Capítulo 2 - Olhos no EscuroLorena ficou parada do lado de fora do carro, a poucos passos da porta traseira. O coração batia forte no peito. Ela via tudo com clareza através do vidro: sua filha Rafaela completamente entregue, cavalgando o pau grosso do genro com movimentos lentos e profundos. O shortinho jeans estava puxado para o lado, revelando a buceta molhada e brilhante engolindo a rola preta e venosa de Felipe.Rafaela gemeu alto quando sentiu o pau tocar bem fundo dentro dela. Seus seios pulavam para fora do cropped a cada rebolada, os mamilos duros e escuros brilhando de suor.Felipe segurava a bunda grande e redonda da esposa com as duas mãos, guiando o ritmo. Ele também viu Lorena ali fora. Seus olhos se encontraram por um segundo através do vidro, mas ele não parou. Ao contrário, meteu mais fundo, fazendo Rafaela soltar um gemido mais agudo.— Mãe… — chamou Rafaela, a voz rouca, embriagada e carregada de tesão. Ela virou o rosto completamente, olhando direto para Lorena sem parar de rebolar no pau do marido. — Tá olhando, né?Lorena engoliu em seco. Queria falar alguma coisa, mas as palavras não saíam. Fazia mais de um ano que não sentia desejo de verdade. O divórcio havia destruído sua autoestima. Ver a filha sendo fodida daquele jeito, com tanto prazer, despertou algo primitivo dentro dela. Sua buceta, há muito tempo seca e esquecida, começou a latejar e ficar molhada. Os mamilos endureceram dolorosamente contra o tecido do vestido.Rafaela sorriu safada, o álcool tirando qualquer vergonha que ainda restasse.— Entra, mãe… fecha a porta. Não fica aí fora sozinha.Lorena hesitou. Suas mãos tremiam. Ela sabia que aquilo era errado, perigoso, proibido. Mas o tesão misturado com a carência falou mais alto. Abriu a porta traseira devagar e entrou, sentando no banco ao lado do casal. O cheiro forte de sexo invadiu o carro imediatamente — suor, buceta molhada e tesão puro.Dentro do carro agora, o clima ficou ainda mais pesado. Rafaela não parou. Continuou cavalgando Felipe devagar, rebolando a cintura, fazendo o pau entrar e sair brilhando com seus sucos. Seus olhos não saíam da mãe.— Tá gostoso, mãe… — murmurou Rafaela, mordendo o lábio inferior. — Ele me come tão gostoso… olha como minha buceta engole ele todinho.Felipe ficou em silêncio, mas seu pau latejava ainda mais duro dentro da esposa. Ele observava a sogra com atenção, notando como os peitos grandes de Lorena subiam e desciam rápido com a respiração alterada.Lorena apertou as coxas uma contra a outra, tentando aliviar a pressão que sentia entre as pernas. Seus olhos estavam fixos no ponto exato onde o pau grosso do genro desaparecia dentro da filha. Ela não conseguia desviar o olhar.— Eu… eu não devia estar aqui — sussurrou Lorena, a voz falhando, mas sem fazer menção de sair.Rafaela esticou o braço e tocou o joelho da mãe, apertando de leve.— Relaxa, mãe… só olha. Eu tô gostando que você esteja vendo. Tá me deixando ainda mais molhada.Felipe gemeu baixo e aumentou um pouco o ritmo, metendo para cima com estocadas mais firmes. O som molhado da buceta de Rafaela ficou ainda mais evidente no silêncio do carro.Lorena respirava pela boca, o corpo quente, a calcinha já úmida. Pela primeira vez em muito tempo, ela se sentia viva, desejada indiretamente, parte de algo proibido e intensamente sexual.Rafaela inclinou o corpo para trás, apoiando as mãos nas coxas de Felipe, e abriu mais as pernas, exibindo-se para a mãe enquanto continuava sendo fodida.— Olha bem, mãe… — sussurrou ela, quase implorando. — Olha como ele me arromba…
o corpo tenso e o coração disparado. O carro estava tomado pelo cheiro forte de sexo e pelo som molhado e ritmado da buceta de Rafaela engolindo a rola grossa do marido.Rafaela, completamente bêbada de álcool e tesão, não parava de olhar para a mãe. Ver Lorena ali, observando tudo com os olhos arregalados e a respiração pesada, estava deixando ela absurdamente mais excitada. Sua buceta apertava o pau de Felipe com mais força a cada estocada.— Não fica só olhando não, mãe… — murmurou Rafaela com a voz rouca, rebolando devagar no colo do marido. — Tá gostando do que vê?Lorena não respondeu, apenas mordeu o lábio inferior, visivelmente desconfortável e excitada ao mesmo tempo.Rafaela sorriu safada e aumentou o ritmo, cavalgando mais fundo, fazendo os peitos pularem. Ela segurou a própria blusa e puxou para cima, deixando os seios firmes e escuros completamente à mostra.— Olha como meus peitos estão duros, mãe… tô muito excitada sabendo que você tá aqui vendo ele me foder.Felipe gemeu baixo, apertando a bunda de Rafaela com força, mas permanecendo em silêncio, deixando a esposa conduzir o momento.Rafaela continuou, a voz ficando cada vez mais suja e incentivadora:— Relaxa, mãe… você tá carente pra caralho, eu sei. Faz tanto tempo que ninguém te toca direito, né? Olha pra essa rola entrando e saindo de mim… tá vendo como ela tá brilhando toda molhada da minha buceta?Lorena apertou as coxas com mais força. Sua mão direita desceu involuntariamente até o próprio colo, apertando o vestido sobre a coxa grossa.Rafaela percebeu o gesto e sorriu ainda mais.— Isso… toca em você, mãe. Não precisa ter vergonha. Eu tô adorando você ver. Tá me deixando louca de tesão. Olha como eu tô molhada por causa disso…Ela pegou a mão de Felipe e colocou sobre seu clitóris enquanto continuava cavalgando devagar.— Senta o dedo aqui, amor… mostra pra ela como eu fico encharcada quando sei que tô sendo observada.Felipe obedeceu, massageando o clitóris inchado de Rafaela enquanto metia para cima. O som ficou ainda mais obsceno.Rafaela olhou fixamente para Lorena, os olhos brilhando de luxúria:— Tira a calcinha, mãe… ou pelo menos enfia a mão por baixo do vestido. Eu quero ver você se tocando enquanto assiste ele me arrombando. Você merece sentir prazer também… depois de toda aquela merda que passou.Lorena respirava pela boca, o peito subindo e descendo rápido. Seus mamilos estavam visivelmente duros sob o vestido vermelho. Ela hesitou por longos segundos, lutando contra a vergonha, mas o tesão e a carência falaram mais alto.Devagar, quase tremendo, Lorena deslizou a mão por baixo do vestido, tocando por cima da calcinha já molhada. Um suspiro escapou de seus lábios quando sentiu o próprio calor.— Isso, mãe… assim… — incentivou Rafaela, gemendo mais alto agora. — Se toca gostoso. Imagina como deve ser bom sentir uma rola assim de novo… grossa, quente, batendo fundo.Rafaela rebolava cada vez mais sensual, exibindo-se para a mãe sem pudor, enquanto Felipe continuava metendo firme, excitado com toda aquela tensão.Lorena começou a se tocar com mais vontade, os dedos circulando por cima da calcinha, os olhos fixos na rola do genro entrando e saindo da filha. Pela primeira vez em muito tempo, ela se sentia desejada, mesmo que indiretamente.Rafaela inclinou o corpo para trás, apoiando uma mão na perna de Lorena, e sussurrou quase implorando:— Goza pra mim, mãe… goza olhando pra gente. Eu quero ver…