Ana Júlia

Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 2545 palavras
Data: 04/06/2026 14:12:08

Olá, Júnior por aqui.

Passada uma semana, mandei mensagem para Ana Júlia.

— Oi, Ana, tudo bem? Preciso de uma nova sessão.

— Oi, preço dobrado dessa vez, pois da última você saiu sem pagar... - mandou ela, no áudio.

Sua voz doce e sexy me fizeram lembrar da última seção.

— Está livre no domingo? Vou passar aí te buscar para um almoço. Vou te apresentar para os seus sogros - mandei na mensagem de áudio.

— Sério? - ela me escreveu.

— Claro que não, garota.

— Quer me perder? Nem brinca!

— Só estou apaixonado. Pode ou não almoçar comigo?

— Claro.

Combinamos a hora e eu passei pegar ela na estação Fátima, que fica do lado da BR-116. Eu tinha um celta preto. Ela entrou, ar quente ligado. Ela estava vestida com uma calça jeans colada, blusa vermelha e casaco de couro, além de um par de botas. Eu estava de calça jeans, tênis e um casaco com um fleece para aquecer bem.

Subimos para a Serra Gaúcha. A natureza é um espetáculo à parte. Mas a morena do meu lado desviava minha atenção da estrada.

— Olha pra frente, garoto!

— Não consigo, tem muita beleza do meu lado - ri, feliz.

Fazíamos o caminho da Rota Romântica sem pressa, serpenteando pelas montanhas, apreciando a vista, curtindo nossa amizade recente, conversando amenidades. Em Picada Café paramos no mirante. As serras verdes estavam cobertas pelo nevoeiro, formando uma camada branca que nos deixava, literalmente, acima das nuvens. Subimos um pouco mais e fomos para Nova Petrópolis, um recôndito da imigração alemã.

A cidade é um charme, com a arquitetura típica. Paramos no centrinho e andamos de mãos dadas pela rua coberta e pela praça da Flores. Brincamos de esconde-esconde no labirinto da praça e tiramos uma foto na janela da praça. Fomos almoçar no restaurante Torquês, que serve culinária alemã, como joelho de porco, waffle e outros pratos típicos, além de uma boa cerveja. Passamos algumas horas ali, sentados, sem pressa, lado a lado.

A paixão nos deixa leves. Curtimos as músicas e danças típicas, os trajes a caráter dos funcionários completando o ambiente. Eram quase 14 horas. Paguei a conta e fomos tomar um café para esquentar do frio. O sol típico de final de outono estava morno. Saímos do café e fomos ao Parque Aldeia do Imigrante.

O Parque é municipal, tem uma área verde extensa e uma pequena vila com construções originais, oriundas de antigas colônias alemãs do município. Tiramos uma foto antiga, com trajes típicos. Eu usava um óculos falso e bengala, e ela um vestido e guarda-chuva. Após a foto passeamos pelo bosque, que tinha folhas alaranjadas, vermelhas e amarelas, criando um colorido iluminado pelo sol de fim de tarde, que se inclinava no horizonte.

— Obrigada pelo passeio. Nunca tinha parado aqui. As vezes que vim fomos a Gramado e Canela. A gente sempre segue o clichê, mas o melhor são as coisas simples e fora da rota - falou Ana, me abraçando e me dando um beijo.

Estávamos sentados no coreto, assistindo à uma apresentação típica de dança alemã, ao som de uma banda igualmente tradicional.

— Conhecer a cultura local é importante. Eu não gosto de clichês - e a beijei na boca, vagarosamente.

A apresentação terminou. Ainda estávamos cheios do almoço. Perguntei a ela se desejava voltar par Canoas e ela confirmou.

A noite chegou enquanto chegávamos em Novo Hamburgo, no pé da Serra. O trânsito estava um pouco carregado, mas ainda não estavam ocorrendo bloqueios.

Era passado das 19:30 quando chegamos. Ela me pediu pra deixá-la em casa, se não tivesse problemas, devido ao horário. Antes mesmo de ela perguntar eu iria levá-la para casa, devido ao horário. Ela residia no bairro Fátima, próximo da estação. Chegamos em frente a um terreno com diversas kitnets.

— Oi, entra.

— Tá tarde - respondi - tenho que trabalhar amanhã.

— Come uma pizza comigo - pediu ela.

— Sendo assim vou ser obrigado a entrar - ri.

Entramos. Era um aposento simples, com uma cama de solteiro e um sofá em uma das paredes, com uma mesa de cozinha no centro, geladeira, fogão, etc e um banheiro pequeno.

Sentei no sofá enquanto ela usava o banheiro. Ela deveria passar frio ali, pois não vi aquecedor ou ar condicionado e o cômodo estava um freezer. Lá fora fazia 9 graus e ali não deveria estar mais do que 11 ou 12. Foi minha vez de usar o banheiro. Baixei minhas calças e sentei-me no vaso para urinar. Sim, sou educado para não sujar a casa dos outros, ainda mais casa de mulher. Procurei meu pau e encontrei um micro pênis, devido ao frio. Lavei as mãos e saí com as mãos no bolso.

— Que sabor você vai querer? - perguntou ela, com o telefone na mão.

— Tem de peperoni ou de bacon?

— As duas... escolhe uma.

— Peperoni - escolhi.

— Meia hora pro pinguim bater na porta - disse ela. Rimos os dois. Se estava frio em casa, o coitado do motoqueiro estaria congelando.

Ela abriu a porta do roupeiro, com se chama o guarda-roupas no Sul, e tirou um aquecedor portátil a óleo.

— Desculpa, estamos passando frio a toa - disse Ana — eu estou economizando em casa, fico na clínica o dia todo, lá a energia está inclusa no aluguel, então uso direto o ar condicionado.

— Tudo bem, Ana, o importante é estar com você.

Ela me abraçou. Ficamos assim, conversando no sofá, até que a pizza chegou. Ela pagou e entrou.

— Vamos comer antes que esfrie... qualquer coisa a gente esquenta no forno.

A pizza era metade quatro queijos e metade peperoni.

— Nossa, esqueci de uma coisa! - disse ela, se levantando.

— Vai dizer que é ketchup? - arrisquei.

— Não, isso estraga a pizza. Não me ofende, sou descendente de italinos!!! - disse, falsamente brava.

Abriu o armário, tirou duas taças e colocou em cima da mesa. Voltou para o armário e pegou uma garrafa de vinho tannat, pequenas partilhas, da vinícola Aurora. Com aquele frio não poderia haver melhor harmonização!

— O que é isso?! - perguntei, com cara de desentendido.

— Vinho! - respondeu ela — não sabe ler? - complementou, rindo.

— A minha surpresa foi pelo vinho elaborado. Difícil encontrar alguém que sabe apreciar um vinho de qualidade! - respondi, pegando a garrafa. Ela me estendeu a mão com o abridor. Retirei o lacre e introduzi o abridor na rolha, olhando de forma sexy para ela.

Retirei a rolha, olhando de forma safada pra ela quando fez o som do "pop" da rolha saindo.

— Que aroma maravilhoso! - disse Ana. — Adoro essas notas de frutos vermelhos maduros, esses taninos!

— Como bom descendente de italiano também sou fã de vinhos - afirmei.

Servi o suficiente para ela na taça. Ela cheirou, girou a taça, verificou a cor, o álcool escorrendo pelo vidro, e tomou.

— Pode servir! - disse, feliz.

Fiz o cerimonial, colocando um guardanapo no braço e apoiando a garrafa, como vi uma vez na internet. Nunca fui a um restaurante que servisse vinho, então arrisquei. Ela adorou. Servi minha taça e sentamos à mesa. A pizza já estava morna. O álcool do vinho logo iria ajudar a nos esquentar, e o aquecedor já estava deixando o ambiente menos frio.

— Minha família veio para o Brasil mas eu não sei quando - falei. — Mas tenho até primo com cidadania italiana.

— Meus bisavós maternos vieram para São Paulo, e depois meu avô foi para o Rio. Ele serviu a Marinha e ficou por lá. Minha família hoje no Rio só primos distantes, o restante saiu de lá. Eu não quero mais voltar para a cidade, que de maravilhosa só os cartões postais.

— Pois é, aquilo é uma loucura. Já fui algumas vezes para o Rio e não gostei muito... mas fui a trabalho, não visitei pontos turísticos - falei.

A pizza foi sendo consumida, e com ela o vinho.

Puxamos uma coberta e sentamos no sofá, um do lado do outro, pernas dela por cima das minhas.

A kitnet já estava em uma temperatura agradável, seja pelo aquecedor, seja pelo álcool do vinho. A conversa foi caminhando naturalmente para o sexo da sessão.

— O que você imaginou quando viu a placa da minha clínica?

— Nada não, Ana Júlia - respondi.

— Ah, você falou que era fetiche.

— É, a primeira coisa que passou pela minha cabeça foi uma mulher linda mamando meu pau, e, quem sabe, quicando em cima dele comigo chupando os peitos dela.

— E deu certo? - perguntou ela, rindo.

— Olha, até que eu gostei, viu - respondi — meu medo era entrar e ver uma velha feia!

Rimos juntos, e ela me deu um beijo, que retribuí.

— Quando peguei no seu pau, me senti quente. Eu atendo homens que vêm com a mesma curiosidade que você. A placa foi de propósito. Mas a maior parte vem sujo, não tem higiene, é feio, quer me pegar à força, como te contei. Você não, foi respeitoso, estava limpo, só o cheiro normal de suor do dia.

— Fico feliz que tenha sido um cliente diferente, que te surpreendeu positivamente!

— Quando vi que você era meio inocente, estilo novinho sem experiência, resolvi brincar com você. É normal os clientes terem excitação, afinal eu tenho que ficar pegando no pênis deles para ficar mudando de posição, conforme passo a cera. Mas o máximo que faço é bater uma punheta para eles. Com você foi diferente, não sei, resolvi tirar a blusa, ver o que dava.

— Quando apertei sua bunda e seus peitos fui à loucura.

— E eu, massageando aquele pau, depois chupando? Eu não tinha como parar!

— Esse pau? - peguei a mão livre dela e coloquei dentro da minha calça. Ele tava uma pedra.

— Nossa, delícia! - respondeu ela, apertando — depois que pedi para você me chupar, e você me fez gozar, sem ter experiência, isso demonstra que você é especial, um homem nobre, que sabe tratar uma mulher. Não tinha opção, tinha que colocar ele na minha buceta!

Pegou minha mão e colocou na buceta dela. Estava encharcada, e ela estava sem calcinha.

— Safada! Tá sem calcinha! - exclamei.

— Desde que chegamos... - e deu um gemido sexy.

Arranquei a coberta, coloquei minha taça e a dela em cima da mesa. Puxei ela do sofá para a cama, que estava com sensação gelada. Tirei a blusa dela, enquanto ela puxava minha calça para baixo e expunha meu pau, que já estava melado de pré-gozo. Puxei a calça dela e gentilmente a empurrei com a ponta do dedo para a cama. Ela se jogou, de perna aberta. Fiquei olhando, pau em riste!

— Vai ficar aí olhando?

— Eu não tive tempo de apreciar a obra de arte completa na semana passada... - respondi, tirando a camisa. — Você é linda! Morena dos meus sonhos!

— Então vem me comer, meu garanhão!

— Calma, garota. Sem pressa. A noite nem começou ainda... - respondi, sentando na cama próximo das suas pernas e passando dois dedos na sua buceta encharcada.

Ela gemeu. Eu me levantei, coloquei dois dedos da mão esquerda na buceta dela e iniciei um vai e vem, com os dedos na posição de "vem cá", atingindo em cheio o ponto G. Com a outra mão eu massageava os peitos dela. Ela convulsionou e gozou, tremendo as pernas.

— Que é isso, garoto! Onde aprendeu isso!?

— No XVídeos - respondi.

— Caralho! Pelo menos presta pra alguma coisa essa porcaria! Nunca gozei assim antes!!!

Ela estava estasiada. Aproveitei e montei em cima dela, na posição papai e mamãe. Encostei meu pau na buceta dela, mas sem entrar. Iniciamos uma sequência de beijos, meu pau dançando na porta da buceta dela. Ela me deu um beijo de língua, intenso, e nisso eu enterrei meu pau na buceta dela. Ela gozou de novo.

— Que incrível, garoto! Assim eu me apaixono por você! - disse Ana.

Não respondi, e iniciei um movimento de vai e vem gostoso. Leve, sem ritmo fixo, hora calmo, hora intenso.

— Vem, quero comer você de quatro. Empina esse rabo pra mim, delícia!

Ela levantou, colocou um chinelo pra não ficar descalça no chão gelado, e empinou o rabo, puxando as bandas da bunda. Não resisti e caí de boca naquele cuzinho preto. Delícia de cu, macio. Lambi, lubrifiquei com saliva, e enfiei meu pau na buceta dela. Comecei as estocadas firmes, lentas, massageando o anel dela, fazendo que iria enfiar o dedão, e fui aumentando o ritmo. Quando percebi que ela iria gozar, eu acelerei, enfiei o dedão todo no cu dela. Ela tremeu, as pernas se juntaram, eu gozei junto. Que gozada farta! A porra logo escorreu da buceta dela. Meu pau permaneceu quase duro, talvez devido ao vinho.

— Caralho! Que homem! - me puxou para um beijo na boca. Depois pegou no meu pau, sentou na cama e começou a mamar. Eu não aguentei dois minutos, e gozei novamente, bem menos do que a jorrada anterior. Ela engoliu e ficou brincando com com a minha glande, passando a língua, até remover a porra toda. Eu gemia devido à sensibilidade.

— Quero você pra sempre - falei, deitando na cama e puxando ela pra cima de mim. Ela se deitou e puxou a coberta por cima daquele corpo nu sensual.

— Cara, que dia maravilhoso você me deu. Eu nem esperava te trazer aqui, mas quando vi que iria me trazer já passou mil coisas pela minha cabeça. Nos divertimos à beça - riu, usando a gíria carioca, e me dando um beijo.

Ficamos ali, abraçados, ela em cima de mim. Depois ela se deitou de conchinha, eu atrás dela, meu pau roçando a bunda dela.

— Ei, garota, são quase meia noite. Amanhã tenho que trabalhar. Preciso ir.

— Fica aqui, toma banho, te empresto alguma camiseta minha, dorme na minha cama, você não pode dirigir com esse álcool todo. Pessoal voltando pra casa a PRF pode te parar. Aí já viu, perde a carteira.

— É verdade. Tá, aceito o convite.

— Sério? Eu durmo no sofá, só de ter você aqui já fico feliz... hehe. Ela pegou uma toalha e me deu. Fui pro banho antes dela, não tinha como dividir chuveiro numa temperatura daquelas... banho junto iria ficar pro verão, pensei.

Ela me deu uma camiseta e uma calça de pijama dela, rosas. Eu vesti, era quente o suficiente. Eu reuni a louça, lavei e coloquei o restante do vinho em uma única taça. Sentei na cama e ela saiu do banheiro, que estava cheio de vapor. Pegou o secador e secou os cabelos cacheados. Seus olhos verdes me olhavam, ternos. Ela sentou na cama, puxamos a coberta. Ela me deu um beijo e tomamos o vinho, quase uma taça cheia, que tinha restado. Ela me emprestou a escova de dentes.

— Já estamos dividindo escova de dentes, que fofo - disse ela.

— Quem sabe um dia juntaremos as escovas de dentes - disse eu, abraçando-a por trás.

Deitamos juntos na cama, que estava encostada na parede. Não ficou confortável, mas não dava pra dormir no sofá tendo uma gostosa dessas comigo. Adormecemos debaixo da coberta, encostados um no outro.

No outro dia de manhã acordei e ela já estava de pé, no banheiro.

— Bom dia, linda! - dei um beijo no pescoço dela.

— Oi, gostoso! Vou fazer um café pra gente. Que horas você sai?

— Quando eu quiser. Trabalho sem horário fixo, tenho só que cumprir as metas da semana.

Ela passou um café. Pegou um pacote de pão de forma e um pacote de presunto e de queijo. Fiz dois sanduíches. Ela se arrumou e saímos juntos. Deixei ela na estação Fátima e fui para o meu trabalho.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Junior Paulista a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários