dias sem pó. Tremendo, ela bateu na porta do vizinho de quarteirão, o Ronaldo, um cara de 48 anos, forte, careca e safado, que sempre tinha mercadoria boa.

Ronaldo abriu a porta de bermudão, sem camisa, e sorriu ao ver o estado dela.

— E aí, Silvana… tá precisando de novo, né safada?

— Por favor, Ronaldo… só um pouquinho. Eu tô mal, mano. As meninas vão chegar e eu não quero que elas me vejam assim — implorou ela, voz rouca e ansiosa, olhando pros lados do corredor.

Ele riu baixo, segurando um saquinho pequeno de cocaína na mão, balançando na frente dela.

— Você sabe como funciona, né? Eu não dou nada de graça. Tá disposta a pagar do jeitinho que eu gosto hoje?

Silvana mordeu o lábio, olhando pro saquinho. Já tinha rolado algumas vezes, mas hoje ela precisava mais.

— Tá bom… eu dou. Pode me comer. Só me dá logo isso aí depois.

Ronaldo puxou ela pra dentro pelo braço, trancou a porta e jogou ela no sofá da sala.

— Tira essa roupa toda, vadia. Quero ver essa buceta e esse cu que já tá viciado em rola.

Silvana tirou o shortinho velho e a blusa surrada rapidamente. Estava sem sutiã, os peitos médios, mamilos escuros. A buceta já era raspada por costume, mas com os lábios inchados e visivelmente molhados de tesão misturado com desespero.

Ronaldo baixou a bermuda, mostrando a rola grossa, veiosa e já dura. Ele cuspiu na mão, passou no pau e mandou:

— Abre as pernas, Sil. Hoje eu vou te foder gostoso.

Ele se encaixou entre as coxas dela, esfregou a cabeça grossa na entrada da buceta molhada e empurrou de uma vez. Silvana soltou um gemido alto, agarrando as costas dele.

— Ai caralho… tá grossa hoje, Ronaldo…

Ele começou a meter forte, estocando fundo na buceta dela, o sofá rangendo com o ritmo. Segurava os quadris dela com força, batendo o saco contra a bunda.

— Isso… aperta essa buceta viciada. Tu gosta né, sua drogada? Troca o cu das tuas filhas por pó? — provocou ele, metendo cada vez mais rápido.

Silvana gemia, rebolando contra as estocadas:

— Cala a boca e mete… me dá rola, vai.

Depois de uns minutos comendo a buceta, Ronaldo tirou o pau brilhando de melado e mandou ela virar.

— Agora vira de quatro. Quero esse cu.

Silvana ficou de quatro no sofá, empinando a bunda. Ronaldo cuspiu direto no cuzinho apertado, esfregou a rola e começou a forçar a entrada. Ela apertou os dentes e gemeu de dor quando a cabeça grossa abriu o anel.

— Ai porra… devagar, Ronaldo… tá doendo…

Ele não deu muita bola e empurrou até metade, depois tudo. Começou a comer o cu dela com força, segurando o cabelo dela pra trás, estocando fundo enquanto a buceta dela pingava no sofá.

— Isso, toma no cu, Silvana. Geme pra mim, vadia.

Ele meteu sem dó por um bom tempo, alternando entre buceta e cu, abrindo os dois buracos. Silvana tremia, gemendo alto, mistura de dor, prazer e desespero.

No final, Ronaldo segurou forte a cintura dela e gozou fundo dentro do cu, enchendo tudo com porra quente. Quando tirou, o cu dela ficou piscando, vazando esperma.

Ele jogou o saquinho de pó na mesa de centro.

— Toma. E semana que vem eu quero as duas filhas te ajudando a pagar, hein? — riu ele, puxando a bermuda pra cima.

Silvana, ainda de quatro, ofegante e gozada, só pegou o saquinho com a mão trêmula.

Alguns dias depois, Silvana estava completamente dopada no sofá da sala quando o Ronaldo bateu na porta. Ela abriu, olhos vermelhos, e ele já entrou mandando:

— Hoje eu quero uma das tuas filhas pra pagar a parada, Silvana. Tô cansado só de comer tua buceta usada. Chama a mais nova aí.

Silvana hesitou um segundo, mas o vício falou mais alto. Chamou a Jéssica, de 19 anos — morena, corpo novinho, uma bunda firme, peitos empinados e cara de já de safada mesmo .

Ronaldo olhou pra Silvana, que estava parada no canto da sala, e sorriu malicioso:

— Hoje não vai ser só a filha não, Sil. Você vai participar junto. Tira essa roupa e vem ajudar a arrombar a putinha nova da tua filha.

Silvana, já dopada e sem forças pra negar, tirou a blusa e o short. Seus peitos e a buceta ficaram à mostra. Ronaldo mandou Jéssica ficar de quatro no sofá, bundão empinado, e posicionou Silvana ao lado dela, também de quatro.

Jéssica tremia, visivelmente assustada.

— Vocês duas empinando pra mim. Família unida pagando dívida.

Ele cuspiu no cu da Jéssica e enfiou a rola grossa de uma vez. A garota gritou:

— Ai mãe… tá doendo muito!

Silvana, ao lado, acariciou as costas da filha e falou baixo:

— Calma filha… relaxa o cu. A mamãe tá aqui.

A menina chorou alto, tremendo enquanto tinha o cu virgem destruído pelo traficante.

Ronaldo metia forte no cu da Jéssica, estocando fundo, abrindo o buraco novinho. Depois tirou o pau melado e enfiou na buceta da Silvana, que já estava molhada.

— Toma, sua drogada. Enquanto eu como tua filha, tu vai sentir também.

Ele alternava: metia fundo no cu da Jéssica, depois na buceta da Silvana, depois voltava. As duas gemiam — Jéssica de dor , Silvana de tesão viciado.

— Isso… mãe e filha lado a lado. Rebola pra mim, Silvana. Mostra pra tua filha como se faz.

Silvana começou a rebolar contra as estocadas, gemendo alto:

— Mete nela também, Ronaldo… abre o cu da minha filha gostoso.

Ronaldo mandou Silvana deitar de costas no sofá e colocou Jéssica por cima dela, as duas bucetas e cus empinados um em cima do outro. Ele enfiou primeiro no cu da Jéssica, metendo forte, depois descia e metia na buceta da Silvana. Os dois corpos tremiam juntos.

Depois ele sentou no sofá e mandou as duas ajoelharem na frente dele.

— Agora as duas vão mamar.

Silvana e Jéssica começaram a chupar o pau grosso ao mesmo tempo. A mãe lambia o saco enquanto a filha chupava a cabeça. Depois inverteram. Ronaldo segurou a cabeça das duas e fodeu a boca delas alternadamente, fazendo as duas engasgarem.

— Gluck… gluuuurk — Jéssica engasgava forte, baba escorrendo.

Silvana ajudava, empurrando a cabeça da filha pro pau:

— Engole mais, filha. Faz direitinho pro tio.

Ronaldo fodeu a garganta da Jéssica com força até ela vomitar uma golfada grossa de baba clara, que escorreu toda nos peitos dela e da mãe. Silvana lambeu a baba da filha e voltou a chupar o pau sujo.

Ele mandou Jéssica sentar no pau dele de frente, empalando o cu novinho. Enquanto a garota subia e descia gemendo de dor, Silvana ficou atrás, lambendo o pau que entrava no cu da filha e chupando as bolas do Ronaldo.

— Ai, mãe… Ele tá me arrombando, faz parar— gemeu Jéssica, lágrimas escorrendo.

Depois trocaram: Silvana sentou no pau, cavalgando no cu, enquanto Jéssica foi mandada sentar no rosto de Ronaldo, que chupava a bucetinha dela.

No final, Ronaldo colocou as duas de quatro novamente, lado a lado. Metia no cu da Jéssica, depois no cu da Silvana, alternando rápido. Quando estava quase gozando, segurou a cabeça das duas juntas e gozou forte, enchendo a boca da mãe e da filha com porra quente. As duas engoliram um pouco, o resto escorrendo no queixo e pingando nos peitos.

Jéssica ficou tremendo, cu arrombado piscando, baba e porra escorrendo. Silvana pegou o saquinho de pó na mesa.

—Obrigada, filha..

A menina só gemeu olhando para a mãe, estava encolhida, toda sua pele ardia.

Ronaldo riu, puxando a bermuda pra cima:

— Semana que vem eu quero as duas filhas juntas. E você, sua puta, vai assistir tudo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Thiago P. a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários