Irmãs safadinhas – 11 – O marido opressor se vai e mamãe se junta aos filhos no pecado - Final

Um conto erótico de Filho Oprimido
Categoria: Heterossexual
Contém 6974 palavras
Data: 01/06/2026 08:55:43

Ao sair para o trabalho na manhã de segunda-feira, depois de tomar café da manhã comigo e minhas irmãs, fui até a porta me despedir de mamãe dando um beijinho em seus lábios a deixando feliz, mas ela tinha um aviso para mim.

– Fiquei menstruada. Justo agora que estou adorando o sexo, se lamentou.

– Eu te disse que não me importo se estiver bem para você. Podemos fazer no banho, ou podemos ir para o plano B, falei sorrindo e dando um aperto em seu bumbum.

Ela não se intimidou.

– Cinco dias sem esse pau não vou aguentar. De um jeito ou de outro vamos fazer. Só preciso não estar me sentindo mal.

– Para mim, a qualquer hora mãe, só que desta vez você tem que tomar a iniciativa, pois não vou saber quando você estará bem e tarada ao mesmo tempo.

– Combinado. Tarada agora estou o tempo todo. Sempre que lembro fico melada, me provocou.

– Melhor você ir mãe, ou vai perder as primeiras reuniões com clientes nessa nova formula de trabalhar lá no escritório.

Ela sorriu feliz, me deu um selinho e foi para seu carro e esperei até que se fosse. De volta a mesa com minhas irmãs, logo partimos para nossas aulas.

Aquela tarde foi a primeira vez que fiz amor com minhas irmãs, após mamãe ter almoçado conosco e estar no escritório trabalhando. Eu e elas estávamos empolgados e excitados por podermos fazer amor com mamãe permitindo.

Mamãe se aguentou 3 dias nos ouvindo lá de baixo tarde após tarde. No quarto dia no almoço, ela já avisou que aquela tarde eu era dela.

– Lucas, assim que terminar suas tarefas, preciso de você, então me avisa.

Minhas irmãs sorriram felizes por minha mãe estar tão liberta em seus desejos e sabiam que se eu ficasse a tarde com ela, a noite faria amor com as duas em nossos quartos.

Apressado fiz as tarefas e quando terminei fui ansioso para o seu escritório. Dela e de meu pai. Quando entrei, ela nem sorriu porque parecia transtornada de tesão.

– Estou sangrando muito ainda. Nunca menstruei tanto. Certeza que foi porque você me abriu toda esses dias com seu pauzão. O problema é que não estou me aguentando mais, então temos que ir para o plano B. Você tem algo para ajudar?

Engoli em seco, pois o que mamãe disse não cabia hesitação minha e evidentemente eu não iria hesitar com uma oferta daquelas.

– Tenho sim, lá no meu quarto. Usei com minhas irmãs.

– Você já fez isso com elas?

– Já. Uma vez só ainda e foi no domingo quando vocês foram para a igreja.

Ela me olhou incrédula.

– Vocês são mesmo safadinhos, mas acho que não posso reclamar, pois puxaram a mim. Não tirei essa roupa do trabalho, pois sabia que iria tomar um banho antes, por segurança. Vou tomar um banho pois aí demora um pouco para sangrar e vou para seu quarto.

– Está bem. Vou te esperar e tenho um presente para você. Quando fiz isso com minhas irmãs elas usavam o presente que dei.

Mamãe ficou curiosa e excitada.

– Presente?

– Sim, você veste lá. E já fique avisada que na próxima vez que fizemos amor vai ser em sua cama.

– Isso não será abusar demais filho?

– Abusar é fazer sexo de todas as formas com a mulher dele. O lugar pouco importa, mas acho que é o último poder dele que vai cair nessa cama, não tendo a cama de casal só dele.

– Está bem, o duro vai ser ficar me lembrando a noite que fizemos amor lá. Estou indo tomar banho, pois agora estou querendo ainda mais para saber qual é esse presente.

Mamãe saiu antes do que eu e foi para sua suíte no térreo e eu para meu quarto no andar de cima, ao lado do quarto de minhas irmãs. Depois de uns 10 minutos ela chegou, entrou e trancou a porta, parecendo empolgada e excitada. Ela vestia suas roupas nada provocantes de ficar em casa, com calça e blusa largas.

Fui até a mochila, onde peguei seu pacote e onde tinha voltado a esconder as lingeries de minhas irmãs para que ninguém achasse e com os olhos me acompanhando viu seu pacote pequeno e brilhante.

– Vista isso. Vou ficar o tempo todo de olhos fechados pois sei que vou ficar chocado quando te vir com tudo que tem aqui dentro. Acho que você nunca vestiu nada igual e vai sentir o poder desse corpinho preto lindo e perfeito que só o idiota de meu pai não valoriza.

Com um sorriso enorme, mamãe começou a abrir o pacote enquanto eu fui para a cama só de boxer como estava quando ela chegou e deitei fechando os olhos. Percebi sua admiração por seus suspiros e depois conforme parecia ir vestindo cada peça, dava gemidinhos de tesão me deixando com uma curiosidade incontrolável.

– Pronto filho. Pode abrir os olhos, falou após uns 5 minutos.

Quando abri o choque foi tão imenso ou mais do que quando olhei minhas irmãs com suas lingeries, afinal mamãe tinha 20 anos a mais do que Sara e mesmo assim parecia uma adolescente com seu corpo perfeito e sinuoso com aquela lingerie de rendas rosa.

Mamãe poderia ser modelo e venderia muita lingerie com a perfeição de seu corpo, suas curvas e aquele contraste divino entre o preto ébano de sua pele e o rosa da lingerie, mais a meia 7/8 branca com detalhes em renda.

– Meu deus mãe, você está mais linda e gostosa do que todas as mulheres que vi em publicidade de lingerie. Você já vestiu algo assim antes?

– Obrigado filho. Pelo elogio e por me fazer me sentir tão bonita. Claro que não. Se seu pai me visse com uma lingerie assim, me chamaria dos piores nomes.

Eu tinha um espelho de corpo inteiro em meu guarda-roupa, só porque quando foi colocado no quarto de minhas irmãs, aproveitou-se colocar no meu. Eu pouco usava, mas naquele momento me lembrei dele.

Levantei-me fui até a porta do guarda-roupa a abrindo deixando o espelho visível. Sob o olhar de mamãe fui até ela e a puxando pela mão a levei até diante de seu reflexo e fiquei por trás dela olhando para sua imagem por cima de seu ombro.

– Me diga se não tenho razão mãe. Você é a mãe mais linda e gostosa que existe. Mais, na sua idade não tem mulher mais linda e mesmo entre as mais novas, poucas são como você.

– Ahhhhmmm filho, você me deixa inibida com tantos elogios.

– Responde mãe.

– Sim, estou me sentindo maravilhosa, linda e sensual como jamais me senti. Só você para me fazer sentir assim.

– Só eu para fazer você se ver assim, pois você sempre foi tudo isso. Esse corpinho é meu, mas nós vamos o expor mais sem ser muito ousada, para que você se sinta assim sempre, falei colocando minhas mãos em sua cintura por cima do sutiã tipo corselete e começando a correr por seu corpo nos vendo pelo espelho.

– Ahhhuuuuu, é tão excitante me ver assim e ter você me acariciando.

– Quero muito estrear seu bumbum que ficou ainda mais divino nessa calcinha, mas quero aproveitar e admirar muito você assim sensual, falei levando as mãos por cima de seu sutiã corselete meia taça sentindo o tecido e a firmeza de seus cones.

Por alguns minutos ficamos calados só nos observando, olhando mamãe em seu esplendor com aquela lingerie que valorizava seu corpo escultural, suas curvas estonteantes e sua cor preta maravilhosa. Minha mão espalmava sua bucetinha por cima da renda e as vezes meu dedo se afundava em sua fenda e meus lábios beijavam seu pescoço que seu cabelo curto cacheado na cobria. Eu literalmente babava tendo que engolir e poucas vezes estive tão tarado. Foi mamãe quem primeiro não se aguentou de excitação.

– Vamos filho. Acho que nunca estive tão excitada. Preciso de você dentro de mim, falou me empurrando de suas costas e indo em direção a minha cama.

Sem que eu dissesse nada seu instinto de putinha a fez subir e ficar de 4 no sentido do comprimento, olhando para mim me esperando. Tirei minha cueca, peguei o gel na gavetinha e subi me colocando ajoelhado atrás dela.

Não fosse a cor rosa diferente do branco que Sara usou, eu juraria que era minha irmã. Havia uma mínima diferença nos quadris sendo o de mamãe pouquinho mais largo por causa da maternidade, mas naquela posição em que ficam mais largos e evidentes, pareciam idênticos.

– Nem te perguntei se você quer que eu tire a lingerie, mamãe perguntou safadinha sabendo qual seria minha resposta.

– Não é sempre que tenho a chance de fazer amor com uma modelo de lingerie, então vou aproveitar. Na próxima vez você fica nua.

Sempre adorei e tive tesão por mulher de roupa ou lingerie, desde as pesquisas na internet, mas naquele momento de qualquer jeito iria a querer com a calcinha para não deixar mamãe preocupada que vazasse seu sangue da menstruação e atrapalhasse.

Afastei a calcinha facilmente com sua renda macia e enchi o rego pretinho de mamãe de gel e comecei a brincar com seu cuzinho. Mamãe gemia excitada e quando comecei a colocar um dedo abrindo suas preguinhas ela confessou o que pensava de seu destino sendo esposa de meu pai.

– Ahhhhhhhhmmmm filho. Jamais na vida imaginei que faria anal. Muito menos que estaria ansiosa de vontade.

– É porque você é uma putinha que ficou adormecida mãe. Gostosa como é, com a bunda que você tem, não tem como ficar sem ser usada. Felizmente sou eu quem vai a estrear.

– Você vai ser o primeiro e único filho. Ohhhhh deussss, gemeu quando sentiu meu segundo dedo começando a entrar também.

Coloquei dois dedos, mais gel, os girei e os abri afrouxando seus músculos fortes. Mamãe só gemia esperando. Quando achei que estava pronto, tirei os dedos e encostei meu pau.

– Com medo mãe?

– Não. Mesmo sendo tão grosso e grande, sei que vai ser gentil e vou gostar. Com você eu gosto de tudo, tudo. Ahhhmmmmmm, gemeu me sentindo empurrar e começar a entrar.

Concentrado no que fazia, um porque me excitava demais ver meu pau entrar naquele cuzinho preto virgem de mamãe com a calcinha para o lado e outra para não a machucar, fui avançando a segurando pelas ancas.

De novo era impressionante ver meu pau rosa perfurando seu cu pretinho como foi com o de Sara. Mamãe gemia de dor e por várias vezes tentei parar e a deixar se acostumar.

– Não pare filho. Esse bumbum é seu e você precisa tomar posse dele. Ohhhhhhhuuuuu.

Meu tesão era tanto que minha vontade era me enfiar de uma vez e rasgar aquele cu tão delicioso, mas mais do que poupar mamãe, não queria a machucar para que ela sempre quisesse repetir.

Dei uma parada, puxei quase tudo para fora, encharquei de mais gel e fui afundando com mais facilidade. Quando cheguei perto do final, mamãe parecia uma eguinha no cio pulando na cama de tesão.

– Fode o cuzinho da mamãe filho. Ahhhuuuu. Amo seu pau em qualquer lugar.

Mamãe falar assim tão desbocada era sempre chocante, mas nada comigo era proibido após meu pai a proibir de tudo. Enfiei os poucos centímetros que faltavam tirando um berro de dor de mamãe.

– Aaaaahhhuuuuuuuuuuuu. Assim meu homem.

Levando a mão a sua cinturinha sobre a calcinha rosa com os dedos traspassando com os da outra mão como a de Sara, comecei um vai e vem bem lento para que ela se acostumasse.

– Ohhh mãe. Que bumbum delicioso. Pena que não vou aguentar muito, acelerei o entra e sai.

– Ahhnnn. É bom. Muito melhor do que eu esperava. Ohhhh. Agora não preciso ficar mais sem ele quando estiver assim.

– Uhhhhmmm. Você nunca mais vai ficar sem mãe. Já te falei que não me importo que esteja menstruada. Na próxima, vamos fazer no banho. Quero foder você até não ter mais forças.

– Ahhhhhh. Ahhhhnnn, ela gemia a cada estocada que ia ficando mais forte.

– Me fode filho. Me fode quanto você quiser, quando você quiser e onde me quiser. Da um tapa no meu bumbum, dá.

Mamãe com a boca cada vez mais suja era seu grito de independência de meu pai. Eu sabia que ela jamais falaria um palavrão fora do sexo, mas nele não era mais a mulher oprimida que um dia foi.

Pá. Pá. Pá. Pá.

Eu estava tão, tão tarado que queria ter um gozo total com mamãe. Larguei de sua cintura, me inclinei sobre suas costas apoiando meu peito o que fez com que meu pau não entrasse mais até a raiz, mas valeria a pena.

Com a mão direita fui até sua barriga, fui descendo até entrar por dentro da calcinha chegando a sua bucetinha escorrendo seus deliciosos fluídos. Com um dedo por vez fui enfiando os dois maiores, até que os tinha enterrado em seu canal super apertado com meu pau ocupando muito espaço, mas sincronizei. Quando o pau entrava no cuzinho, puxava os dedos da buceta e quando tirava os empurrava para dentro.

– Ohhhh deus. O que você está fazendo? Aihn. Aihn. Aihn. Aihn.

– Uma dupla penetração mãe. Como não fiz nem com minhas irmãs. Você me deixou muito tarado por ser tão gostosa.

– Estou tão cheia amorrrr. É bommmmm.

– Tem uma mão sobrando. Você quer meus dedos apertando seus mamilos ou em sua boca penetrando seus três buraquinhos de uma vez?

– Na boca. Na boca. Auuuuhhhh. Eu quero você em todos os lugares.

Enfiei dois dedos em seus lábios e ela começou a chupar como chupava meu pau.

– Você é muito putinha mãe. Só seu marido banana para não perceber o que tinha, mas agora não tem mais pois você é minha e só eu te dou o que você gosta. Um pau grandão no cuzinho e os outros dois furos também preenchidos. Ahhhhnnnnnuuuu.

Eu estava prestes a gozar muito e mamãe não estava diferente pois seu corpo tremia e ela chupava meus dedos como uma desesperada. Nada podia me deixar mais feliz e me dar tanto prazer como dar a mamãe os prazeres que ela nunca teve.

– Eu vou gozar mãeeeeee. Goza com seu filho, goza.

Antes de meu primeiro jato fervente sair com toda a potência em suas entranhas, mamãe já gozava, mas não tinha como falar, pois, quase engolia meus dedos.

Gozamos alucinadamente em um dos maiores orgasmos de nossas vidas. Se mamãe vazava sangue por sua menstruação, vazaria porra da mesma forma pelo resto do dia, pois foi um volume indecente.

Terminei antes do que ela, mas não queria me desencaixar de nenhum de seus buraquinhos tão bem usados naquela tarde. Cedo ou tarde faria o mesmo com minhas irmãs putinhas e elas iriam adorar.

Com minha boca perto de seu pescoço aproveitei para dar umas lambidas e saborear seu gostinho picante a fazendo arrepiar a pele. Seus braços começaram a perder forças por causa de seu orgasmo intenso e ela foi se deitando e fui junto enterrado em seu bumbum, em sua buceta e sua boca. Até queria os tirar para a deixa-la respirar, mas ela sugava não me deixando.

Consegui não a espremer me apoiando nos cotovelos, mas seu corpo pequeno estava totalmente a mercê do meu.

– Você é uma coisinha gostosa demais mãe. Adorei que você falou umas palavras sujas mostrando que agora está livre, falei em seu ouvido.

– Uhhhmmmmm, ele gemeu sugando meus dedos.

– Acho que nunca estive tão tarado e foderia de novo esse bumbum, mas vamos poupa-lo.

Tirei primeiro meus dedos de sua boca.

– Ohhhh deus. Eu também repetiria. Acho que você usou de uma vez tudo que alimenta meu tesão. Me senti tão submissa, tão deliciosamente usada, não bastasse essa delicia de pau e você ser meu filho.

– Só faltou uma mão para seus seios. Na próxima você mesma aperta seus mamilos, falei tirando os dedos de sua bucetinha e me levantando fazendo meu pau quase totalmente duro ir se retirando.

– Com certeza vou fazer. Agora preciso de um banho urgente.

– Eu vou te lavar mãe. Lá no seu quarto.

Sem contestar ela aceitou e a ajudei a se levantar com suas pernas bambas e descemos a escada sem nos preocuparmos com minhas irmãs e lá em seu banheiro a desnudei da lingerie e das meias.

– Você ficou muito bem com elas, falei babando.

– Queria não me lavar, mas por questão de higiene tenho que tomar banho, então para compensar vou vestir as lingeries de volta e colocar minhas roupas por cima para o jantar. Estilo Leah enfrentado seu pai. Falando nisso, preciso que você me proteja pois depois do que aconteceu agora vou o enfrentar para que eu e suas irmãs usemos as roupas que quisermos e o celular de vocês não sejam mais vigiados.

Eu já a lavava no esplendor de sua pele preta com gotículas transparentes a deixando como uma imagem de outro mundo.

– Sempre vou cuidar e proteger vocês três.

– Eu sei amor. Por saber é que vou enfrentar seu pai. Talvez termine da pior forma.

– Ele te agredindo, perguntei preocupado.

– Não. Acho que não. Mas ele não vai aceitar e vai tentar se impor, mas não vou ceder.

Terminado o banho, dei um beijo voraz em mamãe e fui para meu quarto a deixando no seu.

Quando eu e minhas irmãs descemos para a ajudar fazer o jantar, contei a elas o que aconteceu rapidamente e o que mamãe faria no jantar e ficaram empolgadas, mas também preocupadas com a reação de meu pai.

O jantar foi tranquilo sem que Leah provocasse meu pai, mas quando terminou mamãe tomou a palavra se dirigindo a ele.

– Quero te avisar que amanhã vou comprar roupas novas para mim e para nossas filhas e vamos escolher as roupas que as mulheres de nossas idades usam. Elas vão escolher as delas e eu as minhas sem mais limitações.

Meu pai olhava para mamãe chocado como se o demônio tivesse a possuído. Aproveitando seu choque, mamãe foi ainda mais longe.

– Também não vou mais vigiar os celulares deles e nem seus quartos. Eles são maiores de idade e não estão em uma prisão.

Nunca o vi tão nervoso e até gaguejou quando falou.

– Eu..... não..... vou..... permitir isso em minha casa. Vocês têm que me obedecer e me respeitar. E seguir minhas regras.

Minha mãe estava calma e resoluta.

– Então você vai ter que ter uma casa que seja sua, pois essa é de meus pais e aqui eles e eu não vamos mais aceitar seu fanatismo.

Meu pai deu um tapa na mesa e se levantou olhando furioso para ela. Ao mesmo tempo me levantei e estufei o peito. Meu pai era grande e forte, mas eu era maior e mais forte e estava em forma.

– Não se atreva a tocar em minha mãe. Você já abusou demais dela e de seus filhos e se ela diz que suas regras não valem mais, não valem.

Meu pai bufou e também estufou o peito.

– Eu não vou aceitar isso de forma alguma. Minha esposa e meus filhos tem que me obedecer.

Em seu tom calmo, mamãe deu o golpe final, sob o olhar incrédulo de seus filhos.

– Então saia dessa casa ainda hoje ou amanhã e arrume um bom advogado pois vou entrar como o pedido de divórcio amanhã mesmo. Nosso casamento acabou.

Mamãe estava tão lindamente poderosa que mesmo sob toda aquela tensão eu queria a foder para comemorar seu novo jeito de ser.

Desta vez meu pai sentiu e parou o enfrentamento, falando com calma.

– Tem certeza que é isso que você quer, perguntou como se fosse mamãe quem sairia perdendo.

– Se você não abre mão de suas regras, tenho certeza. Nossos filhos tem que viver como os outros.

– Não posso abrir mão de minhas convicções. Esse mundo está corrompido e vocês estão sendo corrompidos com ele.

– Então está decidido. Se quiser dormir aqui essa noite, tudo bem, mas amanhã procure um lugar para ficar. E se dormir, vou dormir com as meninas.

Não acreditando no que acontecia com sua família se rebelando contra suas regras arcaicas e fanáticas, meu pai se levantou e foi para o escritório e nós 4 ficamos lá calados um olhando para o outro.

O escutamos falar ao telefone, sem dar para identificar o assunto. Minha mãe nos tirou daquele imobilismo.

– Bom, está feito. Vida que segue. Vamos arrumar tudo, falou se levantando e sendo seguida por nós, mas ainda não tínhamos segurança de falar algo pois meu pai poderia vir e escutar.

Depois de uma meia hora, saiu do escritório e deu seu recado.

– Consegui um lugar para ficar. Como você sugeriu, amanhã mesmo vou arrumar um advogado, falou em tom ameaçador.

Minha mãe com sua calma natural e mais aquela do habito de sua profissão com situações assim, colocou a pá de cal em seu casamento.

– Aconteça o que acontecer, ninguém pode me obrigar a ficar casada, então os outros detalhes vamos tratar de acordo com a lei.

Com os três filho em volta de mamãe olhando para ele, meu pai se foi para seu quarto e uns 20 minutos depois saiu com 2 malas.

– Não peguei tudo, então volto para buscar, falou saindo pela porta sem esperar uma resposta.

Mesmo tendo escutado seu carro saindo da garagem, ainda ficamos uns 3 minutos sem ninguém falar nada. Claro que estávamos felizes por nossa independência, mas estávamos tristes por ter acabado daquele jeito, afinal era nosso pai. Mamãe, no entanto, se lamentou.

– Me perdoem. Eu deveria ter feito isso muito antes.

A rodeamos e a abraçamos dando conforto e carinho.

– Não mãe, você estava esperando que ele mudasse quando nos tornamos maiores de idade imaginando que ele não nos oprimiria tanto, mas nada mudou. Foi na hora certa, falou Sara e concordamos com ela.

Ficamos uns 2 minutos abraçados, então ela nos empurrou de cima dela.

– Foi muito fácil ele aceitar sair de casa. Parece que ele já tinha um lugar para ir.

– Sempre achei que ele tem uma amante e com ela, deve aceitar tudo, falou Leah.

– Nunca achei isso, mas da forma como ele aceitou, agora estou desconfiada.

– Quer que eu o investigue, mãe.

– Não Lucas. De que adiantaria? Agora haverão algumas brigas, mas estou bem tranquila. Deixe que ele seja feliz, porque nós vamos ser.

Foi uma noite estranha. A partir do momento que meu pai saiu pela porta, eu poderia fazer amor com qualquer uma ou com todas, mas abalados com a situação, mesmo que felizes não pensamos nisso. Ficamos vendo algo na TV, sem mais a censura de meu pai e quando fomos dormir, eu queria dormir com mamãe em sua cama, só dormir, mas não falei nada e ela não se sentiu confortável de me convidar na primeira noite sem ter marido.

Na manhã seguinte, todos estávamos animados, cientes que nossa nova vida começava. A tarde não fiz amor com nenhuma delas, pois as três foram juntas ao shopping comprar novas roupas, ou como mamãe disse antes de sair, as primeiras peças do novo guarda-roupa, pois não daria para comprar tudo de uma vez.

Antes de saírem, o homem da casa, eu, deu uma sugestão bem longe da proibição de meu pai.

– Comprem o que quiserem e tem vontade depois de anos não podendo vestir o que queriam, mas vocês sabem que meu gosto pessoal não é nada muito pequeno e extravagante.

As três devem ter pensado a mesma coisa, mas foi Sara quem exteriorizou.

– Adoro você assim com ciúme de mim. Fico excitada por sentir como meu homem me quer só para ele, falou toda sorridente.

Durante toda a tarde fiquei perdido em casa sem nenhuma delas. Já não tínhamos feito amor na noite anterior e mesmo fazendo tarefas atrasadas, fiquei muito tarado e decidi que a noite quebraria o ultimo tabu entre nós.

Eu iria para o quarto de mamãe onde pretendia dormir pela primeira vez e após a deixar muito tarada sem a deixar gozar, chamaria minhas irmãs para se unirem a nós. Primeiro entregaria mamãe a elas para que explorassem seu corpo e ficaria assistindo o momento mais imensamente erótico de minha vida com minhas irmãs se pegando com mamãe.

Depois de alguns minutos entraria na brincadeira e faria amor com uma delas enquanto as outras duas se pegavam, ou se pegavam em três. Gozar uma vez com cada uma já me bastaria mesmo com todo o tesão que eu sentiria. O importante seria mostrar a elas que a partir daquela noite não haveria mais barreiras entre nós e se desejassem poderiam se pegar sem eu estar junto.

A única e inegociável barreira que não seria derrubada, seria que mamãe é nossa mãe e seria respeitada como mãe como sempre foi, ainda que fosse submissa a mim. Eu nunca ousaria a contrariar.

Ai invés de jantarem em casa, me fizeram pegar um Uber e ir até elas em um restaurante para um jantar comemorativo de nossa liberdade. Quando cheguei meu coração disparou ao vê-las.

Ao invés de 3 mulheres lindas apagadas e escondidas por suas roupas feias e arcaicas, vi 3 mulheres lindas, sorridentes e em pé me esperando. As três estavam com os vestidos novos que tinham comprado naquela tarde já os usando. Eles eram moldados as suas curvas sem serem justos demais nem havia decote demais. O comprimento até os joelhos, mostrando a parte de baixo das pernas sempre escondidas.

Usavam também sandálias altas, mas não muito e quase com certeza propositalmente, o vestido de mamãe era rosa, de Sara branco e de Leah preto. Exatamente como a lingerie que comprei a elas, o que me fez imaginar que as novas lingeries, se as tivessem usando poderiam ser das cores dos vestidos.

Quando cheguei perto, Sara veio correndo e me abraçou me agarrando no pescoço quase me dando um selinho, quando se tocou que não devia. Ela falou baixinho em meu ouvido, diante do olhar de Leah e mamãe e de muitas pessoas que olhavam para o sortudo que estava com aquelas três maravilhas multicolor.

– O que achou de suas três namoradas? A lingerie embaixo é da mesma cor, falou ansiosa por estragar a surpresa.

A tirei do abraço e dando a mão fomos até mamãe e Leah.

– Vocês estão três namoradas divinas. Lindas demais. A vontade é ir para casa e pegar as três juntas, falei já dando sinais a mamãe do que eu queria fazer.

Na alegria contagiante delas pela liberdade que nunca sentiram, mamãe não percebeu ou fez que não percebeu.

Tivemos um jantar maravilhoso, como nunca tínhamos tido e deixei mamãe sentada ao lado de Sara e para que sentisse o quanto ela estava linda e desejável, todos os atendentes que nos serviram, perguntaram se eram irmãs. Quando Sara dizia que era a filha, ninguém acreditava.

Muito menos acreditavam em mamãe quando ela dizia que também era mãe minha e de Leah, pois nosso branco pálido não tinha nada a ver como preto ébano lindo seu e de Sara. Também a achavam jovem demais para ser mãe de jovens como nós.

No caminho para casa, fui dirigindo o carro de mamãe, só ouvindo a conversa animada das três sobre como elas adoraram as roupas que compraram, a atenção que chamaram e alegria de ninguém acreditar que mamãe era mãe delas.

Quando chegamos, abri o porta-malas quase vazando de tantas sacolas e enquanto as ajudava, avisei mamãe que logo mais iria para seu quarto e dormiria lá e também que seria eu que a despiria daquele vestido e das lingeries a deixando sorridente, me contando que não tinha mais nada da menstruação.

Para minhas irmãs, para a alegria delas, as mandei ficarem com os vestidos pois depois de fazer amor com mamãe faria com elas, só não disse que mamãe estaria junto. Não demorou, eu estava na suíte de mamãe, com a porta levemente aberta propositalmente diante daquela mulher pequena, mas que era um monumento de mulher. Minha mulher.

A desnudei como se reverenciasse uma deusa, a deusa que mamãe era. Claro que por baixo havia uma lingerie rosa linda, não tão grande como a que comprei, mas discreta e terrivelmente sensual, cheia de detalhes em tule transparente, só não transparente sobre as aréolas e sua vulva. Infelizmente tive que a tirar a deixando lindamente nua.

A beijei, a acariciei e apalpei até onde minhas mãos alcançavam e então a deitei na cama e a lambi por tudo. Em suas aréolas e mamilos, quase ela gozou e então eu parava a deixando suplicante para que a fizesse gozar.

Em sua bucetinha pouco consegui lamber porque logo gozaria e precisava dela muito excitada. Quando parei, tentou segurar minha cabeça com as coxas me implorando por um orgasmo. Ajoelhado entre suas pernas era a hora de descobrir até onde ia a submissão de mamãe.

– Mãe é verdade que você me obedece ou é só uma fantasia para se excitar mais?

Por seu olhar era uma pergunta sem nexo depois de tantas vezes que ela afirmou que me obedeceria.

– Não é fantasia não. Eu amo ser submissa a você e receber em troca tanta satisfação, prazeres inimagináveis e tanto amor.

– Fora o nosso respeito devido a você por ser a mãe que pode tudo, não quero mais barreiras entre nós. Eu, você, minhas irmãs. Quero fazer amor com vocês três ao mesmo tempo. Vou chama-las para participarem e depois de você assistir o que assistiu em vídeo delas duas quando ficou bem excitada, vai participar com elas e comigo. Última chance de você mostrar que tem limites, porque depois não vou mais perguntar, só mandar.

Mamãe pareceu um pouco atordoada e demorou para responder, talvez para pensar na boa justificativa que arrumou para aceitar.

– Eu as amo como amo você e não deve ser nada ruim trocar carinhos com elas.

Sorri para mamãe e abrindo a porta chamei minhas irmãs, que não esperavam que eu as chamasse para o quarto de nossa mãe. Quando empurraram a porta que eu tinha encostado, ficaram as duas estáticas nos vendo nus, eu atrás de mamãe a abraçando e segurando um seio com minha mão pálida em sua pele preta.

– Vamos comemorar nossa liberdade e nossa nova vida, todos juntos.

Parecia até combinado, pois os sorrisinhos safados, apesar de todas as diferenças físicas entre elas, foram idênticos.

– Dispam uma a outra e se peguem aí do outro lado da cama porque eu e mamãe vamos assisti-las até que comecemos a brincar todos juntos.

Sorrindo, se viraram uma para a outra muito excitadas e se atarracam em um beijo enquanto iam tirando o vestido, depois o sutiã e por último a calcinha da outra enchendo seus corpos de beijos e lambidas.

Minhas mãos corriam o corpo de mamãe e só não ia a seu clitóris para não a fazer gozar apressada, pois queria que gozasse nas mãos ou línguas de minhas irmãs. Sua mão, no entanto, estava para trás de seu corpo segurando e apertando meu pau imenso.

– Elas são maravilhosas, não são mãe? Você que as fez assim e também me fez.

– Ahhhuuuu filho, elas são divinas e a cor diferente deixa tudo mais intenso e excitante.

Nuas Leah e Sara vieram se deitar e sem preliminares, já ficaram em um 69 de matar do coração. Elas estavam muito safadinhas e excitadas curtindo a irmã e se exibindo para o irmão e a mãe. Vendo que tudo ia muito rápido, precisei ser dominador.

– Nenhuma de vocês três goze antes que eu mande. Tenho planos.

Elas nem interromperam o que faziam e eu estava doido para enfiar meu pau na bucetinha de mamãe por trás de conchinha, mas o que fiz foi diferente.

– Vocês duas, incluam a mamãe nessa brincadeira e não tenham limites com ela, pois ela sabe que eu quero que vocês de agora em diante façam amor juntas quando quiserem, eu estando junto ou não.

Empurrei girando o corpo de mamãe até elas e na hora Leah saiu de cima de Sara e deitou entre as pernas de mamãe começando a lamber sua fenda certamente vazando.

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu filhaaaaaaaaaa.

Foi só o que ela falou, pois logo Sara deitada a seu lado veio por cima a beijando fogosamente, um beijo animal pois as duas estavam com um tesão incontrolável.

O corpinho de mamãe tremia e Leah parecia decidida a faze-la gozar me desobedecendo. Poucas vezes estive com tanto tesão e queria poder participar logo.

– De agora em diante vocês podem gozar e essa noite não termina enquanto cada uma não fizer a mamãe gozar a lambendo e também não gozarem com a mamãe lambendo suas bucetinhas. Enquanto isso eu vou penetrando os buraquinhos que ficarem disponíveis.

Claro que mamãe não aguentou e explodiu em um orgasmo, mas foi silencioso pois Sara estava adorando a beijar e pelo jeito mamãe também estava, pois seu braço direito estava em torno do pescoço de minha irmã.

Leah ficou lá a lambendo durante todo o tempo que o corpo de mamãe tremia gozando. Quando terminou, Sara parou de a beijar e Leah levantou a cabeça entre as pernas de mamãe olhando para seus olhos.

– Você é deliciosa mãe. Idêntica a Sara. No escuro eu jamais saberia. Você gostou?

Mamãe sorriu.

– Não deu para perceber não? Achei que fosse sem graça, mas é delicioso. Trocar carinho com minhas filhas, falou olhando feliz para mim, certamente pôr a ter colocado naquela situação.

Se era para a deixar feliz, iria mais longe.

– Agora é hora dar mamãe dar e receber prazer. Senta no rosto dela Leah e enquanto a Sara lamber a bucetinha da qual a dela é a cópia, vou comer sua buceta pretinha e depois a mamãe vai a chupar com meu esperma não restando mais nenhuma barreira.

As três me olharam totalmente taradas com mamãe entrando definitivamente sem pudores em nossa relação. Logo elas estavam como pedi e enquanto Leah explicava a ela como lamber sua buceta, Sara já lambia a de mamãe com muito experiencia, mas nunca em uma pretinha como a dela.

Logo as três estavam compartilhando seus corpos, momentos íntimos e muito amor. Lá de cima Leah, olhava para os olhos pretos de mamãe que apareciam entre suas pernas.

– Ahhhhh mamãe. Isso. Assim. Parece a Sara, mas é diferente. Uhhhh. Gostoso igual.

Mamãe gemia abafado com Sara lambendo sua buceta poucos minutos depois de Leah ter feito o mesmo. Era uma imagem de se eternizar como eu tinha o vídeo de quando peguei minhas irmãs safadinhas transando. Talvez um dia eu fizesse, mas naquele momento só queria assistir aquela cena exclusiva com minha mãe preta ébano, lambendo a buceta de sua filha branquinha enquanto sua bucetinha era lambida por sua cópia fiel.

Após alguns minutos as deixando curtir, fui para trás de Sara que tinha ficado de 4 deixando seus buraquinhos disponíveis para que eu pegasse como prometi. Naquela primeira vez seriam só as bucetinhas, mas um dia também seus cuzinhos.

Segurando em suas ancas pretas divinas, a penetrei sem dó e algo estranho aconteceu, pois nós quatro gememos ao mesmo tempo. Em mim senti como se fosse uma corrente elétrica vinda de Sara e provavelmente elas sentiram o mesmo em nossa primeira ligação total dos 4 corpos.

Nada poderia ser mais intensamente excitante de me ver enterrado em Sara, ela lambendo a bucetinha de mamãe que lambia a de Leah, que olhava para mim sorrindo excitada.

Comecei a estocar na bucetinha de Sara esperando que demorasse, mas logo percebi seus corpos começando a tremer e Leah, deu o golpe final.

– Se o papai nos visse agora, seria a maior vingança contra sua opressão. Estou gozaaaaaando.

A ouvindo, todos nós fomos atrás e gozamos juntos com ela em nosso primeiro orgasmo múltiplo, com certeza o primeiro de muitos.

Terminando, deitamos lado a lado na cama de mamãe. Sara, depois mamãe, depois Leah e por fim eu.

– Gostou mais de receber ou de dar mãe, perguntou Sara animada.

– Dos dois. É bom dar prazer a quem amamos e é bom gozar, sorriu. Só preciso melhorar no dar, falou olhando para Leah.

– Por ser a primeira vez, você foi muito bem mãe e por ser você, nem precisava ter sido, pois eu estava muito excitada e gozaria de qualquer jeito. Se continuarmos, você vai melhorar.

Claro que íamos continuar por minha vontade, mas esperei ver o que mamãe falava por conta própria.

– Se depender de mim eu quero. Depende do que seu irmão resolver. Só que ele falou que poderíamos fazer sozinhas, mas eu só quero quando ele estiver junto. Sou mulher dele e tudo o que fizer é para dar prazer a ele e sei que ele teve prazer nos assistindo, falou olhando para mim.

– Nunca tive um décimo do prazer que senti assistindo vocês quando assisti outros vídeos escondidos do pai.

– O Lucas nos liberou, mas também só fazemos com ele junto mãe. Fica mais gostoso e excitante brincar com a outra com o Lucas assistindo, disse Sara.

– Mãe, agora você vai dormir aqui na sua cama com o Lucas, Leah perguntou com segundos interesses.

– Sim, eu vou. E com vocês também. Os quatro todas as noites ficará desconfortável, mas essa cama agora não é minha, mas de uso coletivo. Sempre que quiserem podem vir dormir ou mais do que dormir. E se quiserem usar quando não estou, também podem. Fiquei até excitada de novo de falar isso, mamãe falou.

Era hora de mais uma rodada para meu segundo gozo, dessa vez na outra pretinha.

– Então vamos continuar. A Sara deita, a mamãe fica de 4 entre as pernas dela e desta vez Leah senta no rosto de Sara para a comparar com a mamãe. E você mãe, a Sara está cheia de esperma e essa é a hora se não quiser, a provoquei.

– Sei que é provocação e que você me faria fazer de qualquer jeito, mas desta vez nem precisa mandar porque é vontade minha, falou se inclinando e passando a língua por toda a fenda encharcada de Sara.

– Aaaahhhhhhuuuu mamãe. Assim.

Leah sentou no rosto lindo de Sara e eu me encaixei atrás de mamãe, parecendo repetir a mesma cena anterior, pois elas eram tão iguais que realmente pareciam ser a mesma.

Muito mais do que sexo era amor e não importava se era incesto ou estarmos dividindo uma cama em 4, nunca seria promiscuidade pois o respeito entre nós e acima de tudo por mamãe sempre seria o mesmo.

Eu nem queria que mamãe, como mãe, foi liberal demais conosco e sempre que precisasse nos chamasse atenção sobre qualquer assunto. Deveríamos ter liberdade com responsabilidade e o que tínhamos a partir dali nunca seria perdido.

Não demorou e gozamos de novo em orgasmos poderosos que ninguém mais na face da terra poderia nos dar. Eu tinha qualquer dos buraquinhos de minhas irmãs e mamãe e eles sempre seriam bem usados para deixar minhas safadinhas satisfeitas.

Dessa vez o descanso foi maior e enquanto fodia a deliciosa bucetinha apertada e branquinha de Leah, as duas pretinhas fizeram um sessenta e nove ao nosso lado, parecendo serem gêmeas idênticas. Se já era difícil me segurar muito tempo com Leah de 4 com aquele corpo monumental, as vendo ficou impossível e mesmo não estando os quatro unidos, gozamos mais uma vez juntos acabando com todas as limitações.

Depois dessa noite em que dormimos os 4 juntos e apertados naquela cama, momentos em 4 eram frequentes. Havia também o prazer de fazer amor só com mamãe ou só com minhas irmãs, juntas ou separadamente, quase sempre juntas. O quarto de mamãe virou nosso quarto e muitas vezes estava lá com uma e a outra aparecia e se juntava a nós. O importante era que eu não deixava nenhuma estar insatisfeita.

Depois do divórcio consumado, deixamos de frequentar a igreja que meu pai frequentava com ardor, mas mamãe começou a frequentar outra sem aquela obrigação em seus ombros e sempre um de nós ou nós três a acompanhávamos como nunca acontecia com meu pai.

O tempo foi passando e Leah se formou e arrumou trabalho e nos 2 anos seguintes Sara e eu também nos formaríamos.

Decidimos em conjunto que mamãe não teria mais filhos, já tendo três e precisando curtir mais sua vida antes dos netos chegarem. Em família ou com as socias ou amigas, agora com a liberdade que nunca teve.

Primeiro foi Leah quem engravidou ficando uma grávida deslumbrante e gostosa e eu adorava fazer amor com ela barrigudinha, pois pouco engordou no restante. Depois de nossa filhinha nascer é claro que me aproveitei daqueles seios grandes tirando uma pequena cota de leite para mim. Quase todos os dias.

Depois foi Sara a engravidar e sem falar a ela torci a gravidez inteira para que fosse uma menina e pretinha como ela e no fim foi o que aconteceu. Com seu corpinho mignon, engordou muito pouco só com uma bolinha na barriga, o que facilitou para que fizéssemos amor bem intenso, mas com cuidado. Ela não tinha tanto leite como Leah, mas era o bastante para matar minha vontade.

Decidimos que cada uma terá mais um filho e com minha relação com elas e tendo filhos solteiras, só não via quem não queria que eram submissas a mim, seu irmão, escancarando nossa relação. Se desconfiavam, nunca ninguém falou e se falassem pouco nos importaríamos.

Mamãe também é por demais submissa, mas nela vêm a mãe protetora demais do único filho homem sem desconfiar da relação que temos. Seu corpinho preto perfeito foi feito para receber muito amor e sexo e é o que tem recebido nunca mais sendo negligenciado.

Em nossos jantares descontraídos de família como nuca tinham sido, as vezes já tinha feito amor com as três naquele dia e comentávamos sobre os discursos opressores de meu pai e mesmo não tendo nenhuma saudade dele, nossa relação nunca teria acontecido se não fosse sua opressão.

Opressão que se transformou em amor, respeito, liberdade e companheirismo.

Final.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Autor Casa dos Contos a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Mais uma série deliciosa. Muito bom, Autor. Aguardando o conto do pai branco com sua filha ébano. Bem minha cara, loiro, louco por uma mulher/garota ébano.

0 0