Meu nome é Fernando, moro num conjunto habitacional da Imbiribeira, zona sul do Recife. Aqui o calor é do caralho, o povo é safado e todo mundo se conhece. Eu sou casado, mas minha rola não para quieta. E foi justamente a vizinha que acabou virando minha puta particular.
A Dona Sônia tem 40 anos e é uma gostosa da porra. Pele morena bem cuidada, cabelo preto longo, corpo carnudo, bundão empinado e peitos pesados que balançam quando ela anda de shortinho pela laje. O marido dela, o Seu Valdir, só vive pra trabalhar e, quando chega o sábado, é só cachaça com os amigos até cair. Mal olha pra ela. Eu e minha esposa éramos muito amigos deles, mas eu não conseguia parar de olhar praquela bunda. Um dia ela me pegou no flagra e, em vez de ficar brava, sorriu safada. Começamos a conversar mais, trocar olhares, até que uma tarde, quando o marido dela viajou a serviço, ela me chamou pra “ajudar com uma coisa em casa”.
Não demorou dez minutos e eu já estava comendo o cuzinho dela no quarto do casal. Sônia gemia baixo, mordendo o travesseiro:
— Come minha bunda, Fernando… Meu marido nunca quis isso… Me fode gostoso, vai…
Desde então viramos amantes. Eu metia nela quase todo dia, às vezes até com minha esposa em casa. Ela adorava levar rola no rabo, gozava feito uma vadia quando eu enchia aquele cuzão de porra.
Mas aí eu comecei a reparar no filho dela, o Davi. 19 anos, cabelinho liso, corpo lisinho, pele morena clarinha, bundinha redonda, empinada e perfeita. Todo mundo no conjunto comentava que ele era meio afeminadinho. Davi me olhava de um jeito diferente, demorado, quase com fome. Eu ficava com a rola latejando só de imaginar aquele cu virgem.
Um dia resolvi abrir o jogo com a Sônia. Estávamos os dois suados na cama depois de uma foda braba e eu soltei:
— Sônia, teu filho me olha demais. Eu tô com muito tesão nele… Acho que ele é bi.
Ela ficou quieta um segundo, depois sorriu maliciosa:
— Eu já sabia, Fernando. Peguei ele no WhatsApp conversando com um amigo, falando que queria sentar na tua rola. Fiquei puta da vida… mas também fiquei molhada pra caralho imaginando vocês dois juntos.
Foi aí que a coisa pegou fogo. Mostrei pra ela uns perfis e sites onde famílias e vizinhos faziam esse tipo de putaria juntos. Sônia ficou excitadíssima. Marcamos de conversar os três.
Sentamos na sala da casa deles numa tarde que o Valdir tinha saído pra beber. Davi estava nervoso, tremendo. Sônia pegou na mão dele e falou com voz doce:
— Filho, a mamãe sabe que você gosta de homem. E o Fernando também sabe. Isso não vai destruir nossa família… isso vai deixar nosso amor ainda mais forte.
Dito isso, Sônia segurou o rosto do filho e enfiou a língua na boca dele na minha frente. Davi resistiu dois segundos e depois se entregou, gemendo baixinho enquanto a mãe chupava sua língua. Eu assistia com a rola dura dentro da bermuda.
Me aproximei e os três juntamos as bocas. Três línguas se enrolando, saliva escorrendo, gemidos misturados. Minhas mãos desceram: peguei o caralho duro do Davi, depois o da Sônia — ela estava encharcada. Enfiei um dedo no cu da Sônia, depois no cuzinho apertado do filho. Tirei os dedos, cheirei fundo e mostrei pra eles:
— Olha o cheirinho desses dois cuzinhos… Eu quero os dois. Quero comer essa família inteira.
Davi gemia feito uma putinha:
— Eu ainda sou virgem, Fernando… nunca fiz isso…
Sônia sorriu safada:
— Calma, meu filho… a mamãe vai te preparar. Você vai gostar, vai pedir mais.
Ela deitou o filho de lado, abriu aquelas bundinhas lisinhas e começou a lamber o cuzinho dele com vontade, enfiando a língua bem fundo. Davi delirava, se tocando. Eu coloquei a cabeça dele no meu pau. Ele chupava desajeitado, mas com fome. Depois trocamos: eu e Sônia lambemos o cu dele ao mesmo tempo, duas línguas no mesmo furinho. Davi gemia alto, voz fininha, rebolando feito uma bonequinha de 19 anos:
— Ai mamãe… ai Fernando… tá gostoso demais…
Sônia pegou a manteiga na cozinha, passou bastante no meu pau latejando e no cuzinho piscando do filho. Davi quase chorava de tesão e medo:
— Mamãe… vai doer essa porra… eu quero muito, mas vai doer… fica comigo, por favor…
— Fica tranquilo, meu amor. A mamãe tá aqui — ela respondeu, ficando de quatro bem do lado dele, bundão empinado, me olhando com tesão.
Eu posicionei a cabeça grossa na entradinha rosada do Davi. Empurrei devagar. Ele apertou os lençóis e gemeu alto:
— Aaaahhh… tá entrando… ai queima…
Centímetro por centímetro, minha rola grossa foi abrindo aquele cu virgem. Sônia assistia tudo, masturbando o filho e passando a mão na minha barriga:
— Isso, vai enfiando devagar… olha como o cuzinho dele tá engolindo tua rola…
Quando entrei até o talo, Davi tremia inteiro. Comecei a tirar e botar, devagar no começo, depois mais fundo. Sônia mandava:
— Rebola pra ele, filho! Vai pra frente e pra trás, mostra pra ele que tu é uma putinha boa!
Eu segurei aqueles quadris lisinhos e comecei a socar mais forte. Davi gritava misturando dor e prazer:
— Ai mamãe… tá muito grande… mas não para… me fode, Fernando!
Sônia beijava a boca dele, chupava os peitos dele, lambia enquanto eu metia. De repente Davi começou a tremer:
— Vou gozar, mamãe! Vou gozar!
— Bota na boca da mamãe, filho! — ela mandou, abrindo a boca bem perto.
Davi jorrou uma porra grossa e branca direto na língua da mãe. No mesmo instante eu tirei do cu dele e enfiei na boca da Sônia, gozando forte, enchendo a garganta dela. Ela engoliu tudo, misturando a porra do filho com a minha, olhando pra nós dois com cara de vadia satisfeita.
Descansamos um pouco, bebemos água, e depois eu coloquei os dois de quatro, lado a lado, bundas empinadas uma do lado da outra — a da mãe carnuda e a do filho lisinha e recém-fodida. Meti alternando, um cu depois do outro, enquanto eles se beijavam e gemiam feito duas putas no cio. Os gritos ecoavam no quarto:
— Me fode, Fernando!
— Mais forte no meu cu!
— Eu sou tua putinha também, mamãe!
Depois daquela tarde, decidimos: vamos gravar e publicar tudo. Queremos que o mundo inteiro veja como a gente fode gostoso nessa laje da Imbiribeira. Querem ver o próximo vídeo? Procure na net por: Daniel Recife Anal e clica nos primeiros resultados. Querem ver eu enchendo os dois cuzinhos ao mesmo tempo? Então seguem a gente… porque agora essa família virou uma putaria pública.