PAGANDO AS DÍVIDAS – Parte 3

Um conto erótico de jrDmetrionX
Categoria: Heterossexual
Contém 861 palavras
Data: 05/06/2026 21:17:25

Rivalda parecia uma máquina; não sabia a hora de parar. Ficou tão viciada em pagar as dívidas daquela casa que não sabia fazer outra coisa senão dar a buceta. Era automático, não havia muito o que pensar. E, quando não havia dívida para pagar, ela chegava a ficar frustrada. Para descontar suas frustrações, sobrava sempre para a irmã.

— Vai aonde vestida igual a um moleque? Papai já falou que não quer que você se vista como garoto.

— Quem disse que essa roupa é de garoto? Agora não posso mais usar um short, uma blusa de manga e um boné? Nosso pai é um velho machista.

— Lava a sua boca antes de falar do nosso pai.

— Ô, Rivalda, vai ver se eu estou na esquina.

Rivalda acabou seguindo a irmã. Queria saber para onde Diana sempre ia no meio da tarde. Era um tipo de curiosidade da qual ela não conseguia se livrar. Mas, como estava naqueles dias, queria encontrar algum motivo para ferrar a irmã.

O que fazia a santinha da família, a filha favorita dos pais, a filha exemplar, que sempre tirava notas boas e nunca dava problema? Era hoje que Rivalda encontraria algum podre da irmã.

— O que minha irmãzinha faz nesse lugar? Aposto que vai encontrar o namoradinho... Ou, melhor, talvez seja um bordel e ela esteja se prostituindo escondida.

Rivalda entrou com tudo, pronta para desmascarar a puta da irmã.

— Ah, te peguei no flagra!

— Rivalda...

Diana ficou assustada. Estava toda suada, caída no chão, com um rapaz por cima dela, segurando firme o uniforme.

— Ué, cadê as putas? Isso aqui não é um bordel?

Diana se levantou rapidamente, ajeitando o uniforme de caratê.

— Do que tu tá falando, garota? Isso aqui é uma academia de artes marciais... Quem é essa garota? — perguntou o professor.

— Desculpa, professor. Ela é minha irmã. Com licença.

Diana puxou a irmã para um canto do salão.

— Não acredito que tu me seguiu.

— Então é muito pior do que eu pensei. Tu tá treinando lutinha? Deixa o nosso pai saber disso. Ele ia preferir que tu fosse realmente uma puta a ver a filha treinando luta.

— Primeiro, isso aqui é caratê, e é coisa séria. Segundo: você não vai contar nada para o nosso pai. Se contar, eu digo quem é que anda pagando as dívidas da casa. Pensa que eu não sei quem é a putinha da família?

— Hum... podemos entrar num acordo. Achei o seu professor um gatinho.

— O que tu tá pensando, Rivalda?

— Vai ser o seguinte...

Diana ouviu a proposta da irmã com certo nojo. Mas não tinha escolha: era aquilo ou enfrentar a ira do pai. Então no final dos treinos os rapazes suados foram até o banheiro animado pois já sabia o que te esperava.

— Nossa, ela realmente é bonita e bem gostosa... — disseram os alunos, vendo, debaixo do chuveiro, uma moça morena de cabelos curtos.

— Oi, rapazes, devem estar todos sujos... Querem tomar banho comigo?

Rivalda ergueu o vestido e abriu as pernas, mostrando sua enorme buceta cheia de tufos negros. Eram, no total, dez alunos. Todos entraram juntos debaixo do chuveiro e agarraram Rivalda de jeito. Todos queriam beijar aquela boca, apalpar os seios e tocar naquela vagina molhada.

— Vão com calma, rapazes, tem tempo suficiente para todo mundo.

Eles tiraram a roupa e ligaram o chuveiro. Rivalda abaixou e engoliu as varas de todos, chupando, lambendo, alternando cada chupada, sem deixar nenhum escapar. Gulosa, pois logo dois paus na boca, enquanto a outra mão batia punheta. Não demorou muito para uma rajada de sêmen jorrar em seu rosto.

Os alunos ergueram Rivalda para cima, segurando os braços e as pernas no ar. Um deles entrou com a cabeça no meio das pernas dela e começou a lamber aquela buceta suja. Ele abriu bem os lábios enormes e encontrou o clitóris inchado, que logo começou a lamber e chupar, enquanto os outros rapazes revessavam aqueles pequenos seios. Depois, colocaram o corpo dela na altura da cintura, ela se apoiando nos braços daqueles homens musculosos. O enorme membro entrou todo na buceta, entrou tão fácil que parecia que aquela buceta já estava acostumada a receber a vara.

Enquanto isso, Diana esperava do lado de fora do banheiro, ouvindo o barulho de sexo lá dentro. Os gemidos de sua irmã gritando alto.

Diana não resistiu, pois a cabeça entre a porta e observou a cena. Viu um grupo de homens ao redor de sua irmã, fodendo ela como se fosse animais no cio. Diana pois a mão dentro da blusa, tocando os mamilos que tinha ficado duro. Nunca tinha visto vários homens pelados ao mesmo tempo dentro de uma pequena banheira. Mas rapidamente Diana resistiu aquela tentação e fechou a porta a esperar aquilo acabar logo.

Demorou longos minutos até saírem um por um do banheiro, satisfeitos.

— Oh, que dia bom foi hoje. Quem dera se todos os finais de treino tivessem isso, eu nunca faltaria a uma aula — comentou um dos alunos, indo embora.

No final, Rivalda saiu arrumando o vestido, com as pernas bambas e olhos de maresia.

— Foi a melhor trepada que já dei... nunca irei esquecer... — disse ela, abrindo um enorme sorriso.

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