Fudendo na Piscina e um Estranho Viu Tudo

Um conto erótico de Luna
Categoria: Heterossexual
Contém 1225 palavras
Data: 05/06/2026 06:08:15
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

A água da piscina refletia as luzes amareladas do hotel fazenda, balançando devagar com o vento leve da madrugada. Meu coração batia tão forte que eu quase conseguia ouvir por cima do som dos grilos.

Tudo começou no quarto, como sempre.

— Porra, Luna, você tá gostosa pra caralho hoje — Alê falou com aquele sorrisinho safado dele, sentado na cama só de bermuda, segurando a taça de vinho. Ele era baixinho, mas tinha aquele corpo atlético e moreno que eu adorava.

Eu ri, já meio alta, vestindo só um shortinho de algodão e uma regata fina.

— Para de me olhar assim, Alê. Tá me deixando molhada só com os olhos.

Ele puxou minha perna, me fazendo cair sentada no colo dele.

— Então senta aqui e me mostra o quanto tá molhada, vai...

A gente se pegou ali mesmo. Beijo molhado, língua, mão dele apertando meus seios pesados por cima da regata, beliscando o bico já duro. Eu já estava gemendo baixinho quando parei o beijo, ofegante.

— Alê… eu quero fazer uma coisa hoje.

— Fala, safada.

Olhei bem nos olhos dele.

— Quero foder na piscina. Agora. Lá fora.

Ele levantou uma sobrancelha, surpreso, mas o sorriso safado cresceu.

— Na piscina do hotel? Tá louca, porra? Qualquer um pode aparecer.

— Eu sei… — mordi o lábio, sentindo a adrenalina já subindo. — É exatamente por isso. Nunca fiz sexo num lugar aberto assim. Quero arriscar.

Alê ficou quieto por uns dois segundos, depois soltou uma risadinha baixa.

— Caralho… você tá falando sério. Tá bom então. Vamos.

A gente conferiu duas vezes: era quase duas da manhã, o hotel estava silencioso. Pegamos duas toalhas e fomos descalços, rindo baixinho como dois adolescentes.

A água morna da piscina balançava contra meu corpo enquanto Alê me prensava contra a borda. Meu shortinho e a regata já estavam jogados na espreguiçadeira. Só de calcinha, eu sentia o pau dele roçando em mim.

— Ta molhadinha, filha da puta! Aperta meus dedos com a bucetinha, vai!

Eu gemi e comecei a piscar a buceta nos dedos dele, apertando e soltando, provocando.

— Assim, amor? — perguntei safada.

Ele meteu os dedos mais fundo, gemendo baixo. Logo tirei a calcinha dele e comecei a bater uma punheta lenta no pau grosso.

— Quero você dentro de mim, Alê. Aqui na piscina.

Ele me virou de costas, segurou meus quadris e me penetrou devagar, me enchendo toda. Começou a meter num ritmo gostoso, a água batendo contra nossos corpos.

Foi então que eu vi.

Do outro lado da piscina, nas sombras, um homem alto e magro nos observava. Uns 50 anos, camisa aberta. Ele tinha o pau pra fora e batia uma punheta lenta, concentrado em nós. Ele ainda não tinha percebido que nós o vimos.

Meu tesão explodiu.

— Alê… — sussurrei, gemendo enquanto ele metia. — Tem um cara ali se masturbando pra gente.

Alê olhou discretamente e sorriu.

— Caralho… quer que eu pare?

— Não… — respondi, rebolando no pau dele. — Quer que eu fale pra ele que a gente já viu?

Alê soltou uma risadinha excitada e meteu mais fundo.

— Fala, vai. Mostra pra ele que a gente tá gostando.

Eu olhei direto para o homem e falei alto, com a voz rouca de tesão:

— Ei, você aí… você mesmo batendo punheta!

Dei uma risada baixa. O homem tomou um susto, parou o movimento por um segundo, claramente desconcertado.

— Tá gostando, safado? Tá de pau duro olhando pra gente?

Ele hesitou, mas respondeu com a voz rouca:

— Tô…

Eu sorri, mordendo o lábio.

— Então chega mais perto pra gente ver se tá duro mesmo.

O homem se aproximou devagar, saindo das sombras. Quando chegou a uns três metros, meu queixo quase caiu. O pau dele era enorme, bem maior que o do Alê, veioso e com a cabeça inchada.

— Caralho, Alê… olha o tamanho dessa rola — falei, chocada e excitada. — Esse pau é monstruoso, porra.

Alê riu e começou a socar com mais pressão, fazendo meus seios pesados balançarem pra caralho dentro da água.

— Tá gostando de ver uma rola grande, Luna? — perguntou, metendo forte.

— Tô… mas essa buceta aqui é sua, amor. Mete mais forte. Mostra pra ele como você me arromba.

O homem agora estava bem perto, batendo punheta rápido, o pau enorme latejando na mão. Ele olhava fixamente para meus peitos balançando e para o ponto onde o pau do Alê entrava e saía de mim.

Eu continuei provocando, gemendo alto:

— Tá vendo como meu marido me fode, safado? Olha como ele soca gostoso… Aaaah, caralho! Tá gostando dessa buceta gordinha levando pau?

— Tô… porra, vocês são loucos… — o homem respondeu, a voz carregada de tesão, acelerando a mão.

Alê agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça pra trás, metendo mais bruto.

— Fala pra ele, Luna. Fala o que você é.

— Eu sou uma puta safada que adora ser vista sendo fodida — respondi gemendo alto. — Olha bem, seu pervertido… olha como eu rebolo no pau dele!

O homem estava desesperado, punhetando rápido, o pau enorme brilhando.

Eu sentia o orgasmo subindo forte. Meu corpo inteiro tremia.

— Ai… ai… eu vou gozar! Vou gozar, caralho! — gritei, sem me importar com mais nada.

Minha buceta apertou forte no pau do Alê. Gozei violentamente, gemendo alto, o corpo convulsionando. Alê não aguentou: deu mais algumas socadas fundas e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta enquanto o estranho assistia tudo, punhetando como louco.

Ficamos ali, ofegantes, meu corpo mole contra a borda da piscina, o sêmen do Alê escorrendo de mim para a água.

O homem gozou também, segundos depois, gemendo baixo e jorrando no chão.

Alê me deu um beijo no pescoço e sussurrou no meu ouvido:

— Delícia de mulher.

Eu sorri, ainda sentindo o coração disparado de adrenalina.

— Quero fazer isso de novo amanhã…

O estranho, ainda com o pau na mão, olhou para nós empolgado e perguntou:

— Amanhã tem de novo?

Alê riu, ainda dentro de mim, e respondeu sem hesitar:

— Tem sim, irmão. Pode vir pra cá assistir de novo. Só não chega muito perto não, que a safada aqui é minha.

O homem sorriu, claramente animado, e assentiu antes de se afastar nas sombras.

Voltamos para o quarto enrolados nas toalhas, rindo baixinho. Assim que fechamos a porta, Alê me prensou contra a parede e me beijou.

— Caralho, amor… como você é safada. Gostou que o velho tava olhando?

— Aham, gostei — respondi, ainda sentindo o sêmen dele escorrendo pela minha perna. — E você? Ficou com ciúme ou ficou mais tarado vendo ele batendo aquela rola enorme pra mim?

— Fiquei com tesão do caralho. Principalmente quando você provocou ele. Você rebolou mais gostoso quando ele chegou perto, né sua safada?

Eu ri e mordi o lábio.

— Rebolei mesmo. Depois que vi aquele pirocão de perto, rebolei mais ainda. Nunca vi uma rola daquela. Você viu como ele tava latejando?

— Vi. Ele tava doido pra botar em você. Se ele pedisse, você ia deixar? Confessa, piranha.

— Ai, não sei, amor… mas confesso que fiquei com tesão — respondi rindo. — Mas, me fala... se eu quisesse, você ia deixar?

Alê deu uma risada e apertou minha bunda.

— Só de você falar isso já ta fazendo meu pau ficar duro de novo... mas também não sei se teria coragem de dividir você não.

— Safado… — falei, puxando ele para a cama. — Amanhã eu vou ser ainda mais puta, e ele vai gozar rapidinho — e dei uma risadinha.

— Assim que eu gosto, minha putinha!

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