Melhor punheta da minha vida

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Heterossexual
Contém 2475 palavras
Data: 05/06/2026 18:00:30
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

O calor de janeiro em São João del-Rei era opressivo, mas dentro do carro em movimento, com o ar-condicionado ligado no máximo, Lucas conseguia respirar. Aos 21 anos, estudante de Direito, ele sentia aquele misto de liberdade e tédio típico das férias universitárias. O convite para Piúma, no Espírito Santo, veio como um salva-vidas. Uma semana na casa de praia do seu melhor amigo, Matheus. A promessa era de mar, cerveja e, se a sorte ajudasse, alguma aventura.

Matheus, seu amigo desde o ensino médio, era o tipo de cara que atraía atenção. Alto, com um físico atlético de quem malhava regularmente, e uma lábia que conquistava qualquer um. Recentemente separado da namorada, Isabela — uma baixinha estilo panicat que era a inveja de todos —, ele agora estava com alguém novo. Alguém que Lucas só conhecia por fotos e descrições breves: Manu.

A viagem foi dividida em dois carros. No carro de Lucas, iam ele, seu pai — um homem tranquilo de 50 anos que adorava uma praia —, Mariana (prima de Matheus, uma morena de curvas generosas e um sorriso fácil), Pedro (namorado de Mariana, um cara quieto mas simpático) e… Manu.

Lucas a viu pela primeira vez quando ela entrou no carro. E foi como levar um soco no estômago. Manu tinha uns 20 anos, morena com cabelos lisos e longos que chegavam quase à cintura, com reflexos castanhos que brilhavam sob o sol. Seu rosto era de uma beleza clássica e perturbadora: olhos amendoados e escuros como poças de obsidiana, sobrancelhas perfeitas, lábios carnudos com um tom naturalmente avermelhado que dispensava batom. Mas foi o corpo que prendeu sua atenção de forma quase violenta. Mesmo vestindo uma camiseta larga e shorts jeans, era possível ver a curva perfeita dos seios, a cintura fina que se abria para quadris generosos. Ela era, em uma palavra, perfeita.

Durante a viagem, Lucas tentou não olhar muito, mas era difícil. Ela ria de algo que Mariana dizia, e o som daquela risada era como mel. Seu perfume, suave e doce, enchia o carro. Lucas sentia uma atração física tão intensa que tinha que se ajustar no banco várias vezes para disfarçar a ereção que teimava em aparecer.

Chegaram à casa de Matheus em Piúma já no horário do almoço. A casa era grande, arejada, com uma varanda ampla que dava para uma vista parcial do mar. Todos estavam cansados e famintos. Foram ao restaurante ao lado, uma comida caseira capixaba que os revitalizou. De volta à casa, o calor da tarde os derrubou. Matheus sugeriu que dormissem todos na varanda, onde o piso de cerâmica era fresco.

Lucas se deitou no chão, uma almofada sob a cabeça. Manu se deitou a alguns metros dele, de lado. Ela vestia um shorts curtíssimo e uma regata justa. Lucas viu, antes de fechar os olhos, a curva perfeita da sua bunda sob o tecido, a cintura fina, a suave elevação dos seios. Adormeceu com aquela imagem na mente.

Acordou por volta das 16h, com o sol ainda forte. O grupo se levantou, alongou-se — Lucas não pôde evitar notar como Manu se esticava, seu corpo se alongando como uma gata — e foram trocar de roupa para a praia.

E foi na praia que Lucas quase perdeu o controle.

Manu saiu do banheiro vestindo um biquíni minúsculo. Era um modelo fio dental, cor verde-esmeralda que contrastava lindamente com sua pele morena e uniformemente bronzeada. As partes de cima eram dois triângulos mínimos que mal continham seus seios perfeitos — redondos, firmes, com mamilos eretos que marcavam o tecido fino. A parte de baixo era um fio dental que desaparecia entre as nádegas, deixando à mostra uma bunda esculpida — redonda, alta, com um sulco profundo que levava os olhos diretamente ao seu centro. Cada músculo era definido, cada curva uma obra de arte da genética e, provavelmente, da academia.

Lucas ficou literalmente duro instantaneamente. Seu pau inchou com uma força quase dolorosa, pressionando a bermuda de praia de maneira obscena. Ele se virou rapidamente, fingindo ajustar a toalha, sua mente em turbilhão. Caralho, ela é impossível, pensou, o coração batendo forte. A sorte foi a bermuda larga, mas mesmo assim ele teve que ficar sentado por um tempo até a ereção ceder um pouco.

Aproveitou para tirar fotos com ela. Em uma delas, ela colocou o braço em volta de seu pescoço, seu seio pressionando levemente seu braço. O cheio do protetor solar e do seu perfume envolvia Lucas. Ele sorriu para a câmera, mas por dentro estava em chamas.

A noite chegou. Após um banho revigorante, o grupo se reuniu na sala. Os homens vestiam shorts de futebol simples. As mulheres… As mulheres eram um espetáculo à parte.

Mariana usava um pijama curto de seda que deixava suas coxas à mostra. Mas foi Manu que roubou a cena novamente. Ela vestia uma mini camisola de cetim preto. Era tão curta que mal cobria suas coxas. O decote era profundo, revelando a metade superior dos seus seios perfeitos. O tecido era fino o suficiente para sugerir os mamilos duros por baixo. Ela não usava sutiã. Sentou-se no sofá com as pernas cruzadas, e Lucas viu, por uma fração de segundo, a sombra escura entre suas pernas.

Lucas quase engasgou com sua cerveja. Matheus, ao seu lado, sorriu com orgulho possessivo, colocando um braço em volta dela. Lucas sentiu uma pontada de inveja tão forte que surpreendeu a si mesmo.

Jogaram baralho. Lucas mal conseguia se concentrar. Cada movimento de Manu era hipnótico. Quando ela se inclinava para pegar uma carta, a camisola subia ainda mais. Quando ria, seus seios tremiam levemente. Era uma tortura deliciosa.

Finalmente, foram dormir. A casa tinha dois andares. No superior: uma suíte para Matheus e Manu; um quarto de casal para os pais de Matheus; um quarto com duas camas de solteiro para Lucas e seu pai; e um quarto com uma cama de casal e uma beliche para Pedro e Mariana.

Lucas se deitou na sua cama, ouvindo os sons da casa adormecer. O calor era intenso, mesmo à noite. Ele adormeceu com dificuldade, a imagem do corpo de Manu em seu biquíni dançando em sua mente.

Como era comum para ele no calor, acordou no meio da noite com a boca seca. Desceu silenciosamente as escadas para beber água. Na volta, subindo, ele ouviu algo.

Gemidos.

Baixos, abafados, mas inconfundíveis. Eram gemidos femininos de prazer, intercalados com sons de impacto suave de pele contra pele. Vinham do quarto de Pedro e Mariana. Lucas parou por um momento, seu pau já reagindo ao som primitivo. Mas o sono ainda o dominava. Ele abanou a cabeça e voltou para a cama, adormecendo rapidamente.

O dia seguinte foi tranquilo. Praia novamente (e Lucas teve que suportar mais algumas horas de tortura erótica vendo Manu em seu biquíni mínimo), um almoço leve, e à noite saíram para beber. Compraram uma garrafa grande de vodka com sabor e beberam na varanda de um bar à beira-mar. A bebida deixou todos alegres, soltos, mas nada além de conversas e risadas aconteceu.

De volta à casa, já tarde, o calor era insuportável dentro dos quartos. Lucas pegou um colchão solteiro e o arrastou para a varanda do andar de cima. A brisa noturna era fresca. Ele se deitou apenas de shorts, sem camisa, e adormeceu quase imediatamente.

Foi acordado por vozes.

Não eram vozes altas. Sussurros. Mas na quietude da noite, ele as ouviu claramente. Eram Manu e Matheus. Estavam do lado de fora da porta da suíte, que dava para a varanda onde ele estava.

— Ele está dormindo, nem vai ouvir nada — era a voz de Matheus, baixa e convincente.

— Ele vai ouvir sim — respondeu Manu, sua voz um misto de preocupação e desejo. — Eu costumo gemer alto.

Lucas congelou. Fingiu estar profundamente adormecido, começando a roncar suavemente, um ronco convincente que ele praticara em outras situações embaraçosas.

Ouviu os passos deles se aproximarem. Pararam perto dele.

— Está ouvindo o ronco? — sussurrou Matheus. — Ele está em um sono bem pesado.

Houve uma pausa. Lucas manteve a respiração regular, os roncos constantes.

— Ok então — disse Manu, sua voz agora carregada de resignação e tesão. — Eu já ia ceder… não consigo ficar sem este pau dentro de mim.

Lucas sentiu um choque elétrico percorrer sua espinha. As palavras dela eram tão obscenas, tão diretas, ditas naquele sussurro rouco. Seu pau, que já estava meio ereto pelo sono, endureceu completamente, latejando contra a perna do shorts.

Ouviu a porta da suíte se abrir e fechar silenciosamente. Eles tinham entrado. Mas então ele lembrou-se: a porta da suíte que dava para a varanda era toda de vidro. E durante o dia, ele notara que um dos vidros laterais estava quebrado, com um buraco do tamanho de um punho, provavelmente por causa de uma bolada.

O voyeur dentro dele acordou com uma fome voraz. Silenciosamente, como um felino, ele se levantou do colchão. Seu coração batia tão forte que ele temia que pudessem ouvir. A varanda estava escura, mas a luz da lua entrava pela janela quebrada da suíte, iluminando parte do quarto.

Ele se aproximou do buraco no vidro. A visão não era perfeita — tinha que se inclinar em um ângulo específico — mas era suficiente.

E lá estava.

O quarto estava iluminado apenas pela luz fraca de um abajur no chão. Manu estava de quatro na cama grande. Ela estava completamente nua.

Lucas engoliu seco. Seus seios perfeitos estavam pendurados, balançando levemente com o movimento. Eram redondos, firmes, com auréolas grandes e escuras e mamilos eretos e grossos. Sua cintura era fina, seus quadris largos. E entre suas pernas abertas, Lucas podia ver — não completamente, mas o suficiente — a visão de Matheus atrás dela, seu corpo musculoso coberto de suor, seus quadris movendo-se em estocadas firmes e profundas.

Manu tinha a boca aberta, os olhos fechados em concentração extática. Ela mordia um lençol para abafar os gemidos. Seus seios balançavam mais vigorosamente a cada impacto dos quadris de Matheus contra sua bunda.

— Ah… ah… devagar… — ela gemeu em um sussurro rouco, abafado pelo lençol.

— Você aguenta — Matheus respondeu, sua voz tensa com o esforço. — Toma esse pau todo, puta.

Lucas não conseguia mais se conter. Sua mão direita desceu para seu shorts. Seu pau estava tão duro que parecia de ferro, pulsando com necessidade. Ele o puxou para fora através da abertura da bermuda. O contato com o ar fresco foi um choque. Ele começou a se masturbar lentamente, seus olhos colados no buraco do vidro.

A cena era hipnótica. Manu começou a gemer mais alto, esquecendo-se parcialmente do lençol. Seus gemidos eram altos e guturais, cheios de prazer puro.

— Assim… assim… não para! — ela implorou.

Matheus aumentou o ritmo. O som úmido e forte da pele dele batendo na bunda dela enchia o quarto. Manu soltou o lençol e apoiou a cabeça nos braços, seus gemidos agora mais livres.

— Vou gozar… — ela gemeu.

— Espera… — Matheus ordenou, parando por um segundo. — Vira de frente.

Manu obedeceu imediatamente. Ela se virou e deitou de costas, abrindo as pernas. Lucas teve uma visão perfeita agora. A buceta dela era imaculada — lisa, com apenas uma fina listra de pelos pubianos castanhos escuros no monte púbico. Os lábios eram carnudos e rosados, já inchados e brilhantes de excitação.

Matheus se posicionou entre suas pernas.

— Levanta a perna — ele ordenou.

Manu levantou a perna direita, dobrando o joelho e apoiando o pé na cama. A posição abria ela completamente. Lucas podia ver tudo agora — o clitóris inchado, a entrada rosada e úmida de sua vagina.

— Caralho… — Matheus murmurou, admirando a visão antes de se posicionar.

Ele então enfiou seu pau dentro dela em uma estocada profunda. Manu gritou baixo, um som agudo de prazer e surpresa.

Lucas se masturbava mais rápido agora, sua mão subindo e descendo no seu pau com força. A visão era surreal. A mulher mais linda que ele já vira, completamente aberta e vulnerável, sendo fodida pelo seu melhor amigo. E ele estava ali, espiando como um pervertido, gozando com aquilo.

Matheus começou a foder ela naquela posição, cada estocada profunda fazendo os seios dela balançarem violentamente. Manu levou as mãos aos próprios seios, apertando-os, beliscando os mamilos duros.

— Mais forte! — ela implorou em um sussurro rouco.

Matheus obedeceu. Os quadris dele batiam contra a coxa dela com um som úmido e repetitivo. A cama rangia suavemente.

Lucas estava perto do limite. A visão da buceta dela sendo aberta repetidamente pelo pau do amigo, os gemidos abafados mas intensos, o cheiro do sexo que parecia atravessar o vidro quebrado… Era demais.

Ele viu Matheus mudar o ângulo, atingindo um ponto mais profundo. Manu arqueou as costas, seus olhos se arregalando.

— Ai, caralho! Aí! — ela gritou, perdendo completamente o controle do volume.

Matheus colocou uma mão sobre a boca dela, abafando os gemidos enquanto continuava a foder ela com força brutal. O corpo dela tremia inteiro.

Lucas não aguentou mais. Seus músculos abdominais se contraíram. Uma onda intensa de prazer subiu da base da sua espinha. Ele mordeu o próprio lábio para não gemer enquanto sua porra jorrava em jatos grossos e quentes, atingindo a porta de vidro da suíte com um som suave de respingos.

Ele continuou se masturbando até a última gota sair, seus olhos ainda grudados na cena.

Dentro do quarto, Matheus finalmente gemeu baixo e profundo, seus quadris tremendo enquanto ele gozava dentro dela. Manu o abraçou forte, suas pernas envolvendo sua cintura.

Eles ficaram assim por um minuto, ofegantes. Então Matheus saiu dela e se deitou ao lado. Manu ficou deitada de costas por um momento, suas pernas ainda abertas, sua buceta exposta e brilhante com os fluidos deles.

Lucas lentamente guardou seu pau ainda sensível no shorts. Sua respiração estava ofegante. Ele olhou para a porta de vidro — sua porra estava escorrendo lentamente pelo vidro limpo.

Com um último olhar para Manu — que agora se virava de lado, seus seios perfeitos comprimidos contra o braço de Matheus — Lucas voltou silenciosamente para seu colchão.

Deitou-se, seu coração ainda acelerado. A imagem da buceta aberta dela, dos seios balançando, dos gemidos abafados… Tudo estava gravado em sua mente.

Na manhã seguinte, acordou cedo. A casa ainda estava silenciosa. Ele pegou um pano úmido e limpou discretamente sua porra da porta de vidro antes que alguém visse.

No café da manhã, Manu apareceu vestida com um shorts curto e uma camiseta justa. Ela sorriu para Lucas enquanto passava o café.

— Dormiu bem? — ela perguntou, seus olhos escuros parecendo inocentes.

— Como uma pedra — Lucas respondeu, sorrindo de volta.

Por dentro, ele sabia que tinha vivido uma das melhores punhetas de sua vida. E a imagem de Manu sendo fodida pelo seu amigo enquanto ele se masturbava do lado de fora seria combustível para suas fantasias por muito, muito tempo. O voyeur havia testemunhado um espetáculo privado, e aquela memória estava agora permanentemente armazenada em seu repertório secreto de prazer.

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