Juninho, a Despedida do Novinho do Sinal, ou não ?!?

Um conto erótico de Morena Casada
Categoria: Heterossexual
Contém 1168 palavras
Data: 07/06/2026 07:22:22

O domingo amanheceu diferente. O sol entrava forte no quarto, o clima estava leve, gostoso. Não tinha aquela pressa de antes, não tinha a urgência do sexo a todo custo. Hoje era dia de ficar juntos, de conversar, de ser família.

Nós levantamos, fizemos a festa na cozinha. Eu preparei um almoço daqueles, bem caseiro, arroz, feijão, bife, salada, aquele cheiro de comida boa que tomou conta da casa toda.

Sentamos os três à mesa, nus ainda, só de toalha ou roupão, bem à vontade, e começamos a comer e a jogar conversa fora.

— Então, Juninho... — comecei, olhando pra ele com carinho. — Conta mais pra gente de você. Como é sua vida mesmo? Como é lá na comunidade, na rua?

Ele parou de comer, limpou a boca, e olhou pra gente. Pela primeira vez, ele não estava com aquela cara de safado ou de valentão. Ali estava só um menino, um jovem contando sua história.

— É assim ó, patroa... É difícil, mas é a vida que eu tenho. Eu parei nos estudos já faz um tempo, sabe? A vida apertou, tive que correr atrás. Hoje eu vivo mesmo é na rua, vendendo minhas coisas, trabalhando no sinal, fazendo o que dá pra sobreviver.

Ele deu um sorriso meio de lado.

— Mas uma coisa eu garanto: eu não me envolvo com droga não. Não fumo, não uso nada disso. Vejo muito amigo meu se perdendo, se destruindo, mas eu tenho cabeça. Eu quero coisa melhor pra mim.

— Isso aí, filho! Muito certo! — elogiou o Ricardo, todo empolgado. — Foco no objetivo!

— É... mas a rua é assim, é uma terra sem lei, mas ao mesmo tempo tem as próprias leis, entendeu? — ele riu, balançando a cabeça. — É confuso mesmo, mas quem mora lá sabe como funciona. Tem que ter respeito, tem que ter pulso firme, senão você se fode. Mas também tem muita liberdade, muita coisa que acontece que ninguém vê...

Ele parou, olhou pra mim e pro Ricardo, e baixou um pouco a voz, curioso:

— A senhora acha que é só a madame aqui que tem tesão de pegar alguém diferente, né? Que acha que só vocês de classe média, de casa boa, tem vontade de pegar quem vocês chamam de "baixa renda"?

Eu e o Ricardo nos olhamos, curiosos.

— Não senhora... Acontece muito mais do que vocês imaginam. Eu vejo de tudo na rua, de noite. Vejo mulheres e homens bem arrumados, igual a senhora, que aparecem de madrugada, e ficam até com morador de rua, com gente que tá lá jogada, só pra ter prazer, só pra pegar um corpo quente sem compromisso.

Ele soltou a bomba:

— E tem muito casal também, igual vocês dois... que sai de casa, vai pra lugares ermos, parques, estradas, faz aquilo que chamam de dogging. Ficam se pegando, se mostrando, deixando outras pessoas participarem. Eu mesmo já vi muito, e até já participei de uns, viu? É uma bagunça só, todo mundo se pegando, ninguém se conhece, só tesão puro.

PAH!

Eu senti um choque percorrendo meu corpo. Dogging? Participar?

Eu olhei pro Ricardo na mesma hora. E ele olhou pra mim. Nossos olhos brilharam. O mesmo pensamento passou pela nossa cabeça ao mesmo tempo:

"NÓS QUEREMOS ISSO! NÓS TEMOS QUE VIVER ISSO!"

Só de imaginar: nós dois, num lugar aberto, com outras pessoas, sendo vistos, sendo usados, talvez até com o Juninho nos comandando no meio da bagunça... Meu Deus, deu um fogo danado!

— Nossa... que coisa louca... — eu falei, sentindo minhas pernas tremerem só de imaginar. — Quem sabe um dia a gente não vai também, né amor?

— Com certeza! — Ricardo falou, já todo excitado. — Eu queria muito ver isso, participar...

O Juninho sorriu, safado, vendo que tinha mexido com a nossa cabeça.

— Então fica fácil, meu parceiro. Quando vocês quiser, é só avisar que eu conheço os pontos, eu levo vocês. Lá todo mundo é livre.

A conversa fluiu por horas. Ele contou histórias, medos, sonhos. Nós sentimos ainda mais perto dele. Ele não era só um pau gigante que nos comia. Ele era um ser humano, guerreiro, que tinha uma história de vida forte. E isso fez o amor e o tesão aumentarem ainda mais.

Quando a tarde já estava caindo, a conversa deu espaço ao corpo. A vontade já estava gritando, principalmente depois daquelas histórias todas.

Fomos pro quarto, pro nosso cantinho.

— Hoje eu quero usar vocês dois direito — Juninho disse, já tirando a roupa, mostrando aquele monumento já duro e pulsando.

Ele me mandou ficar de quatro na cama. Mas dessa vez ele armou uma cena perfeita.

Ele ficou atrás de mim, encaixou a rola imensa na minha buceta, e PLOC! Entrou tudo de uma vez, me enchendo todinha.

— AAAAAHHHH... — eu gemi, arquivando as costas.

E aí, ele mandou o Ricardo:

— Chega aqui, boneca. Fica embaixo dela. Quero que você coma a buceta dela por baixo enquanto eu como ela por trás.

O Ricardo foi todo ansioso. Ele se deitou no colchão, ficou com a cabeça bem no meio das minhas pernas, e abriu a boca.

SLURP!

Ele começou a me chupar! Me lambia todo, sugava o clitóris, enfiava a língua dentro de mim, ao mesmo tempo que o Juninho metia forte, socando fundo, fazendo o corpo todo balançar.

— ISSO! ISSO! DOIS DE UMA VEZ! — eu gritava, fora de mim. — ME COAM OS DOIS! ME DEVORAM!

Era uma sensação indescritível! Sentia o cacete grosso do novinho invadindo minha buceta por trás, e sentia a língua habilidosa do meu marido me provocando por baixo, me fazendo vibrar.

PLAM! PLAM! PLAM! O som do Juninho batendo forte em mim.

SLURP! SLURP! O som do Ricardo chupando com vontade.

Eu estava no paraíso!

— Ela tá muito gostosa, irmão! — gritou o Ricardo, sem parar de chupar. — Muito molhada!

— É minha! É nossa! — falou o Juninho, e então ele começou a meter mais rápido, mais violento.

Ele me comeu muito assim, me fez gozar várias vezes só com a pressão e com a chupada do marido. Depois, ele tirou de mim, todo melado, e chamou o Ricardo:

— Agora vem você, putinho. Quero ver você gozando de novo.

Ele virou o Ricardo de quatro, e sem dó nem piedade, enfiou o cacete todo dentro do rabo dele.

— AAAAAHHHH SIM! — gritou o Ricardo, rebolando pra trás.

Eu fiquei do lado, beijando ele, acariciando, enquanto o Juninho dava uma surra de pau no meu marido. Ele metia forte, fazia ele gritar, fazia ele tremer, e gozou muito dentro dele, enchendo o rabo da minha boneca de leitinho quente.

Depois ele veio pra mim de novo, nos amamos abraçados, os três juntos, suados, felizes, com a cabeça cheia de planos e o corpo cheio de prazer.

O domingo foi perfeito. De corpo e alma.

Dormimos abraçados novamente, e na segunda cedo eu levei ele de volta ao local onde ele trabalha, cheia de planos para ele, e para nós, acho que temos condições e obrigação de ajudar o Juninho a sair dessa vida e a mudar a nossa vida daqui pra frente.

Comentem se gostaram

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Morenabh a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários