SOCIEDADE SECRETA DO TERCEIRO ANO PT 6 O PREÇO

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 3677 palavras
Data: 06/06/2026 11:21:00

Não consegui dormir direito aquela noite.

Fiquei virando de um lado pro outro na cama, o ventilador girando no teto sem conseguir refrescar o calor que eu sentia por dentro. Toda vez que fechava os olhos, via o rosto de Isabela — os olhos vermelhos, o choro abafado, o desespero quando Aline jogou aqueles envelopes na mesa.

Às 22h07, não aguentei mais. Peguei o celular e liguei pra ela. Tocou três vezes antes dela atender. A voz saiu baixa, cautelosa:

— Matheus…?

— Professora… você tá bem? Não consigo parar de pensar no que aconteceu hoje.

Ela demorou um pouco pra responder. Ouvi ela respirar fundo.

— Eu não vou mandar aquele vídeo. Não vou. Vou pensar em algo… vou dar um jeito. Não posso… não posso me entregar assim.

A voz dela tremia. Eu queria dizer tanta coisa, mas as palavras travavam na garganta.

— Se precisar de qualquer coisa… me liga. Qualquer hora. Eu tô aqui.

— Obrigada… — sussurrou ela, antes de desligar.

Fiquei olhando pro teto, o celular ainda na mão. O silêncio da casa era opressivo. Minha mãe ainda não tinha saído do hospital.

Às 23h42, o celular tocou novamente. Era ela.

Atendi rápido.

— Isabela?

A voz dela saiu desesperada, quase um soluço:

— Matheus… eles… eles mandaram uma coisa agora. A ficha do meu irmão na prisão. Tem registro de visita minha… dizem que eu levei celular escondido pra ele. É mentira! Eu nunca fiz isso! Tem fotos… parece real… eles vão me acusar de facilitação de crime. Dois a seis anos de prisão, Matheus!

Ela chorava alto agora, a voz falhando.

— E meu pai sumiu desde cedo… eu peguei minha mãe na casa dela e trouxe pra cá. Ela tá… ela tá alterada. Bebeu, usou droga de novo… eu não sei mais o que fazer…

— Calma… respira. Eu tô indo aí agora. Me passa o endereço.

Ela hesitou por um segundo, mas acabou mandando. Anotei, vesti uma blusa qualquer e saí de casa sem pensar duas vezes.

O endereço era um apartamento simples num prédio antigo, não muito longe. Cheguei em quinze minutos. Toquei a campainha. Isabela abriu a porta com os olhos vermelhos, rosto inchado de choro.

— Entra… rápido.

Entrei. A sala era pequena, arrumada, mas cheirava a cigarro e bebida. No sofá, uma mulher de 49 anos estava deitada, visivelmente alterada. Cabelo loiro tingido, maquiagem borrada, corpo ainda bem conservado, mas com marcas de cansaço e vício. Era a mãe de Isabela. Ela murmurava coisas sem sentido, olhos semi-fechados.

Isabela fechou a porta e se encostou nela, como se estivesse segurando o mundo inteiro.

— Eles vão acabar comigo… meu irmão… minha mãe… tudo.

Eu me aproximei e segurei os ombros dela com cuidado.

— Eu vou tentar ajudar. Não sei como ainda… mas eu vou tentar.

Ela me olhou, lágrimas escorrendo, e pela primeira vez vi algo além de desespero nos olhos dela. Eu não aguentei mais.

Estava sentado no sofá da sala de Isabela, vendo ela e a mãe destruídas, e algo dentro de mim mudou Peguei o celular com as mãos tremendo e disquei o número de Seu Augusto. Tocou duas vezes. Ele atendeu com a voz calma, quase preguiçosa.

— Matheus… que surpresa a essa hora.

— Seu Augusto… por favor… me ajuda. A Isabela… eles estão acabando com ela. O irmão na cadeia, o pai sumido, a mãe… eu faço qualquer coisa. Qualquer coisa. Mas deixa ela em paz. Por favor.

Minha voz falhou no final. Uma lágrima quente escorreu pelo meu rosto. Isabela, sentada do outro lado da sala, me olhava em silêncio, os olhos cheios de dor e surpresa.

Seu Augusto suspirou do outro lado da linha.

— Garoto… eu gosto de você. Você é corajoso. Mas não abusa. Lembra das regras que eu te disse?

— Eu lembro… — respondi, voz embargada.

— Faz assim: enquanto você resolve com ela, eu posso te dar uma semana. Uma semana de liberdade pra Isabela. Mas tem um preço.

Eu segurei o celular com mais força.

— Qual?

— A mãe dela. Amanhã. Você vai levar ela pra um serviço, igual fez com a Edna. Se fizer isso, eu deixo a Isabela livre por uma semana. Depois… as provas caem todas de uma vez. Ou ela cede de vez.

Olhei para a mãe de Isabela — Dona Sarita, 49 anos, ainda bonita apesar do vício, cabelo loiro tingido, corpo bem cuidado, mas com olheiras profundas e expressão perdida. Ela me olhava sem entender nada.

Eu respirei fundo, a voz saindo quase um sussurro:

— Posso responder amanhã?

— Sim. Mas amanhã às 7h eu quero a resposta. Boa noite, Matheus.

Desliguei o telefone. O silêncio na sala era ensurdecedor.

Isabela me olhava, lágrimas escorrendo pelo rosto.

— O que você fez, Matheus?

Eu me sentei na frente dela, passando a mão no cabelo, tentando encontrar as palavras.

— Consegui até amanhã às 7h. Uma semana de liberdade pra você… se eu levar sua mãe pra um serviço da Seita.

Isabela cobriu a boca, chocada.

— O que você fez com a Edna?

Eu baixei a cabeça, sentindo vergonha pela primeira vez em dias.

— Coisas horríveis. Eu tentei salvar ela várias vezes… mas não pude. Eu e ela estamos pensando em um plano ainda… mas é só um plano. Nada concreto.

Isabela ficou em silêncio por um tempo. Depois perguntou:

— O que são as três regras?

Eu expliquei tudo. As três opções. Ser mãe, namorar/casar, ou puta particular. Isabela ouvia, lágrimas caindo, o rosto pálido.

Dona Sarita, que até então estava quieta no sofá, de repente falou. A voz dela saiu rouca, cansada, mas firme:

— O que eu tenho que fazer em uma semana?

Eu olhei pra ela. Engoli em seco.

— Servir de puta pra Seita. Obedecer. Fazer o que mandarem.

Sarita ficou em silêncio por quase um minuto. Depois olhou para a filha, os olhos cheios de dor e amor.

— Eu aceito. Se ajudar minha filha… por uma semana eu faço qualquer coisa.

Isabela começou a chorar alto, abraçando a mãe.

— Mãe… não… você não pode…

— Eu posso, filha. Eu já destruí muita coisa na vida. Deixa eu fazer algo certo pelo menos uma vez.

Eu fiquei ali, vendo mãe e filha se abraçando, chorando, e senti o peso de uma escolha que eu não queria ter feito.

Uma semana.

Era tudo que eu tinha conseguido.

E eu sabia que, no final dessa semana, alguém ia pagar o preço.

Às 7h em ponto da manhã seguinte, eu liguei para Seu Augusto.

O telefone tocou duas vezes antes dele atender, voz calma e controlada como sempre.

— Matheus. Bom dia.

Respirei fundo, a mão tremendo levemente no celular.

— Ela tá dentro. A mãe da Isabela… ela aceitou.

Houve um segundo de silêncio do outro lado. Depois, Seu Augusto soltou um suspiro satisfeito.

— Tudo bem. Já falei com o Ricardo. Ele arrumou algo pra coroa hoje às 19h. Depois ele te passa o endereço exato. Seja pontual.

— Ok — respondi, voz baixa.

— E Matheus… não me decepcione. Uma semana é muito tempo pra quem está na Seita. Use bem.

Desliguei o telefone e fiquei olhando para a parede do meu quarto. Uma semana. Era tudo que eu tinha conseguido comprar. Uma semana de respiro para Isabela.

Mas a que preço.

Na escola, o dia começou pesado.

Isabela estava um pouco melhor que ontem, mas ainda abatida. Os olhos inchados, o sorriso forçado, a voz um pouco mais baixa ao explicar a matéria. Ela evitava olhar diretamente para a turma, como se tivesse medo de que alguém visse o que estava acontecendo por trás daquela fachada.

Durante a aula, Ricardo me chamou para fora da sala com um gesto discreto. Fui até ele no corredor.

— O que você está tramando, Matheus? — perguntou ele, direto, encostado na parede.

— Nada demais — respondi, tentando manter a voz firme. — Só estou jogando o jogo da Seita. Quero subir. Quero poder.

Ricardo me olhou por um longo tempo, depois soltou uma risada baixa.

— Ambicioso. Gosto assim. Mas cuidado pra não querer subir rápido demais. Isso mata mais gente do que ajuda.

Por curiosidade, eu perguntei:

— Qual o seu nível, professor?

Ele me olhou sério, quase avaliando se eu merecia a resposta. Depois falou:

— 33.

Eu senti um frio na espinha. Eu estava no 3. Ainda faltavam 30 níveis. Trinta degraus de sangue, humilhação e escolhas impossíveis.

Saí do corredor com a cabeça girando.

No intervalo, Aline me viu andando sozinho. Ela se aproximou com aquele olhar de puro ódio que eu já conhecia bem.

— Fiquei sabendo que você salvou a Isabela por uma semana — disse ela, voz baixa e venenosa. — Vamos ver se consegue salvar depois disso

Ela passou por mim, ombro roçando no meu, e murmurou:

— Eu vou acabar com você, Matheus. Ricardo pode gostar de você… mas eu vejo o perigo que você representa. E eu vou destruir você.

Não respondi. Apenas continuei andando, sentindo o peso do olhar dela nas minhas costas.

Mais tarde, no pátio, Neguin e Paulo me abordaram.

— Ow, Matheus! Tá sumido, porra — disse Neguin, batendo no meu ombro. — Estamos fazendo as missões tudo só nós dois. Espionando professoras, seguindo gente… e você?

Paulo completou, com um tom meio magoado, meio desconfiado:

— Tá no nível 3 e já largou os amigos? O que tá acontecendo?

Eu forcei um sorriso.

— Nada disso. Só tô com muitas missões particulares. Ricardo tá me cobrando bastante.

Eles riram, mas o riso não chegou aos olhos.

— Relaxa, estamos dando conta. Mas não some não, hein? A gente é um time.

Eu assenti e me afastei. Sentia que até eles estavam começando a me olhar diferente.

Às 18h40, Ricardo me entregou as chaves de um Corolla Cross zero, novinho, preto.

— Usa esse. O endereço tá no GPS. Vai buscar a Dona Sarita na casa da Isabela. Seja pontual. E não faz besteira.

Peguei o carro e fui.

Quando parei em frente ao prédio de Isabela, meu coração estava pesado. Toquei a campainha. Isabela abriu a porta. O olhar dela era de quem não tinha dormido.

— Entra. Ela tá pronta.

Dona Sarita estava na sala, maquiada, vestida com um vestido justo que Aline havia mandado. Parecia uma mulher de 49 anos tentando parecer mais jovem. Olhou pra mim com resignação.

— Vamos? — perguntei baixo.

Ela assentiu.

No carro, o silêncio era absoluto. Sarita olhava pela janela, mãos apertadas no colo. Isabela tinha ficado em casa, chorando.

Eu dirigia, sentindo o peso de cada quilômetro.

A Seita estava me transformando.

E eu não sabia mais se ainda era o mesmo Matheus que tinha entrado naquela escola há poucas semanas.

O endereço que Ricardo mandou era no coração do Morro do Guri.

Eu sabia que era perigoso, mas não imaginava o quanto. O Corolla Cross novinho chamava atenção como um farol em noite escura. Cada rua que eu entrava, sentia olhos me seguindo — das janelas, dos becos, dos telhados. As vielas eram tão estreitas que o carro mal passava, raspando de leve nas paredes de tijolo exposto. O GPS piscava, indicando que eu estava quase lá.

Cheguei a uma construção de dois andares abandonada, paredes rachadas, grafites velhos e uma porta de ferro enferrujada. Parei o carro, desliguei o motor e respirei fundo. Dona Sarita estava no banco do passageiro, quieta, olhando para as próprias mãos. O vestido justo que Aline havia escolhido marcava o corpo dela de forma vulgar. Ela não dizia uma palavra desde que saímos de casa.

— Chegamos — falei baixo.

Saí do carro. O ar cheirava a esgoto, maconha e pólvora velha. Chamei:

— Tem alguém aí?

Ninguém respondeu. Mas segundos depois, a porta de ferro rangeu. Um homem negro, forte, uns 30 anos, saiu com uma .47 na mão direita e um revólver na esquerda. O olhar era assassino. Ele me apontou a arma.

— Quem é você, porra?

Levantei as mãos devagar, coração na boca.

— Boa noite. Estou aqui a mando do Seu Ricardo.

O nome funcionou como uma senha mágica. O homem baixou as armas imediatamente. O semblante mudou de ameaçador para respeitoso em um segundo.

— Ah… sim. Você deve ser o Matheus, né?

— Sou.

— Tudo bem. Entra. Traz a mercadoria.

Voltei pro carro, abri a porta e estendi a mão pra Dona Sarita. Ela segurou, as mãos geladas e trêmulas. Ajudei ela a descer. O homem olhou para ela de cima a baixo, com um sorriso safado.

— Tá boa a mercadoria, hein?

Entramos. O lugar era um cômodo enorme, estilo favela improvisada: chão de cimento rachado, uma TV de tubo ligada num canto passando funk antigo, um sofá velho rasgado, colchões no chão e cheiro de cigarro, maconha e suor. Uns 5 moleques, dizendo ter 18 anos (mas eu duvidava), estavam sentados, fumando e bebendo. Quando nos viram, os olhos deles brilharam.

— Quem é essa coroa gostosa? — perguntou um deles.

O traficante riu:

— Essa aí vai fazer a alegria da mulecada hoje.

Dona Sarita entendeu tudo. Ficou no centro da sala, tremendo, mas sem resistir. Olhou pra mim por um segundo, como se pedisse ajuda. Eu desviei o olhar.

Os moleques se levantaram, animados. Um deles, o mais novo, perguntou:

— Quantos anos você tem, tia?

— 49… — respondeu ela, voz baixa.

Eles riram. Um falou:

— Tá boa pra caralho ainda.

O traficante apontou pro centro da sala:

— Tira tudo, coroa. Devagar. Mostra pra rapaziada o que você trouxe.

Sarita tremia. As mãos dela subiram devagar para as alças do vestido preto justo. Ela olhou para mim por um segundo — um olhar de puro desespero, como se pedisse que eu a salvasse. Eu desviei o olhar. Não conseguia sustentar meus olhos.

O vestido deslizou pelo corpo dela. Primeiro os seios grandes, ainda firmes apesar da idade, bicos escuros. Depois a barriga, os quadris largos, a bunda grande e macia, as coxas grossas lisinhas. Ela ficou completamente nua no centro da sala, tentando cobrir os seios com um braço e a buceta com a outra mão. O corpo dela brilhava de suor frio sob a luz fraca.

Os moleques assobiaram e riram.

— Caralho, tia… tá boa pra porra!

— Olha essa bunda… parece até de uma menininha!

O traficante riu, cruzando os braços ao meu lado.

— Pode começar, rapaziada. Camisinha em todo mundo. Hoje é pra curtir, mas com proteção. Não quero dor de cabeça depois.

Os cinco moleques colocaram camisinha rapidamente. Eram dotados — paus grandes para a idade, grossos, veiosos, mas nenhum chegava ao meu tamanho. Ainda assim, eram intimidadores o suficiente para uma mulher de 49 anos casada.

Eles mandaram Sarita ficar de quatro no meio da sala, no colchão sujo. Ela obedeceu, joelhos no chão, bunda empinada, cabeça baixa. O primeiro moleque se ajoelhou atrás dela e enfiou o pau na buceta dela de uma vez. Sarita soltou um gemido sofrido, apertando os olhos.

— Ai… vai devagar… por favor…

Ele não deu ouvidos a ela . Começou a meter com força, segurando a bunda grande dela. O barulho molhado ecoava no cômodo. Outro moleque se ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca dela. Sarita chupava mecanicamente, lágrimas escorrendo, o corpo balançando a cada estocada.

Eles revezavam. Um na buceta, outro na boca. Depois trocavam. Sarita gemia baixo, sofrendo, o corpo sacudindo. Um deles tentou meter no cu dela sem avisar. Ela soltou um grito abafado:

— Ai! Tá doendo… não… devagar…não vai entrar

Mas eles não paravam. Metiam forte, rindo, dando tapas na bunda dela. A bunda grande tremia a cada impacto. Gozo escorria pelas coxas dela dentro das camisinhas cheias.

O traficante, ao meu lado, fumava um cigarro e observava tudo com satisfação.

— Olha como a coroa aguenta… tá gostando, né vadia?

Sarita não respondia. Só gemia baixo, lágrimas caindo no colchão.

Depois de quase uma hora, os cinco já tinham gozado pelo menos uma vez cada. Sarita estava exausta, de quatro, corpo suado, marcas vermelhas na bunda, gozo escorrendo das camisinhas que eles jogavam depois de usar nas costas dela.

Foi quando o traficante saiu por um momento e voltou com um saquinho de pó branco — cocaína.

— Bora, Matheus. Quer um pouco?

— Não uso — respondi seco.

Ele riu.

— Tudo bem. Mas a coroa vai gostar quer ver.

Ele ofereceu pra Sarita. Ela olhou para o pó com olhos brilhantes, desesperados. Aceitou. Cheirou quase tudo de uma vez, fungando forte. Os moleques riram:

— Calma, dona! Vai com calma! a senhora vai passar mal.

Mas ela não ligou. Cheirou mais. Em menos de dois minutos, a transformação foi visível.

Os olhos dela mudaram. O olhar vazio virou selvagem. O corpo, antes tremendo de dor, começou a se mover com fome. Ela olhou para os moleques e disse, voz rouca:

— Vem cá… mete em mim… quero rola agora…

Ela mesma se posicionou de quatro novamente, empinando a bunda, abrindo as pernas.

— Me fode… me arromba… me usa.

Os moleques se animaram. Um meteu na buceta dela novamente. Sarita gemia alto agora, rebolando, pedindo mais.

— Mais forte… isso… me quebra…

Ela se colocava em posições que eles adoravam — de lado, cavalgando, de frente com as pernas no ombro. Dizia coisas que via em filmes pornôs:

— Quero no cu agora… vamos tentar de novo no cu…

O traficante riu e trouxe um frasco de óleo de motor.

— Não tem lubrificante… mas tem isso.

Sarita pegou o óleo, passou bastante no cu e ofereceu:

— Vem… me fode no cu… quero sentir uma rola me arrombando .

Os moleques revezavam. Um no cu, outro na boca. Sarita gemia como uma vadia, rebolando, pedindo mais. A tristeza tinha ido embora com a droga. Agora era só fome.

Eu observava tudo, pau duro na calça, mas com um vazio no peito.

O traficante, admirado, olhou pra mim:

— Porra, a coroa virou outra pessoa. Vou participar também.

Ele colocou camisinha e meteu nela. Sarita gemia alto, pedindo:

— Mais… me fode… sou a puta de vocês…

Já fazia quase uma hora e meia. Sarita não cansava. Ela olhou pra mim, olhos vidrados de droga e prazer:

— Vem você também… quero sentir esse pau grande…

Eu disse:

— Não. Tá bom assim.

Ela deu de ombros e continuou dando pra eles com gosto, rebolando, gemendo, completamente transformada.

O traficante riu, metendo nela:

— Essa aí hoje rendeu.

Eu fiquei ali, assistindo, sentindo que tinha acabado de cruzar uma linha diferente e sem volta.

Os moleques gozaram um atrás do outro, enchendo as camisinhas. Sarita, ainda de quatro, tremendo, esticava a mão pedindo as camisinhas usadas. O primeiro moleque tirou a camisinha cheia e entregou pra ela. Sarita, com os olhos vidrados pela droga, espremeu o conteúdo quente na própria barriga, esfregando a porra branca e grossa pela pele, descendo até as coxas. Ela gemia baixo, como se aquilo fosse um ritual.

— Mais… me dá mais… — murmurou ela, voz rouca.

Outro moleque entregou a camisinha dele. Sarita espremeu no peito, espalhando o gozo pelos seios grandes, massageando os bicos com a porra ainda quente. O terceiro e o quarto fizeram o mesmo. Ela esfregava tudo na barriga, nas coxas, na bunda, como se quisesse se marcar inteira.

O traficante, ao meu lado, ria baixo.

— Olha essa vadia… virou outra pessoa.

Quando o último moleque terminou, Sarita estava coberta de porra — barriga brilhando, coxas meladas, seios lambuzados. Ela respirava pesado, o corpo tremendo, mas os olhos tinham um brilho selvagem.

Os moleques indicaram o banheiro improvisado nos fundos. Sarita foi tomar banho. O barulho da água ecoava. O traficante veio até mim, acendendo um cigarro.

— Essa mulher é uma joia rara, porra. Vou falar pro Ricardo que a Sarita surpreendeu o morro inteiro. Nunca vi uma coroa se transformar assim.

Eu fiquei em silêncio. Tinha medo. Sarita realmente tinha se saído bem — bem demais. Não sei se era só a droga ou se algo dentro dela tinha quebrado e liberado algo que estava escondido.

Ela saiu do banheiro enrolada numa toalha velha. O cabelo molhado, cheirando a sabonete barato. Olhou pra mim e disse, com um sorriso estranho:

— Quero voltar aqui. Sempre.

Os moleques riram.

— Pode voltar quando quiser, tia. A porta tá aberta.

Peguei ela pelo braço, firme mas sem violência, e levei pro carro. No caminho, o silêncio era tenso. Sarita cheirava a sabonete barato, mas ainda tinha um resto de porra no cabelo. Ela olhava pra frente, mas as mãos tremiam no colo.

De repente, quando estávamos a uma esquina de chegar na casa de Isabela, Sarita veio pra cima de mim.

— Quero mais… — murmurou ela, voz rouca.

Ela colocou a mão dentro da minha calça, segurando meu pau. O carro deu uma guinada. Eu quase bati na guia.

— Sarita, para! — falei, tentando controlar o volante.

Ela não parava. Apertava, masturbava, inclinava o corpo. Quase bati de novo. Desliguei o carro no meio da rua, coração disparado.

— Por favor… não… — tentei resistir.

Mas ela já tinha aberto minha calça. Segurou meu pau duro e deu uma sugada forte, gulosa, vulgar. A boca quente engoliu metade de uma vez. Chupava com fome, gemendo, como se precisasse daquilo pra viver.

— Sarita… para… — gemi, mas meu pau traía. Estava duro pra caralho.

Ela tirou da boca por um segundo, baba escorrendo:

— Goza na minha boca… que eu paro.

Eu me rendi. Segurei o cabelo dela e enfiei fundo na garganta. Sarita engasgou, mas não tirou. Chupava com força, língua trabalhando, mão nas bolas. Depois de uns cinco minutos de boquete intenso, gozei pra caralho — jatos grossos enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar uma gota, olhando pra mim com olhos vidrados.

Eu fiquei espantado com a forma dela. Tão devassa, tão diferente da mulher que tinha entrado no carro horas antes.

Chegamos na casa de Isabela. Sarita desceu, ainda com cheiro de sexo e sabonete. Isabela abriu a porta, preocupada.

— Mãe… você tá bem?

Sarita sorriu, um sorriso estranho, quase feliz:

— Filha… foi a melhor noite da minha vida.

Isabela ficou pálida.

— Mãe… para com isso.

Começou uma discussão. Sarita insistia que tinha gostado, que se sentia viva. Isabela chorava, dizendo que ela estava drogada. Sarita foi pro quarto, batendo a porta.

Eu sentei na sala com Isabela. Ela estava preocupada, olhos vermelhos.

— Sua mãe estava estranha… parecia querer aquilo — falei baixo. — Mas não falei da droga.

Isabela me olhou, lágrimas escorrendo.

— O que eles estão fazendo com a gente, Matheus?

Eu não tinha resposta.

Só o silêncio da casa e o peso de tudo que tínhamos feito.

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