Continuando...
- Clayton, me explica isso direito. Gisele, grávida? - Perguntei incrédula, mas tentando não aparentar desespero.
- Isso, Juliana! Grávida, e não era de mim. Aquela filha da puta traidora, deve ter botado tanta galhada em mim, e eu nem percebi... Até que ela engravidou, e aí... não tinha pra onde ela se esconder. Ela era muito dissimulada... - Disse Clayton, sentando ao meu lado, tirando os óculos escuros.
- Você tem certeza que ela estava grávida?
- Eu achei o teste no cesto de lixo da casa dela. Você acredita que aquela ordinária ainda tentou negar, dizendo que o teste era seu? Só que eu não acreditei e continuei fazendo várias perguntas, até que ela confirmou... Ela estava muito estranha fazia meses. Sabe quando você desconfia, mas algo acaba acontecendo, e você pensa que é coisa da sua cabeça? Foi mais ou menos assim comigo.
- Clayton, a Gisele não tem filhos. Ela deve ter inventado isso por algum motivo.
- Será? Só sei que eu consegui reunir evidências da traição, e ela negou jurando pela própria mãe, mas eu continuei, pois estava na cara que ela estava mentindo, e após nova pressão, ela acabou confessando. Só não me falou com quem tava.
Ficamos em silêncio durante um tempo. Eu estava pensando em tudo. Possibilidades, datas...
Filhos da puta!!! Clayton pode não saber com quem ela tava, mas eu sei muito bem. Eu mato o Ricardo! Filho da puta!!! Transou sem camisinha e ainda engravidou aquela puta.
- Ju... Ju, o que você acha? - Perguntou Clayton, cutucando o meu ombro.
- O que, Clayton? - Perguntei nervosa tentando entender tudo com essas novas informações...
Suspirei fundo, vendi que não adiantava ficar nervosa com ele, pois ele era um outro iludido, igual a mim.
- Me desculpa, Clayton... Eu me lembrei de um negócio, e me perdi nos meus pensamentos...
- Eu perguntei se você faz ideia com quem ela me traiu, afinal vocês são muito amigas. Eu acho que foi o Beto.
- Beto? Nada a ver... O Beto gosta da mesma coisa que eu gosto, entendeu? Mas fica entre a gente aqui.
- Caralho! Nunca iria imaginar... Ele tem cara de comedor...
- Ele é, mas ele gosta de comer outra coisa. Esquece o Beto...
- Tem o Robson... Ele dava em cima dela, no início do namoro.
- Hummmm, talvez... mas ela nunca me falou nada... - Concordei de mentira, pois eu não queria revelar a traição que eu sofri.
- De qualquer forma, isso é passado e eu não quero mais saber dela. Aquela mulher só trouxe desgraça na minha vida. Quase fui a falência, porque ela gostava de coisas boas e nunca gastou um centavo.
- Os ricos são assim... Ficam cada vez mais ricos, porque não gastam dinheiro...
- Sempre tem um trouxa pra pagar, né? E o trouxa da história fui eu...
- Não fica assim... Acontece...
- E o casório, Ju? Sai quando?
- Casório? É... Não sei... Acho que vai demorar ainda...
- Você me disse ainda pouco que não eram mais amigas. O que houve?
- Cansei dela... Muito fútil...
Achei melhor falar isso, pra não dizer o real motivo... Olhei pra ele, e acho que ele comprou a ideia.
- Melhor coisa que você fez... Vou nadar um pouco. Foi bom te ver, Ju... Até mais...
Nos despedimos, e fiquei olhando aquele belo homem se afastar. A bunda durinha dele se afastando, junto com aquelas coxas grossas...
Que isso, Ju? Para de pensar nisso... Você já gozou ontem, e daqui a pouco vai gozar de novo...
Me levantei pra jogar o côco no lixo e fui pagar.
Olhei em direção ao mar e fiquei admirando aquela sunga laranja fluorescente. Fiquei perdida por um momento, hipnotizada, vendo o Clayton saindo do mar, todo molhado, com um visível pacote dentro daquela sunga laranja fluorescente. Um belo pacote por sinal...
- Pix ou cartão, senhora?
- O que?
- Vai pagar com Pix ou cartão?
- Pode ser cartão. Débito...
- Vai querer algo mais? O pastel de forno acabou de sair. É uma delícia! Minha filha é quem faz, do jeito que a mãe ensinou, que Deus a tenha...
- Mais tarde eu volto pra comer. É que eu já comi antes...
- Tem certeza? Se deixar pra mais tarde, pode acabar...
- É que agora eu estou sem fome. Ainda mais depois de ter tomada aquela água de côco.
- Sem problema...
Passei o cartão na máquina, botei a senha, e na hora que eu estava retirando o cartão, senti algo gelado em minhas costas, e um toque na minha cintura... Também senti algo encostar levemente na minha bunda, e não acreditei que ele poderia ser tão cafajeste assim...
- Opa! Desculpa aí, Juliana! O rapaz passou atrás de mim e me deu um leve esbarrão que me desequilibrou.
- Sei... Você é muito cínico...
- Foi mal...de verdade. Desculpa...
- Tá bom... A gente se vê por aí...
- Juliana, posso te perguntar uma coisa? - indagou Clayton com um sorriso no canto da boca.
- Pode.
- Você e o Ricardo terminaram?
- Eu e o Ricardo? Bem... a gente... é... nós estamos brigados, e não sei...
- Pode se abrir comigo. Eu sou um bom ouvinte.
- Ah, eu não tô a fim, e eu já estou indo embora.
- Posso te acompanhar? Quero te falar outra coisa também.
Se ele tá achando que vai se dar bem comigo, está muito enganado... Coitado...
- Tudo bem. Pode acompanhar, mas eu vou correndo. Faz parte do treino. Se quiser tentar...
- Sem problema... Estou precisando de um cardio.
Ele colocou a camisa no ombro, e ficou me encarando, aguardando eu me mexer.
Começamos uma caminhada rápida e ele não parava de falar...
- Sabe, Ju... Posso te chamar de Ju, né?
Fiquei em silêncio, só ouvindo...
- Ainda pouco eu recebi mensagem do Deco, e eu respondi, falando que encontrei você por aqui, e ele me disse que viu o Ricardo e a Gisele num restaurante.
- Pois é... Acho que ela está dando apoio a ele.
- Apoiando? Eles estavam se pegando, Ju.
- Escuta aqui, Clayton! Eu já sei disso, ok. Eu só não queria ficar falando sobre aqueles dois.
- Desculpa... é que eu achei que você não sabia, e depois do que eu passei, não quero acobertar ninguém, muito menos aquela ordinária.
- Tá bom...
- Não quero me meter na sua vida, mas você não deveria ter dado passe livre pro Ricardo...
- Como é que é? - Interroguei o traste, parando a corrida.
- Foi o que o Deco me disse. O Ricardo falou com ele, que você deixou o cara sozinho num fim de semana, enquanto trabalhava, e disse que ele poderia pegar alguém, se ele quisesse, e depois ficou arrependida e brigaram feio.
- Eu não falei nada disso... É mentira!
- Foi o que o Deco acabou de me falar. Eu juro!
- Me dá o seu celular.
- Você não acredita em mim? - Ele me perguntou, tirando os óculos e me encarando diretamente, a poucos centímetros de distância. Não sei porque, mas fiquei olhando pra boca dele, e quase senti um impulso de fazer uma loucura...
- Tá bom. Toma aqui o celular, mas não lê o restante da conversa...
Ele me entregou o celular e abri na conversa com o Deco. Realmente ele estava sendo sincero, segundo o Deco, e pra piorar, outras pessoas estavam junto com o Deco no restaurante. Cida, Drica e Lúcio.
- Não tô acreditando nisso... Eles dois me pagam...
Continuei a ler, e vi que depois a conversa mudou, e o Clayton estava falando sobre a minha bunda e os meus peitos.
Devolvi o celular pra ele e continuei a correr. O traste continuou a me seguir.
- Espera, Ju. Calma aí...
- CALMA É O CARALHO! - Gritei, abalada. - O Ricardo está mentindo descaradamente.
- Eu acredito em você, Ju. Sempre foi uma pessoa séria e muito certinha. Duvido que iria fazer esse negócio de passe livre de um fim de semana.
Droga... Todo mundo me acha muito certinha e sem graça... Droga! Acho que o Ricardo tinha razão...
- Me conta o que aconteceu...
- Olha, Clayton... Eu não tô a fim...
- Eu acho você uma mulher incrível, e é muito...
- Gostosa? - Falei, interrompendo-o, antes que ele falasse o que eu já sabia. - Eu vi o que você escreveu pro Deco, falando da minha bunda e dos meus peitos.
- Eu ia falar incrível e inteligente, hahahaha... mas você é muito gostosa também.
- Vocês homens são todos iguais. Não podem ver um rabo de saia.
- Mulheres também são assim. Eu vi você olhando pra minha var... virilha.
Droga! Fui pega. Eu sabia que não deveria ter olhado muito tempo. Droga!
- Ju, isso faz parte... Corpos bonitos foram feitos pra serem apreciados. Relaxa...
- Não adianta ficar com graça, Clayton. Você não faz o meu tipo.
Foi divertido ver a expressão do rosto dele murchar, mas ele não se deu por vencido.
- Eu estou de boa, Ju. Se eu quisesse alguma coisa contigo, eu já teria te agarrado lá na praia. Só estou querendo ser seu amigo.
Continuamos a correr, até que chegamos na casa que eu aluguei.
- Chegamos... Obrigado pela companhia...
- De nada, Ju... mas posso te pedir um favorzão... Estou um pouco apertado... Posso usar o seu banheiro?
- Vocês homens podem usar qualquer coisa de banheiro pra se aliviar...
- Sim, mas é que eu preciso fazer outra coisa, entende? - Falou Clayton, sem graça.
- Credo, que horror...
- Foi mal, Ju... mas tá foda... O negócio já está batendo na porta.
- Aaah, para de nojeira... Tá bom... vamos lá...
Não tô acreditando nisso...
- Obrigado, Ju. Prometo que não vou fazer bagunça...
Eu fui até a cozinha beber água e mostrei a ele o banheiro.
Engraçado, que o Clayton não parece ser tão escroto como a Gisele falava. É até meio bobinho e palhaço. No fundo, ele é mais ou menos igual aos outros homens.
Comecei a separar algumas coisas pra fazer no almoço, mas aí lembrei que se eu fizesse isso, era bem capaz dele se convidar pra almoçar. Decidi ir pra sala e liguei a TV.
De repente, escuto o barulho do chuveiro e fico me perguntando o que está acontecendo...
Alguns minutos se passam e escuto a porta se abrir.
- Ju, você poderia me emprestar uma toalha? É que sempre que eu solto um barro, tenho que tomar banho...
Cara abusado... inacreditável... Era só o que me faltava...
- Tá bom, Clayton... - Respondi meio de saco cheio, mas quando olhei em sua direção, vi que ele estava parado na porta do banheiro, nu como veio ao mundo.
Seu pau estava semi ereto, e tinha um tamanho considerável. A cabeça era bem roxa e o restante do pau era amarronzado.
- Porra, Clayton!!! Não quero ver essa merda...
- Achei que quisesse... Lá na praia você deu uma boa olhada. Achei que ficou curiosa pra saber como era...
- Achou errado... Já volto com uma toalha.
- Sem pressa... Adoro ficar nu.
Fui correndo pegar uma toalha praquele safado. Ele realmente não presta... Se bem que o pau dele parecia prestar... Será que... Não... Tira isso da sua cabeça! Você não é assim. Ele é um safado de um escroto.
Peguei a toalha, e fui até a sala.
Seria um bom troco na Gisele e no Ricardo... mas acho que eles nem se abalariam...
Cheguei na sala e fiquei de olhos fechados, estendendo a mão com a toalha.
- Aqui, Clayton. Pode vir pegar...
Ouvi passos vindo na minha direção e de repente, sinto o peito dele em minhas costas... O pau duro me empurrando na bunda, e as mãos dele em meus seios...
- ME SOLTA, CLAYTON!!! Seu babaca...
- Desculpa, Ju... mas você disse que eu podia pegar. Eu peguei, hahaha
- Filho da puta!!! Se veste logo, e vai embora da minha casa... Seu escroto...
- Calma, Ju! Você tá muito nervosa... Tá precisando dar umazinha... Tem certeza que não vai querer isso aqui? - Disse o babaca, segurando o pau, tocando levemente uma punheta. - Te garanto que sou melhor que o Ricardo...
- Some daqui, Clayton...
- Chata do caralho...
Ele se enxugou na minha frente, sem o menor pudor. Depois entrou no banheiro, pegando a sunga laranja fluorescente, e a camisa. Se vestiu bem devagar, me provocando e veio me abraçar pra se despedir, mas eu botei a minha mão na frente, e não deixei, pois ele ainda estava com a barraca armada.
- Você já me tocou demais por hoje. Adeus...
- Poxa, Ju... Foi brincadeira...
Não falei nada. Somente dei as costas pra ele, indo direto pro meu quarto. Ainda ouvi, quando ele saiu resmungando, pois na cabeça dele, ele achava que ia se dar bem comigo.
Cheguei no quarto e fui tomar banho finalmente pra tirar o suor.
Fiquei pensando em tudo que aconteceu, ligando os pontos. Embora o Clayton seja um babaca, a informação que ele me deu foi valiosa.
Saí pelada do banho e me deitei na cama. Fechei os olhos e fiquei pensando em como aqueles dois eram pilantras. Traíras...
Foi me dando um sono e acabei tirando um cochilo.
Foi quando senti um toque na minha coxa, fazendo as minhas pernas se abrirem.
Senti outro toque, agora mais suave. Era um toque macio na minha coxa, um pouco úmido, e estava indo direto pra minha xoxota.
- Hummmmmmm
Uma língua deliciosa estava invadindo a minha intimidade, chupando e lambendo meu clitóris. Ultimamente tenho tido muitos sonhos assim... Que sensação gostosa...
- Aaaaah, Claytooonnn. Seu safado. O que você está fazendo?
- Você deixou a porta aberta e eu vi você peladinha na cama. Estava suspirando e gemendo, com a mão no peito, apertando o biquinho.
- Me dá essa piroca... Mete gostoso em mim, mete...
- Sabia que você me queria. Nenhuma mulher resiste ao Clayton...
- Cala essa boca e mete logo...
Senti o peso do corpo dele sobre o meu, e eu já estava muito molhada. Eu precisava daquele pau dentro de mim.
- Anda, Clayton. Mete logo...
Senti ele posicionando o pau na entrada da minha xoxota, e o safado empurrou tudo de uma só vez, penetrando todo aquele pau em mim.
- Aaaaaaaiiiii, devagar... Assim eu não aguento...
- Sempre tive vontade de comer essa buceta, e hoje ainda vou comer o seu cu, safada...
- Não... meu cuzinho, não...
- Seu cuzinho, sim! Vou arregaçar esse seu cu e fazer você gozar bem gostoso...
- Só se Prometer que vai comer com carinho? Eu nunca dei.
- Eu não sou seu namorado, vadia. Eu sou comedor, e vou meter nesse cu do jeito que eu quiser...
- Aaainnnn, safado...
- Fica de quatro, que vai ser agora...
- Me faz gozar antes... Eu tô precisando... Fode a minha xoxota mais um pouco e eu te dou o meu cuzinho do jeito que você quiser...
Ele então meteu mais rápido em mim, e eu comecei a gemer.
Em poucos segundos os gemidos viraram gritos, e logo eu estava gozando...
Foi quando eu acordei...
- O que está acontecendo comigo? Não acredito que eu gozei pensando naquele escroto...
Porra, Ricardo... Você fodeu a minha vida, seu idiota. Olha o que eu estou fazendo...
Eu tenho que resolver logo isso. Chega de férias! Eu vou saber direitinho o que aconteceu...
Continua...
