A manhã seguinte foi um exercício de autocontrole para Lucas. Enquanto tomava café na varanda com os outros, seus olhos não conseguiam evitar fixar-se em Manu. Ela estava de shorts jeans curtos e uma camiseta branca simples, sem sutiã — seus mamilos marcavam o tecido fino de forma quase obscena. Cada movimento dela era agora carregado de significado para Lucas, que via por trás da cena inocente a imagem vívida da noite anterior: seus seios balançando, sua buceta aberta sendo penetrada, seus gemidos abafados de prazer.
Matheus parecia especialmente satisfeito, um sorriso permanente no rosto enquanto passava a mão pelas costas de Manu com possessividade. Lucas sentia uma mistura de inveja e tesão — inveja por não ser ele quem estava com ela, tesão por ter testemunhado sua intimidade mais selvagem.
O dia passou com atividades de praia, mas Lucas estava distante. Sua mente estava voltada para a noite, para a possibilidade de repetir a experiência voyeur. A ideia de ver Manu novamente, talvez em posições diferentes, talvez com mais luz… seu pau endurecia só de pensar.
Quando a noite caiu, o grupo decidiu fazer um jantar especial. Cozinharam juntos, beberam vinho, riram. A atmosfera era descontraída, mas Lucas notava olhares trocados entre alguns membros do grupo. Pedro e Mariana pareciam mais colados que o normal. Matheus e Manu trocavam beijos roubos quando pensavam que ninguém estava olhando.
Após o jantar, sentaram-se na sala. Lucas escolheu propositalmente uma poltrona que dava vista para a escada — caso alguém decidisse se retirar mais cedo.
Foi Manu quem deu o primeiro passo.
"Estou com um pouco de dor de cabeça", ela disse, levando a mão à testa. "Vou subir um pouco mais cedo."
Matheus imediatamente se levantou. "Vou contigo."
Lucas sentiu o coração acelerar. Era hora.
Esperou cerca de vinte minutos — tempo suficiente para que subissem, trocassem de roupa, começassem. Então se levantou discretamente.
"Vou pegar um cobertor, está ficando frio", mentiu, subindo as escadas silenciosamente.
Ao chegar ao andar superior, notou algo interessante: a porta do quarto de Pedro e Mariana estava entreaberta. Luz fraca saía por ali. E da suíte de Matheus e Manu… silêncio.
Estranho.
Se aproximou da porta da suíte. O buraco no vidro ainda estava lá. Olhou. O quarto estava vazio. A cama estava arrumada. Ninguém.
Onde estariam?
Foi então que ouviu. Gemidos. Não da suíte. Do quarto de Pedro e Mariana.
Com cuidado, aproximou-se da porta entreaberta. Olhou por uma fresta.
A cena que viu foi completamente diferente do que esperava.
Não eram Pedro e Mariana.
Era Manu.
E ela não estava com Matheus.
Manu estava de joelhos na cama, sua bunda perfeita empinada no ar. Mas quem estava atrás dela não era Matheus.
Era Pedro.
Lucas quase recuou de surpresa, mas o tesão foi mais forte. Ficou paralisado, observando.
Pedro segurava os quadris largos de Manu com força, seus dedos afundando na carne macia de suas nádegas. Seu pau — espantosamente grande para seu corpo magro — entrava e saía da buceta dela em estocadas profundas. O som úmido era alto, obsceno.
Manu tinha o rosto enterrado em um travesseiro, seus gemidos abafados mas intensos. Seus cabelos longos balançavam com o ritmo. Seus seios pendiam, balançando pesadamente a cada impacto.
"Mais… mais forte…", ela gemeu, sua voz rouca e cheia de necessidade.
Pedro obedeceu, aumentando o ritmo. Seus quadris batiam contra as nádegas dela com uma força que fazia a carne tremer.
Lucas, escondido atrás da porta, puxou seu pau para fora. Começou a se masturbar freneticamente, sua mão subindo e descendo no membro já completamente ereto.
Mas então ouviu outra voz. Feminina.
"Minha vez, amor."
Lucas mudou o ângulo de visão. E viu.
No outro lado do quarto, na poltrona, Matheus estava sentado. E em seu colo, cavalgando-o, estava Mariana.
Ela estava nua também, seus seios menores mas firmes balançando enquanto ela subia e descia no pau de Matheus. Seus cabelos castanhos cacheados balançavam com o movimento. Ela beijava Matheus profundamente, sua língua explorando sua boca.
Era uma troca. Claramente combinada.
Lucas sentiu seu tesão aumentar exponencialmente. Dois casais trocando parceiros, ali, no mesmo quarto, se observando, se provocando.
Manu olhou para trás, seus olhos escuros encontrando os de Pedro. "Quero na boca", ela disse.
Pedro imediatamente saiu dela. Ela se virou, ajoelhou-se na cama, e envolveu seu pau com a boca. Chupou-o avidamente, seus olhos fechados em concentração.
Enquanto isso, Mariana aumentou o ritmo em Matheus. "Goza dentro de mim", ela ordenou, sua voz firme.
Matheus gemeu, seus músculos tensionando. Lucas podia ver de sua posição como ele gozava, seu rosto contorcido em êxtase.
Foi então que aconteceu.
Manu, ainda chupando Pedro, virou a cabeça levemente. Seus olhos escuros se encontraram diretamente com os de Lucas através da fresta da porta.
Ele congelou.
Mas ela não parou. Não se assustou. Apenas… sorriu. Um sorriso lento, safado, cheio de conhecimento. E então ela piscou para ele.
Continuou chupando Pedro, mas agora seus olhos permaneciam fixos em Lucas, mantendo contato visual enquanto sua boca trabalhava o pau do outro homem.
Lucas estava paralisado, sua mão parada em seu próprio pau. Ela sabia. Ela o vira. E não parecia importada.
Pelo contrário.
Manu então tirou o pau de Pedro da boca com um 'pop' audível. "Espera", ela disse para Pedro. E então, sem tirar os olhos de Lucas, ela disse mais alto: "Temos um espectador."
Todos pararam.
Matheus e Mariana olharam na direção da porta. Pedro virou-se, confuso.
Lucas quis fugir, mas seus pés pareciam enraizados no chão.
"Entre, Lucas", disse Manu, sua voz suave mas cheia de autoridade. "Não precisa ficar escondido."
Hesitante, Lucas empurrou a porta. Entrou no quarto, seu pau ainda exposto, ainda duro, sua cueca e shorts abaixados.
Os quatro estavam nus, os corpos brilhando de suor, cheirando a sexo. Ninguém parecia envergonhado.
Matheus sorriu. "Sempre soube que você era um voyeur, Lucas."
"Como…?", Lucas conseguiu balbuciar.
"Vi a porra na porta de vidro ontem à noite", disse Manu, seus olhos brilhando com malícia. "E hoje de manhã, notei que estava limpa. Alguém limpou. E você foi o primeiro a subir."
Ela se levantou da cama, caminhando em direção a ele. Seu corpo era ainda mais impressionante de perto — cada curva perfeita, cada músculo definido. Seus seios balançavam levemente com seus passos, os mamilos duros e escuros.
"Você gosta de ver, não é?", ela sussurrou, parando a poucos centímetros dele.
Lucas apenas anuiu, sua boca seca.
"Então sente-se", ela ordenou, apontando para uma cadeira no canto do quarto. "Assista. Mas agora abertamente. Sem esconderijos."
Lucas, quase em transe, obedeceu. Sentou-se na cadeira, seu pau ainda exposto, latejando.
Manu voltou para a cama. "Continuem", ela disse para os outros.
E continuaram.
Mas agora era diferente. Agora sabiam que Lucas estava assistindo. E isso parecia excitá-los ainda mais.
Manu deitou-se de costas na cama, abrindo as pernas. "Vem, Pedro", ela disse.
Pedro posicionou-se entre suas pernas. Lucas tinha uma visão perfeita — a buceta de Manu completamente exposta, rosada, úmida, os lábios carnudos já inchados do sexo anterior.
Pedro penetrou-a em uma estocada profunda. Manu gemeu alto, arqueando as costas. Seus olhos, no entanto, permaneciam fixos em Lucas.
"Assim…", ela sussurrou, enquanto Pedro começava a movimentar-se. "Você gosta de ver outro homem me comendo, Lucas? Gosta de ver esse pau entrando em mim?"
Lucas não conseguia falar. Sua mão voltou a se masturbar, seu ritmo acelerando.
Enquanto isso, Matheus e Mariana haviam começado novamente. Mariana estava de quatro agora, e Matheus a comia por trás. Mas ambos também olhavam para Lucas de vez em quando, sorrindo, sabendo que eram observados.
"Mais forte, Pedro", Manu ordenou. "Quero que ele veja como você me fode."
Pedro obedeceu, aumentando a força das estocadas. O corpo de Manu tremia a cada impacto. Seus seios balançavam violentamente.
"Quero ver você gozar, Lucas", Manu disse, seus olhos fixos nos dele. "Goze vendo outro homem me possuir."
Foi tudo o que Lucas precisou. Com um gemido abafado, sua porra jorrou em jatos grossos, atingindo o chão aos pés da cadeira. Seu corpo tremia com a intensidade do orgasmo.
Mas Manu não estava satisfeita. "Apenas começo", ela sussurrou.
Pedro continuou fodendo-a por mais alguns minutos, então anunciou: "Vou gozar."
"Dentro", Manu ordenou. "Enche minha buceta."
Pedro gemeu profundamente, seus quadris tremendo enquanto ele liberava sua porra dentro dela.
Quando ele saiu, o sêmen escorreu da buceta dela, criando um fio branco que descia até a cama.
Manu olhou para Lucas. "Agora, Matheus", ela disse.
Matheus saiu de Mariana e aproximou-se da cama. Sem cerimônia, ajoelhou-se entre as pernas ainda abertas de Manu e mergulhou a cara em sua buceta, lambendo a mistura de fluidos — dela, de Pedro, dele mesmo.
Lucas, que já estava se recuperando, sentiu seu pau endurecer novamente ao ver aquela cena.
Matheus lambeu-a limpa, então posicionou-se. "Agora é minha vez de reclamar o que é meu", ele disse, penetrando-a.
Manu gritou de prazer. "Sim! Assim!"
Mariana aproximou-se da cama também. "Minha vez de assistir", ela disse, sentando-se na beira da cama, observando Matheus foder Manu.
Mas então Manu fez sinal para Mariana. "Vem cá."
Mariana aproximou-se. Manu puxou-a para um beijo profundo, suas línguas se entrelaçando enquanto Matheus continuava a movimentar-se dentro dela.
Lucas assistia, hipnotizado. Sua mão estava novamente em seu pau, masturbando-se mais lentamente agora, saboreando cada detalhe.
A noite continuou assim por horas. Posições mudando, parceiros trocando, Lucas assistindo tudo da cadeira, agora um voyeur oficial, aceito, parte do espetáculo.
Em um momento, Manu veio até ele. "Quer participar?", ela perguntou, sua boca a centímetros da dele.
"Eu…", ele hesitou.
"Você pode continuar assistindo", ela disse, sorrindo. "Mas se quiser tocar…"
Ela pegou sua mão e colocou-a em seu seio. A pele era macia, quente, o mamilo duro contra sua palma.
"É seu", ela sussurrou. "Pode tocar. Enquanto os outros me comem."
Lucas apertou o seio, sentindo seu peso, sua perfeição. Manu gemeu, voltando para a cama onde Matheus a esperava.
Ele continuou assistindo, mas agora com uma mão em seu pau, outra ainda sentindo o calor do seio de Manu em sua memória tátil.
Quando o amanhecer começou a clarear o céu, os corpos estavam exaustos, cobertos de suor e fluidos secos. Lucas ainda estava em sua cadeira, seu próprio corpo cansado de tanto gozar.
Manu aproximou-se dele novamente, envolta em um roupão. "Foi bom?", ela perguntou.
Lucas apenas balançou a cabeça, sem palavras.
"Na próxima vez", ela sussurrou, inclinando-se para que seus lábios quase tocassem seu ouvido, "você não será apenas espectador. Será participante."
Ela então se afastou, entrando no banheiro.
Lucas ficou sentado, ouvindo o som do chuveiro ligar, sua mente processando tudo o que acontecera. O voyeur fora descoberto, mas em vez de vergonha, recebera um convite para um nível ainda mais profundo de depravação.
E ele mal podia esperar.