VIADINHO GULOSO POR PICA

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1612 palavras
Data: 05/06/2026 16:03:27

Caminhada aos primeiros clarões do dia, em arborizado e nublado parque semideserto de um feriado, o ar frio arrepiando minha pele exposta pela cavada regata e o sumário short, cujas pernas folgadas apenas cobriam as nádegas e expunham o pacote fálico contido na tanga vermelha. Vencidos os cinco quilômetros de praxe, o sol enfiando um discreto raio por entre as nuvens e banhando suavemente um banco, não resisti e me deitei, deixando-me envolver pela quenturinha sensual do astro-rei.

A praticamente ausência de outros caminhantes – todos decerto curtindo a ressaca pós festa da noite anterior – retirou-me algum pudor que eu ainda pudesse sentir ou algum cuidado que pudesse ter com minhas roupas. Deitado de peito para cima, mãos travesseirando minha cabeça, braços expondo minhas axilas depiladas, as pernas dobradas, um pé apoiado no outro joelho, eu sentia a delícia do misto de sol e vento bolinando meu entrepernas, o que me proporcionava um prazer intenso, que eu buscava sentir plenamente, para isso mantendo os olhos fechados.

Por essa razão, não vi exatamente em que momento ele chegou. Senti uma presença e entreabri os olhos. Um homem de seus trinta e poucos anos estava sentado junto a mim, olhos passeando pela paisagem. Camiseta recoberta por um agasalho esportivo, bermuda de tecido e boina. Ao me ver abrindo os olhos, cumprimentou-me:

– Bom dia! Estava dormindo? Desculpe se o acordei.

– Não, não! Não dormia. Apenas estava curtindo este clima gostoso.

– Ah, mas está gostosa mesmo, esta mistura de nevoeiro frio com o sol morno chegando. Estava caminhando?

– Sim. Cumpri minha obrigação matinal diária com meu corpo, agora estou relaxando.

– Eu também vim fazer isso, mas estava tão bonito de ver que resolvi sentar aqui para apreciar melhor. Daqui a pouco vou me exercitar também.

A conversa foi se estendendo por aí: os benefícios dos exercícios físicos, a necessidade de não ser sedentário, a ojeriza à febre das academias... Eu notava que, de vez em quando, ele dava disfarçadas olhadas para meu entrepernas – decerto deveria ver até o rego da minha bunda pela folgada perna do short, tão escancarado eu estava. Não procurei me compor; ao contrário, procurava demonstrar naturalidade em algum movimento de pernas, que ainda mais me mostrassem. Minha rola já endurecendo...

Até que, numa mirada mais demorada e agora nada discreta, comentou:

– Mas você tem coxas muito bonitas – eu parecia sentir a carícia de seu olhar.

– Muito obrigado... Gentileza sua... – procurei dar um ar de falsa timidez ao meu agradecimento. E completei: Pode tocar, se quiser...

Era só o que parecia estar esperando. Logo seu braço recaiu para o lado, e enquanto a cabeça dava um giro rápido, certificando-se de estar seguro, senti sua mão quentinha e suave penetrar por dentro de minha roupa, deslizar pela virilha e acariciar minha rola, a essa altura completamente dura. Depois encaminhou-se para trás e seus dedos passaram pelo meu cu, entrando de leve.

Eu gemi baixinho, de olhos novamente cerrados:

– Ai, que mão deliciosa... – Seus dedos agora estocavam levemente meu rabo – Ah, quero mais do que isso...

– Vamos para o banheiro... – convidou-me, a voz grave de tesão...

Disse isso e imediatamente se levantou, caminhando para lá. Dei um tempinho, sentei no banco, tentei arrumar minha pica desgovernada e dura, e o mais disfarçadamente possível, mas com o cu latejando de desejo, rumei atrás do homem.

Ao entrar, ele estava no recanto, perto do último mictório da bateria, a bermuda nas coxas, a pica pulsando em sua dureza. Enquanto oferecia meus lábios, num beijo faminto, minha mão agarrava e massageava com frenesi aquele pau. Ele gemia dentro da minha boca, seu som provocando tremores dentro de mim. Naturalmente fui me agachando até atingir aquele monumento rígido de prazer, beijei repetidas vezes a cabeça e a fui pondo na boca aos poucos, engolindo-a e ao restante da vara, que eu sugava suavemente, ele requebrando discretamente os quadris. Minha rola já escapara do short e a cabeça pulsava pelo orifício largo da perna.

Todo o meu corpo pedia aquele homem. Levantei-me e escorei minha cabeça sobre meus braços, na parede, arqueando levemente o tronco e arregaçando meu botão. Ele abaixou-se, puxando meu short e se deparando com minha escrota tanga vermelha (“Ah, safadinho... O senhor é bem viadinho, não é?” – deixei escapar uma risadinha sacana) e caiu de língua, lambuzando meu cu, enfiando até onde conseguia. Eu me contorcia de prazer.

Até que ele levantou-se, senti seu corpo sobre minhas costas e sua rola me penetrando com firmeza. Gemidos discretos. Suas mãos, invadindo a aberta regata, acariciavam ora meus mamilos, ora minhas axilas, numa cota extra de prazer. As estocadas de sua rola no meu cu provocavam discreto barulho que ecoava no vazio silencioso do banheiro.

Foi quando percebi um discretíssimo movimento da porta de um dos reservados e um corpo mostrou-se pela fresta. Um homem se masturbava, acompanhando a cena do meu enrabamento. Em certo momento, a porta movimentou-se mais e ele saiu, a rola duraça. Deveria ter mais ou menos a mesma idade do cara que me comia, só que de menor estatura e mais magro, também em roupa esportiva.

Num movimento de malabarismo, conseguiu-se enfiar por baixo e sentou-se entre mim e a parede, tendo a minha rola rígida ficado à altura de seu rosto. Ele começou a passar a língua e em seguida engoliu meu pau, num vai-vem molhado, que me levava à loucura, enquanto ele voltava a se punhetar vigorosamente.

Meu fodedor, que não tivera qualquer alteração com a chegada do terceiro, continuava em sua faina prazerosa de preencher meu cu com seu membro teso, que agora pulsava dentro de mim. Ele foi diminuindo a intensidade das estocadas até parar por completo e eu pude sentir nitidamente seu líquido percorrendo o interior do seu pau, antes de explodir, aos jatos, no meu cu – seu corpo agora quente estava colado em minhas costas.

Meu boqueteiro me levava às alturas, e quando senti a ejaculação do que me comia, não mais conseguir me conter e explodi também meu mel na boca que me chupava, e que deixava escapar pelos cantos grossos fios de minha gala, enquanto ele próprio se manipulava com frenesi.

Depois que meu comedor retirou a pica do meu cu, que parte de seu líquido desceu junto, pude observar a beleza do pau daquele que me sugara, superior em grossura ao que acabara de me foder. Não pensei duas vezes: flexionei minhas pernas e fui sentando naquele mastro. Meu cu, lubrificado de porra e alargado pela rola que ali estivera, cobriu com facilidade a vara que estava abaixo de mim.

Passei a cavalgar com energia sobre aquele caralho, enquanto me aproximava de sua boca úmida do meu próprio líquido e senti meu gosto em sua língua. O que me comera, enquanto se arrumava, comentou, sem tirar os olhos da foda que se desenrolava no chão:

– Puta que me pariu! Que viadinho guloso por pica, véio!

Sorri com o elogio e mais me empolguei, sentindo a cabeça da rola do que me comia roçando na minha próstata, o que fazia minha vara, mesmo gozada, manter-se rígida. Até que reconheci o orgasmo se aproximando e sua rola explodindo dentro de mim, esborratando gala por todos os lados. O carinha grunhia rouco.

Depois de gozar, ainda ficamos alguns segundos quietos, ouvindo a respiração acelerada um do outro e eu sentindo o pulsar de sua pica dentro de mim. Quando reuni forças para me levantar, fui desatolando aquela tora do meu toba, o tsumani de esperma descendo de mim, inundando tudo.

O primeiro comedor, já refeito, agora dava os últimos retoques de higiene na pia, lavando o rosto. Levantei meu companheiro pela mão e procuramos nos limpar como dava, e também ocupamos cada um uma cuba da vasta pia. O enorme espelho à nossa frente mostrava três rostos serenos, três homens desconhecidos entre si, silenciosos, felizes e gozados entre seus corpos.

Eu conseguia sentir meu cu escancarado, arrombado pela dupla foda, pelos dois caralhos que recebera e fizera gozar dentro dele, e era indescritível a sensação de bem estar. Meu primeiro comedor concluiu sua higiene, e retirou-se piscando e sorrindo. Ao passar por trás de mim, ainda deixou-me uma discreta dedada, à qual respondi com uma escrota rebolada e um sorriso cínico.

Em seguida, o baixinho também concluiu sua limpeza como pôde, e também foi se retirando, mandando uma última olhada para meu rabo.

Eu me sentia a mais feliz das quengas, naquela manhã. Tão feliz que minha rola ainda insistia em não querer se aquietar. Não pude me esquivar de me carinhar, diante do espelho, que mostrava meus mamilos rígidos, meu corpo com o cheiro de dois homens, minhas coxas úmidas e marcadas pelos caminhos de gala...

Não deu pra segurar: a rola novamente escapava pela perna do meu short. Passei a acariciá-la diretamente, querendo que fosse apenas carícia de bem estar e agradecimento, mas o fogaréu foi me fazendo esquentar mais e mais, e em pouco a mão molhada e ensaboada já se fazia vigorosa buceta que arregaçava a pele da minha pica e fazia intumescida, em pouquíssimo tempo reunindo os raios de energia que denunciavam o prazer intenso que se aproximava.

E gozei mais uma vez, o primeiro jato atingindo o espelho, e descendo em fio branco até a base, enquanto os demais jatos se seguiam, agora com menor força e quantidade que da primeira vez, mas ainda me proporcionando um prazer inenarrável.

Agora sim, eu poderia concluir a sumária e possível limpeza. Assim o fiz e voltei ao fora do banheiro, onde não mais vi meus companheiros, mas o sol estava conseguindo dominar o nevoeiro e espraiar-se preguiçosamente por sobre e entre as árvores, que pareciam, elas também, gozando às carícias do rei dos astros.

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