Me chamo Otávio, acabei de fazer 20 anos, sou do tipo fortinho, com abdome em gominhos, músculos bem distribuídos pelo corpo, sou branco de cabelo preto um pouco liso um pouco enrolado e falam que tenho carinha de bebê. Na parte mais íntima tenho o corpo depilado a pedido da minha namorada, ela detesta pelos, tenho coxas bem grossas, bunda durinha e uma pica grossinha com 16cm, não é todas as meninas que transei que aguentaram fácil, se posso me gabar.
Estava a dois anos cursando Direito, e minha namorada queria um dinheirinho extra para fazermos uma viagem no fim do ano, assim entrei no escritório de advocacia Santana e associados. Os primeiros dias fora os padrões de escritório, servia café, fazia atas, resumia decisões judiciais e ajudava o doutor Santana em geral. Estava aprendendo muito, o único problema era as roupas formais achava um pouco desconfortáveis por ela marcar no peito e na bunda, além disso o doutor Santana tinha uma clientela bem barra pesada.
Era um dia bem comum, estava na sala do doutor, cheia de livros com vista para a cidade, um estilo bem antiquado, ele então recebeu uma ligação de sua mulher, não entendi bem o contexto, mas ele se virou para mim.
- Otávio, tenho que sair… é, bem logo é pra chegar um cliente, parece um marginal qualquer mas é um traficante… só distraia ele…
- Ah, mas - ele saiu pela porta com pressa, engoli seco e sentei na cadeira almofadada dele - porra… o que é que eu vou fazer?
Vi os papeis sob a mesa, ele sempre pedia para sua , começei a ler vendo que o nome do tal marginal era Eduardo, era tráfico, latrocínio, mandante de assasinato, coisas terríveis
Então entrou na sala um cara de 20 poucos anos, moreno, pardo, tatuagem no pescoço, com aneis na mão e correntes no pescoço, estilo bem mandarake, me olhou de pés a cabeça.
-Dae maninho cadê o doutor?
-Ele pediu para esperar ele… só uns minutos… emergência sabe - passei a mão atrás da minha cabeça um tanto nervoso com a presença do marginal
-Legal, faz o que aqui viadinho?
Engoli seco pelo jeito que ele me tratava, mas algo dentro de mim gostou daquilo, era estranho
-Errr… sou estagiário dele
-Pega uma água para mim - ele cruzou os braços
-É, o filtro tá ali - eu apontei para ele
-Não mas eu quero que você pegue, senão vou reclamar para o doutor
Ele falou cheio de marra, eu suspirei, fui passando por ele, os olhos de Eduardo me seguiram ele olhando meu corpo, aquilo me deixava desconfortável , ele parecia olhar para minha bunda? Achava melhor não pensar sobre isso, na tensão peguei o copo, e ele veio, senti sua respiração no meu cangote, seu cheiro de perfume de homem penetrou meu nariz, involuntariamente meu pau começou a endurecer na minha calça, não, não tava certo isso.
Mas aí a minha situação ficou mais complicada, senti ele apalpar minha bunda com força e chacoalhar.
-Treina essa bundinha viadinho…
-É, oi? - Me virei vendo ele me encarar como predador ele olhou para minha rola dura no meio das minhas pernas e sorriu
-Sabia que curtia, vai… teu chefe vai demorar para voltar…
-Cara tenho namorada - falei sem firmeza na voz
-Foda-se depois como essa puta também, vai me dá esse cuzinho moleque
Ele foi mais para perto de mim, sua mão pegou pelo elástico da calça entrando por cima da minha cueca apertando minha bundinha, aquilo era gostoso, tentador, mas não podia trair minha namorada, não com um marginal, um homem ainda por cima. Eu fui falar algo a mão dele saiu da minha cueca passou pelas costas e puxou meu cabelo, ele começou a me forçar para baixo, meus joelhos sem eu querer foram se dobrando, desci para o meio das pernas dele, usava uma jeans largadona, pude ver um volume ali, ele botou minha cara contra, tentei empurrar de volta mas ele era mais forte que eu, lentamente o cheiro que vinha dali foi me tomando me deixando rendido.
-Isso baitolinha, isso… cheira o cheiro de macho
-Eu não…
Não sobe responder, acabei abocanhando o volume do cacete dele, senti algo dentro de mim queimar, eu não podia querer aquilo, podia? Mas continuei chupando por cima da cueca, até ele tirar para fora, tinha uns 18cm, marrom, veiudinha e pentelhuda, os pentelhos pretos tomaram meu nariz, fui intoxicado pelo cheiro, tinha me rendido aquele criminoso. Ele bateu com ela na minha cara, me humilhando, sentia que era carnuda.
-Faz igual a puta da tua namorada e mama esse cacete
Abri a boca, meio sem jeito encostei no prepúcio, fui chupando ele retraindo, senti a glande dele encostar no fundo da minha garganta, o gosto me excitava, fui chupando, pegando o jeito na coisa, nem ligava para que meu chefe poderia chegar a qualquer momento, algo primal dentro de mim me fazia querer servir aquele homem. Continuei mamando, ele apertou meus cabelos, estocou sua pica contra minha garganta abusando dela, eu salivava contra o membro.
Ele tirou o pau da minha boca, me pegou pelos ombros, me empurrou na mesa, eu empinei a bundinha, ia dar meu cabaço para ele, ele arrancou minha calça bruto, deu um tapa que ecoou pela sala na minha bunda. Meu cu piscava pedindo por pika, nem sabia que eu podia ser um putinho tão sedento, lá foi ele esfregar sua rola na minha entradinha virgem, senti ela molhando com minha própria saliva, relaxando para esperar pelo cacetão que vinha.
Eduardo foi enfiando, fiz uma careta de dor e ele parou.
-Relaxa viadinho, sei que quer isso
Respirei profundamente e falei baixinho
-Pode enfiar, vai
Ele foi enfiando novamente, senti deslizando por dentro de mim, me corrompendo, passou pela minha próstata e continuou consumindo-me por dentro, eventualmente o marginal tava completamente dentro de mim, então começou a me usar, ir e voltar dentro da minha bunda, ao mesmo tempo que dava alguns tapas nela. Eu tremia minhas pernas, piscava o cuzinho, fazia caretas de prazer sentindo o toque da rola no meu ponto G. Ele puxou meu cabelo, involuntariamente abri a boca, ele cuspiu dentro, eu engoli e sorri.
Eduardo continuou metendo em mim, cada vez mai bruto fazendo barulho do acertar da minha bunda, sentia seus pentelhos roçarem em mim, ele pegou, enforcou meu pescoço com a mão, eu senti ainda mais tesão.
-Nem deve pensar mais na sua namoradinha viado
-Não…
Pensava só na pika dele, que deslizava dentro de mim, me comia, ele então enfiou tudo de uma vez, senti meu pau balançar e começar a gozar, soltei leite na minha cueca, minha cuceta então foi invadida por jatos e jatos de porra sentia o pau dele tremer lá dentro. Ele tirou, me deu um tapa na cara, coloquei a calça sentindo toda a vergonha caindo sobre mim. Rapidamente fui ao banheiro sentindo a porra caindo pelas pernas, o que tinha feito?
