Ainda em choque com a descoberta de que Monique havia sido uma das garotas de Manoel, fiquei parada ali, sendo observada pelos dois. Darlan me encarou por alguns segundos e falou sério:
— Você não vai mais trabalhar no cassino. Pelo menos não enquanto eu não falar com o Manoel.
Sem esperar resposta, ele virou as costas e saiu. Monique se aproximou, olhando-me de cima a baixo com um misto de pena e cumplicidade.
— Aposto que ele já te comeu, né? — disse ela baixinho. — E se você está com o Allan é porque ele gostou de você. Vou te dar um conselho de mulher pra mulher: ele não ama ninguém, nem ele mesmo. Fica esperta.
Monique também saiu, me deixando sozinha com Allan, que apenas observava a cena em silêncio.
Voltei para casa atordoada. Tomei um banho longo, tentando lavar o suor da academia e as marcas invisíveis da noite anterior. Mal tinha saído do banho quando Fábio ligou.
— Amor, consegui um trabalho extra aqui em Contagem. Vou te fazer um Pix ainda hoje. Este mês você não precisa contribuir com o pagamento do empréstimo do banco.
Com lágrimas nos olhos, respondi com a voz embargada:
— Que bom, amor… fico feliz.
Conversamos um pouco sobre o novo bico dele — consertar um carro antigo de um cliente. No final, ele perguntou:
— Você conseguiu ficar de olho no Kaique e no meu pai?
— Sim, amor… nada de mais — menti.
Quando ele desligou, fiquei olhando o celular. Mal sabia ele que eu tinha quase 194 mil reais guardados numa bolsa, fruto do meu corpo entregue ao Pai dele.
Minha mente girava sem parar. E minha buceta, ainda dolorida da foda bruta com Manoel, pulsava a cada lembrança. Eu precisava descobrir qual era o real envolvimento de Darlan com o cassino.
O dia no bar foi calmo e monótono. Poucos clientes, calor abafado e o cheiro constante de cigarro. Atendi as mesas no automático, sorrindo por educação para as cantadas sem graça de sempre. Kaique apareceu no meio da tarde, mas mal trocamos duas palavras. A tensão entre nós ainda era grande.
Após o expediente, Kaique me esperava do lado de fora com a moto ligada.
— Vô pediu pra te levar pro cassino. Ele e o Darlan querem falar com você no escritório.
Subi na garupa da moto e fomos até o cassino. Meu coração batia forte. Quando chegamos, Manoel e Darlan já me aguardavam no escritório luxuoso. Os dois estavam sentados, com expressões sérias. O ar estava pesado.
Manoel foi o primeiro a falar:
— Senta, Aline.
Darlan foi o primeiro a falar, com a voz firme e séria:
— Eu e o Manoel conversamos bastante nas últimas horas. Você vai continuar trabalhando aqui no cassino.
Manoel tomou a palavra, recostando-se na cadeira:
— Mas eu e o Darlan decidimos te dar uma espécie de promoção. Desde que a Monique parou de ser puta e virou esposa dele, nós precisamos de alguém de confiança para serviços extras… fora do cassino.
Darlan me olhou diretamente e completou:
— É pegar ou largar.
Respirei fundo, reunindo coragem, e respondi:
— Eu só aceito se vocês abrirem o jogo comigo. Qual é o seu real envolvimento nisso tudo? — perguntei, apontando para Darlan.
Ele trocou um olhar rápido com Manoel antes de responder:
— Eu e o Manoel somos sócios, junto com um amigo dele, um ex-parceiro de polícia, e um quarto sócio que ninguém conhece. Cada um fica com 25% dos lucros. Desse valor, 5% vira reinvestimento no negócio.
Ele fez uma pausa e continuou:
— Fábio não sabe de nada disso, né? Ele é um bom homem, eu respeito ele… mas o Manoel tinha razão sobre ele. E sobre o relacionamento de vocês também.
— Darlan, por favor, calado — interrompeu Manoel, visivelmente incomodado.
Eu senti um aperto no peito e falei, com a voz um pouco trêmula:
— Eu amo o Fábio… Mas eu nunca mais vou ter a oportunidade de ganhar 194 mil reais de uma vez.
Darlan deu um sorriso de lado, olhando para Manoel antes de voltar os olhos para mim:
— Você não conhece o Fábio, Aline. Não como nós conhecemos.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Eu sentia o olhar dos dois sobre mim, esperando minha decisão final.
Fiquei em silêncio por alguns segundos, processando tudo. Respirei fundo e falei:
— Eu aceito. Mas quero ganhar em cima disso: 1% do lucro de vocês dois, mais 1% do lucro dos outros dois sócios, que vocês vão ter que me pagar.
Manoel e Darlan se entreolharam. Após um breve momento de silêncio, Manoel respondeu:
— Com os 1% dos outros dois sócios, eu e o Darlan vamos te dar 2% do lucro no total.
— Sim. Vocês terão 18% cada — completei.
Eles se olharam novamente e concordaram.
— Fechado — disse Darlan.
Darlan se levantou primeiro, com um sorriso predatório, e falou:
— Eu e o Manoel queremos te foder aqui e agora. Fica nua.
Fiquei de pé, nervosa, mas excitada. Tirei o vestido lentamente, ficando completamente nua na frente dos dois. Meus seios médios e firmes estavam arrepiados, mamilos duros. Eles me olhavam como lobos.
Manoel se aproximou por trás, apertando meus seios com as mãos grandes enquanto Darlan se colocava na frente. Darlan abriu a calça e tirou seu pau: 23 cm, bem grosso, veias marcadas e cabeça rosada. Manoel já estava com seu monstro de 25 cm duro.
Eles me colocaram de quatro sobre o sofá do escritório. Darlan foi o primeiro: posicionou-se atrás de mim e enfiou seu pau de 23 cm na minha buceta ainda sensível com uma estocada firme. Gemi alto.
— Porra… que buceta apertada — grunhiu ele, começando a meter com força.
Enquanto Darlan me fodia por trás, Manoel se ajoelhou na minha frente e enfiou seu pau enorme na minha boca. Eu mal conseguia aguentar, engasgando enquanto os dois me usavam ao mesmo tempo.
Eles trocaram de posição várias vezes. Darlan me fodia com estocadas rápidas e fortes, enquanto Manoel metia mais fundo e devagar, abrindo-me ao limite. Em certo momento, me colocaram de lado: Darlan no meu cu (ainda dolorido da noite anterior) e Manoel na minha buceta. Fui duplamente penetrada, gemendo como uma louca entre dor e prazer intenso.
— Ahhh… vocês são muito grandes… tá me arrombando! — gemia, quase chorando de tesão.
Os dois me foderam com vontade por quase uma hora, trocando buracos, me fazendo gozar duas vezes. Por fim, me colocaram de joelhos no chão. Manoel gozou primeiro, enchendo minha boca com porra grossa e quente. Darlan veio logo depois, gozando no meu rosto e nos meus seios.
Fiquei ali, ajoelhada, suada, com porra escorrendo pelo queixo e pelos seios, ofegante.
Minha mente ainda queria mais. Mesmo depois de ter sido fodida pelos dois, meu corpo continuava quente, latejando. Eles sabiam disso. Manoel sorriu e disse, enquanto limpava o pau:
— O Fábio casou com uma puta gostosa pra caralho, hein? Agora ela é nossa.
Darlan riu, concordando, antes de saírem do escritório.
A noite no cassino estava agitada. O salão cheio, mesas de poker e roleta lotadas, mas eu ainda não havia sido chamada por nenhum cliente VIP. Servia drinks e sorria, tentando me acostumar com o novo papel.
Foi então que Monique apareceu. Assim que ela entrou, várias meninas do cassino a olharam com admiração e respeito, quase como se venerassem uma rainha. Ela havia passado de puta preferida a esposa de um dos homens mais influentes do lugar.
Monique se aproximou de mim com um sorriso calmo e disse:
— Aline… quem diria. O Fábio volta pra BH pra ajudar o velho e acaba te trazendo pra essa putaria toda.
Respondi, tentando manter a postura:
— Não tem moral pra me julgar. Você também já esteve aqui.
Monique deu um leve sorriso e continuou:
— Você chegou em BH, trabalhou num salão de beleza, né? Depois você e o Fábio compraram um apartamento na planta… a construtora faliu e vocês ficaram com o empréstimo nas costas. Foi aí que seu sogro te ofereceu um emprego.
— Como você sabe disso tudo? — perguntei, surpresa.
— Porque foi quase igual comigo — respondeu ela. — Depois você viu ele com uma, duas, três mulheres… Ele sempre faz isso. Eu morei com ele por quase dois anos. Ele comia mulheres na minha frente, dentro de casa. Um dia ele me comeu… e quando vi, já estava trabalhando aqui.
Ela fez uma pausa e me olhou nos olhos:
— Mas você foi diferente. Você gostou de ver, não gostou? Aposto que se excitou. Ele precisava te prender, então ofereceu o dinheiro do empréstimo. Você gostou da foda… e agora está aqui.
Fiquei quieta por um momento e perguntei:
— Por que você morou com ele? E como saiu daqui e casou com o Darlan, que é sócio dele?
Monique suspirou:
— Eu me casei com outro rapaz quando o Fábio foi embora. Ele me agredia. Manoel me convidou pra morar com ele… e eu acabei virando a mulher dele. Cuidava da casa, do cassino, de tudo. Mas eu não queria mais aquela vida. Darlan me ofereceu uma saída: casar com ele e ficar quase fora disso tudo. Agora, porém, vou ter que ser sua guia.
Ela pegou um celular novo na bolsa e me entregou.
— Pega esse telefone. Toda vez que tocar, você atende. Eu vou te orientar sobre o que fazer, com quais clientes, como se portar… tudo.
Fiquei olhando para o aparelho na minha mão, sentindo o peso de tudo que estava acontecendo.
Kaique havia voltado a falar comigo, mas insistia em continuar trabalhando com o Manoel. Foi então que ele decidiu se revelar de vez.
Enquanto contava o lucro de uma aposta numa mesa de sinuca no canto do cassino, ele me disse:
— Mãe, quero te falar a verdade… Eu voltei a trabalhar aqui full time.
— Filho, eu não sei se você consegue se safar se tudo der errado… — respondi, preocupada.
Kaique guardou o dinheiro no bolso e me olhou nos olhos:
— Eu já escolhi, mãe. Inclusive, tô de boa. Vi você com a gostosa da Monique… caralho, que mulherão hein. Meu pai é um sortudo do caralho, só come gostosa.
Ele deu um sorriso safado e saiu, me deixando ali, completamente nervosa e sem reação.
Os dias seguintes foram longos e exaustivos. Durante o dia eu trabalhava no bar, atendendo clientes e tentando manter a aparência normal. Antes disso, ia à academia, onde Allan me orientava nos exercícios e me tocava com segundas intenções cada vez mais claras — apertando minha bunda, roçando os dedos na lateral dos meus seios e sussurrando elogios no meu ouvido.
À noite, eu ia para o cassino. Servia drinks, sorria para os clientes, mas nenhum homem ousava me levar para o quarto. Apenas Darlan e Manoel me fodiam quando queriam — às vezes juntos, às vezes separados. Meu corpo estava cada vez mais acostumado, quase viciado naquilo.
Fábio iria vir no final de semana, mas me ligou na quinta-feira à noite:
— Amor, vou ter que ficar mais uns dias aqui em Contagem pra adiantar um projeto importante. Te mando outro Pix.
Desliguei o telefone chateada, com um aperto no peito.
Foi então que o celular que Monique havia me dado tocou pela primeira vez. Atendi com a voz um pouco trêmula:
— Alô?
Do outro lado, a voz calma e direta de Monique:
— Às 21 horas no endereço que eu te enviei. Seremos eu, você e os escolhidos da vez. Esteja pronta e bem vestida. Não se atrase.
Após a ligação de Monique, o segurança Jairo se aproximou de mim e me entregou um vestido curto azul royal dentro de uma sacola.
— O Mané mandou você usar esse. Esteja pronta em 30 minutos.
Subi para o vestiário e me arrumei. O vestido era extremamente curto, justo e brilhante. Quando o vesti, o tecido colou no meu corpo como uma segunda pele. Com meus 1,77m de altura, o vestido mal cobria metade das minhas coxas, deixando minhas pernas longas e claras bem expostas. O decote em V era profundo, empinando e destacando meus seios médios e firmes, quase deixando os mamilos à mostra. Nas costas, era completamente aberto até a base da coluna. Minha bunda média e redonda ficava bem marcada, o tecido esticado realçando cada curva do meu corpo curvilíneo e bem definido. Prendi o cabelo loiro em um rabo de cavalo alto, fiz uma maquiagem forte com olhos bem marcados e batom vermelho. Estava parecendo uma puta de luxo.
Desci. Jairo já me esperava dentro do carro. Ele me olhou demoradamente, mas não disse nada. Durante o trajeto, fiquei em silêncio, ansiosa.
Chegamos a um estacionamento abandonado, escuro e isolado. Monique já estava lá, encostada em um carro. Ela usava um vestido curto bege, colado ao corpo. Com seus 1,70m, o vestido valorizava suas curvas generosas: os seios fartos e firmes quase saltavam do decote, a cintura marcada e a bunda grande, empinada e redonda bem destacada pelo tecido fino. O vestido mal cobria suas coxas grossas. Ela estava linda, sensual e perigosa.
Monique abriu a porta de trás do carro e disse para Jairo:
— Pode ir, gatinho. Aqui está — entregou um pacote com 1000 reais.
Jairo pegou o dinheiro e saiu rapidamente. Fiquei sozinha com ela.
— O que nós viemos fazer nesse estacionamento abandonado? — perguntei, nervosa.
— Entra ali naquele prédio — respondeu ela, apontando para um galpão antigo e escuro.
Entramos. O lugar era sujo, com cheiro de mofo, mas tinha alguns sofás velhos e uma mesa improvisada. Pouco depois, um Fiat Uno preto entrou no estacionamento e parou. Três homens desceram e caminharam em nossa direção.
Monique sorriu de lado e disse baixinho:
— Aline, esses são o sargento Dias, o cabo Freitas e o cabo Rodrigues. Todos policiais.
Os três homens me olharam de cima a baixo com desejo evidente, especialmente parando nos meus seios e pernas. O sargento Dias, o mais velho e corpulento, deu um sorriso largo.
Monique sorriu e falou com naturalidade apontando para mim:
— Aqui está a recompensa pelos serviços prestados ao Mané.
O sargento Dias, um homem corpulento de uns 45 anos, deu um risinho safado e disse:
— O velho Mané só arruma gostosa mesmo… Cadê a grana?
Monique se abaixou atrás de um dos sofás velhos e puxou uma bolsa preta, entregando-a para ele. O cabo Rodrigues abriu a bolsa rapidamente e confirmou:
— Está tudo aqui, chefe.
Dias balançou a cabeça, satisfeito, e comentou:
— O velho Manoel foi meu superior no início da polícia militar. Sempre com seus truques… sempre com grana e gostosas.
O cabo Freitas, que até então estava calado, olhou fixamente para Monique e perguntou:
— E a morena? Vai participar também?
Dias riu e respondeu:
— Calma, cara. Mal saiu da academia e já quer a morena? Ela é protegida pelo Mané. É uma gostosa pra caralho, mas está fora de cogitação.
Monique deu um sorriso irônico e completou:
— Ele é novato e já é corrupto. Sempre levando os policiais pro erro Dias.
Monique então olhou para mim, percorrendo meu corpo com curiosidade , e disse:
— Eu quero ver ela em ação primeiro — apontou para mim. — Se eu gostar, participo… mas quero 10 mil só pra mim.
Fiquei ali parada, apreensiva, o coração batendo forte. Sentia o olhar dos três policiais sobre meu corpo quase nu no vestido curto azul. Apesar do medo, meu corpo já reagia — a buceta latejava e os mamilos estavam duros contra o tecido fino.
Eu sabia que não tinha mais volta.
Estava pronta para satisfazê-los.
Os três policiais me cercaram como predadores. O sargento Dias, com um sorriso largo, foi o primeiro a falar:
— Fica nua e dança pra nós, loirinha.
Com as mãos tremendo levemente, tirei o vestido azul curto, ficando completamente nua na frente deles. Meus seios médios e firmes estavam arrepiados, mamilos rosados duros. Virei de costas, empinando minha bunda redonda e comecei a dançar devagar, rebolando, mexendo os quadris no ritmo de uma música imaginária. Os três me olhavam com fome.
— Porra, que bunda gostosa… — murmurou Rodrigues.
Não demorou muito. Dias foi o primeiro. Segurou minha cintura e me puxou para o sofá velho. Me colocou de quatro e enfiou seu pau de 17 cm na minha buceta já molhada com uma estocada firme. Gemi alto:
— Ahhh…!
Logo em seguida, Rodrigues se ajoelhou na minha frente e enfiou seu pau de 16 cm na minha boca. Comecei a chupar enquanto Dias metia por trás, segurando meus quadris e estocando com força.
Freitas, o novato de 19 cm, ficou assistindo por um momento, depois subiu no sofá e começou a apertar meus seios com as mãos, beliscando meus mamilos.
Eles me foderam assim por vários minutos — Dias metendo fundo na minha buceta, Rodrigues fodendo minha boca e Freitas apertando e chupando meus seios. Meu corpo balançava entre os três, gemendo abafado:
— Hmmph… ahh… hmm…!
Dias então deitou no sofá e me puxou para cima dele, fazendo eu cavalgar seu pau. Rodrigues se posicionou atrás e enfiou devagar no meu cu, ainda sensível. Eu soltei um gemido longo e rouco:
— Aaaahhh… tá me abrindo… ai meu Deus…
Freitas ficou de joelhos ao lado e enfiou seu pau de 19 cm na minha boca. Agora eu estava completamente preenchida: buceta, cu e boca. Os três me comiam ao mesmo tempo, em um ritmo crescente.
Dias metia de baixo com força, Rodrigues estocava meu cu cada vez mais fundo, e Freitas segurava minha cabeça, fodendo minha garganta. Eu gemia descontroladamente, o corpo suado, lágrimas de prazer escorrendo:
— Ahhh… vocês vão me arrombar… hmm… mais forte… ahhhhh!
O prazer foi crescendo rápido demais. Meu corpo inteiro tremeu violentamente e eu gozei forte, apertando os paus dentro de mim, gemendo alto e rouca enquanto gozava:
— Tô gozando… ahhhhhh! Caralho… tô gozando!!!
Minha buceta e cu pulsavam ao mesmo tempo. Os três continuaram metendo até eu quase desmaiar de prazer.
Monique, que assistia tudo encostada na parede, se aproximou com um sorriso safado. Olhou para Freitas e disse:
— Quero experimentar esse pau do novato… Mas quero meus 10 mil. Me ajuda aqui, Aline.
Ainda ofegante, com porra escorrendo pelas minhas coxas, eu olhei para ela, o corpo todo tremendo.
Monique se aproximou de Freitas com um olhar faminto. Ele já estava completamente nu, o pau grosso de 19 cm duro e latejando. Sem dizer nada, ela se ajoelhou na frente dele e começou a lamber toda a extensão, da base até a cabeça rosada. Depois abriu a boca e engoliu metade do pau dele com vontade, chupando com movimentos lentos e profundos, fazendo barulhos molhados.
Freitas gemeu alto, segurando a cabeça dela. Monique acelerou, chupando com mais força, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Seus seios fartos e firmes balançavam pesadamente com o movimento.
Não demorou muito. Freitas a puxou para cima, virou-a de costas e a inclinou sobre uma mesa velha. Segurou aquela bunda grande, empinada e redonda de Monique e enfiou seu pau de 19 cm na buceta dela com uma estocada forte.
— Ahhh, caralho… que delícia! — gemeu Monique, empinando mais a bunda.
Freitas começou a meter com força, segurando a cintura dela. O corpo curvilíneo de Monique tremia a cada estocada — os seios fartos balançando, a bunda grande batendo contra o quadril dele. Ele metia fundo, puxando o cabelo dela, fazendo Monique gemer alto:
— Isso… mete gostoso… ahh… mais forte, novinho!
Enquanto isso, Dias e Rodrigues voltaram a atenção para mim. Dias me deitou de lado no sofá e enfiou seu pau de 17 cm na minha buceta, metendo com estocadas firmes. Rodrigues se posicionou atrás e enfiou seu pau de 16 cm no meu cu.
— Ahhhhh… devagar… — gemi, sentindo os dois me preenchendo ao mesmo tempo.
Eles começaram a me foder em dupla, sincronizados. Eu gemia descontroladamente:
— Ai… vocês dois… me enchendo… ahh… tá tão fundo!
Depois de alguns minutos, quando Monique estava sendo comida com força por Freitas, eu olhei para ele, ofegante, e disse com a voz rouca de tesão:
— Freitas… você ainda não me comeu. Quero seu pau no meu cu.
Freitas tirou o pau de dentro de Monique, se aproximou de mim com o pau brilhando e duro. Rodrigues saiu do meu cu e Freitas posicionou a cabeça grossa do seu pau de 19 cm na minha entrada anal. Ele cuspiu e começou a forçar devagar.
— Ahhhhhh… devagar… tá muito grande… — gemi, sentindo meu cu sendo aberto lentamente.
Centímetro por centímetro, ele foi entrando. A dor inicial deu lugar a um prazer profundo. Quando finalmente enterrou tudo, começou a meter com mais ritmo, segurando minha cintura. Eu gemia como uma puta, empinando a bunda para ele:
— Isso… mete no meu cu… ahhh… mais forte… me arromba!
Freitas segurou minha cintura com força e continuou metendo no meu cu com estocadas profundas e ritmadas. Seu pau de 19 cm entrava quase inteiro, abrindo-me completamente. Eu gemia alto,o corpo tremendo:
— Ahhh… Freitas… tá tão fundo no meu cu… ai meu Deus!
Ele acelerou, batendo forte contra minha bunda redonda. Seus gemidos ficaram mais roucos até que, com um grunhido alto, ele enterrou o pau até o fundo e gozou dentro da minha bunda, jorrando porra quente e grossa bem no fundo.
— Porra… toma tudo… — rosnou ele.
Enquanto isso, Monique estava sendo devorada pelos outros dois. Dias a fodia na buceta por baixo, metendo forte, enquanto Rodrigues enfiava o pau na boca dela. Os seios fartos de Monique balançavam descontroladamente. Ela gemia abafada, o corpo suado brilhando. Pouco depois, Monique gozou violentamente, tremendo inteira e apertando o pau de Dias, gemendo alto mesmo com o pau de Rodrigues na garganta.
Os três homens então voltaram para mim.
Me colocaram no centro do sofá. Dias enfiou seu pau de 17 cm na minha buceta, Rodrigues voltou para o meu cu com seu pau de 16 cm, e Freitas enfiou o pau ainda melado na minha boca. Fui novamente fodida pelos três ao mesmo tempo, de forma ainda mais bruta.
— Ahhhhhh! Vocês vão me destruir… hmmph… ahh! — gemia descontroladamente, a voz rouca.
Eles me comeram com vontade por longos minutos, trocando de buraco, me virando de um lado para o outro. Eu gozei mais uma vez, tremendo violentamente entre os três paus.
Por fim, eles me colocaram de joelhos no chão. Os três se masturbaram ao redor do meu rosto e corpo. Primeiro Rodrigues gozou, espirrando porra quente no meu peito e nos meus seios. Depois Dias, que mirou no meu rosto, cobrindo minha boca e bochecha. Freitas foi o último, gozando bastante na minha língua e nos meus cabelos loiros.
Fiquei ali, ajoelhada, completamente coberta de porra — escorrendo pelo rosto, pelos seios, pela barriga e pelas coxas. Monique estava ao meu lado, também suada e marcada.
O sargento Dias pegou dez mil reais da bolsa, contou rapidamente e jogou o maço para Monique, que pegou no ar.
— Boa. Uma vez puta, sempre puta, né morena? — disse ele com um riso debochado.
Os três se vestiram e saíram do galpão sem dizer mais nada, nos deixando sozinhas.
Entramos no carro de Monique. Assim que ela ligou o motor e arrancou, falou com tom firme:
— Eu não participei disso hoje, entendeu? Nem o Manoel e muito menos o Darlan podem saber. Isso fica entre nós.
Assenti com a cabeça, ainda atordoada e com o corpo dolorido.
Monique continuou dirigindo, olhando para a frente:
— Agora você não tem mais como voltar atrás. Você mudou de nível. Só os escolhidos podem comer você. Aqui está 7 mil em notas baixas.
Ela me entregou um envelope grosso. Em seguida, completou:
— Isso é só o começo. A cada novo nível dos escolhidos, você ganha um valor maior.
Curiosa, não me segurei e perguntei:
— Qual é a função dos policiais no esquema?
Monique deu um sorriso de canto de boca e respondeu:
— Nada demais. Eles fazem vistas grossas pro cassino e pras vendas do Darlan. Em troca, recebem dinheiro, proteção e mulheres de vez em quando.
Ela me deixou em casa. Tomei um banho demorado, tentando lavar o suor, a porra e o cheiro daquela noite. Me deitei na cama, exausta, na esperança de conseguir dormir.
Mal tinha apagado as luzes quando ouvi a porta da casa abrir. Manoel entrou no quarto sem cerimônia, com aquele olhar intenso e autoritário.
— Kaique está na minha casa — disse ele, tirando a camisa. — Belo trabalho hoje cedo… Agora eu quero foder você.
Manoel se aproximou de mim com aquele olhar predador que eu já conhecia bem. Sem dizer uma palavra, me prensou contra a parede do quarto, o corpo grande e forte dominando o meu completamente. Sua mão grande segurou meu pescoço com firmeza, enquanto a outra descia e apertava minha bunda com força.
Ele abriu minhas pernas com o joelho e, sem preliminares, enfiou aquele pau grosso de 25 cm na minha buceta ainda sensível da noite anterior. Soltei um gemido alto, quase um grito.
Diferente das outras vezes, Manoel me fodia com total controle. Segurava meu pescoço, mantendo meu rosto virado para ele, obrigando-me a olhar em seus olhos enquanto metia fundo e ritmado. Cada estocada era forte, possessiva, como se ele quisesse marcar cada centímetro do meu interior.
— Olha pra mim — ordenou com a voz rouca, acelerando as estocadas. — Essa buceta agora é minha.
Eu gemia descontroladamente, as pernas tremendo. O jeito como ele me dominava, o peso do corpo dele contra o meu, a força das estocadas… estava me deixando louca. Meu corpo respondia de forma absurda, ficando cada vez mais molhada, apertando o pau dele.
— Ahhh… Manoel… assim… — choraminguei, quase sem voz.
Ele metia mais forte, batendo fundo, a mão descendo para apertar meus seios com brutalidade. Eu gozei pela primeira vez ainda prensada contra a parede, gemendo alto, o corpo convulsionando enquanto ele continuava estocando sem parar.
Manoel me virou de costas, empinou minha bunda e voltou a me foder com ainda mais força. Segurava meus cabelos loiros como rédea, puxando minha cabeça para trás enquanto me arrombava.
Depois de me fazer gozar novamente, ele grunhiu alto e gozou fundo dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente e grossa. Senti jatos fortes pulsando dentro de mim.
Ainda com o pau enterrado, ele aproximou a boca do meu ouvido e disse com voz grave:
— Agora nenhum dos nossos clientes pode tocar em você… a não ser que sejam escolhidos por um dos sócios. Entendeu?
Eu estava encostada na parede, pernas fracas, porra escorrendo pela parte interna das minhas coxas. Meu corpo tremia. Mesmo exausta, sentia um desejo profundo e perigoso pelo pau enorme de 25 cm do meu sogro — o pai do meu marido.
— Sim… eu entendi — respondi, ofegante
Na manhã seguinte, acordei com o corpo dolorido e exausto. Manoel havia me fodido a noite inteira, sem piedade. Ele ainda estava na minha cama, acordado, com o pau duro pressionado contra minha bunda. Seus braços fortes me envolviam por trás.
Ele beijou meu pescoço e sussurrou rouco no meu ouvido:
— Quero seu cu antes de ir embora.
Não tive tempo de responder. Manoel me posicionou de lado, levantou uma das minhas pernas e cuspiu na mão. Esfregou a saliva no meu cuzinho ainda sensível e foi enfiando aquele pau enorme de 25 cm devagar, mas com desejo evidente. Gemi alto, sentindo ele me abrir novamente.
— Ahhh… Manoel… vai devagar… — choraminguei.
Ele não obedeceu. Começou a meter com gosto, estocadas firmes e profundas, segurando minha perna aberta. Seu quadril batia contra minha bunda com força, fazendo o quarto encher de gemidos meus e do barulho molhado de pele contra pele.
— Porra… que cu gostoso… — grunhiu ele, acelerando. — Tá apertando meu pau todo.
Ele me fodeu com vontade, uma mão apertando meu seio e a outra segurando meu quadril. Eu gemia cada vez mais alto, sentindo um prazer proibido e intenso. Depois de alguns minutos, ele enterrou o pau até o fundo e gozou dentro da minha bunda, gemendo rouco enquanto me enchia de porra quente.
Manoel saiu da cama, se vestiu rapidamente e foi embora sem dizer mais nada.
Me arrumei devagar, o corpo marcado e dolorido, e me preparei para ir à academia. Quando abri a porta de casa para sair, encontrei um pacote pequeno no chão. Abri com as mãos trêmulas.
Dentro havia apenas um bilhete escrito à mão:
“Cuidado. A ganância te cega. Mas todo castelo de areia está sempre próximo de ruir.”
Abaixo da frase, uma data:Olhei para os dois lados da rua, nervosa. Meu coração acelerou. Quem estava enviando isso? E o que essa pessoa sabia?
Fiquei parada na porta, com o bilhete na mão, sentindo um frio subir pela espinha.