O vigia

Um conto erótico de Ninfeta
Categoria: Heterossexual
Contém 1003 palavras
Data: 01/06/2026 11:00:16

Eu tenho um vício: o risco. Não basta a pica ser grande, grossa e deliciosa; se houver o risco de eu ser pega, o meu clitóris pulsa três vezes mais rápido. Para quem não me conhece, sou a Ninfeta. 1,54m de pura malícia, com curvas que fazem qualquer homem perder o fôlego. Meus seios são fartos, minha cintura é um convite para mãos grandes, e minha bunda... bom, minha bunda é um monumento esculpido por sete anos de academia, larga, redonda e sempre pronta para ser apertada. Meus cabelos loiros descem até a curva do meu rabo, e meus olhos azuis são a armadilha perfeita para quem acha que eu sou "apenas" uma mocinha.

A história acontece em um prédio comercial antigo, onde eu trabalho como estagiária em um escritório de advocacia. O prédio é imponente, mas tem um porão imenso, onde ficam as máquinas e a manutenção. E lá vivia o "monstro".

O nome dele era Marcos. Um homem de quase dois metros, pele retinta, ombros largos que pareciam não caber nos corredores e um olhar que me despia antes mesmo de eu abrir a boca. Ele era o supervisor de manutenção. Um homem bruto, de poucas palavras, que exalava aquele cheiro de graxa, suor e testosterona que me deixava molhada só de respirar o mesmo ar. Eu passava por ele no corredor e sentia a tensão elétrica; ele me olhava de cima a baixo, detendo-se na minha bunda gigante enquanto eu caminhava, e eu, safada, dava aquela reboladinha extra só para ver a veia do pescoço dele saltar.

Certa noite, decidi que o jogo ia começar. Fiquei até mais tarde, fingindo que tinha trabalho. Quando o prédio ficou vazio e o silêncio tomou conta, eu desci para o porão. Eu não estava usando calcinha. Apenas um vestido curto e justo, que marcava cada curva do meu corpo e deixava minha marquinha de sol quase à mostra se eu desse um passo mais largo.

Encontrei Marcos em uma sala fechada, consertando um painel elétrico. Ele estava sem camisa, a pele escura brilhando de suor, os músculos das costas se contraindo a cada movimento. Eu entrei devagar, fechando a porta atrás de mim com um clique seco.

— Perdeu alguma coisa aqui, Ninfeta? — a voz dele era um trovão, grave, vibrando no meu ventre.

— Eu acho que perdi a paciência, Marcos... — respondi, caminhando até ele. Me aproximei por trás e deslizei minhas mãos pequenas pelo abdômen trincado dele, sentindo a pele quente. — Eu vi como você olha para a minha bunda o dia todo. Por que não para de olhar e começa a usar?

Ele soltou uma risada rouca e se virou bruscamente, me agarrando pela cintura com aquela força bruta. Ele me ergueu do chão como se eu não pesasse nada, prendendo minhas coxas grossas ao redor da cintura dele. Eu senti imediatamente: ali, por baixo daquela calça de brim grossa, havia um monstro acordado. Uma rola imensa, que eu podia sentir a pressão contra a minha buceta já encharcada.

— Você é muito novinha para brincar com fogo, putinha — ele rosnou, me prensando contra a mesa de ferramentas.

— Então me queima, Marcos. Me fode agora!

Ele não precisou de mais convites. Arrancou meu vestido com uma violência deliciosa, expondo meus seios fartos que saltaram para fora, os mamilos já rígidos de tesão. Ele atacou meus peitos com a boca, sugando com força, enquanto suas mãos gigantes apertavam minha bunda com tanta vontade que eu sabia que ficaria marcado.

Ele abriu a calça e libertou a fera. Meu Deus... era a pica dos meus sonhos. Preta, colossal, com veias saltadas que pareciam pulsar. Ele não usou preliminares suaves. Ele me virou de costas na mesa, levantando minha bunda gigante para o céu e abrindo minhas pernas o máximo que podia.

— Olha para mim, ninfeta — ele ordenou.

Eu olhei por cima do ombro, com os olhos azuis dilatados, enquanto ele posicionava a ponta daquela rola monumental na entrada da minha buceta. E então, ele meteu. Com um único golpe bruto, ele me atravessou por completo.

Eu soltei um grito que ecoou por todo o porão. Era tanta carne que eu senti meu útero ser atingido. Ele começou a me foder com uma cadência animal, cada estocada fazendo a mesa de metal ranger e meu corpo saltar. Era puro impacto. Ele não estava apenas transando; ele estava me possuindo, me marcando como sua propriedade.

— Você ama pica grande, não ama? Responde! — ele gritava, enquanto me dava tapas violentos na bunda que faziam a carne vibrar.

— Sim! Eu amo! Me fode mais forte, seu animal! Me rasga inteira!

Eu estava em transe. O suspense de estarmos em um lugar proibido, o contraste da minha pele clara com a pele escura dele, e a sensação daquela rola imensa preenchendo cada centímetro de mim me levaram ao ápice. Eu sentia que ia desmaiar de tanto prazer.

Ele me virou de frente, me jogou no chão frio de cimento e me abriu como se eu fosse um livro. Ele se posicionou e começou a martelar minha buceta com uma fúria incontrolável. Eu envolvi as pernas na cintura dele, puxando-o para mais fundo, querendo sentir cada milímetro daquele canhão.

Quando chegamos ao limite, ele me puxou pelos cabelos longos, forçando minha cabeça para trás.

— Agora você vai engolir tudo, putinha.

Ele saiu de mim com um estalo úmido e, num movimento rápido, me colocou de joelhos. Ele não quis camisinha. Ele queria que eu sentisse o gosto do homem. Ele começou a gozar, jatos violentos e quentes de porra que inundaram minha boca e escorreram pelo meu queixo, sujando meus seios e meu colo. Eu bebia cada gota, saboreando a vitória de ter domado aquele monstro.

Saí do porão com as pernas tremendo, o piercing na buceta latejando e a sensação de ter sido completamente destruída da melhor maneira possível.

E sabe o que é o melhor? Eu voltei lá no dia seguinte... e no outro... porque uma ninfeta tarada nunca está satisfeita com apenas uma dose de pica bruta.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Uma Ninfetinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários