Olá, Junior novamente.
Eu estava dirigindo em Porto Alegre. Estava ali no centro, na Borges de Medeiros.
"Quem te vê passar assim por mim, não sabe o que é sofrer. Ter que ver você, assim, sempre tão linda". A rádio tocava Anna Júlia, de Los Hermanos, que marcou os anos 1999.
"Na certeza de um amor, me achar um nada, pois sem ter seu carinho, eu me sinto sozinho, eu me afogo em solidão. Oh Anna Júlia, Oh Anna Júlia" - mandei um áudio pra minha ficante homônima, com o trecho da música, e continuei a dirigir. Após uns 20 minutos ela me manda um áudio.
— Oi, amor! Não consegue viver sem mim?
Fazia já quase uma semana daquele último domingo. Era quinta-feira. Eu queria bater minha meta hoje e ficar livre na sexta. Fui em alguns clientes e consegui fechar os negócios almejados. Já eram 19:00 quando cheguei em casa. Tomei banho, nos falamos brevemente e fui dormir. Estava "podre de cansado", como dizem.
Na sexta-feira pela manhã acordei às 7:00. Levantei, escovei os dentes e saí. Fui para a empresa, ver os relatórios da semana. Passei a manhã com o supervisor e ele me disse:
— Tenho uma notícia boa e outra ruim pra você - sorrindo.
— Fala João, você e suas brincadeiras sem graça. Fala logo, não me enrola.
— Você antecipou a meta da semana e bateu a meta do mês uma semana antes. A empresa vai te pagar um bônus. Essa é a parte boa, vão ser R$— Rapaz, tudo isso!? - exclamei, atônito.
— É que você também está sendo promovido, e essa é a parte ruim. Vai trabalhar quase tanto quanto eu e vai ter que se mudar. Vai para Novo Hamburgo, assumir a região do Vale do Paranhana. Vai trabalhar no nosso escritório do Vale dos Sinos e vai poder contratar uma pessoa pra te ajudar na parte administrativa das vendas, além de não precisar mais ficar viajando por aí.
— Mas não tem escritório nosso lá em Novo Hamburgo. Vou trabalhar com quem?
— Você é o gestor de lá agora. Vai procurar um imóvel, vai colocar uma pessoa no administrativo com você, e vai ser responsável pelos nossos representantes no Vale. São 10 pessoas que prestarão contas a você, por isso vai precisar de um lugar físico, com sala para reunião e alguém para fazer a parte administrativa.
— Sério! Posso contratar quem eu quiser?
— Sim, você faz as entrevistas e depois manda a pessoa aqui para assinar o contrato. E vai receber um carro da empresa também. Uso livre, pode até usar para fins pessoais, desde que pague o combustível.
— Puxa, João, obrigado, nem tenho palavras!
— Mérito seu! - respondeu, apertando minhas mãos.
Saí da empresa, e fui direto pra Canoas, a tempo de almoçar no restaurante que a Ana frequentava. Entrei e ela estava lá sentada, com as amigas de sempre. Nem falei com ela, mas sentei em uma mesa próxima. Não sabia se as amigas sabiam de mim, e nem se ela gostaria que soubessem de mim. Ela terminou o almoço, me deu um tchau, fez sinal de "o que você tá fazendo aqui" e saiu.
— Oi, tem horário pra mim? - perguntei no WhatsApp.
— Agenda cheia hoje, amor. - respondeu.
— Vou resolver umas coisas da empresa, depois a gente se fala quando você chegar em casa.
Passei a tarde em imobiliárias em Novo Hamburgo. Vi salas comerciais e fechei negócio em uma galeria comercial no centro de Novo Hamburgo, ao lado do "paradão" de ônibus, que também fica a duas quadras da Estação Novo Hamburgo da Trensurb. Super bem localizado, tanto pra vir de carro, como de trem, se fosse o caso. Liguei para o João e ele me autorizou a assinar os documentos e a comprar os móveis que fossem necessários para complementar a sala, e me pediu pra buscar o carro e os computadores na semana seguinte.
— Oi, lindo, tô em casa, quer passar aqui?
— Tô indo, passando por Esteio agora, uma meia hora eu chego.
Cheguei, ela me recebeu com um beijo na boca e um abraço. Estava vestida em uma calça leg azul e blusa branca de lã. Maravilhosa! Ela tinha colocado uma lasanha no forno, que ela mesma tinha feito. Pensei automaticamente no vinho, hehe.
— E aí, gata, chupou muito pau hoje? - perguntei, provocativo.
— Não, sabe que eu só chupo o seu né - respondeu. — mas fiz uma garota gozar na minha mão hoje, não resisti. Eu passei o creme na pepeka dela e ela estremeceu. Continuei massageando os lábios da bucetinha dela, passando pelo clitóris, e ela gozou forte! Foi gostoso, mas não passou daí. Ela ficou constrangida, e meu negócio é homem, no caso, você!
— Acontece... tenho uma coisa pra te dizer: quer trabalhar comigo?
— Como assim?
— Fui promovido a gerente do Vale dos Sinos, vamos abrir um escritório em Novo Hamburgo e eu serei o gerente. Tenho que contratar alguém pra fazer a parte administrativa do escritório, verificar as vendas, atender eventuais necessidades dos clientes ao telefone, fazer contato com a matriz em Porto Alegre, etc. Paga R$ 4.500,00 mais vale alimentação e gym pass, além de convênio médico-odontológico, mais bônus anual, que normalmente fica entre 10 e 15 mil reais. Se o escritório bater as metas mensais pode haver bônus, mas não é certo.
— Eu topo! Não consigo clientela suficiente pra ganhar mais do que 3 mil por mês limpo. Normalmente dá 2 mil por mês, por isso você viu que nem o aquecedor estava ligado outro dia...
— Está contratada!
A lasanha cheirava maravilhosamente.
— Vou sair para comprar um vinho - eu disse.
— Não precisa, abre o armário - ela disse, rindo.
Abri, tinha um Casillero Del Diablo, uva carmenère.
— Você tem uma adega em casa - falei, pegando a única garrafa que tinha no armário.
— É para ocasião especial. Domingo foi uma muito especial. Essa noite será outra. Depois a gente compra mais.
Abri o vinho e servi duas taças. Ela colocou a lasanha em cima de uma tábua de madeira. Uma delícia de lasanha, amo lasanha, e ela fez no capricho. Jantamos, falei da empresa, do ritmo de trabalho esperado, que iria rescindir o contrato de aluguel em Porto Alegre e me mudaria para Novo Hamburgo.
— Ainda é cedo pra decidir, mas eu queria que você fosse morar comigo - eu falei — a gente se conhece há 3 semanas, nos vimos umas 3 ou 4 vezes só... fica a seu critério. Seria para reduzir seus custos, pois você teria que ir e vir todo dia, embora o escritório fique perto da estação e sua casa também.
— Posso ficar lá alguns dias, ainda é cedo, somos só dois apaixonados. E eu estou machucada ainda do meu último relacionamento.
Concordei. Passamos a conversar coisas diversas. Terminamos de jantar, lavamos a louça e fomos para o sofá com as taças de vinho na mão. Puxamos a coberta.
— Parabéns pela promoção. Cheers! - falou ela.
— Obrigado, gata. Você também está comemorando hoje - respondi.
— Eu faço administração, mas depois do término não tive como continuar pagando. Faltam 3 semestres. Trabalhando na empresa vou poder continuar o curso - disse ela, feliz, me beijando no rosto — obrigada pela confiança!
O vinho e o aquecedor deixaram o ambiente quente. Afastamos a coberta, ela tirou a blusa, deixando à vista os peitos gostosos, sem sutiã.
— Vai dizer que está sem calcinha também? - perguntei, passando a mão no meio da perna dela. A calça leg estava com uma mancha — safada!
Tirei minha camisa, tomei o último gole da taça e montei nas coxas dela. Nos atracamos aos beijos, eu apertando os peitos dela, roçando meu peito neles. Ela quis levantar. Tirou a calça e deixou a bucetinha melada aparecer. Puxei ela pra mim, e sentei ela no meu mastro, que estava doendo de tão duro. Ela gemeu e começou a cavalgar. Gemi e apertei a bunda dela.
— Vai gozar já? - perguntou ela.
— Não gata, continua!
Ela começou a alternar subida e descida, e um vai e vem para frente e para trás. Nossa, que negócio bom! Os sucos dela escorriam em mim e molhavam o sofá. O cheiro de sexo impregnava o ambiente. De repente ela estremeceu, e gozou, jorrando seus líquidos em mim.
— Puta que pariu! - gritou ela.
Ela pediu para eu me deitar na cama, virando-se de costas para mim, e sentou no meu pau. Dessa forma o meu pau ficava atritando mais com a buceta dela, e eu tinha mais prazer. Molhei os dedos no mel dela e lambuzei o cuzinho preto. Ela arqueou as costas para trás, enquanto eu penetrava meu dedo médio naquele buraco apertado. Aproveitei pra pegar os cabelos dela e puxar levemente, o que a fez emitir um gritinho de prazer. Continuei com o dedo em um entra e sai, ela no controle dos movimentos no meu pau. Eu estava em êxtase e iria gozar logo, se ela continuasse. Então ela parou, e eu tirei meu dedo de dentro dela.
— Come meu cu? - perguntou, sem sair de mim.
— Agora!
Ela levantou, pegou o lubrificante, lambuzou o cuzinho dela e subiu em mim. Sentou devagar, encostando o cu na minha piroca. Foi entrando vagarosamente e por fim sentou de vez. Ficou parada.
— Deixa eu me acostumar. Enquanto isso, me beija, aperta meus seios!
Não me fiz de rogado. Dei a ela o que ela queria. Ela começou a se mover, subia, descia, parava. Foi assim alguns minutos. No final, ela aumentou o ritmo, eu enfiei dois dedos na buceta dela e apertei o grelo dela, entumescido. Ela gritou e gozou, apertando meu pau com o cu dela, o que me fez gozar. Estremeci junto com ela, uma onda percorreu meu corpo da cabeça aos pés, e jorrei porra no cu dela. Ela saiu do meu pau e desabou em cima de mim. Me deu beijinhos, puxou a coberta e se aninhou no meu peito. Adormecemos assim, pelados, melados de fluidos corporais, mas satisfeitos!