A fisioterapeuta – Capítulo IV.

Da série A fisioterapeuta
Um conto erótico de Nathy
Categoria: Heterossexual
Contém 2861 palavras
Data: 01/06/2026 00:13:43

A semana que antecedeu a minha primeira sessão solo passou num verdadeiro borrão de ansiedade, treinos intensos e uma expectativa que me fazia queimar por dentro. Na academia de bairro, cada agachamento que eu fazia na frente do espelho mudou de figura. Eu já não olhava para as minhas coxas torneadas e para o meu bumbum empinado pensando apenas em fotos de feed ou no safado do dono da academia me filmando; eu olhava imaginando o peso do Sr. José em cima de mim. O Alan veio me ver na quarta-feira à noite, tentou alguma coisa, mas na hora em que ele tirou aquela piroquinha fina e mole, me deu um desânimo tão profundo que eu inventei uma dor de cabeça e o mandei embora cedo. Antes eu até conseguia encarar uma foda mal dada com o Alan, mas sabendo o que me esperava na próxima sexta, eu não conseguia nem fingir que estava sentindo prazer. Eu já estava em outra sintonia. Minha mente só conseguia repassar o que a Nanda tinha me ensinado no fim de semana e os detalhes da ficha técnica daquele monstro. Viúvo da primeira esposa que lhe deu três filhos, casado agora com Stela que é mais nova que seus filhos do primeiro casamento. Com Stela ele tinha mais um casal de filhos que estudam fora do país, um rapaz de dezenove e uma moça de vinte e dois. Fora alguns netos. O que estava em destaque da ficha do Sr. José era “Dote: Vinte e três centímetros”. Longo como um braço e grosso como um punho. Era aquilo que me esperava e eu não sabia se daria conta.

Quando a sexta-feira finalmente chegou, o ritual foi o mesmo, mas a tensão era infinitamente maior. No vestiário da clínica, eu estava sozinha. Tomei um banho demorado, depilei apenas o contorno da minha virilha, deixando apenas meus pelinhos dourados impecáveis, Nanda havia me avisado que o Sr. José gostava de pelos na buceta, por isso ela deixava a dela daquele jeito. Ao descer ao terraço e esperar o motorista, fique ainda mais nervosa pois dessa vez, não havia minha amiga para dividir o banco de couro daquele sedã preto. Fui eu, minha bolsa com o top e o shortinho colado de pilates, e o motorista que não me dirigiu a palavra, mesmo quando desceu para abrir a porta de trás, ou durante todo o trajeto até o Sr. José, ele parecia focado em apenas fazer a minha entrega ao meu destino. O trajeto até a chácara pareceu durar cinco minutos de tão nervosa que eu estava. Meu estomago parecia que estava congelado, e minha bucetinha parecia pegar fogo, já derretendo e melando a calcinha só de ver o portão automático se abrindo e a mansão surgindo ao fundo.

Dona Stela não estava na frente da casa dessa vez. O carro me deixou diretamente no pátio da piscina. Desci com as pernas meio bambas, o vento frio da tarde batendo nas minhas pernas, e caminhei até o estúdio de pilates climatizado. Quando empurrei a porta de vidro, o cheiro de lavanda misturado com o calor úmido da sauna já estava lá. E sentado na mesma poltrona, assistindo ao leilão de gado com aquela postura de imperador, estava ele. O Sr. José. Com um copo de whisky em uma mão e um charuto em outra, a sua presença preenchia todo aquele espaço.

— Ora, ora... Se não é a minha mais nova doutora — bradou ele, a voz grossa ecoando pelo estúdio, com aquele sorriso sacana que fazia meu estômago dar voltas. Ele se levantou lentamente. Com mais de 1,90m de altura, braços grossos e queimados do sol, uma barriguinha saliente, mas nada que chamasse muito a atenção. Tudo o que eu notei foi o quanto ele parecia ainda maior sem a Nanda do lado para equilibrar o visual. — Senti sua falta a semana toda, Nathalia. Essa perna velha não me deu trégua, mas acho que o remédio hoje vai ser muito melhor.

— Boa tarde, Sr. José — respondi, tentando manter a voz firme, profissional, embora meus olhos tenham descido imediatamente para a frente do short dele, onde um volume absurdo já se anunciava, mesmo em repouso. — Vim preparada para fazermos um excelente trabalho hoje.

Ele deu uma risada curta, profunda, dando dois passos na minha direção. A presença dele me encolhia.

— Excelência é o mínimo que eu espero de uma moça tão maravilhosa como você. Vá se trocar. Não gosto de esperar. – disse ele assumindo um tom que até então eu ainda não havia presenciado, mas que mexeu em algum lugar dentro de mim que me deixou meladinha.

Fui para o banheiro num sobressalto. Minhas mãos tremiam tanto que quase não consegui puxar o top branco colado, que esmagava e empinava meus peitos de um jeito irresistível, os mamilos estavam deixando claro o quanto eu já estava excitada, e um shortinho cinza, que entrava a vácuo na minha bunda, deixando o bumbum bem arrebitado e minhas coxas muito grossas em destaque. Quando saí, o Sr. José já estava deitado no tatame grande, com um short preto folgado. Coloquei a playlist de sertanejo que ele gostava, mas o som da música parecia distante perto das batidas do meu coração.

Ajoelhei-me ao lado dele para começar os alongamentos. No primeiro movimento, quando peguei na perna dele e a empurrei contra o peito para alongar o quadril, o short dele subiu um pouco e a cabeça enorme daquele pau já roçou no meu braço. Eu estava na ponta dos pés, fazendo força com minhas coxas malhadas, e o Sr. José simplesmente fixou aqueles olhos pretos e duros nos meus seios, que quase pulavam para fora do decote com o esforço.

— Você é muito mais gostosa de perto do que assistindo, Nathalia — ele disse, a voz baixa, sem qualquer pudor. — Olha para esse corpinho... Todo durinho, feito para um homem de verdade se saciar a noite toda, sem pressa. Você acha que essa sua bundona empinada aguenta o tranco desse velho aqui?

O elogio misturado com aquela intimidação me deu um choque de tesão tão violento que eu perdi o ar.

— Eu... eu sou profissional, Sr. José. Prometo dar o meu melhor no seu tratamento — respondi, arriscando um olhar sacana, tentando incorporar a segurança que a Nanda me ensinou.

— Profissional, é? — Ele soltou uma risada abafada e, num movimento rápido e forte que desmentia qualquer dor na perna, ele se sentou, ficando cara a cara comigo. O volume entre as pernas dele estava duro, apontando para cima por baixo do pano. — Vamos ver que tipo de profissional você é. Esquece o pilates hoje, menina. Minha reabilitação vai ser lá dentro agora.

Ele se levantou, imponente, e apontou com a cabeça para a porta da sauna, que já soltava aquela fumaça quente pelas frestas. Sr. José caminhou na frente, e eu o segui como uma putinha hipnotizada, encarando aquela musculatura pesada das costas dele. Minha calcinha estava encharcada; dava para sentir o líquido quente descendo pelas minhas coxas torneadas a cada passo.

Entramos na sauna e o bafo quente bateu no meu rosto. O colchonete já estava estendido no chão. O Sr. José se sentou no degrau de madeira e me encarou. A dinâmica de poder ali era clara: ele era o dono do jogo, o homem podre de rico que mandava e desmandava, e eu era a loirinha mimada que precisava do dinheiro dele para tirar a família da lama.

— Sabe, Nathalia... O Moacyr me cobrou uma nota preta por essa sua exclusividade hoje — ele começou, a voz arrastada, enquanto desfazia o cordão do short. — Mas olhando para você aqui, suando nesse top colado, eu vejo que você vale cada centavo. Ainda bem que eu serei o primeiro, aposto como você deve ser muito apertada. – E deu um sorriso sacana - O seu pai não está trabalhando em obra? Pois saiba que o que eu vou te pagar hoje paga meses de dignidade para ele. Mas aqui dentro, você é minha. Você vai fazer exatamente o que eu mandar e nunca vai dizer não. Entendeu, putinha?

Aquilo me desarmou por completo. Saber que ele conhecia a minha fraqueza e usava aquilo para me dominar me deixou completamente submissa, com o tesão explodindo. Era obvio que para este tipo de serviço a minha vida foi mais do que vasculhada, os ricaços não iam dar margem para qualquer uma.

— Entendi, Sr. José — sussurrei, dando um passo à frente. – O que o senhor mandar, eu farei.

— Então de joelhos. Tira isso de mim.

Ajoelhei-me no chão quente da sauna, exatamente como vi a Nanda fazer. Com as mãos trêmulas, segurei as laterais do short dele e puxei para baixo, junto com a cueca. Quando aquele monstro se libertou e pulou para fora, eu perdi o fôlego de verdade. De perto, sem a distância da primeira vez, era aterrorizante. O pênis do Sr. José tinha facilmente os vinte e três centímetros de puro músculo preto que dizia em sua ficha, extremamente grosso, com veias grossas que pareciam saltar da pele escura. A cabeça era enorme, meio roxa, e o peso daquele caralho era tamanho que ele descansava pesado, apontando para baixo, exalando um cheiro forte de homem, de testosterona pura misturada com o calor da sauna.

— Que foi, menina? O seu namoradinho não tem nada parecido com isso na calça, não é? — ele zombou, vendo a minha cara de absoluto choque e a minha boca entreaberta, babando de desejo. — Esse pau aqui foi feito para viciar mulheres e deixa-las submissa. Pega nele. Sente o peso do seu novo dono.

Estiquei a mão e fechei os dedos em volta daquela tora. Minha mãozinha mal conseguia fechar a circunferência daquele pau de tão grosso que era. Comecei a dar algumas punhetadas lentas, vendo a pele grossa deslizar pela monstruosidade e engrossar ainda mais entre meus dedos, e a cabeça roxa começou a destilar um líquido transparente na ponta.

— Agora limpa — ordenou ele, segurando o topo da minha cabeça com aquela mão calejada e enorme, exercendo uma pressão firme para baixo. — Quero ver se essa sua boca de patricinha é capaz de fazer. Deixa meu pau bem lambuzado, vai ser melhor para você.

Eu não pensei em mais nada. Abri a boca e levei os lábios direto àquela cabeçorra monstruosa. O choque térmico do caralho quente e salgado na minha língua me fez soltar um gemido abafado. Tentei colocar tudo para dentro, mas a grossura era tanta que minha mandíbula travou logo no começo, me deixando com apenas aquela cabeça imensa dentro da minha boca. O Sr. José soltou um rosnado grave, segurando meu cabelo com mais força e começou a ditar o ritmo, empurrando aquela cabeça enorme contra a minha garganta, me fazendo engasgar de leve, mesmo sabendo que não adiantaria nada, eu jamais seria capaz de conseguir engolir aquele pau. O cheiro do suor dele e o calor da sauna me embriagavam. Eu chupava com vontade, lambendo as veias saltadas de cima a baixo, fazendo minha língua trabalhar em toda extensão daquele mastro, descendo até aquele saco enorme e pesado, e dedicando um tempo especial naquelas bolas imensas que tinham um cheiro que me deixava hipnotizada. Quando voltei a tralhar no pau ele mandou eu cuspir na cabeça e o punhetar de leve, já que assim eu conseguiria lubrificar todo aquele pau. Assim o fiz, acumulei um monte de saliva e cuspi na cabeça daquele monstro comecei a espalhar a saliva com as mãos, enquanto voltava a enfiar aquela cabeçona na boca.

— Isso... Chupa bem, sua puta novinha. Lambuza essa pica toda — ele falava, os gemidos dele ficando mais rápidos e roucos. — Você nasceu para isso, Nathalia. Pra ser a puta submissa desse negão. Olha o seu estado, de joelhos me mamando e com a cara toda lambuzada.

Ele me puxou pelos cabelos para cima de uma vez, interrompendo o boquete. Eu estava ofegante, com a saliva escorrendo pelo canto da boca, os olhos lacrimejando de puro prazer.

— Chega de preliminares. Tira essa roupa. Quero ver do que você é capaz — comandou, sentando-se no colchonete e me puxando pela cintura.

Tirei o top e o shortinho num movimento desesperado. Fiquei completamente nua na frente dele, exibindo meu abdômen com os gominhos suados, meus pelinhos dourados e meus seios com o bico super ereto pelo calor e pelo tesão. O Sr. José olhou para o meu corpo como um lobo olha para a presa, com seu olhar se demorando um pouco a mais na minha buceta.

— Do jeito que eu gosto, e de pelinhos loiros, que delicia vadia! Agora de quatro. Agora. Quero ver esse bundão branco arrebitado para mim.

Fiquei de quatro no colchonete, empinando o bumbum o máximo que eu podia, olhando para trás por cima do ombro. O Sr. José se posicionou logo atrás de mim. A proximidade daquela pica de 23cm encostando na minha bunda e o calor que emanava dela me fizeram tremer. Ele segurou firme nos meus quadris, cravando os dedos na minha pele de um jeito que certamente deixaria marcas, e começou a esfregar a cabeça roxa e babada na minha bucetinha rosada. A minha bucetinha estava tão ensopada que o som do atrito era puramente molhado.

— Você é muito apertada, loirinha... Mas eu vou entrar inteiro nessa porra. Você vai ser minha propriedade a partir de hoje — ele sussurrou no meu ouvido, a voz carregada de poder, e deu a primeira estocada. – Pronta pra ser a minha cadela submissa?

— Ahnnn... Meu Deus! Sim, Sr. José, eu to pronta, mete em mim pelo amor de Deus! — eu gritei alto, as mãos espalmadas no colchonete.

A dor e o prazer se misturaram de um jeito que eu nunca tinha sentido na vida. A grossura daquele caralho preto parecia rasgar as paredes da minha bucetinha rosada, alargando tudo, preenchendo cada milímetro que até então só conhecia o sexo sem graça do Alan. Parecia que eu estava perdendo a virgindade novamente, só que com um cara extremamente dotado. O Sr. José não teve pena; ele começou a enfiar com força, ignorando meus gemidos, enterrando aqueles 23cm até o talo, batendo com o saco pesado contra as minhas coxas, para então retirar lentamente até ficar somente a cabeça e começar a empurrar até onde dava de novo. A cada investida o barulho da foda ficava mais alto dentro da sauna úmida: o estalo da carne batendo com força e o som do líquido da minha buceta sendo esmagado pela rola monstruosa dele.

— É disso que você gostava, não é? De homem de verdade te fodendo! — ele bradava, dando estocadas violentas que faziam meu corpo todo ir para a frente. — Esquece aquela merda de vida que você tinha. Seu lugar é aqui embaixo de mim, gemendo alto para o seu macho, sua cadela submissa!

— Sim... Sim, Sr. José! Me fode... Me rasga inteira! — eu já não tinha mais nenhuma postura de fisioterapeuta ou de moça de família. Eu era uma fêmea no cio, implorando por mais daquela humilhação deliciosa. – O senhor é meu dono, faça o que quiser de mim!

Eu rebolava para trás a cada estocada, tentando engolir mais daquela pica gigante. O tesão era tanto que, após algumas estocadas brutais onde ele mudou o ângulo e bateu direto no fundo do meu útero, meu corpo inteiro travou. Minha bucetinha começou a pulsar desesperadamente em volta da rola dele, e eu soltei um grito agudo, chorando de prazer enquanto gozava jatos de líquido, ensopando o pau dele e o colchonete. Eu nunca, em toda a minha vida, tinha chegado àquele nível de orgasmo. Meu corpo tremia todo, as pernas falhavam. Minha bucetinha se contraia e mastigava quase toda extensão daquele caralhão preto, pintando-o de branco dos meu gozo.

Mas o Sr. José não parou. Sentindo o aperto do meu orgasmo, ele acelerou ainda mais, me segurando pelo pescoço de leve, desferindo estocadas rápidas e profundas que me faziam delirar. Perdi as contas de quantas vezes gozei naquele momento, só voltei a mim quando fui colocada sentada em seu pau, um tapa bem forte em minha bunda dava a ordem para eu iniciar a cavalgada naquele garanhão negro.

Os golpes que vinham de baixo para cima me deixavam louca, minha bucetinha ensopada ajudava a deslizar quase tudo pra dentro, e eu simplesmente não conseguia parar de rebolar naquele cacete. Era mais forte que eu, a sensação de preenchimento daquele pau me deixava louca e eu já nem gemia, eu berrava.

- Vem cá putinha, chupa meu pau e sente teu gosto nele todo, chupa até as minhas bolas, quero ver meu pau limpinho antes de voltar a te comer.

O que ele ordenava, nem passava pela minha cabeça desobedecer, e cai de boca de novo naquele cacete que estava lustroso dos meus líquidos e esbranquiçado em alguns pontos por causa do meu gozo. Acho que é por que eu estava aceitando a puta submissa que sou, pois para mim o sabor havia melhorado ainda mais. Depois de passar um bom tempo chupando e lambendo de novo aquele pau gigante, ele me puxou de novo para o seu colo e falou com aquela voz rouca.

Espero que vocês estejam gostando da minha história, não esqueçam de vota e até a próxima!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Fisio Nathy a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários