Descabacei o cuzinho do meu parceirinho gay

Um conto erótico de Alex
Categoria: Gay
Contém 2619 palavras
Data: 04/06/2026 11:49:50

Meu nome é Pedro, sou um mlk bem puto e tarado, 19 anos, cabelos bem escuros, pele clara, bigodinho e cavanhaque de puto, 1,70 de altura, magro, porém com uma barriguinha que a maioria de vocês ia querer lamber, definidinha. Eu tenho preferência por minas, mas não nego um buraquinho quente, ainda mais se for rabudinho e delicado.

Trampo em uma loja de celulares, tipo um quiosque de shopping, sozinho, mas precisava de reforço e já vinha dando ideia no patrão pra contratar outro cara pra me dar uma força. Meu patrão ligou numa terça falando que achou um rapaz, e que ele começaria no dia seguinte. Eu já tava ansioso pra poder voltar a ficar mais tranquilão, os novatinhos sempre eram obedientes, só esperava que esse não fosse burro feito o último. Dia seguinte já acordei animadão, tomei meu café, escovei os dentes, fumei uma pontinha e fui. Moro a três quadras do meu trampo, então em 5 minutos já tava chegando, e de longe já tava vendo um maninho apoiado no quiosque, não pude deixar de reparar na bundona farta do garoto. Cheguei, cumprimentei o lek, e até então ele parecia ser bem gente boa. O nome dele era Ian, tinha 28 anos, branquinho, minha altura, mas era um pouco mais cheinho que eu, não gordo, mas dava pra ver q tinha umas coxinhas mais grossinhas, uma bundona que já me deu uma instigada, rostinho de garoto, apesar da idade, meio loirinho, e não deixei de reparar que ele tinha uns peitinhos meio saltados, que me deixaram curioso. Ele era muito naipe de lek criado por vó, cara de inocente, meio sonsinho é tímido. Ian contou que era casado com outro mano, um pouco mais novo. Fiz a típica brincadeira de “quem é a mulher?”, na qual ele riu sem graça, e cortou o assunto.

O tempo foi passando, fui criando intimidade com o Ian, ele me contou que era casado com esse outro mano a pouco mais de um ano, diz que era só “ativo”, que nunca tinha dado o cuzinho, que tinha curiosidade, mas o outro maninho não dava nem margem pra ele querer explorar isso. Lá no nas lojas do shopping eu conhecia bastante gente, todos acham que sou só hétero, inclusive o Ian. Um dia cheguei um pouco mais tarde, fiquei até tarde na casa de uma mina que conheci no Instagram, cheguei com cara de sono, mas o Ian já tava lá no quiosque e sorriu quando me viu chegar.

- Noite foi boa patrãozinho? - Disse ele

- A mano, conheci uma gostosona que não me deixou dormir a madruga toda, gostosa, bucetinha apertada, peitinho durinho, pouca coisa diferente do teu kkkkkk - respondi.

A gente tinha essa liberdade de fazer umas brincadeiras, peguei intimidade fácil com o ele. Ele ficou vermelho, não respondeu, e ficou o dia meio arisco. Estranhei aquilo, não sabia que mexia com ele esse lance. Hora do almoço chegou e fui descer pra lanchar. Voltei já com a desculpa preparada pro Ian, ele parecia ter ficado bem desconfortável com o que falei sobre os peitinhos dele, mal ele sabia que pra mim aquilo foi um elogio, porque sempre reparei naqueles peitinhos de menina dele querendo cair de boca.

Cheguei e já fui falando:

- Mano, deixa eu te falar, foi mal pela piada mais cedo, falando do seu peito, não quis ser chatão contigo, e nem foi de implicância…

Ele ficou mais vermelho ainda, fez que sim com a cabeça, e respondeu baixinho:

- A Pedro, de boa, é que eu tenho um complexo com isso, os mlk sempre me zoava na escola, falando que eu tinha peito e bunda de menina, e ainda tenho vergonha.

- A lek, os mlk devia tudo ficar doido por esse rabão e peitinho teu aí.

Falei, e dei um sorrisinho safado pra ele, do tipo que eu sabia que fazia um viadinho sacar a malícia no ar. Ele sorriu de volta com ar inocente e continuo trampando sem delongar o assunto. Pior que aquilo ficou na minha mente, fiquei imaginando ele sem roupa, a bundona branquinha dele, será que ele usava cueca? A bunda dele sempre tava bem marcada, como se tivesse peladinho por baixo.

Mais alguns dias se passaram, e ele veio me falar que tava chateado, que o namorado não tava dando pra ele, que tava na seca a alguns dias, e eu já sacando, olhei pra ele e falei:

- Pow Ianzin, não fica assim, vem cá…

E abracei ele, já com meu pau dando uma acordada. Ele sentiu, olhou pra mim e falou:

- Tá me tirando? kkkkk

- Lógico que não, fico assim porque você tem esses peitinhos macios! - falei já na maldade dando uma apertada no pacote.

Ele riu e continuou trabalhando.

Já estava quase na hora da gente sair, e falei pra ele de uns jogos que eu tava querendo testar em casa, óbvio que eu n queria testar jogo nenhum, eu ia era botar aquele viadinho pra sentar bem gostoso em mim. Ele disse que não podia, que o namorado sempre buscava ele já na saída. Não aceitei aquele não, e falei que eu mesmo levava ele depois, que era rapidinho. Ele ficou desconfiado, mas eu sabia bem o que ele tava entendendo e querendo também. Ele aceitou, vi ele mandar algo pro namorado, mas disse que jamais ele podia sonhar, que o mano era muito ciumento, que era pra ele pensar que ele estava com uma amiga lá do trampo, a Maria (putinha gostosa que se amarrava em me dar aquela bucetinha dela). Confirmei, e fomos.

Chegando em casa, falei pra ele ficar à vontade, e fui tirar a roupa. Fiz questão de ficar sem camiseta. Voltei pra sala com um beck na mão, só de short, e ele tava olhando pra mim meio tímido. Começamos a fumar, liguei o play, e sentei na poltrona do lado do sofá q ele tava, queria aquele putinho manjando meu pacotão. Quando fico chapado, fico 10 vezes mais safado, e o putinho não parava de olhar minha barriga.

- Vai ficar assim mesmo, mano? Kkkk

- Uai, carai, tô na minha casa. - falei rindo pra quebrar o gelo.

Começamos a jogar, e eu n tirava o rabão do Ian da cabeça. Comecei a ficar meia bomba, vendo ele concentradinho jogando, com os olhos vermelhos já pela brisa. Tive a ideia de falar pra ele tirar a camiseta dele também, porque estava calor. Ele negou, insisti dizendo:

- Vai me falar que é por causa desses peitinhos seus? Kkk

- A denovo isso Lex, já te falei que não curto que fica falando nisso. - disse ele, visivelmente irritado.

Levantei já chapadão, fui até ele, e comecei a levantar a camiseta dele, ele puxou nervoso de volta, mas falei:

- Ian, pode ficar de boa, mano, cê sabe que sou teu amigo, parceiro, não sei de onde você fica com tanta vergonha…

Ele começou a deixar que eu continuasse levantando, eu sabia que chapadinho ele ficaria bem mais fácil. Quando a camiseta terminou de passar pela cabeça dele… Puta que pariu, eu nunca vi aquilo, ele tinha os peitinhos empinadinhos, com biquinhos bem rosados e auréolas grandinhas, meio inchadinhas, como alguns meninos têm na puberdade, além dele ser completamente lisinho. Não fosse pela rala barbinha, eu diria que estava na frente de uma garotinha.

O Ian estava completamente envergonhado, e ficou se retraindo no sofá.

- Mano, não precisa ter vergonha - falei passando as mão direita sobre um de seus mamilos.

- Alex… hmmm… que isso?

Eu tava completamente hipnotizado, olhando para aqueles peitinhos rosados. Comecei a ficar realmente duro, e já sentia que estava babando pra caralho na cueca. Ele ficou olhando pra marca q começou a se formar na cabeça do meu pau.

- Passa o rostinho, Ianzin. - falei arfando de tesão.

Ele nem fez resistência enquanto eu colocava pressão na cabeça dele, aproximando o rosto dele do meu pau. Ele fechou os olhos, e passou o rosto, do meu saco até minha virilha, suspirou, me olhou com uma carinha de desconcertado, mas logo começou a cheirar meu pau devagar. Eu nunca senti tanto tesão em toda minha vida, meu pau jorrava baba. Comecei a acariciar os dois peitinhos deles, dando leves beliscos, enquanto ele gemia, com os olhos fechados me cheirando todo. Passou a língua no meu pau, e falou:

- Lex, eu quero muito ser sua putinha, desde o dia que cheguei lá na loja. Eu não tiro você da cabeça.

- Quer mamar nela, Ian? - falei balançando meu pauzão de 20cm.

Ele me olhou com cara de putinha, abaixou minha cueca devagar, não fez nem cena, só foi começando a cheirar minha pica toda, meu saco. Ele ia cheirando e dando beijos, gemendo baixinho. Eu já tava delirando, até ele dar um beijo na cabeça da minha pica, e me olhar, com aquele fio de baba indo da boquinha dele até meu pau. Bati meu pau na carinha dele e fui esfregando na boca, nas bochechas. O tesão estava a mil, até o celular dele começar a tocar. Ele parou imediatamente, e com olhos arregalados ele falou baixinho:

- Merda, é ele.

Ouvi uns gritos do outro lado do celular dele, fiquei um pouco assustado, ele dava respostas curtas, mencionou que estava na casa da Maria, e desligou. Ian me olhou e disse:

- Mano, preciso muito ir, ele tá bem nervoso.

- Tudo bem, Ianzin, bora, eu te levo! - respondi meio sem graça.

- Não, mano, se ele ver eu chegando contigo… vou pedir Uber.

Apenas confirmei com a cabeça, fui pro banheiro, eu ainda tava de rola bem dura, é meio chapado. Voltei lá e falei:

- Ele não vai achar ruim você estar chapado?

- Porra! Nem pensei nisso, véi!

- Fica mais um pouco pra abaixar a brisa, aí eu te levo até um quarteirão. Cê fala que não encontrou Uber, e que teve que ir andando.

Ele ficou pensativo por alguns segundos, e falou rindo:

- Cê é foda, mano…

Eu fui andando até ele, colocarei o pau na altura do rosto dele, e falei:

- Olha como eu tô, Ianzin, minha piroca não abaixa por nada.

Ele ficou olhando pro meu rosto, levantou, começou a tirar o short, e o pau dele também tava bem duro. Não é por nada, mas rola já não é minha praia, o que eu queria de verdade, estava bem atrás dele. Sem falar nada, coloquei as mãos nos ombros dele e fui girando ele até ficar de costas pra mim. Quando vi aquele rabo, eu não me segurei. Eu nunca vi um rabo tão lisinho, bem branquinho, e era grande, dava pra ver que não era de malhação, era uma rabona de viado que nasceu pra ser putinha de macho. Eu suspirei, empurrei levemente ele de frente pro sofá, e falei:

- Ian, fica de joelho no sofá. Eu vou te dar o maior prazer que você já sentiu na sua vida, sua putinha safada!

Ele não disse nada, apenas obedeceu. Ele se ajoelhou encima do sofá, e vi aquela rosquinha rosada. Caralho, que cu lindo! Era bem rosadinho, pequeno, fechadinho. Eu abaixei, ficando de cócoras no chão, bem atrás daquele rabo imenso, redondo e branco, e caí de boca, que cu gostoso, me amarro em cheiro de rabo de fêmea, mas aquele cu, puta que pariu, eu soquei a língua fundo. O Ian gemia feito uma putinha manhosa, descontroladamente. Dei um tapão bem forte no rabo dele, que exclamou:

- Ai, caralho Lex, porra, calma!

- Cala a boca, sua puta, não queria ser minha putinha?

Meti outro tapão, e ele fez cara de manha, me olho como uma cadelinha obediente olha pro seu dono. Comecei a meter alguns dedos no cuzinho dele, e ele reclamava, gemia se queixando, mas naquele momento, eu não me importava nem um pouco com aquele viado, ele estava prestes a se tornar minha cadela, e ele sabia disso. Virei ele, chupei aquelas tetinhas deliciosas, ele não parava de gemer meu nome baixinho. Ele estava completamente entregue, eu sabia que ele queria ser minha fêmea. Comecei a chupar os peitos daquela putinha ainda mais forte, comecei a dedar ele enquanto mamava. Virei ele, empurrei de volta pro sofá e disse:

- Abre bem essa bucetinha de viadinho, abre.

Ele abriu aquela rabona imensa, me olhando de costas com cara de putinha, e falou:

- Lex, toma cuidado por favor, eu sou virgem…

Antes de ele terminar de falar meti outro tapão naquele rabo, que já estava bem vermelho. Ele gritou:

- Ai, caralho!

- Cala a boca, porra, já falei que você vai ser putinha, não é o que cê queria? Rebolar bem gostoso num cacete de macho de verdade?

Ele apenas acenou positivamente, enquanto eu já e tava pincelando minha rola toda babada naquela bucetinha rosa dele. Ele gemia como uma menininha, manhoso, e aquilo tava me deixando louco. Sem cerimônias, enfiei a rola até bater o saco no rabo dele. Ele deu um pulo pra frente pedindo desesperadamente pra eu tirar. Dei outro tapão no rabo dele e falei:

- Se você não calar a porra da boca, você vai voltar com a marca da minha mão na sua cara. Fica de boa, você já tem muito pra explicar pro teu namoradinho se ele te ver pelado.

O rabo do Ian já tava bem vermelho, cheio de marcas de dedos, mas eu sei que aquela putinha tava se amarrando, o pau dele tava até pingando enquanto tava com aquele rabo aberto pro melhor amigo dele. Ele precisava desesperadamente de um macho de verdade pra ser o dono daquele rabo. Meti sem parar, sem ligar pro choro dele, pros gemidos de dor… muito pelo contrário, aquilo deixava minha pica estralando enquanto socava fundo naquela cucetinha rosada, vendo ele sofrer. Soquei a pica por uns 15 minutos, até perceber que ele já tava arrombadinho. Comecei a tirar e colocar devagar e falei:

- Olha como sua bucetinha de viado já ficou no formato da minha rola, tá sentindo como ela tá abrindo todinha pro seu macho?

- hmmm… Lex, puta que pariu… me fode com força, vai, eu q quero ficar todo aberto, me deixa arrombado!

- Você vai mesmo, sua vagabunda, vai voltar cheio de gala de macho, abertinha, sua fêmea do caralho, sente meu sacão batendo nesse rabo de puta seu!

Meti por mais alguns minutos, eu tava fora de mim, me sentia um cachorro prenhando sua cadela, um animal completo. Virei ele de franguinho, apertei os dois peitinhos dele, socando sem parar, chamando ele de putinh safada, de cadela… não tava mais aguentando de tesão. Comecei a meter forte, acertei bem forte aqueles peitinhos dele, que já estavam tão vermelhos quanto o rabo dele, até ele gemer alto:

- Caralho, Alex…

Ele começou a gozar, meu pau começou a sentir aquela cucetinha apertando descontroaldamente ao redor da minha pica. Não tava mais aguentando.

- Aaah… porra, sua puta… caralho, toma leite grosso de mlk nesse cuzão!

Comecei a gozar descontroladamente. Gozei umas 6 jatadas, das mais intensas da minha vida. Eu caí desfalecido sobre ele no sofá. Sem conseguir dizer nada. Eu sentia meu coração batendo como uma metralhadora. Eu ofegava sem parar, eu tava completamente sem forças até pra sair de cima dele.

Terminado todo o sexo, o Ian caiu em sí, foi olhar seu celular, e havia 5 chamadas perdidas do corninho dele. Desesperado, ele saiu recolhendo sua roupa, enquanto eu o observava, com aquele rabo vermelho, de tanto tapa, suado, e cheio de leite socado no cu. Fui me vestir, e o levei até um quarteirão de sua casa. Nós despedimos, e ele saiu andando apressado.

Obviamente essa foi uma aventura que eu queria muito repetir.

Se gostou, comente, pode ser que haja uma parte de dois de toda essa putariazinha com meu amiguinho kkkkk. Obrigado por lerem até aqui, beijos no cuzinho de vocês, seus safados!

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