O final de semana chegou e com ele veio o Ricardo. Mal ele entrou em casa, já veio todo ansioso, os olhos brilhando.
— E aí, patroa? Conta tudo! Como foi ter ele na nossa cama? Como é o tamanho mesmo? Ele goza muito?
Eu sentei com ele, contei cada detalhe, descrevi o pau, a força, a quantidade de porra, e eu vi ele ficando cada vez mais excitado, a mão dele indo até a calça discretamente, o rosto ficando vermelho. Ele estava duro que nem pedra só de imaginar.
Nós transamos muito nesse final de semana, com uma vontade que há tempos não tínhamos. Foi gostoso, intenso, ele me comia imaginando o Juninho, eu sentia saudade do tamanho dele, mas aliviava a pressão com o meu marido.
A semana passou voando, e nós já tínhamos tudo planejado. Seria na sexta-feira. Liguei pro Juninho:
— Amor, essa sexta é pra valer. Eu e o Ricardo queremos você. Vai ser noite inteira, pode ser?
Ele riu do outro lado da linha, todo convencido:
— Pode sim, tia. Aqui em casa é tranquilo, eu sou largado mesmo, posso dormir fora quanto tempo eu quiser. Pode deixar que eu apareço pra comer as duas coisas.
Marcamos de nos encontrar em um barzinho simpático, pra gente se ambientar, beber, comer algo, antes da "reunião" principal.
Chegamos lá primeiro, eu e Ricardo, nervosos e ansiosos. Uns 20 minutos depois, ele chegou.
O Juninho.
Nossa, como ele estava bonito! Diferente do shortinho de sempre, ele estava arrumadão. Calça jeans escura que apertava bastante a virilha, camisa "social" preta mangas curtas mostrando os braços fortes, cabelo penteado, cheiroso que só vendo. Ele entrou no bar com aquela postura de quem não deve nada a ninguém.
Ele nos viu, sorriu, e veio caminhando até a mesa. Atrasou um pouco, mas chegou chegando.
— Boa noite, pessoal! — disse ele, com aquela voz grossa.
— Juninho, esse é o Ricardo, meu marido — apresentei, toda sorridente.
Os dois se olharam. O Ricardo era branquinho, de óculos, educado. O Juninho era moreno, definido, cara de quem come e come muito.
Eles se apertaram as mãos. Um aperto firme, o Juninho segurou a mão do Ricardo por uns segundos, olhando firme nos olhos dele, como quem diz: "Hoje eu sou o cara".
Depois, ele virou pra mim. E sem nenhum pudor, sem ligar para o marido do lado, ele me puxou pela cintura e colou a boca na minha.
Foi um beijo demorado. Molhado. De uns 5 segundos bons, língua entrando, mexendo comigo. Eu fiquei sem reação no começo, mas o corpo respondeu na hora, senti um calor danado, a buceta enchendo de tesão na hora.
Quando nos separamos, eu olhei pro Ricardo. Ele estava vermelho, vermelho que nem pimentão, olhando pra gente, mordendo o lábio inferior. Eu conheço ele bem: quando ele fica assim, é porque está explodindo de tesão, morrendo de vontade de ver tudo.
— Senta aí, novinho — falei, tentando disfarçar o coração batendo forte.
Nós bebemos, comemos, o clima foi esquentando. A bebida fez efeito no Juninho, que ficou ainda mais safado, ainda mais ousado. A mão dele não sossegava: ficava o tempo todo na minha coxa, subindo, apertando, passando por cima da saia, me provocando. Ele beijava meu pescoço, sussurrava coisas no meu ouvido, e parecia que na mesa só existia nós dois. O Ricardo ficava ali, assistindo, todo excitado, se mexendo na cadeira.
— Vamos embora? — Juninho perguntou. — A comida foi boa, mas eu tô com fome de outra coisa.
Fomos.
No carro, o Ricardo foi dirigindo, todo certinho no volante. Eu e o Juninho fomos pra traseira. Mal o carro andou, já estávamos nos agarrando. Beijos, mãos por todo lado, ele apertava meus seios, eu sentia o pau dele já duro e grande do lado de dentro da calça jeans.
— Tira isso, amor... quero sentir você... — ele sussurrou.
Eu não pensei duas vezes. Abri o zíper da saia, puxei a calcinha para baixo e joguei no chão do carro. Me ajeitei, subi em cima dele, sentando no colo dele, de frente, roçando minha buceta melada na calça dele.
— ISSO... MONTAAAA... — ele gritou baixinho.
Ele abriu o botão e o zíper, puxou a calça e a cueca pra baixo, e aquela rola imensa saltou pra fora, batendo na minha barriga. Eu encaixei, segurei firme, e desci devagar.
GLUP!
— AAAAAHHHH... — gememos juntos.
Eu comecei a cavalgar. E que cavalgada! Eu rebolava, subia e descia, sentindo ele me encher todinha, batendo no fundo. O carro andava, mas ali dentro era nosso mundo.
E o Juninho ficou mais agressivo do que nunca! Ele segurou minha bunda com as duas mãos grandes, apertou com força, e começou a dar TAPA!
ESTALOU! ESTALOU! ESTALOU!
Cada tapa era forte, seco, doía mas dava um prazer insano! Ele batia muito, deixava a marca da mão dele na minha carne branca, me fazendo gritar a cada estocada.
— TOMA! TOMA NO COLINHO DO NOVINHO! — ele falava, me socando pra cima enquanto eu descia. — QUE BUNDINHA GOSTOSA! É MINHA! É NOSSA!
Eu olhava pra frente, pelo retrovisor. E a cena era incrível!
O Ricardo estava dirigindo, mas a mão dele estava dentro da calça dele! Ele batia uma sem parar! Ele olhava pelo espelho retrovisor, me olhava montada, olhava o pau do Juninho entrando e saindo de mim, e se masturbava desesperadamente, a cara de puro tesão e submissão. De vez em quando ele virava o rosto pra trás, só pra ver melhor, e gemia:
— Gostoso... muito gostoso... come ela bem, novinho...
Eu gozei muito ali no banco de trás, sentindo os tapas, sentindo o pau gigante me destruindo, enquanto o meu marido se batia pra nos ver.
Quando chegamos em casa, mal entramos pela porta, já caímos na sala mesmo, no sofá grande. Não deu tempo de ir pro quarto, a fome era maior.
Mal nos acomodamos, o Ricardo, que estava doido pra participar, se jogou de boca no pau do Juninho.
— DEIXA EU CHOPEAR DEIXA EU LAMBER ESSE PAU! — ele gritava, todo ansioso.
Ele agarrou aquela rola toda com as duas mãos, e começou a chupar com uma vontade! Ele lambia a cabeça, sugava, fazia GLUP GLUP, olhando pro Juninho com admiração e medo. O Juninho ficou de pé, segurou a cabeça do meu marido, e começou a enfiar fundo na goela dele.
— ISSO... BOCA DE BONECA... ENGOLI O PAU DO PATRÃO... — Juninho gritava.
Eu estava ali, nua, ofegante, vendo meu marido sendo usado, e sentindo falta do pau dentro de mim.
— Chega, Ricardo... deixa ele me comer de novo... — pedi, me jogando de quatro no sofá.
Juninho saiu da boca do Ricardo, veio por trás de mim, e PLOC! Enfiou de novo na minha buceta, começando a meter com força total. PLAM! PLAM! PLAM!
Mas ele tinha outro plano.
Enquanto ele me comia, socando fundo, a mão livre dele desceu, passou pelo meu lado, e foi direto no cuzinho do Ricardo, que estava de quatro também do meu lado, me beijando enquanto o Juninho me comia.
— E você, puto? Quer sentir também? — Juninho falou.
Ele começou a massagear, a apertar, a dedar o cuzinho do meu marido por cima da roupa, depois por baixo. O Ricardo ficou louco! Ele rebolava, gemia, se apoiava no encosto do sofá, todo mole.
— Gosta? Gosta que eu toco no seu rabo enquanto eu como a tua mulher?
— GOS-TO! SIIM! — Ricardo gritava, fora de si.
— ENTÃO VAI TER O SEU!
Juninho tirou o pau de dentro de mim, todo melado, todo brilhante. Ele apontou pro Ricardo, que já estava de quatro, todo ansioso, oferecendo o rabinho.
— Abre bem, boneca... que aqui vem o canhão...
PLOC!!!
Ele enfiou tudo de uma vez só no Ricardo!
— AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH MEU DEUS DO CÉU!!!!!!!
Meu marido gritou que nem um desesperado! Ele agarrou as almofadas do sofá, mordeu o tecido, os olhos encheram de água!
— É GRANDE! É MUITO GRANDE! ARROMBA DEMAIS! — ele gritava, rebolando pra trás, tentando se ajustar aquele pau gigante que invadia ele todo.
— AGUENTA, PUTINHO! AGUENTA O PAU DO NOVINHO! — Juninho falava, começando a meter forte pra caralho. ENCAIXOU! ENCAIXOU!
O Ricardo gemia muito, gritava, mordia o sofá, as pernas dele batiam no chão, ele estava perdido no prazer e na dor gostosa de ser esticado por aquele monstro. Ele rebolava, pedia mais, pedia pra meter mais forte.
— ISSO! COM MEU MARIDO! USA ELE! — eu gritava, do lado, me tocando, vendo a cena mais linda do mundo.
Juninho mexia com os dois! Ele comia o Ricardo com uma violência gostosa, enquanto me puxava pra beijar, enquanto me apertava. Ele gozou muito dentro do Ricardo, enchendo o rabo dele de porra, fazendo ele tremer todo e gritar "É NOSSO! É TODO NOSSO!".
Depois ele veio pra mim de novo, e nos amamos até o amanhecer, na sala, no chão, depois fomos pro quarto, ele nos usando como bem quis, nós dois servindo aquele menino da comunidade que tinha virado o dono das nossas vidas.
Quando nos deitamos, a cama era grande, mas nós queríamos estar apertadinhos. O Ricardo, todo carente e com cara de pidão, virou pro Juninho e pediu com a voz toda manhosa:
— Juninho... passa o final de semana com a gente? Por favor... fica aqui... fode a gente o final de semana todo? Não vai embora não...
O Juninho olhou pra nós dois, abriu aquele sorriso safado, lindo, e puxou nós dois pra perto dele.
— É claro que eu fico, minha boneca... — disse ele, passando o braço forte ao redor de nós. — Claro que fico. Vou comer vocês o dia todo, amanhecer e anoitecer. Agora deita aí que nós vamos dormir juntinhos.
E foi assim que nos ajeitamos.
Eu fiquei no meio. De frente pro Ricardo, olhando pra cara da minha boneca, sentindo o carinho dele. E atrás de mim, o meu novinho se encaixou todinho, colado no meu corpo.
Ele ficou com o pau dele encostadinho, quentinho e durinho encaixado exatamente no meio da minha bunda, como se fosse um encaixe perfeito.
Éramos um sanduíche daqueles de dar água na boca. Eu no meio, recebendo carinho dos dois lados, sentindo o calor do corpo do Juninho me esquentando por trás, e o amor do Ricardo na minha frente.
O melhor de todos os mundos. Ali, naquela cama, éramos um só corpo, uma só vontade, um só prazer.
Fechamos os olhos, dormimos abraçados, com a certeza de que amanhã, assim que o sol raiasse, a bagunça ia começar tudo de novo.
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