Fui Trabalhar Com Meu Sogro e Virei Puta Dele e Dos Seus Clientes Pt6

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 4740 palavras
Data: 06/06/2026 11:52:21

Enquanto relia o bilhete, senti um frio na espinha, mas decidi deixar aquilo pra lá por enquanto. Guardei o papel na gaveta da cômoda e saí de casa, tentando afastar a preocupação da cabeça.

Cheguei à academia e, desde o momento em que entrei, vários homens me olharam como se quisessem me comer com os olhos. O top justo e a legging colada marcavam cada curva do meu corpo, chamando muita atenção.

Allan já estava me esperando, preparando os aparelhos. Assim que me viu, abriu um sorriso e começou o treino.

Durante os exercícios, ele não perdia nenhuma oportunidade de me tocar. Nos agachamentos, posicionava-se atrás de mim, segurando minha cintura e descendo as mãos até apertar minha bunda com firmeza enquanto eu descia:

— Desce mais… empina essa bunda pra mim — murmurava ele, apertando forte minha nádega.

Nos supinos e crucifixo, ele “ajudava” segurando meus braços, mas seus dedos roçavam constantemente a lateral dos meus seios, às vezes passando direto sobre eles. Em um determinado momento, durante o leg press, ele colocou as mãos nas minhas coxas internas, bem perto da virilha, “corrigindo” a postura.

— Você tem um corpo incrível… principalmente essa bunda e esses peitos — disse ele baixinho, com a voz carregada de segundas intenções.

O treino foi intenso e carregado de tensão sexual. Eu saía suada, ofegante e com o corpo todo arrepiado.

Voltei para casa, tomei um banho longo e relaxante, tentando organizar os pensamentos. Depois me arrumei e fui trabalhar no bar.

O dia no bar começou tranquilo. Poucos clientes, música baixa tocando ao fundo e o cheiro familiar de cigarro e petiscos na estufa. Atendia as mesas no automático, ainda sentindo o corpo dolorido das noites anteriores.

No final da tarde, um envelope endereçado a Manoel foi entregue no bar. Eu o deixei em cima da mesa da cozinha e voltei para o balcão. Kaique e Manoel conversavam animadamente, sorrindo e trocando tapas nas costas.

Manoel olhou para o neto com orgulho e disse:

— Você merece, garoto. Ela é sua.

Fiquei nervosa na hora. “O que Manoel estava dando para o meu filho?”, pensei, sentindo um aperto no peito.

Foi então que Manoel se virou para mim e falou com tom autoritário:

— A partir de hoje, à noite no cassino você não vai mais atender nenhum cliente. Vai ficar o tempo todo comigo. Entendeu? Eu só vou te liberar para os escolhidos.

Ele fez uma pausa, olhando para Kaique com um sorriso cúmplice, e completou:

— E o Kaique agora é um dos escolhidos. Ele acaba de ganhar o direito de comer a puta que quiser… e ele escolheu a Monique.

Fiquei paralisada. Um ciúme quente e incômodo subiu pelo meu peito. Meu próprio filho… com a Monique? A ex do Fábio, aquela mulher curvilínea, com seios fartos e bunda grande?

Manoel percebeu minha reação e riu baixo:

— Essa morena é fogo puro. Já deu pra mim, pro meu filho… e agora pro meu neto.

Por dentro eu estava morrendo. Ciúmes, raiva, preocupação… Kaique estava se afundando cada vez mais nisso tudo. Meu menino de 18 anos já estava completamente envolvido no mundo do avô — dinheiro fácil, poder e agora até as mulheres do cassino.

Fiquei ali atrás do balcão, com o coração apertado, tentando disfarçar o turbilhão de sentimentos que me consumia.

A noite no cassino estava mais tranquila que o normal. Eu permanecia o tempo todo ao lado de Manoel, como sua acompanhante pessoal. Ele circulava pelos salões de apostas, me apresentando aos clientes importantes com a mão possessiva na minha cintura ou na minha bunda, marcando território.

Foi então que Monique chegou, vestida com elegância, mas ainda sensual. Ela se aproximou de nós e disse diretamente para Manoel:

— Manoel, eu já saí dessa vida de ser sua puta há tempos. Agora sou esposa do Darlan.

Manoel sorriu de lado, sem se abalar:

— Numa bolsa no meu quarto tem 12 mil. Faça isso por mim. O moleque é virgem.

Darlan, que estava por perto, se aproximou e interferiu:

— Isso vai custar caro, Manoel. Quero a Aline agora. Eu vou acompanhar a Monique… e o Kaique já que vai comer minha esposa.

Monique olhou para mim com um sorriso provocante e completou, apontando em minha direção:

— E ela vai ser feita de puta na frente do próprio filho.

Manoel apertou meu braço com firmeza e respondeu:

— Ok. Mas não quero você dando pro seu filho — disse ele, olhando sério para mim.

Respondi rapidamente, com a voz um pouco trêmula:

— Claro. Nunca faria isso.

O ar ficou pesado. Meu coração batia forte, uma mistura de ciúme, excitação proibida e medo do que estava por vir. Kaique, meu próprio filho de 18 anos, iria foder a Monique… enquanto eu seria usada como puta na frente dele.

Manoel apertou ainda mais meu braço e murmurou no meu ouvido:

— Hoje você vai aprender a se comportar como a puta que eu quero que seja.

Entramos no quarto 8. O ambiente estava iluminado por luzes vermelhas suaves, com a cama king size no centro e o pole dance ao lado.

Monique assumiu o controle. Olhou para Kaique e ordenou com voz sensual:

— Senta na cama, garoto.

Kaique obedeceu, nervoso mas claramente excitado. Monique se ajoelhou entre as pernas dele, abriu o zíper e tirou seu pau. Era grande, jovem e grosso — 21 cm de pura rigidez. Ela sorriu, lambeu a cabeça devagar e depois engoliu boa parte do pau dele com fome, chupando com movimentos molhados e habilidosos.

— Hmm… que pau grande e gostoso… — murmurou ela, subindo e descendo a boca, saliva escorrendo enquanto massageava as bolas dele.

Kaique gemeu baixo, segurando a cabeça dela.

Ao mesmo tempo, Darlan me puxou para perto. Sentei-me na poltrona ao lado e abri sua calça. Seu pau de 23 cm pulou para fora. Segurei com as duas mãos e comecei a chupar, olhando de lado para Monique e meu filho. Darlan segurou meu cabelo loiro e empurrou minha cabeça para baixo.

— Isso… chupa bem gostoso — grunhiu ele.

O quarto logo se encheu de sons obscenos. Monique chupava Kaique com vontade, fazendo ele gemer cada vez mais alto. Eu chupava Darlan, sentindo seu pau pulsar na minha garganta.

Monique se levantou, tirou o vestido e subiu no colo de Kaique. Segurou o pau dele de 21 cm e desceu devagar, engolindo-o na buceta. Começou a cavalgar, rebolando aquela bunda grande e empinada, os seios fartos balançando na frente do rosto do meu filho.

— Ahhh… que delícia… mete fundo, Kaique… — gemia ela, acelerando.

Darlan me colocou de quatro na cama, ao lado deles. Enfiou seu pau de 23 cm na minha buceta com uma estocada forte e começou a me foder com ritmo intenso.

— Porra… você tá molhada pra caralho — rosnou ele, metendo fundo.

Olhei para o lado e vi meu filho fodendo Monique com força, as mãos apertando aquela bunda grande enquanto ela rebolava em cima dele. O ciúme e a excitação me consumiam.

O quarto estava tomado por gemidos e o som molhado de corpos se chocando.

Monique cavalgava Kaique com força, rebolando aquela bunda grande e empinada, os seios fartos pulando na frente do rosto dele. Kaique apertava os quadris dela, metendo para cima com tesão juvenil.

Do lado, Darlan me fodia de quatro com estocadas brutas, seu pau de 23 cm entrando fundo na minha buceta encharcada.

— Olha como a mãe e o filho estão gostando… — rosnou Darlan, dando um tapa forte na minha bunda.

Ele me puxou pelo cabelo, me tirou de quatro e me colocou de lado na cama, levantando minha perna. Enfiou novamente, metendo fundo enquanto eu gemia alto:

— Ahhh… Darlan… tá me arrombando… mais forte!

Monique desceu do colo de Kaique e se posicionou de quatro ao meu lado. Darlan mandou Kaique ficar atrás dela. Meu filho obedeceu, segurou aquela bunda grande e enfiou seu pau de 21 cm na buceta dela com vontade.

— Isso, garoto! Mete fundo! — incentivou Darlan.

Agora estávamos lado a lado: eu sendo fodida por Darlan e Monique sendo comida por Kaique. Os dois metiam no mesmo ritmo, fazendo nossos corpos balançarem juntos. Eu gemia sem vergonha, olhando para o lado e vendo meu filho metendo com força na Monique.

Darlan então mudou a posição. Me colocou de costas na cama, abriu minhas pernas bem abertas e enfiou tudo de uma vez. Começou a me foder com estocadas violentas, meu corpo inteiro tremendo.

— Olha pra isso, Kaique — disse Darlan, ensinando. — Pra domar uma puta, você tem que foder como se fosse dono dela. Segura o pescoço… assim.

Darlan segurou meu pescoço com firmeza enquanto metia fundo. Eu gemia rouca, quase sem ar:

— Ahhhhh… sim… me domina… ahh!

Kaique imitou, segurando o pescoço de Monique e metendo com mais força. Ela gemia alto, empinando a bunda:

— Isso, garoto… me usa… me fode como puta!

Darlan acelerou, batendo forte contra mim:

— E quando ela estiver quase gozando, você mete mais fundo e não para. Faz ela gozar gritando.

Ele meteu ainda mais forte. Meu corpo inteiro convulsionou. Gozei violentamente, apertando o pau dele, gritando:

— Tô gozando… ahhhhhhh! Caralho… tô gozando!!!

Monique gozou logo depois, tremendo inteira enquanto Kaique metia sem parar.

Darlan puxou o pau para fora, me colocou de joelhos no chão junto com Monique. Os dois — ele e Kaique — ficaram na nossa frente, se masturbando.

— Abre a boca, putas — ordenou Darlan.

Os dois gozaram quase ao mesmo tempo. Jatos grossos e quentes de porra caíram no nosso rosto, boca, seios e cabelos. Eu e Monique ficamos ali, ajoelhadas, cobertas de sêmen, ofegantes e suadas.

Darlan deu um tapa leve no rosto de Kaique e disse, sorrindo:

— Parabéns, garoto. Hoje você aprendeu a domar uma puta de verdade.

Após a intensa sessão com Darlan na frente do meu próprio filho, eu me sentia profundamente culpada. Meu coração pesava com a vergonha de ter sido fodida como uma puta enquanto Kaique assistia e participava. Porém, por mais que tentasse, o tesão era maior. Meu corpo ainda latejava de desejo, traidor, pedindo mais.

Manoel me chamou mais tarde e disse com aquele tom autoritário que eu já conhecia bem:

— Amanhã, após a academia, eu e você vamos dar uma volta por aí.

Na manhã seguinte, depois do treino com Allan, Manoel me levou até um shopping. Ele me comprou um lindo colar de ouro, delicado, com um pingente pequeno. Colocou-o no meu pescoço pessoalmente, olhando-me nos olhos como se estivesse marcando sua propriedade.

Quando chegamos de volta ao bar, outro envelope havia sido entregue. Dessa vez, estava endereçado diretamente a mim. Abri com as mãos trêmulas.

Dentro havia uma foto minha com Manoel no shopping — ele colocando o colar no meu pescoço. Abaixo da foto, um bilhete escrito à mão:

“Saia, antes que tudo comece a queimar.”

Era o terceiro bilhete. Fiquei parada ali, olhando a foto e a mensagem, sem saber o que pensar. Quem estava me vigiando? O que essa pessoa realmente sabia?

Foi então que Kaique se aproximou, nervoso:

— Mãe, temos um problema… Meu pai vai chegar de surpresa hoje.

Manoel, que ouviu a conversa, falou com calma:

— Você vai recebê-lo normalmente, como a esposa dedicada que você é. Enquanto ele estiver aqui, você está fora do trabalho no cassino. Entendido?

Assenti, ainda com o bilhete na mão e o colar de ouro brilhando no meu pescoço. Meu coração batia forte — uma mistura de medo, culpa e ansiedade pelo retorno de Fábio.

Na manhã seguinte, Fábio apareceu de surpresa no bar. Eu estava atrás do balcão quando a porta se abriu e ele entrou, com uma mala pequena na mão e um sorriso cansado. Meu coração disparou.

— Surpresa! — disse ele, vindo me abraçar.

Manoel, que estava sentado numa mesa, levantou o olhar. Os dois se cumprimentaram com um abraço curto e tenso. Logo as farpas começaram:

— Pai, o que você anda aprontando com o Kaique? Ele mal atende minhas ligações — questionou Fábio.

Manoel deu um sorriso sarcástico:

— O menino tá virando homem. Você quer que ele fique preso no seu mundo de engenheiro certinho? Ele tá aprendendo a viver.

— Aprendendo a viver do jeito errado, como você viveu a vida inteira — retrucou Fábio, a voz carregada de ressentimento. — Corrupção, traições, o passado que destruiu nossa família…

O clima ficou pesado. Eu interferi, tentando acalmar:

— Vamos deixar isso pra lá… Fábio acabou de chegar.

O dia foi estranho. Eu me esforçava ao máximo para agradar Fábio: sorria o tempo todo, tocava nele, trazia cerveja gelada, perguntava sobre o trabalho. Por dentro, estava em pânico — tinha medo que ele percebesse algo diferente em mim, no meu corpo marcado, no meu olhar culpado.

À noite, em casa, depois do jantar, Fábio me puxou para o quarto. Ele estava carente e com desejo acumulado.

Assim que a porta fechou, ele me beijou com fome, tirando minha roupa com urgência. Me jogou na cama e abriu minhas pernas, descendo a boca para minha buceta, me chupando com vontade. Eu gemia, tentando me entregar, mas minha mente ainda estava confusa.

— Saudades dessa buceta… — murmurou ele, subindo e enfiando seu pau de 18 cm de uma vez.

Ele me fodeu de frente, com estocadas firmes e profundas, segurando minhas pernas. Depois me virou de quatro, apertando minha bunda enquanto metia com ritmo gostoso. Eu gemia, rebolando contra ele:

— Ahh… Fábio… assim… me fode…

Ele acelerou, dando tapas na minha bunda, puxando meu cabelo. Me virou de novo, colocou minhas pernas sobre seus ombros e meteu fundo, olhando nos meus olhos. Gozei gemendo alto, apertando ele. Pouco depois, Fábio grunhiu e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente.

Caímos exaustos na cama. Ele me abraçou, beijando meu ombro:

— Te amo, Aline.

Eu sorri, mas por dentro sentia um turbilhão de culpa, medo e confusão. O colar de ouro que Manoel havia me dado estava guardado na gaveta… e os segredos pesavam cada vez mais.

No dia seguinte, Fábio saiu cedo para conversar com o pai. Eu só descobri o motivo da conversa quando ele voltou para casa, por volta das 11h da manhã.

Ele entrou com um sorriso satisfeito e anunciou:

— Meu pai te liberou pra sair comigo hoje, no horário do expediente.

Fiquei surpresa e perguntei:

— Como assim? Você pediu folga pro seu pai?

— Sim — respondeu ele, como se fosse a coisa mais natural do mundo. — Você trabalha no bar , os sete dias da semana. Aquele cheiro de cigarro, gordura de petisco e bêbados o dia inteiro… Merece um descanso. Vamos sair.

Fiquei sem reação, mas forcei um sorriso. Fomos para o quarto, eu me arrumei com mais cuidado e saímos juntos.

Fábio me levou a um restaurante japonês bonito e tranquilo, num shopping da zona sul. Pedimos sushi, sashimi e tempurá. Estávamos conversando quando ouvi uma voz familiar atrás de nós:

— Fábio e Aline? Vocês por aqui?

Virei o rosto e senti o sangue gelar. Darlan e Monique estavam parados ao lado da nossa mesa, sorrindo.

O jogo de truco começou na mesa do restaurante. Fábio fez dupla comigo, enquanto Monique formou dupla com Darlan. A aposta era pesada: uma noite inteira de troca de esposas numa pousada.

Primeira rodada:

Fábio abriu com um 3 de copas. Darlan respondeu com um 2 de espadas. Eu joguei um rei de ouros e Monique fechou com um ás de paus. Fábio e eu vencemos a primeira mão. Ele sorriu para mim, confiante. Placar: 1 x 0 para nós.

Segunda rodada:

O clima esquentou. Darlan pediu “truco” logo no início. Fábio aceitou. As cartas correram: Monique jogou um 3 de espadas, eu respondi com um 3 de ouros. Darlan soltou um ás de copas e Fábio, tentando salvar, jogou um 2 de paus. Darlan e Monique venceram a rodada com maestria. Placar empatado: 1 x 1.

Durante todo o jogo eu estava extremamente tensa. Minha buceta pulsava de excitação e ansiedade. Cada olhar que Darlan me lançava, cada sorriso provocante de Monique para Fábio, me deixava mais molhada. Eu apertava as coxas por baixo da mesa, tentando disfarçar.

Após o empate, eu e Monique fomos ao banheiro.

Assim que trancamos a porta, ela se aproximou e disse com um sorriso malicioso:

— Eu vou fazer de tudo para vocês perderem, sabia? Espero ter o Fábio me comendo de novo há anos…

Senti uma mistura forte de ciúme e tesão. Olhei nos olhos dela e respondi:

— Tenta a sorte, vadia.

Nós duas sorrimos, claramente excitadas com a situação perigosa.

Saímos do banheiro e voltamos para a mesa. A rodada final estava prestes a começar — aquela que decidiria muito mais que uma simples aposta.

A rodada final começou em um silêncio quase sufocante. O clima na mesa estava extremamente tenso. Fábio olhava fixamente para as cartas na mão, a testa franzida em concentração. Eu mal conseguia respirar, sentindo meu coração martelar no peito. Monique e Darlan pareciam calmos, mas havia um brilho de confiança nos olhos deles.

Fábio jogou primeiro: um Rei de Copas.

Monique respondeu com um Ás de Espadas.

Eu joguei um 3 de Ouros, tentando salvar a mão.

Darlan, com um sorriso lento, soltou um 3 de Paus.

Empate na primeira mão.

Na segunda mão, Fábio jogou um Valete de Copas.

Monique jogou um Rei de Espadas.

Eu joguei meu Ás de Ouros.

Darlan, sem hesitar, jogou um 3 de Copas.

Outra mão empatada. A tensão era palpável.

Na terceira e decisiva mão, Fábio jogou seu último trunfo forte: um 3 de Espadas. Eu senti um leve alívio. Parecia que tínhamos chance.

Mas Darlan olhou para as cartas, sorriu de canto e disse com voz firme e provocadora:

— Truco!

Fábio aceitou imediatamente:

— Truco aceito.

Darlan jogou então um Ás de Copas. Monique completou com um Rei de Ouros. Eu joguei meu último 3, mas não foi suficiente. Fábio jogou seu Rei de Paus, tentando virar o jogo.

Darlan, com calma, soltou sua última carta: um Ás de Paus.

Vitória de Darlan e Monique.

Darlan bateu a carta na mesa com força e sorriu largamente, olhando direto para Fábio:

— Melhor de três… e nós ganhamos.

Fábio ficou em silêncio por alguns segundos, processando a derrota. Eu senti um frio subir pela espinha. Monique me olhou com um sorriso vitorioso e excitado.

Darlan se recostou na cadeira e completou, com a voz baixa e carregada de significado:

— Então está decidido. Uma noite inteira na pousada… Eu com a Aline… e você com a Monique.

O ar na mesa ficou denso. Meu corpo inteiro estava quente, uma mistura de medo, culpa e uma excitação proibida que eu não conseguia controlar.

Fábio ficou calado por longos segundos, olhando para as cartas na mesa. Seu maxilar estava travado. Eu, por dentro, sentia uma onda quente de tesão percorrendo meu corpo — a ideia de passar uma noite inteira com Darlan, sendo usada por ele, me deixava molhada. Mas mantive o rosto neutro, sem demonstrar nada para o meu marido.

Darlan se levantou com um sorriso satisfeito e estendeu a mão para Fábio:

— Até amanhã, cara. Vai ser incrível.

Monique se levantou também, deu a volta na mesa e deu um beijo demorado na bochecha de Fábio, roçando os seios fartos nele de leve.

Fábio me olhou, visivelmente desconfortável, e disse baixo:

— Desculpa, Aline… Eu nem sei se você concorda com essa aposta. Eu joguei contando com a vitória.

Segurei a mão dele por cima da mesa e respondi, tentando soar calma:

— Tudo bem, amor. Nós somos casados. Vamos enfrentar isso juntos.

No dia seguinte, Fábio me avisou:

— Monique entrou em contato. Vamos para a pousada hoje à tarde.

Chegamos à pousada no final da tarde. Era um lugar bonito, discreto e luxuoso, localizado na região metropolitana de BH , com chalés espalhados em meio à natureza. Quando entramos na recepção, Darlan e Monique já estavam lá, esperando.

O clima ficou imediatamente estranho e carregado.

Na recepção, o funcionário sorriu educadamente e perguntou:

— Boa tarde. Vocês têm reserva?

Darlan tomou a frente e respondeu com naturalidade:

— Sim. Duas suítes. Uma para mim e a Aline… e outra para o Fábio e a Monique.

Fábio ficou tenso ao meu lado. Eu senti meu rosto esquentar. Monique sorriu discretamente, olhando para mim com cumplicidade. O funcionário não pareceu achar nada estranho e entregou as chaves.

— Chalé 7 para o casal Darlan e Aline… Chalé 12 para o casal Fábio e Monique.

Darlan pegou a chave do chalé 7 e me olhou com desejo evidente. Fábio pegou a chave do chalé 12, a expressão dura. Por um momento, nós quatro ficamos parados na recepção, o peso da aposta pairando no ar.

Monique quebrou o silêncio com um sorriso:

— Então… nos vemos amanhã de manhã?

Assim que entramos no chalé, Darlan trancou a porta e me prensou contra ela. Seu corpo forte me dominou imediatamente. Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava minha bunda por baixo do vestido.

— Hoje você é toda minha — rosnou ele, descendo as mãos pelas minhas coxas e levantando o vestido.

Tirou minha roupa com urgência, deixando-me completamente nua. Seu pau de 23 cm já estava duro, marcando a calça. Ele me jogou na cama de barriga para cima, abriu minhas pernas e enfiou dois dedos grossos na minha buceta molhada, mexendo rápido.

— Porra… já tá encharcada — disse ele, sorrindo. — Isso também é trabalho do cassino, puta. Amanhã eu e você vamos pra uma reunião com alguns parceiros importantes.

Sem esperar resposta, ele abaixou a calça, posicionou o pau grosso na minha entrada e meteu tudo de uma vez. Soltei um gemido alto, sentindo ele me abrir completamente. Darlan começou a foder com estocadas fortes e ritmadas, segurando minhas pernas abertas. Seus quadris batiam contra mim com força, fazendo meus seios balançarem.

— Ahhh… Darlan… tá tão fundo… — gemi, cravando as unhas nas costas dele.

Ele me virou de quatro, empinou minha bunda e meteu novamente, ainda mais fundo. Dava tapas fortes na minha bunda enquanto me fodia como um animal. Depois me colocou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo, roçando meu ponto G a cada estocada. Gozei pela primeira vez gemendo alto, apertando o pau dele.

Darlan não parou. Me colocou por cima e me fez cavalgar. Segurei seu pau e desci, rebolando enquanto ele apertava meus seios e beliscava meus mamilos. Ele metia para cima com força, segurando minha cintura. Gozei novamente, tremendo inteira.

Por fim, ele me colocou de quatro novamente, segurou meu cabelo como rédea e meteu com tudo, estocando selvagemente até gozar fundo dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente enquanto rosnava:

— Toma tudo, vadia…

Caímos exaustos na cama, suados e ofegantes.

Na manhã seguinte, nós quatro nos encontramos no café da pousada. Fábio estava mais calmo, embora ainda visivelmente desconfortável. Sentamos juntos em uma mesa.

Ele me olhou e perguntou baixo:

— Tudo correu bem ontem?

— Sim — respondi, tentando soar normal.

— Me desculpa… — murmurou ele, segurando minha mão.

Monique sorriu, tomou um gole de café e disse:

— Deixa eles conversarem um pouco.

Ela abriu a bolsa, pegou um pendrive e entregou para mim.

— Gravei eu e seu marido. Toma.

Meu coração disparou. Assim que voltamos para o chalé, coloquei o pendrive na TV.

A imagem apareceu: Fábio fodendo Monique com desejo evidente. Ele estava em cima dela, metendo forte, apertando aqueles seios fartos enquanto ela gemia alto. Fábio falava rouco:

— Porra… eu tinha esquecido o quanto você era gostosa, Monique…

Ele a virava, comia ela de quatro, puxava o cabelo, dava tapas na bunda grande. Monique gemia como uma puta, rebolando contra ele. A cena era intensa, cheia de tesão acumulado de anos.

Fiquei ali, parada na frente da TV, sentindo uma mistura avassaladora de ciúmes queimando no peito e uma excitação proibida entre as pernas. Ver meu marido fodendo outra mulher com tanto desejo me deixava enciumada… mas também absurdamente molhada.

No resto do dia, Monique sugeriu que ela e Fábio fossem até uma trilha e depois aproveitassem uma cachoeira próxima. Fábio aceitou, parecendo aliviado por ter um momento a sós com ela.

Eu estava no chalé quando Darlan apareceu de repente. Ele me olhou de cima a baixo e ordenou:

— Coloque o seu melhor biquíni e um vestido por cima. Você vai me acompanhar.

Obedeci. Escolhi um biquíni preto micro, que mal cobria meus seios e marcava bem minha bunda, e vesti um vestido leve e curto por cima. Entramos no carro e fomos até um sítio bonito e isolado. Havia placas de “Propriedade Particular” na entrada.

Lá dentro, dois homens nos esperavam junto com Manoel. Um era branco, alto e forte, por volta de 40 anos. O outro era negro, imponente, com 1,90m de altura, corpo musculoso e olhar sério.

Manoel me viu e sorriu com aquele ar de quem controla tudo:

— A nossa diversão chegou.

Ele se aproximou, segurou meu queixo e disse:

— Viu, puta? Eu consigo controlar tudo. Sabia que o Fábio não recusaria jogar truco. Ele era viciado nisso quando adolescente. Eu e o Darlan trapaceamos com as cartas. A aposta foi só um jeito de deixar ele ocupado o dia inteiro. Deixa ele com a Monique… ele vai gostar. Afinal, ela é a mulher mais gostosa que eu conheço… depois de você.

Fiquei parada, processando tudo. Eles tinham planejado cada detalhe.

Enquanto isso, Darlan, Manoel e os outros dois homens sentaram em volta de uma mesa na varanda e começaram a discutir negócios. Falavam sobre contrabando de cigarro do Paraguai e bebidas importadas ilegalmente para abastecer o cassino. Negociavam valores, rotas e quantidades com frieza.

Depois de fecharem o acordo, Manoel se recostou na cadeira, olhou para mim e disse com um sorriso perigoso:

— Agora vamos dividir essa puta.

Os quatro homens viraram o olhar para mim ao mesmo tempo. Senti um arrepio percorrer meu corpo inteiro — uma mistura de medo, vergonha e uma excitação traiçoeira.

Manoel olhou para mim com aquele sorriso frio e autoritário:

— Fica só de biquíni, puta.

Tirei o vestido devagar, ficando apenas com o micro biquíni preto. Os quatro homens me cercaram imediatamente, os olhares famintos percorrendo meu corpo.

Eles me fizeram de todos os modos.

Primeiro, me colocaram de joelhos no gramado. Os quatro paus estavam para fora: Manoel com seu monstro de 25 cm, Darlan com 23 cm, o branco alto com um pau grosso de uns 20 cm e o negro de 1,90m com um pau enorme, negro e grosso de 24 cm. Chupei um por um, alternando, babando, engasgando enquanto eles seguravam minha cabeça. Manoel enfiou fundo na minha garganta, fazendo lágrimas escorrerem dos meus olhos.

Depois me deitaram sobre uma mesa de madeira. O negro me fodeu primeiro na buceta, metendo com força bruta, suas mãos grandes apertando meus seios. Darlan enfiou na minha boca ao mesmo tempo. Eu gemia abafada, o corpo balançando com as estocadas.

Eles me viraram de quatro. Manoel meteu no meu cu com seu pau enorme, abrindo-me ao limite enquanto o branco fodia minha buceta. Eu gritava de prazer e dor:

— Ahhhhh… tá me arrombando… ai meu Deus… mais fundo!

Darlan e o negro revezavam na minha boca. Eles me foderam assim por muito tempo, trocando de buraco, me usando como um brinquedo. Gozei várias vezes, tremendo, as pernas fracas, enquanto eles me comiam sem piedade.

No final, me colocaram de joelhos novamente. Os quatro gozaram quase ao mesmo tempo: jatos grossos de porra quente acertaram meu rosto, boca, seios e cabelos. Fiquei ali, ajoelhada, coberta de sêmen, ofegante e exausta.

Já era noite quando voltamos para a pousada. Monique e Fábio estavam na recepção, sorrindo como cúmplices de uma tarde de putaria. Os dois pareciam relaxados e satisfeitos.

Darlan me puxou de lado e sussurrou:

— Não diga nada sobre o sítio. Fala que fomos andar a cavalo, entendeu, puta?

Assenti. Peguei minha mala e fui até a recepção. O funcionário me entregou um envelope:

— Dona Aline, esse envelope é para a senhora.

Abri no quarto. Era um pendrive. Coloquei na TV.

O vídeo começou: Fábio e Monique transando com desejo na cachoeira — ele a comendo contra uma pedra, ela gemendo alto enquanto a água caía sobre eles. Depois, imagens do sítio: eu sendo fodida pelos quatro homens, gemendo como uma vadia, gozando várias vezes.

No final do vídeo apareceu a frase em letras brancas:

“Você ainda pode se salvar disso tudo. Basta querer.”

Fiquei paralisada, o coração acelerado. Peguei o pendrive, guardei na bolsa e saí do quarto.

Nós quatro voltamos para Belo Horizonte em silêncio. Ao chegar em casa, me deitei na cama ainda pensativa.

Quem estava enviando esses envelopes? E o que essa pessoa realmente queria?

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Comentários

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Melhor garantir o marido do que ficar na mão do sogro. Ela tem que começar tb a dar as cartas. Seria bom ela ter Manoel nas mãos, fazer o coroa se apaixonar. Monique claramente é apaixonada por Fábio até hoje.

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Fábio aceitando essa troca de boa...isso quer dizer que não há tanta inocência assim. O que há é que todos estão aceitando bem o papel que desempenham. Vamos ver no que isso vai dar.

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Você acabou de estragar a história fazendo o Fábio fazer está aposta eu pare

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