Fui Trabalhar Com Meu Sogro Virei Puta Dele e Dos Seus Clientes Pt1

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2453 palavras
Data: 01/06/2026 13:57:44

O sol já estava saindo na zona norte de Belo Horizonte. Eu, Aline, 36 anos, loira, 1,77 de altura, pele clara, olhos azuis intensos, seios médios e firmes, bunda média e redonda que chamam a atenção, com um corpo curvilíneo e bem definido que chama a atenção de forma natural. Nascida em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

Olho para o lado esquerdo da minha cama e noto que meu marido já acordou. Me levanto ainda de pijama curto, que deixa meu corpo bem à mostra, e sigo até a cozinha. Vejo que Fábio, meu marido, está se arrumando para ir trabalhar. Fábio, 36 anos, 1,82, olhos pretos, ombros largos e firmes, barba rala, com o corpo definido pelo trabalho braçal de engenharia mecânica.

Meu marido recentemente conseguiu um emprego numa empresa multinacional na cidade de Contagem. O caminho até lá, em dia de pouco trânsito, é rápido — cerca de 25 a 40 minutos —, porém nos horários de pico leva cerca de uma hora ou mais. Por isso, ele passa a semana toda por lá, num apartamento cedido pela empresa.

Olho para ele e o abraço. Já são dois anos desde que nós mudamos para BH, e 19 anos juntos, 18 de casamento. Nosso relacionamento começou por acaso. Eu e meus pais nos mudamos de Pelotas para Santa Maria para meu pai trabalhar. Eu, uma jovem de 16 anos chegando em um lugar novo onde não conhecia ninguém. Após um ano, Fábio apareceu. Ele vinha de BH com a mãe e uma irmã mais nova. Eles chegaram com poucas coisas, se mudaram para recomeçar após o divórcio de minha sogra, a finada dona Maria, e também para fugir do luto da morte do irmão mais velho de Fábio, que tinha 18 anos na época.

Fábio e eu começamos a nos envolver no nosso último ano de escola e, na nossa primeira vez, eu engravidei. Então nasceu Kaique, atualmente com 18 anos, 1,84, moreno claro, olhos castanhos escuros, alto, forte, com ombros e braços fortes, começando a ganhar musculatura. Ele é bem calado, mas muito apegado a mim.

Na época em que engravidei, diferente de outras jovens da minha idade que aos 18 anos são obrigadas a casar com os pais dos seus filhos e muitas passam por um casamento falido desde o princípio, meus pais nunca me obrigaram a isso. Fábio me amava realmente e fez questão de pedir a minha mão em casamento. Após nos casarmos, saímos de Santa Maria para Porto Alegre. Por lá criamos nosso filho. Eu me tornei cabeleireira e manicure, fiz faculdade de Administração, e Fábio se formou em Engenharia Mecânica.

Foram 16 anos morando por lá. Eu tinha meu salão e Fábio trabalhava para uma empresa que tinha parceria com o governo do estado e com o governo do Uruguai. Porém o salário era baixo — cerca de 3 mil reais. Eu ganhava 2 mil, mas o salão dava bastante prejuízo.

Até que, dois anos e seis meses atrás, um acontecimento mudou tudo. Fábio nunca falava sobre seu pai. Eu sabia pouca coisa sobre ele: que era um ex-policial, que traía minha sogra com várias mulheres e que meu marido tinha outros cinco irmãos além da sua irmã e do seu finado irmão. Dona Maria, que faleceu no ano em que nosso casamento completou 10 anos, falava tudo de ruim sobre seu ex-marido. Fábio o visitava de vez em quando. Eu não o conhecia até que, numa noite, Fábio foi informado que seu pai havia sido baleado num assalto num bar em BH.

Fábio se preocupou muito e veio a BH para cuidar do pai. Ele ia e voltava para Porto Alegre todo final de semana. Meu sogro ainda não me conhecia e nem meu filho Kaique. Após seis meses indo e voltando, Fábio recebeu a proposta de trabalho em Contagem e nos mudamos para BH.

Ao chegarmos, ele me levou para conhecer o Mercado Central, o Mercado Novo, bares e restaurantes famosos, o Inhotim em Brumadinho, até que enfim ele nos levou para a casa onde moramos: dois quartos, cozinha, sala de estar e sala de jantar, área de churrasco, área de tanque e uma garagem ampla que cabe nosso carro e as ferramentas de Fábio. Nos primeiros dias nos ficamos encarregados de arrumar tudo.

Até o dia em que ele resolveu levar eu e nosso filho para conhecer seu pai, Manoel, 56 anos, negro, com 1,90 de altura, olhos pretos com um olhar frio e intenso, um corpo ainda forte apesar da idade. Carrega no físico e no olhar o peso de tudo que já viveu. O rosto transmite seriedade e demonstra tudo que já viveu. Ex-policial militar de Minas Gerais, sua história é marcada por escolhas erradas. Envolvido com corrupção, acabou saindo da corporação após se envolver com subornos e chegou a ser preso por subornar um juiz, cumprindo três anos de prisão. Esse passado moldou seu jeito fechado, desconfiado e duro.

Fábio sempre quis se manter longe do pai. O passado de Manoel era algo que o machucava: ser expulso da polícia por ser corrupto, as inúmeras traições à sua mãe, os casamentos fracassados (o primeiro com minha sogra e os outros dois com mulheres boas que ele também traiu e enganou). Como já dito antes, ele teve 8 filhos, incluindo Fábio. Dos 7 vivos, só Fábio ainda mantém contato. Havia também o boato de que ele havia matado o bandido que matou seu filho mais velho, irmão de Fábio. Esse histórico de uma vida pessoal confusa e cheia de segredos me deixava apreensiva.

Assim que nos mudamos, eu consegui um emprego de cabeleireira num salão de beleza. Nossa vida mudou ao extremo. Foram meses de muita melhora na nossa vida financeira, porém alguns problemas surgiram. Kaique se deu muito bem com a vida na zona norte de BH, porém Fábio o pegou de papo com um traficante local chamado Darlan. Eles discutiram e na época brigaram. Eu fiquei com o coração na boca.

A partir daí, Fábio decidiu pedir ajuda ao seu pai para arrumar um emprego para Kaique, e Manoel ofereceu um emprego para ele em seu bar.

Nos últimos 10 anos ele viveu sozinho em Belo Horizonte, longe da maioria dos vínculos familiares. Quase todos o abandonaram após a prisão. Então ele abriu o “Bar do Mané” — Mané era seu apelido quando jovem. Com Kaique longe da criminalidade, eu e Fábio trabalhávamos duro e decidimos investir em um apartamento próprio. Fizemos a compra de um apartamento em um prédio ainda em construção. Foram 150 mil reais jogados fora, pois a construtora entrou em falência. Foi aí que nossa vida mudou de vez: eu perdi meu emprego e Fábio agora teria que pagar o empréstimo feito no banco sozinho.

Foi então que Kaique falou:

— Mãe, o vô quer conversar com você.

No dia seguinte, segui até o Bar do Mané, na zona norte de Belo Horizonte. Era um bar das antigas, daqueles que pareciam congelados no tempo. Só servia cerveja Brahma, Itaipava, cachaça mineira da boa e pinga. O lugar era muito frequentado por homens mais velhos, com alguns jovens que gostavam de um ambiente parecido com os bares dos anos 90. Se alguém entrasse pedindo uma Heineken, era olhado de forma estranha, como se aquele não fosse o seu lugar.

A estufa exibia petiscos mineiros — linguiça, torresmo, queijo coalho e pastel de angu. O cheiro forte de cigarro impregnava o ar, misturado ao som de conversa alta e risadas roucas. Ao fundo, uma mesa de sinuca antiga, onde cada partida custava dois reais. O ambiente era simples, masculino e carregado de uma energia crua.

Cheguei usando um vestido colado ao corpo, preto, que marcava bem minhas curvas — o tecido fino destacava meus seios médios e firmes, minha cintura e a bunda redonda que sempre chamava atenção. Assim que entrei, senti o olhar de Manoel sobre mim. Ele sempre me olhava com uma curiosidade intensa, e nos últimos dois anos esses olhares pareciam me comer lentamente, sem pressa.

Manoel estava atrás do balcão, limpando um copo com um pano branco. Com seus 56 anos, 1,90 de altura, pele negra, corpo ainda forte e aquele olhar frio e penetrante, ele impunha respeito só com a presença.

— Aline, minha filha... — disse ele com a voz grave, saindo de trás do balcão. — Eu sei que seu marido não deve ter falado coisas boas de mim. Mas eu ajudei ele com o Kaique. Ele não me conta muito sobre a vida de vocês, mas o menino me falou do apartamento que vocês perderam dinheiro.

Ele fez uma pausa, me olhando de cima a baixo sem disfarçar.

— Eu quero ajudar. Te proponho o seguinte: você trabalha aqui no bar comigo das 19h às 23h, e três vezes na semana arruma minha casa.

Fiquei sem reação por um momento. Ele continuou:

— Te pago R$ 1.600 pelo trabalho no bar e R$ 600 pela faxina na casa. O que você me diz?

Manoel terminou de falar e ficou me olhando, esperando uma resposta. Respirei fundo, sentindo o peso daquele olhar intenso sobre meu corpo, e disse:

— Seu Manoel, vou pensar. É uma proposta boa, mas preciso conversar com o Fábio primeiro.

Ele apenas acenou com a cabeça, sério, e respondeu com aquela voz grave:

— Tudo bem, minha filha. Mas não demora muito.

Cheguei em casa e, à noite, liguei para Fábio e contei tudo sobre a proposta do pai dele. Do outro lado da linha, ele ficou em silêncio por alguns segundos. Percebi que não gostou nem um pouco.

— Aline... você sabe como eu me sinto em relação ao meu pai. Aquele homem é cheio de problemas. Mas... você que manda na sua própria vida. Se você acha que é o melhor pra gente agora, decide aí.

No dia seguinte, liguei para Manoel e aceitei o emprego.

O primeiro mês foi relativamente tranquilo. No bar, eu atendia as mesas, servia as cervejas geladas e os petiscos. Recebi algumas cantadas dos clientes mais velhos, coisas bobas do tipo “Nossa, Aline, tu é casada mesmo? Porque com esse corpo tu devia ser modelo” ou “Cuidado hein, moça, que um dia eu vou te roubar do seu marido”. Sorria por educação e seguia o trabalho. Alguns olhares mais demorados vinham de homens que frequentavam o bar, mas nada que eu não soubesse lidar.

O que mais me incomodava eram os olhares de Manoel. Cada vez mais longos, mais pesados. Quando eu me abaixava para pegar algo no freezer ou quando me virava para limpar as mesas, sentia aqueles olhos pretos percorrendo minha bunda e minhas pernas. Ele não falava nada, mas o olhar era claro.

Até que, num dia de faxina na casa dele (um apartamento simples logo no andar de cima do bar), tudo mudou.

Eu tinha a chave e entrei como de costume. O lugar estava silencioso, ou pelo menos era o que eu pensava. Fui até o quarto para trocar os lençóis e, ao abrir a porta devagar, congelei.

Manoel estava completamente pelado, de pé ao lado da cama. Aos 56 anos, seu corpo ainda era impressionante: pele negra, músculos definidos pelos anos de vida dura, peito largo e braços fortes. Entre as pernas, um pau preto enorme, de uns 25 cm, grosso, duro como pedra, com as veias marcadas. Uma garota de programa, jovem, morena, de joelhos na frente dele, chupava com vontade. A boca dela mal conseguia abarcar a grossura da cabeça, e saliva escorria pelo canto dos lábios enquanto ela tentava engolir o máximo que conseguia. Manoel segurava a cabeça dela com uma mão e metia devagar, com um olhar de puro prazer no rosto.

Fiquei paralisada por alguns segundos, sentindo o coração disparar. O som molhado da chupada e os gemidos baixos dele encheram o quarto. Saí dali correndo, em silêncio, sem que ele percebesse minha presença.

Desci as escadas rápido, ainda chocada, quando vi Kaique sentado no sofá da sala do avô, como se estivesse esperando algo. Ele me olhou de cima a baixo, demoradamente, com um sorriso estranho no rosto — um sorriso que eu nunca tinha visto nele. Seus olhos castanhos escuros não saíam de mim, percorrendo meu corpo de forma descarada, quase como se soubesse exatamente o que eu tinha acabado de ver.

Fiquei pensativa, com a mente confusa e o coração acelerado.

Nos dias seguintes, a rotina no bar foi tomada por um clima de apreensão para mim. Eu não conseguia mais olhar nos olhos de Manoel. Sempre que ele se aproximava do balcão ou me pedia algo, eu baixava o olhar, sentindo o rosto queimar. A cena que presenciei no quarto não saía da minha cabeça: aquele pau preto enorme, duro como pedra, sendo chupado com vontade pela garota de programa. Quanto mais eu tentava esquecer, mais a imagem voltava, nítida e perturbadora.

Percebi também que Manoel e Kaique viviam cochichando. Quando eu chegava perto, eles paravam de falar na hora. Isso me deixava ainda mais inquieta. Além disso, todas as noites, exceto aos domingos, por volta das 21 horas, os dois saíam juntos do bar e sumiam. Kaique voltava mais tarde para me ajudar a fechar o estabelecimento, mas Manoel não aparecia mais. E o pior: Kaique começou a aparecer com dinheiro no bolso, notas que ele gastava sem dar muitas explicações. Isso me preocupava profundamente.

Até que, numa noite depois do expediente, enquanto eu organizava as últimas mesas, Manoel se aproximou. Ele segurava um envelope na mão.

— Aline, minha filha... Eu sei que você viu. Eu sei que você me viu sendo chupado por aquela garota de programa. Eu posso te explicar tudo, se você quiser.

Ele estendeu o envelope para mim.

— Aqui está seu pagamento do primeiro mês. Está certinho.

Peguei o envelope, com as mãos um pouco trêmulas. A curiosidade falou mais alto. Respirei fundo e perguntei:

— Seu Manoel... por que o senhor e o Kaique saem todo dia às 21 horas e só ele volta pra fechar o bar comigo?

Manoel me olhou por alguns segundos em silêncio. Depois, com aquele olhar frio e intenso, respondeu com a voz baixa e grave:

— Um dia você saberá.

Enquanto falava, seus olhos desceram lentamente pelo meu corpo, percorrendo o vestido colado, meus seios, minha cintura e parando por um instante na minha bunda. Senti um arrepio percorrer minha espinha.

Saí dali pensativa, com a mente confusa. Uma parte de mim gritava para eu sair logo desse emprego, voltar para a segurança da minha casa e esquecer tudo isso. Mas outra parte... meu corpo traía completamente meus pensamentos. Toda vez que eu via Manoel agora, depois daquela cena no quarto, eu me arrepiava inteira. Um calor estranho subia pela minha barriga e descia entre minhas pernas. Eu tentava ignorar, mas era inútil.

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Comentários

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Lendo seus contos, esse Manoel é mesmo policial corrupto de "COMO FUI CHANTAGEADA POR 3 ALUNOS DE ESCOLA PÚBLICA". Ja tô ansioso por mais...

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