A Presidiária Me Comeu

Da série A faculdade
Um conto erótico de BiaZevedo
Categoria: Lésbicas
Contém 1532 palavras
Data: 06/06/2026 07:25:43

Nós estávamos passando por ela, eu tentava manter a cabeça baixa, mas sentia o olhar dela queimando nas minhas costas. De repente, senti uma mão grande, quente e forte agarrar o meu braço com força. Não foi um toque, foi uma marcação de território.

Eu parei no mesmo segundo. O coração bateu forte no peito.

"Ei, calma aí..." a voz dela era grossa, grave, dominante. Ela olhou pra Isa que já ia abrir a boca pra protestar. "Calma, Isabela. Nós só vamos conversar um minutinho. Sua irmã já está devendo demais aqui dentro, a conta tá alta. Deixa eu ter uma conversa aqui com a senhorita, pode ser?"

Isa ficou branca. "Mas Roberta, ela não tem nada a ver com isso..."

"Tudo bem, Isa..." eu interrompi, mesmo com as pernas tremendo que nem geléia só de sentir a força daquela mão no meu braço. "Sem problemas. Eu vou lá com ela rapidinho."

Ela me puxou. Puxou com vontade. Eu fui sendo arrastada por aquele corredor que parecia não ter fim.

Nossa Senhora... Que medo deu entrar ali dentro.

O lugar era sombrio. Corredores estreitos, grades enferrujadas, o ar era pesado, cheio de cheiro de suor, de cigarro e de tensão. Mulheres de todos os lados olhavam, gritavam, assobiavam. Várias celas tinham panos velhos, lençóis sujos tampando a entrada, escondendo os segredos daquele mundo. Era o mundo delas. E eu era só uma visita, uma presa fácil.

Chegamos numa cela no fim do corredor. Na porta, tinham duas mulheres encostadas.

"Saí daqui." ordenou ela, sem nem olhar pra elas. "Quero ficar sozinho com ela."

As duas nem piscaram, saíram rápido, fechando a grade atrás delas.

Agora éramos só nós duas. Eu e aquela muralha de mulher.

Ela me soltou o braço, mas continuou me encurralando contra a parede fria de concreto.

"Meu nome é Roberta..." ela disse, aproximando o rosto grande do meu, o hálito quente batendo no meu rosto. "Mas todo mundo me chama de Beta."

"O-olá Beta..." eu consegui sussurrar.

"Sua amiga, ou sei lá o que ela é sua, a irmã da Isabela, ela pensa que aqui é parque de diversão. Ela deve, ela deve muito pra mim. Dinheiro, cigarros, coisas de valor..." ela foi chegando cada vez mais perto, o corpo enorme dela quase cobrindo o meu todo. "Mas o problema, gordinha... é que só o dinheiro não paga mais a dívida dela não. Eu quero outras coisas. Coisas que não sei se você pode me dar."

Eu já sabia. Eu sabia exatamente onde ela queria chegar. E pra falar a verdade... eu estava doida para que isso acontecesse. Meu coração batia forte, mas não era só medo. Era tesão. Um tesão que subia da espinha e me deixava molhada por baixo da calça jeans.

"Eu... eu posso ajudar com o que você quiser, Beta..." eu falei, olhando pra boca grossa dela. "Pra aliviar o lado dela. O que você quiser."

Foi a senha.

Ela não perdeu tempo. Eu vou ser bem sincera pra vocês, ninguém nunca tinha me atacado com tanta vontade, com tanta fome quanto ela naquele momento.

Eu sou gordinha, tenho corpo grande, peso, mas ela me pegou com uma facilidade impressionante. Com aqueles braços grossos, ela me levantou do chão! Me levantou no ar como se eu fosse uma pena!

Ela me colou contra a parede, me segurando pela cintura, deixando minhas pernas bambas penduradas, envolvendo a cintura forte dela.

"Você é uma gostosa, sabia?" ela falou. "Eu vi você entrando aí com essa cara de santinha e já sabia que ia ter que te ter."

Ela colou a boca na minha. E o beijo dela... Nossa Senhora. Era um beijo de tirar o fôlego. Boca grande, língua grossa, invadindo minha boca com força, dominando tudo. Ela mordia meu lábio, chupava minha língua, com uma fome de quem estava há anos sem ver uma mulher de verdade.

Ela desceu a boca pro meu pescoço, mordendo, chupando, deixando marcas roxas. Depois desceu pro meu colo. Com uma mão só, ela levantou minha blusa.

Quase arrancou a roupa do meu corpo.

Meus peitos grandes saltaram pra fora. Ela olhou, babando.

"Nossa... que peitão gostoso..."

Ela agarrou os dois com as mãos grandes, apertou com força, e depois afundou a cara lá. Chupou, mamou, mordeu os bicos pretos com uma vontade danada!

"AI! BETA! QUE GOSTOSO!" eu gritava, agarrando o cabelo curto dela, sentindo o prazer explodir dentro de mim. "ISSO! CHUPA MEUS PEITOS, BRUTA!"

Eu estava ensopada. Molhada demais. A calcinha já estava grudada no meu corpo inteiro de tanto que eu estava pingando.

Ela sentiu que eu já estava derretida. Ela me baixou devagar no chão, mas não me soltou. Empurrou eu pra cima do beliche de concreto que tinha na cela.

"Deita aí, gostosa. Agora eu vou ver se essa buceta é tão gostosa quanto o resto."

Eu me deitei, tremendo muito, ansiosa. Ela abriu minhas pernas com força, afastou tudo, e ficou ali entre as minhas coxas grossas, uma figura imponente.

Ela puxou minha calça e minha calcinha de uma vez só, deixando eu toda nua e exposta pra ela naquela cela fria.

"Olha que buceta pretinha e cheirosa..." ela sussurrou, passando o dedo grande por cima, sentindo toda a umidade. "Toda molhadinha pra mim, né? Gostosa."

Ela não esperou. Ela afundou a cara ali.

"AAAAAAAAAAAAHHHHHH!"

Que língua era aquela?! Era grossa, era quente, era experiente! Ela lambia tudo de uma vez só! Ela comia a minha buceta inteira! Chupava o clitóris com uma força que me fazia tremer o corpo inteiro!

"ISSO! LAMBE TUDO! COME SUA GORDINHA!" eu gritava, me segurando na parede. "NÃO PARA POR FAVOR!"

Ela chupava, fazia movimentos circulares, sugava com barulho, me deixando louca. Eu já tinha gozado uma vez, duas vezes, mas ela não parava. Ela queria mais.

E então, enquanto a língua dela trabalhava no clitóris, a mão grande dela subiu... e desceu pro meu cuzinho.

Hummmm...

"Você gosta de sentir aqui também, né safada?" ela sussurrou contra a minha carne. "Eu sei que gosta."

Ela passou o dedo médio, todo molhado de gozo meu, na entrada do meu cuzinho.

"AI CARALHO! BETA!"

Entrou devagar, mas fundo! Ela começou a massagear, a fazer movimentos dentro do meu cu, enquanto a língua dela devorava minha buceta!

Era sensação dupla! Era o paraíso

O som da boca chupando e o som do dedo entrando e saindo do meu cuzinho enchia a cela!

Ela aumentou o ritmo. Colocou o dedo indicador junto! Dois dedos grossos trabalhando dentro do meu cu, me esticando, me enchendo, enquanto ela chupava minha buceta como se fosse a última coisa que ela fosse fazer na vida!

"EU VOU GOZAR! EU VOU GOZAR MUITO, BETA!" eu gritava, fora de mim.

"ENTÃO GOZA! SOLTA TODO O SUCO PRA MIM!" ela gritou de volta, chupando com ainda mais força!

Eu não aguentei. Veio a primeira onda. Depois a segunda. Depois a terceira!

Tive orgasmos múltiplos, um atrás do outro! Meu corpo todo espasmava, eu tremia que nem vara verde, minhas pernas batiam de leve no ar, eu soltava gritos de puro prazer!

"É ISSO! VIBRA TODINHA PRA MIM! ESSA BUCETA É MINHA AGORA!" ela gritava, não parando nem por um segundo.

Ela me comeu até eu ficar molinha, até eu ficar sem voz, até eu ficar só gemendo e pedindo por mais. Ela me comeu com os dedos na buceta e no cu ao mesmo tempo, me fazendo sentir coisas que eu nunca tinha sentido antes! Ela sabia tocar! Ela sabia dominar!

Quando ela finalmente parou, eu estava acabada. Suada, ofegante, toda brilhante de gozo, com a cara toda vermelha.

Ela se levantou, limpou a boca com as costas da mão, me olhando com um sorriso de vitória, satisfeita.

Eu me ajeitei, ainda sentindo o formigamento gostoso por todo o corpo, e olhei pra ela, com cara de quem já queria mais.

"É... Beta..." eu falei, com a voz falha e baixa, sorrindo safada. "Acho que esse pagamento... realmente vai ter que ser grande e demorado, viu?! Porque com essa fome toda que você tem... eu acho que eu vou ter que voltar muitas e muitas vezes aqui pra pagar essa dívida direitinho."

Ela riu, uma risada grossa e gostosa, veio pra cima de mim de novo, me agarrou pela cintura me deu outro beijo de tirar o fôlego e depois sussurrou no meu ouvido:

"Pode ter certeza, gostosa. Você veio pra ficar. Agora você é propriedade da Beta aqui."

Eu saí da cela com várias me olhando, mas agora sem ninguém mexer comigo, todas sabiam que ali dentro quem mandava era a minha dona naquele momento.

Eu saí e encontrei com a Isa, ela me olhou com os olhos arregalados, já imaginando o que tinha acontecido "Bia você não tem jeito, você não perde tempo amiga"

"Eu te falei que eu iria vir para dar uma força pra vocês e foi o que eu fiz" e comecei a rir.

No caminho eu vim contando tudo pra Isa e ela não acreditava, mesmo sendo eu, ela achou muito perigoso e doido da minha parte.

Mas eu gostei e muito e estava doida para chegar e contar para a Cami, e com toda certeza voltar lá mais uma vez.

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