Claudia, a sogra 2

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1109 palavras
Data: 07/06/2026 08:54:31
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 2: O Risco Imediato

Fernanda desceu as escadas com a bolsa no ombro, beijou Luiz na boca e acenou para Cláudia na cozinha.

“Mãe, tô saindo. Volto em umas duas horas, no máximo. Luiz, fica aí tranquilo, tá? Beijos!”

A porta da frente fechou com um clique suave. O silêncio caiu sobre a casa como uma cortina pesada. Rubens estava dormindo como sempre fazia nas tardes de domingo, Gabriel, o filho mais velho e sua esposa Lídia e Antonela, sua outra filha e o marido André já haviam ido embora depois do almoço. Só restavam Cláudia e Luiz.

Ela continuou lavando a louça por mais uns segundos, de costas para a sala, sentindo o ar mudar. Sem calcinha por baixo do vestido leve, cada movimento fazia o tecido roçar diretamente na buceta ainda úmida de expectativa e vontade. O clitóris latejava, sensível, implorando por rola. Ela ouviu os passos hesitantes dele se aproximando pela cozinha.

Cláudia virou devagar, secando as mãos no pano de prato. Luiz estava parado na entrada, o rosto vermelho, a mão direita enfiada no bolso onde guardara a calcinha dela. O volume na calça jeans denunciava que ele não tinha conseguido se acalmar.

“Veio mesmo, hein?”, ela murmurou, voz baixa e rouca. “Achei que ia demorar mais pra criar coragem.”

Ele engoliu em seco.

“Eu... não consigo parar de pensar naquilo. Nas fotos. No que você contou. Na calcinha...”

Cláudia sorriu, um sorriso lento e predador. Deu dois passos na direção dele, o vestido balançando, revelando mais das coxas bronzeadas a cada movimento.

“Então vem provar o que tem por baixo dela. Mas tem uma regra: silêncio. O Rubens pode acordar a qualquer momento. E eu adoro o risco... me deixa mais molhada ainda.”

Ela pegou a mão dele, a que não estava no bolso, e puxou para o meio de suas pernas por baixo do vestido direto para sua xota humildade e quente e fez ele tocar seu grelo

“Porta entreaberta”, sussurrou ela, encostando as costas na parede ao lado da geladeira. “Qualquer barulhinho lá em cima... a gente para. Se você aguentar.”

Luiz tremia visivelmente. Tirou a mão do bolso, ainda segurando a calcinha úmida. Cláudia pegou a peça de volta, levou ao nariz dele.

“Sente o meu cheiro de puta antes de provar de verdade.”

Ele inspirou fundo, os olhos fechando por um segundo. Quando abriu, estavam vidrados de desejo.

Cláudia jogou a calcinha no chão puxou o vestido pela cabeça num movimento fluido. Ficou completamente nua, o corpo maduro e tonificado brilhando à luz natural. Seios firmes, barriga chapada, buceta inchada e brilhante de excitação, pernas longas e definidas. Ela se admirou por um instante na porta de vidro espelhada da cristaleira, adorava se ver assim, pronta para ser devorada.

“De joelhos”, ordenou baixinho.

Luiz obedeceu na hora. Ajoelhou na frente dela, rosto na altura da buceta. Ela colocou a perna direita sobre o ombro esquerdo dele, segurou a cabeça dele pelos cabelos e guiou até o centro.

“Chupa devagar. Lambe tudo. Quero sentir sua língua explorando.”

Ele começou tímido, lambendo os lábios externos, sentindo o gosto salgado e doce dela. Cláudia gemeu baixo, abafado, mordendo o lábio inferior. “Isso... mais fundo... chupa meu grelinho...”

Luiz obedeceu, sugando o botão inchado, enfiando a língua na entrada molhada. Ela segurou a cabeça dele com mais força, rebolando devagar contra a boca dele. O som úmido da língua dele na buceta dela ecoava baixo pela cozinha. Cláudia olhava para a fresta da porta, imaginando Fernanda entrando em casa de surpresa. A ideia a fez apertar as coxas em volta da cabeça dele.

“Mais forte... me faz gozar…”

Ele acelerou, chupando com vontade, enfiando dois dedos devagar. Cláudia arqueou as costas, os seios balançando. Gozou rápido e forte, tremendo, gemendo abafado contra a própria mão. O líquido escorreu pela boca dele, pelo queixo. Ela puxou ele para cima, beijou a boca suja dela mesma, lambendo o próprio gosto nos lábios dele.

“Agora me fode.”

Ela o empurrou, se posicionou de costas apoiada na ilha no meio da cozinha, as pernas abertas. Luiz tirou a calça e a cueca rápido, o pau duro pulando livre, latejando, veias saltadas. O tesão do proibido, do errado explodindo

Ele veio por trás dela, encaixou a cabeça na entrada molhada e empurrou devagar. Cláudia gemeu alto demais, tapou a boca. “Shhh... devagar... me deixa sentir cada centímetro.”

Ele obedeceu, entrando até o fundo, sentindo a buceta dela apertar em volta dele. Começou a meter devagar, depois mais rápido. Cláudia empinou mais a bunda, fazendo ele ir mais fundo. Os seios balançavam a cada estocada, os mamilos duros roçando o mármore gelado.

“Mais forte... me fode como se eu fosse uma puta vagabunda... como o Pedrinho fez.”

Luiz acelerou, batendo fundo, as bolas estalando contra ela. Cláudia cravou as unhas nas bordas da bancada, gemendo:

“Vai... goza dentro da sogrinha... enche minha buceta de leitinho quente... mas não para... continua metendo até eu gozar de novo.”

O ritmo ficou selvagem. Cláudia olhava para a fresta da porta o tempo todo, o coração disparado com o risco. Imaginava passos na escada, a filha abrindo a porta e vendo a mãe sendo fodida pelo namorado. A imagem a levou ao limite.

“Goza... agora... me enche!”

Luiz grunhiu baixo, empurrou fundo e gozou forte, jatos quentes enchendo ela que o apertou em volta dele, gozando junto, o corpo tremendo, pernas bambas. Ficaram assim por segundos, ofegantes, suor escorrendo.

Ele saiu devagar, o pau ainda semi-duro pingando. Cláudia pegou o celular, filmou close: a buceta aberta, porra branca escorrendo devagar pelos lábios inchados. Depois virou a câmera para o rosto dela, suado, sorriso safado.

“Pra lembrar quem manda aqui.”

Ela limpou o pau dele com a boca, lambendo devagar, limpando cada gota. Depois se levantou, vestiu o vestido de novo, ainda sem calcinha. Ela, a calcinha que estava jogada no chão foi devolvida para o genro

Luiz, ainda zonzo, guardou a calcinha no bolso. Cláudia o beijou rápido na boca.

“Vai tomar banho rápido. E quando a Fernanda voltar... aja normal. Mas amanhã... ou depois... a gente repete. Com mais risco ainda.”

Ela o empurrou para o banheiro de hóspedes. Virou-se e foi para a sala, o vestido colando no corpo suado, a buceta latejando com a porra dele dentro. Sentou no sofá da sala, abriu as pernas discretamente e tocou o clitóris devagar, relembrando o ⁸risco, as fotos, o olhar dele.

Ouviu a porta da frente abrir. Fernanda entrando.

“Mãe? Cadê o Luiz?”

Cláudia sorriu, voz calma.

“No banho. Estava com muito calor.”

Enquanto a filha subia, Cláudia fechou os olhos por um segundo, sentindo a porra escorrer devagar pela coxa interna.

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