Capítulo 1: A Primeira Armadilha
Cláudia terminou a corrida matinal com o corpo ainda quente, o suor escorrendo pelas coxas torneadas e grudando a legging preta na pele. Aos 52 anos, ela sabia que chamava atenção: os vizinhos disfarçavam olhares quando passava pela rua arborizada da zona sul de Ribeirão Preto e ela adorava isso. Parou na garagem, respirando fundo, sentindo os seios siliconados subirem e descerem sob a regata cavada. Entrou em casa, foi direto para o banheiro e trancou a porta.
Diante do espelho grande, tirou a roupa devagar. Primeiro a regata, deixando os seios livres, firmes e altos como se tivessem 30 anos. Depois a legging, revelando a barriga chapada e a buceta depilada, lisinha, já úmida só de pensar no dia que viria. Pegou o celular, ajustou a luz natural da janela e começou a sessão de selfies. Uma de frente, mão cobrindo os mamilos de brincadeira. Outra de costas, empinando a bunda redonda e chamativa. Por último, deitada na bancada, pernas abertas, dedos abrindo os lábios para mostrar o interior rosado. Clicou várias vezes, gemendo baixinho de prazer ao ver o resultado na tela. “Que delícia de buceta... ainda tão apertadinha”, murmurou para si mesma, admirando-se como sempre fazia. Salvou tudo na pasta secreta, junto com dezenas de outras fotos: rostos sujos de porra, cus piscando após gozadas, seios melados. Sua coleção particular. Seu vício.
Horas depois ouviu a campainha. Fernanda, sua filha mais nova e Luiz seu cunhado haviam chegado para o almoço de domingo. Cláudia vestiu um vestido leve, decotado na frente e curto o suficiente para mostrar as pernas bronzeadas, e desceu sorrindo como a mae exemplar e sogra perfeita.
O almoço transcorreu normal: Rubens, seu marido falando de trabalho, Gabriel e Antonela, seus filhos mais velhos contando novidades, Fernanda rindo alto com Luiz. Cláudia observava tudo com olhos discretos. Luiz, o mais jovem, 21 anos, corpo de academia, sorriso fácil. André, o genro casado com Antonela, sério mas forte. E Lídia, namorada de Gabriel, com aquele corpinho jovem que Cláudia já havia imaginado entre suas pernas. Mas hoje o alvo era Luiz.
Após a sobremesa, Fernanda subiu para trocar de roupa, ia encontrar amigas em meia hora em um shopping da cidade. Cláudia viu a oportunidade.
“Luiz, querido, vem aqui na sala um minutinho? Meu celular está travando de novo. Você que entende dessas coisas...” Ele seguiu, inocente. Sentaram no sofá. Cláudia entregou o aparelho, já com a tela desbloqueada. “Tenta ver se abre a galeria de fotos, às vezes trava aí.” Luiz tocou na tela. A galeria abriu direto na pasta “errada”, a secreta, que Cláudia havia deixado “acidentalmente” visível. A primeira foto: ela nua no banheiro, pernas abertas, buceta exposta, sorriso safado. A segunda: close do rosto dela coberto de porra branca e grossa, escorrendo pelo queixo, lambendo os lábios. A terceira: bunda empinada, cu piscando, dedos segurando as nádegas.
Luiz congelou. O rosto vermelho, a respiração acelerada. A ereção visível na calça jeans. Cláudia não fingiu surpresa. Inclinou-se para perto, o perfume caro misturado ao cheiro sutil de suor invadindo o nariz dele. “Viu, né? Essas fotos... não são antigas. Foram tiradas anteontem. Depois que o Pedro, o filho do vizinho, me comeu no quintal.” Ela falou baixo, voz rouca, quase um ronronar. Luiz não conseguia desviar os olhos da tela. “Quer que eu conte como foi? Enquanto você olha...”
Ele engoliu em seco, assentiu devagar. Cláudia sorriu, vitoriosa. Colocou a mão na coxa dele, apertando levemente, sentindo o músculo tenso.
“Eu já tinha notado o Pedro me olhando há semanas. Aquele menino de 18 anos, filho do vizinho, sempre com olhos famintos quando eu passava correndo ou tomava sol no quintal. Eu via a cortina da janela dele mexer, e aquilo me deixava louca. Eu queria dar pra ele faz tempo — um garoto tão novo, tão cheio de tesão acumulado… eu precisava provar.”
Ela pausou, vendo a ereção de Luiz pulsar na calça.
“Anteontem de manhã eu resolvi agir. Fui até a casa dele, toquei a campainha. Ele atendeu de camiseta e bermuda, cara vermelha só de me ver ali na porta. Perguntei pelos pais dele. Ele disse que estava sozinho em casa, os pais tinham saído pro trabalho. Foi o sinal que eu precisava.”
Cláudia se inclinou mais perto, voz baixa e rouca, como se estivesse contando um segredo sujo.
“Eu entrei sem pedir. Peguei ele pelo colarinho da camiseta e empurrei pra dentro dos muros da garagem, fechei o portão com o pé. Ele nem teve tempo de reagir. Eu me joguei de joelhos no chão frio, puxei a bermuda dele pra baixo junto com a cueca. O pau dele pulou duro na minha cara, já babando pré-gozo. Eu ri: ‘Calma, menino… a vizinha tarada veio resolver seu problema.’”
Luiz respirava pesado agora, mão instintivamente indo para o volume na calça.
“Eu chupei devagar no começo, lambendo a cabeça, sentindo o gosto salgado e jovem dele. Ele tremia todo, mãos nos meus cabelos, gemendo: ‘Dona Cláudia… isso é loucura…’ Eu ri com o pau na boca: ‘Cala a boca e goza na minha cara quando eu mandar.’ Enfiei tudo, babando, olhando pra cima com cara de puta safada. Ele gemia alto, empurrando sem querer. Eu deixei, controlando o ritmo, apertando as bolas dele com a mão.”
Ela lambeu os lábios, relembrando.
“Depois eu me levantei, virei de costas, tirei o short e a calcinha fiquei de quatro e empinei a bunda. ‘Enfia na buceta da vizinha, Pedrinho. Me fode como você sonha toda noite.’ Ele obedeceu na hora, meteu devagar primeiro, sentindo eu apertar em volta dele. Depois acelerou, batendo fundo, mãos na minha cintura. Eu gemia baixo: ‘Mais forte, menino’ Ele puxou meu cabelo, meteu mais fundo, as bolas batendo na minha bunda. Dava pra sentir o pau dele batendo no meu útero do jeito que eu gosto, estocadas firmes e fortes, o pau dele entrando e saindo quase inteiro da minha buceta gulosa. Gozei gostoso no pau dele, mas queria leitinho na minha cara de vagabunda. Virei de frente, ajoelhei de novo. ‘Agora goza na minha cara. Quero ficar com cara de atriz pornô.’”
Cláudia pausou, olhos brilhando, vendo o tesão explodindo na calça de Luiz.
“Ele gozou forte, jatos grossos no meu rosto, na boca, escorrendo pros seios. Eu lambi tudo, sorrindo pra ele. Depois peguei o celular e tirei essas fotos. Pra minha coleção. Pra lembrar como sou desejada, como sou gosta e puta… e como o Pedrinho goza bem mais que o pai dele.”
Luiz ficou em silêncio, olhos vidrados, a respiração acelerada. Cláudia sorriu ainda mais, sabendo o impacto da última frase. Passou a língua nos lábios, olhando direto nos olhos dele.
“E agora você viu tudo, Luiz. Viu como sua sogrinha é puta e adora levar rola. Viu como eu adoro ser observada... e desejada. O que você acha de me foder gostoso?”
Luiz não respondeu com palavras. Apenas respirou fundo, o pau duro roçando na mão dela, que apertava devagar.
Cláudia ouviu passos leves no andar de cima. Fernanda terminando de se arrumar. O tempo estava acabando, mas ela queria deixar uma marca indelével.
Sem dizer nada, Cláudia se levantou devagar do sofá. Olhou para a porta da sala, fechada, mas não trancada. Com um movimento lento e deliberado, enfiou as mãos sob o vestido. Deslizou a calcinha preta de renda pelas coxas, sentindo o tecido úmido roçar na pele. A calcinha estava encharcada, o cheiro de excitação dela forte e doce. Ela a puxou até os tornozelos, saiu dela com um passo elegante e se abaixou para pegá-la.
Estendeu a mão para Luiz. A calcinha pendia dos dedos dela como um troféu.
“Toma. Um presentinho pra você levar. Pra lembrar do cheiro da sogrinha puta enquanto pensa no que vem depois.”
Luiz estendeu a mão trêmula. Os dedos dele tocaram os dela ao pegar a peça. A renda ainda quente, molhada, com o aroma íntimo dela impregnado. Ele fechou a mão em volta, sentindo o tecido úmido contra a palma, e guardou no bolso da calça como se fosse algo proibido e sagrado ao mesmo tempo.
Cláudia se inclinou, roçou os lábios na orelha dele.
“Guarda isso bem guardadinho. E quando a Fernanda sair... vem provar o que tem por baixo da calcinha... Mas cuidado: eu adoro ser vista...”
Ela se afastou, ajeitou o vestido, agora sem nada por baixo, o tecido leve roçando diretamente na buceta molhada e saiu da sala com um sorriso calmo, como se nada tivesse acontecido e o celular na mão.
Luiz ficou ali, sentado, a mão no bolso apertando a calcinha, o coração disparado, o pau latejando. No corredor, ouviu Fernanda descendo as escadas.
Cláudia foi para a cozinha, começou a lavar a louça como a dona de casa perfeita, mas por dentro sorria. O anzol estava fincado. Agora era só puxar.
