Negão arrombou meu cuzinho ( parte 7- final )

Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1185 palavras
Data: 07/06/2026 01:37:10

Meu nome é Larissa. Tenho 25 anos. E se alguém me perguntasse hoje quem eu sou, eu responderia sem hesitar: sou uma hotwife, uma puta casada assumida, uma vadia que descobriu o verdadeiro prazer da vida ao se entregar completamente ao desejo.

Eu era a esposa comportada, a designer gráfica que trabalhava em home office, a menina bonita de família boa que todo mundo elogiava. Casada com Roberto, um homem estável, carinhoso e completamente inútil na cama. Sexo rápido, sem alma, sempre no escuro. Eu fingia que estava satisfeita. Por dentro, eu queimava.

Tudo mudou quando conheci o Paulo. A primeira vez que ele me fodeu na minha própria casa foi como se uma porta se abrisse dentro de mim. Depois veio o trio na sala de casa: Paulo, Marcelo e Rafael me usando ao mesmo tempo, me enchendo pelos três buracos enquanto eu gritava de prazer. Em seguida, o Júnior, o pintor bruto, peludo e suado, que me fodeu contra a parede da obra e me sentir uma vagabunda. Depois o boteco, onde Seu Jorge, Cláudio e Nego me transformaram em puta de mesa de plástico. Os pivetes que usaram e abusaram de mim.E por último, os três dias inteiros com o Ronaldo — aquele monstro de quase dois metros, pau de 26 centímetros, que me destruiu de todas as formas possíveis, inclusive mijando no meu rosto.

Eu vivi tudo isso. Senti o cheiro forte de suor, o gosto azedo de porra grossa, a ardência de ser arrombada, a vergonha deliciosa de ser tratada como uma vadia barata. E quanto mais eu vivia, mais eu queria.

Quando Roberto chegou em casa naquela quinta à noite, eu estava destruída por fora e por dentro. Corri pra ele chorando e contei a mentira do estupro. Mas ele não reagiu como eu esperava. Ele ficou excitado. E a partir daquele dia, ele parou de fingir.

Ele me olhou nos olhos, com a voz rouca, e disse:

— Larissa… eu quero saber tudo. Quero que você me conte cada detalhe. E depois… eu quero ver. Eu quero participar.

E assim começou nossa nova vida. Durante um ano inteiro, foram pelo menos trinta aventuras. Eu me tornei uma hotwife sem limites, e Roberto se tornou o corno dedicado que filma, incentiva e participa.

As Aventuras com Meu Marido

A primeira vez que ele me levou foi para uma casa de swing discreta. Ele me vestiu com um vestidinho curto e transparente, sem calcinha, e me guiou até uma cabine de glory hole. O lugar era escuro, cheirando a sexo e porra velha. Vários buracos na parede tinham paus pretos grossos aparecendo.

Roberto sentou numa cadeira ao lado, com a câmera na mão, respirando pesado.

— Chupa, amor… mostra pra eles como você é boa — sussurrou ele, com a voz tremendo de excitação.

Eu me ajoelhei. O primeiro pau era enorme. Eu segurei com as duas mãos e engoli o máximo que consegui, gemendo alto:

— Meu Deus… que pauzão grosso… olha amor, tá vendo como eu engulo? É muito maior que o seu… eu adoro rola grande assim…

Eu passava de um pau pro outro, babando, engasgando, lambendo bolas pesadas. Um deles gozou na minha boca, outro no meu rosto. Eu engolia, mostrava pra câmera e falava olhando pro Roberto:

— Tá vendo, corninho? Tá vendo sua esposa virando uma puta de glory hole? Eu amo isso… amo chupar pau de estranho enquanto você filma.

Ele gozou só de me ver assim.

Outra vez ele me levou para um posto de gasolina na beira da estrada, tarde da noite. Roberto parou o carro e disse:

— Vai lá, Larissa. Mostra pra eles o que você é. Eu vou filmar.

Entrei no banheiro sujo do posto com dois caminhoneiros negros. O cheiro era forte — mijo velho, suor, diesel. Eles me colocaram de quatro sobre a pia rachada. Um meteu na minha buceta, o outro no meu cu. Eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvisse:

— Me fode… me arromba… eu sou a puta do meu marido… mete forte, vai!

Roberto filmava da porta entreaberta, com os olhos brilhando. Um dos caminhoneiros gozou dentro do meu cu, o outro na minha boca. Quando saí, pingando porra pelas coxas, Roberto me beijou com força e sussurrou:

— Você fica tão linda assim… toda usada, toda marcada.

A mais forte foi no baile funk pesado, numa comunidade. Roberto me vestiu com um shortinho jeans minúsculo e cropped curto. No meio da multidão, vários negões começaram a dançar comigo, apertando minha bunda, enfiando a mão por baixo do shortinho. Roberto filmava de longe, depois se aproximou.

Um deles me puxou para um canto escuro e me fodeu em pé, contra a parede, enquanto o funk tocava alto. Outro se juntou. Meu marido assistia tudo de perto agora, com a câmera na mão.

— Isso, amor… deixa eles te usarem — sussurrava ele, com a voz rouca. — Mostra pra eles como você é safada.

Eu gemia alto, quase gritando no meio do som:

— Me fode… me arromba… eu sou a vadia do meu marido… me enche de porra!

Dois deles gozaram dentro de mim, um no cu, outro na buceta. Quando voltamos pro carro, eu estava pingando. Roberto dirigia com uma mão na minha coxa, sorrindo:

— Você é perfeita assim… toda marcada, toda cheia. Eu amo ver você virando puta pra mim.

Durante esse ano inteiro, foram muitas outras aventuras. Viajamos juntos para um resort e eu usei o símbolo da dama de espadas no biquíni. Ele me levou para um sítio, contratou pedreiros negros com a desculpa de uma reforma e me deixou fuder com eles a semana inteira. Eu fui comida por quatro pedreiros durante dias, enquanto Roberto filmava.

Em outro fim de semana, ele me levou para um carnaval de rua. Eu dancei, bebi, e acabei sendo usada por vários negões num canto escuro da avenida. Roberto assistia tudo, excitado como nunca.

Eu também já bati punheta pra negão em lugares públicos — no cinema, no estacionamento do shopping...Uma vez, no banco de trás do carro, enquanto Roberto dirigia na estrada, eu chupei e cavalguei um negão enorme, gemendo alto:

— Olha amor… tá vendo como eu gozo no pau dele? É muito melhor que o seu…

Roberto dirigia com uma mão no volante e a outra no pau, gozando dentro da calça só de ver pelo retrovisor.

Hoje, Roberto e eu vivemos isso abertamente. Ele não é mais só meu marido. Ele é meu companheiro de safadeza, meu cúmplice, meu corno dedicado. Ele escolhe os caras, planeja os encontros, filma tudo, participa quando quer e me incentiva a ir cada vez mais longe.

Eu me tornei a hotwife que sempre quis ser — sem vergonha, sem limite, sem medo de assumir que adoro rola grande, que adoro ser usada, que adoro humilhar meu marido enquanto gozo como nunca gozei com ele.

E ele… ele descobriu que adora ser o corno que assiste, que filma e que me ama ainda mais assim.

Essa é a minha história. Real, suja, intensa, depravada e verdadeira.

Espero que vocês tenham gostado.

E sim… a gente continua fazendo muito disso. Toda semana, se possível.

Fim.

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