Dei o CU, fiz DP, DP VVGINAL, DP ANAL, me peidei e me caguei nas picas de 2 amigos, na praia, na frente do CORNO, que registrou tudo pra vocês.

Um conto erótico de Daniel e Larissa
Categoria: Grupal
Contém 1166 palavras
Data: 06/06/2026 12:02:32

**Bom dia, meus amores!**

Aqui quem fala é a **Larissa**, a puta casada mais safada que você vai conhecer. Hoje resolvi contar pra vocês, com todos os detalhes sujos, pesados e sem filtro, um feriadão inesquecível que vivi em **2025** nas praias do sul da Paraíba. Um daqueles dias que o sol queima a pele, o suor escorre pelo corpo e a vontade de dar o cu vira loucura. Quer meus videoss e fottos? Basta procurar na net por: Daniel REcife Anal e entrar nos primeiros links que aparecerem, nos textos desse safado, tem os links

Eu sempre fui uma esposa recatada. Casei com o Márcio e por muitos anos fui fiel, transava gostoso com ele, dava buceta e bunda sem reclamar. Mas em 2007 ele confessou que queria me ver sendo comida por outros machos. Hoje ele é um corno manso completo, viciado em filmar e ver a esposa virar uma vadia sem limites.

Aquele feriadão prolongado de 2025 eu marquei com dois amigos bem dotados. Ficamos na mesma pousada: eles em quartos separados, eu e o corno no nosso. No dia seguinte, com um sol de rachar, resolvemos fazer uma caminhada pela praia deserta. Eu vesti apenas um fio dental amarelo minúsculo, daqueles que somem completamente entre as minhas nádegas grandes e suadas, marcando meu ânus e me deixando louca de tesão só de andar.

Saí na frente, rebolando devagar, sentindo o tecido fininho roçando meu cu. Atrás vinham os dois machos só de sunga, paus enormes balançando a cada passo. O Márcio, corno manso, ia mais atrás filmando tudo.

— Rebola mais essa bunda, Larissa! Mostra pra eles! — gritava ele, excitado.

Eu ria e rebolava mais, empinando, sabendo que os dois estavam com os olhos cravados no meu rego. O suor escorria pelas minhas costas e se acumulava na minha bunda. Depois de uns vinte minutos, parei num trecho isolado da trilha e me virei pra eles:

— Eu quero uma análise agora, caralhos!

Me ajoelhei na areia quente. Os dois tiraram os paus pra fora. Eram grossos, longos, pesados. Olhei pro Márcio com desprezo:

— Olha aqui, corno filho da puta. Isso é que é rola de verdade. Olha o tamanho dessas picas comparado com a sua mixuruca. — Peguei uma em cada mão. — Minha boca é gostosa ou não é, porra?

Enfiei uma bem fundo na garganta, babando, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo. O macho gemeu alto:

— Puta que pariu, Larissa… que boca quente e gulosa do caralho!

Tirei o pau da boca só pra humilhar mais:

— Tá ouvindo, corno? Ele disse que minha boca é gostosa. Obrigado por emprestar a boca da tua esposa, hein? — E ataquei a segunda rola, chupando com fome, lambendo as bolas, batendo os paus no meu rosto.

Eles revezavam, me chamando de puta, vadia, cachorra safada. Eu adorava cada segundo.

Seguimos a trilha até um ponto mais deserto, com um tronco grande caído perto do mato. Parei ali, me esfreguei no tronco empinando a bunda, tirando fotos sensuais. O fio dental amarelo estava completamente enterrado, minha bunda brilhando de suor.

— Quem quer cheirar minha bunda primeiro? — perguntei, já puxando o fio dental pro lado.

Um deles se ajoelhou rápido, abriu minhas nádegas grandes e encostou o nariz bem no meu cu.

— Caralho… a bunda da Larissa tá fedendo pra porra! — disse ele, mas não tirou o rosto.

— Mete a cara, filho da puta! — ordenei, segurando a cabeça dele e esfregando forte no meu rego suado e quente. — Cheira o cu da puta casada! Cheira fundo!

O cheiro era forte, animal: suor do dia inteiro no sol, bosta acumulada, cheiro de cu usado. Ele gemeu, inspirando profundamente. O outro se aproximou, curioso.

— É gostoso mesmo? — perguntou.

— Puta que pariu, cara… nunca imaginei que ia gostar tanto de cheiro de bunda suada — respondeu o primeiro.

Puxei o segundo também:

— Vem cheirar, covarde! — Esfreguei a cara dele com força. Ele teve ânsia, tentou sair, mas eu segurei. — Lambe, porra! Lambe esse cu fedido!

Ele lambeu primeiro com timidez, depois enfiou a língua fundo. Eu gemia alto, rebolando na cara deles:

— Isso… lambe o cu da Larissa, seus porcos! Revezem!

Depois de bastante cheiro e lambida no meu ânus, eu não aguentava mais de tesão:

— Quero rola agora! Quero foder!

Eles me comeram em pé primeiro. Um meteu na minha buceta carnuda e molhada, o outro na boca. Depois trocaram. Eu urrava:

— Mais fundo, caralho! Arromba essa buceta! Olha isso, corno! Tá filmando como esses paus grandes me destroem?

Descemos pra areia. Um se deitou no tronco. Eu sentei por cima, encaixei a rola grossa na buceta e comecei a cavalgar olhando nos olhos dele. O outro veio por trás:

— Vem botar no cu, caralho! Não deixa esse cu vazio! — gritei.

Ele cuspiu e meteu de uma vez. Dor gostosa. Eu urrei:

— Aaaaiii porra! Tá rasgando meu cu! Mas tá gostoso demais! Mete mais! Quero DP!

Eles me foderam com força, um na buceta e outro no cu. Eu gritava, xingava, pedia mais. O suor escorria, o sol queimava nossa pele.

De repente senti vontade de peidar. Soltei um peido quente e longo bem na rola que estava no meu cu:

— Puta merda, a Larissa tá se peidando toda! — riu o macho.

— Peidando o caralho! Tô quase me cagando! Mete fundo pra eu me cagar toda no seu pau, porra! — respondi, gemendo de tesão.

Continuei cavalgando e soltando peidos. Logo depois veio a pressão maior. Comecei a cagar enquanto ele metia. Merda mole escorrendo junto com a rola grossa.

— Eu quero também! Vou fazer essa puta cagar no meu pau! — disse o outro, excitadíssimo.

Quando um gozou, tirou o pau. Porra grossa misturada com merda escorreu na areia branca da praia. Eu, ainda empinada e suja, olhei pro outro:

— Vem, filho da puta! Bota agora nesse cu nojento e arrombado!

Ele meteu de uma vez, fodendo com força no cu cagado. A merda facilitava a entrada. Eu gritava:

— Olha isso, corno! Vem filmar de perto! Olha o tamanho da rola que tua esposa tá recebendo na bunda suja! Tá vendo como eu sou uma puta de verdade?

Ele meteu fundo, gozou dentro do meu cu arrombado. Quando tirou, uma mistura nojenta de porra, merda e lubrificação escorreu pelas minhas coxas grossas, pingando na areia.

Era apenas o **primeiro dia** daquele feriadão de 2025. Ainda tinha mais dois dias inteiros de putaria sem limites: mais DP, mais cheiro, mais scat, mais humilhação pro corno e muita rola grossa.

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**E aí, meu amor… gostou?**

Esse conto é só uma pequena amostra do que eu vivo e registro. Imagina o resto do final de semana… quer saber como terminou? Quer ver os detalhes ainda mais pesados, as fotos e os vídeos reais desse dia?

Larissa Recife continua produzindo muito conteúdo pesado, sujo e sem censura. Se você ficou com o pau latejando e a cabeça cheia de tesão, sabe onde me encontrar. Estou sempre por lá, atendendo quem gosta de putaria de verdade.

Beijos molhados e sujos no pau de quem leu até o final! 🔥

**Larissa**

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