O Demônio e a Megera – Episódio 15 (presente duplo para uma putinha safada)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 4186 palavras
Data: 05/06/2026 11:48:35
Última revisão: 05/06/2026 12:21:22

Chegando à hora do sorteio, eu estava ansiosa. Qualquer que fosse o resultado, eu teria minha primeira noite com Gabriel. E essa noite poderia vir a ser com meus dois namorados, o real e o postiço. Depois da conversa com Ayanna, minha imaginação parecia uma indústria de sacanagem, produzindo imagens em escala.

Para nossa felicidade, ainda sobrara bastante strogonoff da noite anterior, suficiente para alimentar a família. Dessa vez, decidimos comprar duas garrafas de vinho e deixamos as cervejas de reserva. Do jeito que eu já estava, ainda bebendo vinho, a coisa tinha tudo para sair completamente do controle. E era melhor que fosse assim, porque se tinha uma coisa que eu não tinha a menor intenção era de me controlar.

Chegamos em casa por volta das 18 horas. Fui tomar banho e me vesti com um top cropped de tricô branco, preso aos ombros por alcinhas, que deixava um pedaço generoso dos meus seios à mostra. Sem sutiã, meus peitos empinavam o tecido e o umbiguinho ficava de fora. Vesti um shortinho tipo de praia, também branco, bem curtinho, que deixava um pedaço das minhas popinhas de fora. Eu queria provocar, ser desejada.

Nossos donos chegaram em casa às 19h, vindos do futebol. Ganhei um tapa e uma sarrada deliciosa do Demônio na minha bunda.

- Está uma delícia nessa roupinha. Pronta para ser servida essa noite, não é? – provocou.

- É amor, fiquei na seca ontem, hoje eu quero aproveitar e ser aproveitada.

- Já vi que a Megera está subindo pelas paredes hoje – provocou Gabriel.

- As lagartixas morreriam de inveja – brinquei, olhando com carinha de safada para Gabriel, que retribuiu com cara de tarado, me provocando um arrepio gostoso na espinha.

- Meninos, vão tomar banho, que suas mulheres precisam da companhia de vocês e daqui a pouco tem sorteio – ordenou Ay.

Minutos depois, estávamos sentados em volta da mesa. Enquanto os três já se esbaldavam na cerveja, que nem era muito minha praia, eu bebericava uma taça de vinho. É claro que eu queria ficar relaxada, mas não bêbada. Sentia o olhar de Gabriel queimando minha bunda e minhas pernas toda vez que tinha oportunidade. Não era muito diferente com meu namorado e até com Ay, que, de vez em quando, me dava uma apalpada. Minha amiga estava com um vestidinho de algodão simples, curtinho, que também estava uma delícia de olhar, mas naquela noite eu era o prato principal.

Às 20 horas em ponto, Gabriel iniciou o cerimonial.

- Hoje, só participarão do sorteio Ay e André. Quem tirar o número menor, ficará de fora, só na punhetinha ou na siririca.

Minha expectativa era enorme, pois estava ansiosa para saber quem seriam meus dois parceiros. Como sempre, a gulosa da Ay foi a primeira a virar sua carta, mas tirou um dois, levando todos às gargalhadas.

- Ela está tão acabada de ontem, que perdeu as forças até para tirar as cartas – brincou André.

Meu coração disparou. Era a minha noite de puta na mão daqueles dois deuses. Ai meu Deus! Difícil explicar o que senti.

- Sanduíche de Megerinha hoje – comentou Ay.

- O recheio, aliás, está delicioso. Só de olhar, já dá fome – provocou Gabriel fazendo cara de tarado, me deixando até arrepiada.

- Será que ela aguenta dois? – provocou Ay.

- Gente, o Gabriel está com fome, vou servir o strogonoff – disfarcei, com o rosto queimando.

Ay me acompanhou até a cozinha.

- Boa sorte, meu amor, espero que você aproveite bastante. Vai levar muita rola hoje – provocou.

- Ai, miga, eu tô nervosa. Vai ser minha primeira vez com o Gabriel e ainda com dois.

- Relaxa, gatinha, solta essa puta devassa que tem dentro de você.

- Acho que até a puta devassa dentro de mim está uma pilha.

- Pode deixar, que ela vai relaxar na hora que aqueles dois machos começarem a te pegar de jeito. Bebe mais vinho e aproveita, que essa noite é sua.

- Obrigada, amiga, suas palavras me acalmaram bastante. Vou tentar o vinho – brinquei.

O strogonoff foi devorado impiedosamente, acompanhado pelo vinho, mas eu pouco comi. Só sentia aquele friozinho no estômago e tentava disfarçar o nervosismo para os meninos não notarem.

- E aí, Megerinha linda? Vai escolher ser a rainha, a dama ou a puta? – provocou Ay, que estava se divertindo com meu nervosismo.

- Porra Ay, assim tu quer acabar com a surpresa, sua víbora – protestou Gabriel.

- É que eu contei tudo que vocês fizeram comigo para ela. E ela ficou com a calcinha tão molhada, que eu tive que emprestar uma minha para ela se trocar.

- É, amor? Você também quer ser nossa putinha devassa? – provocou o Demônio com ar de predador.

Eu não ia deixar que me colocassem na berlinda.

- Claro, amor. Eu também quero apanhar e ir à lua, que nem a Ay. Vocês vão me maltratar bastante? Eu quero ser xingada de tudo quanto é nome feio e levar uma surra de pau a noite inteira – respondi com cara de safada, fazendo uma voz melosa e sensual.

- Puta merda, Megerinha, já me deixou de pau duro antes da hora – reagiu Gabriel.

- E você, amor? Também ficou com esse porrete bem duro para sua puta? Não vejo a hora de ser usada por esses dois garanhões – provoquei, fazendo careta e me abanando, levando todos às risadas.

- Pode deixar, amor. Linda e gostosa desse jeito, nós vamos ficar de pau duro a noite inteira. Resta saber se você vai aguentar – retribuiu.

- Pode deixar, querido, que sua mulher não vai decepcionar nenhum dos dois.

- Bouaaaa, meu amor. Essa é a Megera que eu conheço. Venham quente, que eu estou pegando fogo. Se não aguentarem, chamem o Corpo de Bombeiros e que não se esqueçam da caprichar no comprimento das mangueiras – reagiu Ay, fazendo com que todos rissem.

Aquelas brincadeiras e o vinho me descontraíram, já estava até meio zonza quando deu o horário mágico das 21 horas. Para me incentivar, Ay me abraçou e me deu um beijo na boca de tirar o fôlego e até de me arrancar um gemidinho, fazendo meu corpo reagir e o tesão voltar a se insinuar entre minhas pernas.

Quando a porta do quarto se fechou, a tremedeira veio forte, misturando tesão e insegurança. André, percebendo meu nervosismo, já que era algo muito novo para mim, me abraçou e deu um beijo protetor, mas, ao mesmo tempo, levou minha mão ao seu pau, que já estava duro coberto pela bermuda. Soltei um suspiro prolongado quando Gabriel fez o mesmo com minha outra mão. Era a primeira vez que tocava no pau de outro homem e aquilo mexeu profundamente comigo.

Fiquei acariciando ambos. Gabriel deslizou a mão pelas minhas costas. André foi mais longe e desceu para a minha bunda, apertando levemente e massageando gostoso. Foi quando o Demônio me liberou do beijo e fui puxada por Gabriel, que tomou minha boca e, enquanto me enlaçava pela cintura, me puxando para seu corpo, uma de suas mãos chegou ao meu seio e começou a apertá-lo. Já sentia meu corpo se libertando dos receios e da insegurança, que viravam tesão puro. Meus mamilos e meu grelinho já latejavam. O beijo do Gabriel era muito gostoso e estava me deixando com as pernas fracas, ainda mais sendo explorada por quatro mãos e acariciando dois paus.

Fiquei mais perto do descontrole quando André colocou o pau para fora, me fazendo segurá-lo e o encostou na minha bunda. Instintivamente, enfiei a mão por dentro da bermuda do Gabriel e pela primeira vez pude sentir o calor da sua ferramenta na minha mão. Fiquei emocionada e meu coração disparou. Minha respiração ficou ainda mais pesada. Gabriel, percebendo minha excitação, colocou o pau para fora. Com os dois paus na mão e André agora beijando minha nuca e deslizando a mão para o meio da minha buceta, fazendo carícias deliciosas, não aguentei e comecei a gemer.

Parece que os putos souberam me ler por dentro e sabiam exatamente o que fazer comigo. Os dois me colocaram deitada de costas na cama e se acomodaram um de cada lado, sem ainda terem tirado uma única peça de roupa minha, mas ambos já estavam com seus mastros para fora e eu segurava ambos, tocando punheta para os dois bem devagar. Gabriel estava visivelmente muito excitado de sentir minha mãozinha em sua piroca, que era uma coisa linda, com uma cabeçorra vermelha. Percebi que, embora não tão grosso quanto o do Demônio, tinha praticamente o mesmo comprimento, o que só aumentava minha excitação.

André me deu um beijo na boca e Gabriel libertou meus seios do top, abocanhando um deles, enquanto descia a mão pela minha cintura, até toca minha coxa. André acariciava minha barriga e meu corpo já começava a fazer movimentos involuntários. A boca de Gabriel no meu seio estava me enlouquecendo e sua mão ainda deslizou pelo interior da minha coxa até tocar minha virilha. Arqueei uma das pernas e minha respiração se tornou mais audível.

Meu namorado mandou que eu ficasse de joelho na cama e tirou meu top, me deixando com o tronco nu e os peitos expostos para Gabriel, que me tomou num beijo quente, que me fez gemer em sua boca. Segurei seu pau com mais vontade e fiz o mesmo com o de André, que explorava minha bunda e um dos meus seios já com menos delicadeza e mais fome por cima do short, ora deslizando as mãos para explorar minha buceta. Em determinado momento, os dois exploravam minha intimidade com as mãos, me levando a fazer movimentos rítmicos, com os lábios abertos e o corpo já tendo ondas de tremedeiras.

O Demônio começou a baixar meu short lentamente, me deixando só de calcinha e beijando minha virilha e o interior da minha coxa, enquanto Gabriel voltava a fustigar meus seios, um com a mão, outro com a boca. Àquela altura, eu já estava começando a ficar desesperada de prazer. Era muito homem bonito me tocando e minha buceta latejava impiedosamente, a calcinha já enxarcada. Gabriel se livrou completamente da bermuda, ficando completamente nu, e se sentou recostado nas costas da cama, com o pau ficando a centímetros do meu rosto. Eu estava salivando, me virei de lado e me aproximei emocionada, me apoiando em suas pernas e beijando sua cabeça, enquanto o Demônio tirava minha calcinha, me deixando completamente nua, exposta e rendida aos meus amantes.

Abocanhei o pau do Gabriel. Que delícia era sentir aquilo! Chupei apaixonadamente, apreciando cada fragmento de sensação. Mas foi difícil mesmo não chegar ao orgasmo quando André começou a castigar minha buceta com a língua. Gozei com o pau do Gabriel em minha boca, abafando meus gemidos mais altos. André aproveitou a posição em que eu estava e me penetrou de lado, bem lentamente, mas preenchendo todo o meu ser com aquele pauzão da minha vida.

- Caralho, Megerinha, não vou aguentar com essa boca deliciosa. Tu é muito gostosa chupando. Puta que o pariu.

- Pode gozar, amor, respondi, sugando seu pau sem piedade e ainda usando a ajuda das mãos.

Gabriel não aguentou muito, gemeu alto e tirou o pau da minha boca antes de gozar aos gritos. Fiquei toda feliz de fazer meu homem gozar e não larguei do seu pau mesmo depois dele terminar de ejacular, tendo, inclusive, acertado porra no meu rosto, o que deixou tudo mais gostoso. Ainda continuei adorando seu pau, enquanto meu dono começava a acelerar seus movimentos, escalando meu prazer, me fazendo gemer, até que veio aquela onda poderosa, fazendo meu corpo todo tremer.

- Tô gozando, amor. Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh! Meu Deeeussss! Que d...delíciiiiiaaaaaaaa.

André tirou o pau da minha buceta e o trouxe para minha boca, mandando que eu ficasse de quatro para mamá-lo, para que Gabriel pudesse ver como era lindo apreciar uma Megera de quatro, com aquele corpo perfeito e aquela bunda carnuda, exatamente com essas palavras. Fiquei enlouquecida de tesão, me sentindo vulnerável, de quatro para a análise do Gabriel e com o pau do Demônio na boca.

Aliás, eu já chupava o pau do meu namorado com tanta fome, que tinha medo de machucar. E quase enlouqueci de vez quando Gabriel começou a explorar minhas partes íntimas, primeiro beijando e acariciando minha bunda, enquanto descia as mãos pelas minhas coxas ou subia pela minha cintura. E não demorou para que minha buceta começasse a ganhar lambidas, que sobraram até para o meu cu, me fazendo rebolar já desesperada.

O filho da puta do Demônio devia estar tramando algo enquanto eu me acabava com sua pica em minha boca, não só chupando, mas lambendo, beijando e cheirando aquela tora, que ainda tinha o gostinho da minha buceta. Foi quando senti o pau do Gabriel roçando a entrada da minha buceta. Pensei que eu era uma mulher muito apetitosa para o cara se recuperar tão rápido e já estar de pau duro, que logo estava me invadindo, me preenchendo até o fundo, me arrancando um gemido alto.

Sem piedade, Gabriel começou a castigar minha buceta, fazendo meu corpo balançar de um jeito que eu não conseguia nem mais chupar o pau do meu namorado direito. Então, André simplesmente me segurou pelo cabelo e me fez ficar com a cabeça parada e mais da metade da sua pica enterrada. As lágrimas desceram quando aquele domínio foi reforçado por uma sequência de tapas de Gabriel na minha bunda. O primeiro tapa na bunda do seu novo amor é uma coisa especial. Outro homem, que não meu namorado, fazendo o que me tira do sério.

Já estava me sentindo uma puta, e aquilo me levava ao delírio. Enquanto Gabriel socava na minha buceta com vontade, o Demônio imobilizava minha cabeça, me segurando pelos cabelos e fodia minha boca, me deixando completamente enlouquecida, quase sem ar, mas amando cada sensação. Não aguentei muito tempo e gozei novamente quando senti os jatos de porra do Demônio na minha garganta. Ele nunca tinha fodido minha boca daquele jeito e eu adorei. Tanto, que continuei mamando desesperada sua rola, que ele teve que quase tirá-la da minha boquinha a força, tão faminta eu estava. Depois, se levantou e me deu um beijo na boca, dizendo que ia tomar banho e pegar umas cervejas na cozinha.

Gabriel me fez mudar a posição e ir por cima dele. Montei em seu pau, mas eu estava com o corpo fraco de tanto gozar. Acho que não tinha meia hora que estávamos naquela pegação louca e eu já tinha gozado três vezes. Então, com seu pau amado dentro de mim, deitei-me sobre ele e pudemos fazer amor, nos beijando apaixonadamente e trocando carícias deliciosas.

- Está gostando da sua noite, meu amor?

- Muito. Já gozei igual uma cadela. Está muito bom ficar assim com você. Eu te amo.

- Também te amo, Megerinha.

Gabriel me virou de costas e começou a me comer num papai e mamãe delicioso, beijando meu pescoço, beijando minha boca e fustigando minha buceta cada vez mais rápido, forte e profundo. Aquilo foi tão gostoso, tão apaixonado e intenso, que acabamos gozando juntinhos. Era o momento que eu tanto desejava. Enquanto ofegávamos os dois, Gabriel se deitou de costas e me puxou para me aninhar em seu peito. Ficamos assim, abraçados, durante um bom tempo.

O Demônio nunca havia levado tanto tempo para tomar banho. Aquele foi mais demorado que o meu. Provavelmente, tinha lido minha mente e resolveu nos proporcionar esses momentos a sós. Só de pensar nisso, tinha vontade de voar em seu pescoço e lhe cobrir de beijos. Depois de uns vinte minutos ausente, voltou com dois latões de cerveja e três copos.

- E aí, pombinhos? Vamos beber umas cervas para recuperar as calorias e refrescar esse fogo que não para de fazer a buceta da Megera arder?

Até eu bebi com prazer. André estava de cueca, mas eu e Gabriel estávamos nus, sentados na cama. Depois, Gabriel ainda foi buscar outra rodada e eu preferi aproveitar para tomar banho após matar minha vontade de encher meu namorado de beijos e apertá-lo até quase quebrar seu pescoço.

O banho foi revitalizante e pensar no que ainda viria me deixou novamente excitada e ansiosa. Quando voltei, enrolada na toalha, o olhar dos dois homens havia mudado. Senti que a parte mais quente da noite ainda estava por vir. Gabriel tinha um riso predador, mas foi André que iniciou o cerimonial.

- Está pronta para começar de verdade sua noite de puta? – perguntou.

Acenei positivamente com a cabeça, tentando dar um sorrisinho provocante, que deve ter saído mais como um riso de nervoso.

- Eu sabia que isso era tudo que essa piranha queria. Olha só a cara de safada dela – emendou Gabriel – tem certeza, brother, de que não achou essa cadela na zona?

- Tem uma cara de piranha da porra, não é? – provocou André.

Aquilo fez meu estômago embrulhar e meu coração acelerar, mas a buceta dava sinal.

- De joelho, vadia, agora – ordenou Gabriel com um jeito autoritário, que me deu até arrepio e fez minha buceta pulsar.

Ajoelhei no chão e eles tiraram minha toalha. Ficaram de pé com os paus para fora. O de André já duro como uma pedra, o De Gabriel ainda flácido depois de duas gozadas.

- Bora, vadia, faz meu pau ficar bem duro, que hoje eu vou estrear esse seu rabo gostoso.

Obedeci e abocanhei seu pau, enquanto me apropriava com a mão do de André. A excitação logo veio forte de estar de joelhos, bem submissa, como nos filmes pornôs, sendo a putinha dos meus dois homens. Senti-me poderosa ao perceber o pau de Gabriel crescendo na minha boca. Quando estava no ponto, passei a mamar no meu namorado com fome.

- Olha como essa piranha mama uma rola com vontade – provocou o Demônio, me fazendo mamar com mais fome ainda.

Gabriel deu um tapa forte na minha bunda, depois mais um. Pronto, eu já estava em ponto de bala novamente, desesperada por levar mais pica e dar meu cu para o namorado da minha amiga, mas não era só isso.

Fiquei um tempo me revezando entre os dois paus, até que André me mandou ficar de quatro no chão, de frente para a cama. Sem aviso, Gabriel se enterrou na minha buceta, me fazendo dar um grito. Logo, começou a socar forte e rápido, até me machucando um pouco, mas aquela dor também era afrodisíaca. Os dois ficaram se revezando na minha buceta, me fustigando sem piedade, batendo na minha bunda e apertando meus peitos, enquanto eu gemia de quatro, no chão, feito uma cadela. E adorando aquilo, o tesão aumentando a cada minuto.

Senti o dedo de Gabriel entrando no meu cuzinho todo melecado de lubrificante. André ajudava, bolinando meu grelinho e o biquinho dos meus seios, me arrancando choques por todo o corpo. Se aquilo é que é ser puta, que inveja delas. Estava muito gostoso e excitante.

Gabriel mandou que eu subisse na cama e ficasse de quatro para ele. Aquele tom autoritário daquela filho da puta fazia minha buceta escorrer.

- Está pronta para levar nesse rabo, vagabunda safada? – provocou.

- Aaainn, eu tô, mete devagar.

- O que você quer levar nesse rabo, vagabunda? Fala para nós – provocou André.

- Pica!

- E você é o que?

- Va, ainn, gabunda.

- De quem é a pica que você quer levar?

- Dos dois. Eu quero os dois – reagi com a voz saindo mais alto que o desejado, o tesão fazendo minha cabeça rodar.

Gabriel encostou a cabeçorra e começou a deslizar lentamente para dentro.

- Aiiiinnn, dóoooinnn, Gabriel.

- Relaxa. Respira, que puta tem que gostar de levar no cu – reagiu André, que continuava fustigando minha buceta e meus seios.

- O que puta tem que fazer? – provocou Gabriel, dando uma palmada na minha bunda.

- Ainnn, tem que da, ui, o cu sem reclamar.

- Fala pra nós tudo que você é, que queremos ouvir.

- Ai, puta, uhn, vadia, vagabunda, piranha. Eu mereço trabalhar na zona – reagi, aquelas palavras saindo da minha boca com um prazer que eu nunca imaginei sentir, fazendo minha buceta latejar mais forte e meu estômago dar nó.

Ganhei mais duas palmadas de Gabriel e percebi que metade do seu pau já estava dentro de mim.

- Isso, quenga, aguenta o pau do seu namorado nesse rabo safado. Não era isso que você queria? – provocou André.

- Bate na minha cara, amor. Eu mereço apanhar por ser uma mulher suja, uma puta safada – supliquei, ansiosa por aquela agressão.

- Quer apanhar, piranha?

- Bate, por favor. Eu queeeroooo.

Plaft, o tapa não foi forte, mas o suficiente para provocar uma ardência. Eu soltei um urro de prazer. Ele nunca tinha feito aquilo, mas eu tinha certeza de que não seria a última vez.

- Maaaiiisssss – supliquei, a voz quase não querendo sair.

Ganhei mais uma sequência de tapas na bunda e na cara. O pau do Gabriel já estava todo enterrado no meu cu e eu acabei tendo um orgasmo violento tão logo ele começou a mexer lá dentro.

- Que rabo gostoso que essa piranha de zona tem – provocou Gabriel me estocando cada vez mais rápido, eu gemendo alto, urrando e rosnando sem parar.

André se deitou de costas e Gabriel conduziu meu corpo, sem tirar o pau de dentro do meu cu, para que me pusesse sobre o meu namorado e me encaixasse em torno de sua cintura. Eu sabia o que eles estavam prestes a fazer e emendei outro orgasmo só de sentir o pau do André encostar na minha buceta. As sensações de ser dominada daquele jeito eram de enlouquecer. Gabriel já nem se mexia dentro de mim e André não conseguia me penetrar, tão forte as minhas paredes se contraíam e tanto que meu corpo tremia.

Só quando meu corpo relaxou um pouco de tanto gozar, André finalmente introduziu seu pau lentamente. Meus dois buraquinhos doíam com aquela invasão dupla, mas também tinha prazer. Eles deixaram que eu me acostumasse, André entrou mais um pouco e o prazer vencia a cada centímetro que ele se afundava em mim. Foi quando Gabriel voltou com aquele entra e sai, que era mais enlouquecedor com o pau do Demônio dentro da minha buceta.

Eu me controlava para não gritar de aflição, mas, quando o orgasmo veio, André teve que tapar minha boca com as mãos. Soluçava, gemia, chorava, urrava, uivava. Minha barriga chegava a doer, minha cabeça rodava, o rosto enfiado no pescoço do me namorado. Gabriel não aguentou mais e descarregou todo o leite que lhe sobrou dentro do meu cu, grunhindo abafado para não gritar. Ainda ficou um pouco dentro de mim e foi saindo devagar.

Eu caí de bruços em cima do André, que saiu de dentro da minha buceta, encheu meu cu arrombado pelo Gabriel de lubrificante e penetrou meu buraquinho, me fazendo ver estrelas.

- Mete na sua piranha, como o cu safado da sua puta de zona. Eu te amo, mostra que meu cu é seu, meu dono – choraminguei.

André me sodomizou por um bom tempo, me fazendo chorar copiosamente de prazer, inundando o travesseiro com as lágrimas e o lençol com os líquidos que minha buceta não parava de emanar. Gozamos desesperados quando eu pedi que fizesse mais forte. Ele atendeu e eu enfiei a cara no travesseiro, porque os gritos saíam do meu peito sem rédeas.

Depois que gozou em mim e saiu de dentro do meu cuzinho derrotado de tanto levar pica, se deitou ao meu lado e me abraçou.

- Gostou de ser tratada como puta, amor?

- Adorei, amor. Você vai me fazer sempre de puta e me xingar até eu chorar de tanto prazer?

- Tudo que te der prazer, amor, mas eu também vou querer lhe proporcionar as noites de rainha. O Gabriel me contou como é.

Merda! Eu toda acabada, tentando relaxar e o puto fazendo minha buceta reagir, mas já que era assim.

- Jura, amor? Com xixi e tudo? – choraminguei.

- Você é a rainha.

- Uma rainha megera. Vou fazer você se arrepender de ter me pedido isso.

- Duvido que eu me arrependa de me entregar aos caprichos da minha rainha.

- Ai, meu pai, assim eu vou precisar de mais pica. Você não deixa meu fogo baixar, Demônio.

André me abraçou mais forte e me deu um beijo. Já era quase madrugada, mas, como ninguém trabalharia no dia seguinte, Gabriel voltou com mais cervejas e ficamos os três pelados, bebendo, conversando, trocando beijos e carícias. Ainda sentei no pau do demônio, que comeu minha buceta até gozar. Gabriel, coitado, já tinha esgotado sua cota e tinha que se poupar para o dia seguinte, quando teria que dar conta de mim e da Ay. Acabei dormindo no meio dos dois machos, com meus buraquinhos doloridos, mais feliz em ter vivido minha noite de puta de zona, uma das mais excitantes da minha vida.

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Esse é um conto 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 15Seguidores: 20Seguindo: 47Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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Maravilhoso...Maravilhosa...Maravilhosos (as)!!

Sabe, tirando as devidas proporções, me lembra um pouco do ManoPH, do Phe e da Babi, que eu amei demais! Mas Megera e Demonio é muito melhor!!

Sempre ansioso para os próximos!!

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